Foram encontradas 55 questões.
Texto para as questões de 11a 15.
1 Estamos passando por um momento
preocupante na história da comunicação humana:
plataformas digitais não só monitoram o nosso
4 comportamento para obtenção de dados
comercializáveis, como também o moldam, ao
tornarem, mediante algoritmos, cada usuário
7 dependente de um contato permanente com
parceiros de interação.
Quem tentou resistir à dependência de
10 celulares deparou-se com um fator ainda mais
agravante: a obrigação de isolamento físico na
realidade da pandemia. Mesmo quando as pessoas se
13 arriscam a sair de casa, lojas solicitam formas de
acesso por meio de conexão on-line. Por exemplo, em
bares e restaurantes, cardápios de papel são
16 substituídos pela leitura de QR code. Por medida de
segurança sanitária, acentua-se a inevitabilidade de
estar sempre conectado.
19 Sob a incitação dos aplicativos, usuários
vidrados acham que não se deve desperdiçar a
oportunidade de publicar fotos e vídeos num
22 ambiente diferente do de sua casa, nem deixar de
responder aos comentários e às mensagens privadas.
Afinal, você pode até sair de casa, mas não sair da rede:
25 sente-se solto do lado de fora, mas ainda
inseparavelmente cativo do celular.
O confinamento pandêmico se serviu de um
28 maravilhoso incremento eletrônico de convívio virtual
coletivo, isto é, o isolamento é físico, mas não
comunicativo. Contudo, a sensação de solidão, para
31 muitos, não diminuiu. Ao instigar usuários a
interagirem ininterruptamente, se as plataformas
deram uma opção inédita de se socializarem,
34 retiraram a oportunidade de, genuinamente, se
recolherem.
Eduardo G. Losso. Multidão conectada.
Revista Cult (com adaptações).
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a(s) classe(s) gramatical(is) em que estão empregadas as seguintes palavras no texto: “comunicação” (linha 2), “agravante” (linha 11) e “isolamento” (linha 11).
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Texto para as questões de 11a 15.
1 Estamos passando por um momento
preocupante na história da comunicação humana:
plataformas digitais não só monitoram o nosso
4 comportamento para obtenção de dados
comercializáveis, como também o moldam, ao
tornarem, mediante algoritmos, cada usuário
7 dependente de um contato permanente com
parceiros de interação.
Quem tentou resistir à dependência de
10 celulares deparou-se com um fator ainda mais
agravante: a obrigação de isolamento físico na
realidade da pandemia. Mesmo quando as pessoas se
13 arriscam a sair de casa, lojas solicitam formas de
acesso por meio de conexão on-line. Por exemplo, em
bares e restaurantes, cardápios de papel são
16 substituídos pela leitura de QR code. Por medida de
segurança sanitária, acentua-se a inevitabilidade de
estar sempre conectado.
19 Sob a incitação dos aplicativos, usuários
vidrados acham que não se deve desperdiçar a
oportunidade de publicar fotos e vídeos num
22 ambiente diferente do de sua casa, nem deixar de
responder aos comentários e às mensagens privadas.
Afinal, você pode até sair de casa, mas não sair da rede:
25 sente-se solto do lado de fora, mas ainda
inseparavelmente cativo do celular.
O confinamento pandêmico se serviu de um
28 maravilhoso incremento eletrônico de convívio virtual
coletivo, isto é, o isolamento é físico, mas não
comunicativo. Contudo, a sensação de solidão, para
31 muitos, não diminuiu. Ao instigar usuários a
interagirem ininterruptamente, se as plataformas
deram uma opção inédita de se socializarem,
34 retiraram a oportunidade de, genuinamente, se
recolherem.
Eduardo G. Losso. Multidão conectada.
Revista Cult (com adaptações).
Nas linhas 2 e 11, o sinal de dois-pontos introduz
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Texto para as questões de 11a 15.
1 Estamos passando por um momento
preocupante na história da comunicação humana:
plataformas digitais não só monitoram o nosso
4 comportamento para obtenção de dados
comercializáveis, como também o moldam, ao
tornarem, mediante algoritmos, cada usuário
7 dependente de um contato permanente com
parceiros de interação.
Quem tentou resistir à dependência de
10 celulares deparou-se com um fator ainda mais
agravante: a obrigação de isolamento físico na
realidade da pandemia. Mesmo quando as pessoas se
13 arriscam a sair de casa, lojas solicitam formas de
acesso por meio de conexão on-line. Por exemplo, em
bares e restaurantes, cardápios de papel são
16 substituídos pela leitura de QR code. Por medida de
segurança sanitária, acentua-se a inevitabilidade de
estar sempre conectado.
19 Sob a incitação dos aplicativos, usuários
vidrados acham que não se deve desperdiçar a
oportunidade de publicar fotos e vídeos num
22 ambiente diferente do de sua casa, nem deixar de
responder aos comentários e às mensagens privadas.
Afinal, você pode até sair de casa, mas não sair da rede:
25 sente-se solto do lado de fora, mas ainda
inseparavelmente cativo do celular.
O confinamento pandêmico se serviu de um
28 maravilhoso incremento eletrônico de convívio virtual
coletivo, isto é, o isolamento é físico, mas não
comunicativo. Contudo, a sensação de solidão, para
31 muitos, não diminuiu. Ao instigar usuários a
interagirem ininterruptamente, se as plataformas
deram uma opção inédita de se socializarem,
34 retiraram a oportunidade de, genuinamente, se
recolherem.
Eduardo G. Losso. Multidão conectada.
Revista Cult (com adaptações).
Entende-se do primeiro parágrafo do texto que
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Texto para as questões de 11a 15.
1 Estamos passando por um momento
preocupante na história da comunicação humana:
plataformas digitais não só monitoram o nosso
4 comportamento para obtenção de dados
comercializáveis, como também o moldam, ao
tornarem, mediante algoritmos, cada usuário
7 dependente de um contato permanente com
parceiros de interação.
Quem tentou resistir à dependência de
10 celulares deparou-se com um fator ainda mais
agravante: a obrigação de isolamento físico na
realidade da pandemia. Mesmo quando as pessoas se
13 arriscam a sair de casa, lojas solicitam formas de
acesso por meio de conexão on-line. Por exemplo, em
bares e restaurantes, cardápios de papel são
16 substituídos pela leitura de QR code. Por medida de
segurança sanitária, acentua-se a inevitabilidade de
estar sempre conectado.
19 Sob a incitação dos aplicativos, usuários
vidrados acham que não se deve desperdiçar a
oportunidade de publicar fotos e vídeos num
22 ambiente diferente do de sua casa, nem deixar de
responder aos comentários e às mensagens privadas.
Afinal, você pode até sair de casa, mas não sair da rede:
25 sente-se solto do lado de fora, mas ainda
inseparavelmente cativo do celular.
O confinamento pandêmico se serviu de um
28 maravilhoso incremento eletrônico de convívio virtual
coletivo, isto é, o isolamento é físico, mas não
comunicativo. Contudo, a sensação de solidão, para
31 muitos, não diminuiu. Ao instigar usuários a
interagirem ininterruptamente, se as plataformas
deram uma opção inédita de se socializarem,
34 retiraram a oportunidade de, genuinamente, se
recolherem.
Eduardo G. Losso. Multidão conectada.
Revista Cult (com adaptações).
No texto, a palavra “cativo” (linha 26) tem o mesmo significado de
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Texto para as questões de 1 a 10.
1 O Dia de Sobrecarga da Terra, também conhecido como Dia do Excesso de Capacidade da Terra,
marca a “data em que a demanda da humanidade por recursos e serviços ecológicos em um determinado
ano excede o que a Terra pode regenerar neste mesmo período de tempo”, explica a Global Footprint
4 Network, uma organização internacional de pesquisa que calcula e organiza a efeméride.
Em 2024, o Dia de Sobrecarga da Terra foi em 1.º de agosto. Mas como essa data é calculada, por que
ela varia anualmente e qual é o seu significado?
7 Para determinar a data do Dia de Sobrecarga da Terra a cada ano, a entidade que organiza a
efeméride faz um cálculo “dividindo a biocapacidade do planeta (a quantidade de recursos ecológicos que
a Terra é capaz de gerar naquele ano) pela pegada ecológica da humanidade (a demanda da humanidade
10 para aquele ano) e multiplicando pelo número de dias em um ano”. O restante do ano, portanto,
corresponde à superação global desses recursos.
Conforme definido pela organização, a biocapacidade de uma cidade, de um estado ou de
13 uma nação representa sua área terrestre e marítima biologicamente produtiva, que inclui florestas, pastagens,
terras cultiváveis, áreas de pesca e terras construídas. Já a pegada ecológica se destina a medir a demanda
de uma população por recursos como alimentos, produtos de pecuária e pesca, madeira, espaço para
16 infraestrutura urbana e florestas, entre outros.
Não é de se surpreender que, se a demanda de uma população por bens ecológicos exceder a
quantidade disponível, essa região terá um déficit ecológico. “Uma região em déficit ecológico satisfaz
19 a demanda importando, liquidando seus próprios bens ecológicos (como a pesca excessiva) e/ou emitindo
dióxido de carbono na atmosfera”, explica a organização.
Como a organização ressalta, o cálculo se baseia nas Contas Nacionais de Pegada Ecológica e
22 Biocapacidade, que se apoiam em estatísticas das Nações Unidas, administradas pela Footprint Data
Foundation (uma organização independente e sem fins lucrativos encarregada de garantir a continuidade,
a confiabilidade, o rigor e a utilidade das Contas Nacionais) e mantidas pela Universidade de York, no
25 Canadá.
Todos os anos, a Global Footprint Network anuncia a data do Dia de Sobrecarga da Terra do ano
corrente em 5 de junho, que coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente.
28 O cálculo serve como um aviso ilustrativo de como a atual taxa de consumo é insustentável. Além
disso, as estimativas históricas mostram o quanto o meio ambiente regrediu. Desde que o Dia de
Sobrecarga da Terra começou a ser calculado, a tendência mostra que a humanidade leva cada vez menos
31 dias para consumir o suprimento fornecido pelos recursos naturais do ano inteiro.
Embora o Dia de Sobrecarga da Terra tenha sido estimado para 1.º de agosto de 2024, a organização
sugere que a data poderia ser mais cedo ou mais tarde, dependendo do índice de consumo de diferentes
34 nações no mundo.
De acordo com os dados mais recentes divulgados pela Global Footprint Network, se todo mundo
vivesse com o nível de consumo de recursos do Catar, por exemplo, o Dia de Sobrecarga da Terra ocorreria
37 já em 11 de fevereiro. Por outro lado, se a humanidade consumisse como se faz no Equador ou na Indonésia,
a superação ocorreria em 24 de novembro. Já se certos países latino-americanos fossem levados em
consideração, os dados mostram que a humanidade registraria o dia da superação em 23 de maio, caso a
40 referência fosse o Chile; em 20 de junho, se consumisse como a Argentina; em 4 de agosto, se o consumo
fosse no ritmo do feito no Brasil; e em 29 de agosto, se o exemplo de consumo fosse o México; ou em 5 de
outubro, ou seja, em uma data ainda mais distante, caso o referente fosse a Colômbia.
National Geographic Brasil. O que é o Dia de Sobrecarga da Terra e como ele é calculado?
Internet:< https://www.nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações).
De acordo com o texto, a Global Footprint Network explica que ‘Uma região em déficit ecológico satisfaz a demanda importando, liquidando seus próprios bens ecológicos (como a pesca excessiva) e/ou emitindo dióxido de carbono na atmosfera’ (linhas 18-20). Com essa citação, o autor do texto busca
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Texto para as questões de 1 a 10.
1 O Dia de Sobrecarga da Terra, também conhecido como Dia do Excesso de Capacidade da Terra,
marca a “data em que a demanda da humanidade por recursos e serviços ecológicos em um determinado
ano excede o que a Terra pode regenerar neste mesmo período de tempo”, explica a Global Footprint
4 Network, uma organização internacional de pesquisa que calcula e organiza a efeméride.
Em 2024, o Dia de Sobrecarga da Terra foi em 1.º de agosto. Mas como essa data é calculada, por que
ela varia anualmente e qual é o seu significado?
7 Para determinar a data do Dia de Sobrecarga da Terra a cada ano, a entidade que organiza a
efeméride faz um cálculo “dividindo a biocapacidade do planeta (a quantidade de recursos ecológicos que
a Terra é capaz de gerar naquele ano) pela pegada ecológica da humanidade (a demanda da humanidade
10 para aquele ano) e multiplicando pelo número de dias em um ano”. O restante do ano, portanto,
corresponde à superação global desses recursos.
Conforme definido pela organização, a biocapacidade de uma cidade, de um estado ou de
13 uma nação representa sua área terrestre e marítima biologicamente produtiva, que inclui florestas, pastagens,
terras cultiváveis, áreas de pesca e terras construídas. Já a pegada ecológica se destina a medir a demanda
de uma população por recursos como alimentos, produtos de pecuária e pesca, madeira, espaço para
16 infraestrutura urbana e florestas, entre outros.
Não é de se surpreender que, se a demanda de uma população por bens ecológicos exceder a
quantidade disponível, essa região terá um déficit ecológico. “Uma região em déficit ecológico satisfaz
19 a demanda importando, liquidando seus próprios bens ecológicos (como a pesca excessiva) e/ou emitindo
dióxido de carbono na atmosfera”, explica a organização.
Como a organização ressalta, o cálculo se baseia nas Contas Nacionais de Pegada Ecológica e
22 Biocapacidade, que se apoiam em estatísticas das Nações Unidas, administradas pela Footprint Data
Foundation (uma organização independente e sem fins lucrativos encarregada de garantir a continuidade,
a confiabilidade, o rigor e a utilidade das Contas Nacionais) e mantidas pela Universidade de York, no
25 Canadá.
Todos os anos, a Global Footprint Network anuncia a data do Dia de Sobrecarga da Terra do ano
corrente em 5 de junho, que coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente.
28 O cálculo serve como um aviso ilustrativo de como a atual taxa de consumo é insustentável. Além
disso, as estimativas históricas mostram o quanto o meio ambiente regrediu. Desde que o Dia de
Sobrecarga da Terra começou a ser calculado, a tendência mostra que a humanidade leva cada vez menos
31 dias para consumir o suprimento fornecido pelos recursos naturais do ano inteiro.
Embora o Dia de Sobrecarga da Terra tenha sido estimado para 1.º de agosto de 2024, a organização
sugere que a data poderia ser mais cedo ou mais tarde, dependendo do índice de consumo de diferentes
34 nações no mundo.
De acordo com os dados mais recentes divulgados pela Global Footprint Network, se todo mundo
vivesse com o nível de consumo de recursos do Catar, por exemplo, o Dia de Sobrecarga da Terra ocorreria
37 já em 11 de fevereiro. Por outro lado, se a humanidade consumisse como se faz no Equador ou na Indonésia,
a superação ocorreria em 24 de novembro. Já se certos países latino-americanos fossem levados em
consideração, os dados mostram que a humanidade registraria o dia da superação em 23 de maio, caso a
40 referência fosse o Chile; em 20 de junho, se consumisse como a Argentina; em 4 de agosto, se o consumo
fosse no ritmo do feito no Brasil; e em 29 de agosto, se o exemplo de consumo fosse o México; ou em 5 de
outubro, ou seja, em uma data ainda mais distante, caso o referente fosse a Colômbia.
National Geographic Brasil. O que é o Dia de Sobrecarga da Terra e como ele é calculado?
Internet:< https://www.nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações).
A oração “Como a organização ressalta” (linha 21) veicula ideia de
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Texto para as questões de 1 a 10.
1 O Dia de Sobrecarga da Terra, também conhecido como Dia do Excesso de Capacidade da Terra,
marca a “data em que a demanda da humanidade por recursos e serviços ecológicos em um determinado
ano excede o que a Terra pode regenerar neste mesmo período de tempo”, explica a Global Footprint
4 Network, uma organização internacional de pesquisa que calcula e organiza a efeméride.
Em 2024, o Dia de Sobrecarga da Terra foi em 1.º de agosto. Mas como essa data é calculada, por que
ela varia anualmente e qual é o seu significado?
7 Para determinar a data do Dia de Sobrecarga da Terra a cada ano, a entidade que organiza a
efeméride faz um cálculo “dividindo a biocapacidade do planeta (a quantidade de recursos ecológicos que
a Terra é capaz de gerar naquele ano) pela pegada ecológica da humanidade (a demanda da humanidade
10 para aquele ano) e multiplicando pelo número de dias em um ano”. O restante do ano, portanto,
corresponde à superação global desses recursos.
Conforme definido pela organização, a biocapacidade de uma cidade, de um estado ou de
13 uma nação representa sua área terrestre e marítima biologicamente produtiva, que inclui florestas, pastagens,
terras cultiváveis, áreas de pesca e terras construídas. Já a pegada ecológica se destina a medir a demanda
de uma população por recursos como alimentos, produtos de pecuária e pesca, madeira, espaço para
16 infraestrutura urbana e florestas, entre outros.
Não é de se surpreender que, se a demanda de uma população por bens ecológicos exceder a
quantidade disponível, essa região terá um déficit ecológico. “Uma região em déficit ecológico satisfaz
19 a demanda importando, liquidando seus próprios bens ecológicos (como a pesca excessiva) e/ou emitindo
dióxido de carbono na atmosfera”, explica a organização.
Como a organização ressalta, o cálculo se baseia nas Contas Nacionais de Pegada Ecológica e
22 Biocapacidade, que se apoiam em estatísticas das Nações Unidas, administradas pela Footprint Data
Foundation (uma organização independente e sem fins lucrativos encarregada de garantir a continuidade,
a confiabilidade, o rigor e a utilidade das Contas Nacionais) e mantidas pela Universidade de York, no
25 Canadá.
Todos os anos, a Global Footprint Network anuncia a data do Dia de Sobrecarga da Terra do ano
corrente em 5 de junho, que coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente.
28 O cálculo serve como um aviso ilustrativo de como a atual taxa de consumo é insustentável. Além
disso, as estimativas históricas mostram o quanto o meio ambiente regrediu. Desde que o Dia de
Sobrecarga da Terra começou a ser calculado, a tendência mostra que a humanidade leva cada vez menos
31 dias para consumir o suprimento fornecido pelos recursos naturais do ano inteiro.
Embora o Dia de Sobrecarga da Terra tenha sido estimado para 1.º de agosto de 2024, a organização
sugere que a data poderia ser mais cedo ou mais tarde, dependendo do índice de consumo de diferentes
34 nações no mundo.
De acordo com os dados mais recentes divulgados pela Global Footprint Network, se todo mundo
vivesse com o nível de consumo de recursos do Catar, por exemplo, o Dia de Sobrecarga da Terra ocorreria
37 já em 11 de fevereiro. Por outro lado, se a humanidade consumisse como se faz no Equador ou na Indonésia,
a superação ocorreria em 24 de novembro. Já se certos países latino-americanos fossem levados em
consideração, os dados mostram que a humanidade registraria o dia da superação em 23 de maio, caso a
40 referência fosse o Chile; em 20 de junho, se consumisse como a Argentina; em 4 de agosto, se o consumo
fosse no ritmo do feito no Brasil; e em 29 de agosto, se o exemplo de consumo fosse o México; ou em 5 de
outubro, ou seja, em uma data ainda mais distante, caso o referente fosse a Colômbia.
National Geographic Brasil. O que é o Dia de Sobrecarga da Terra e como ele é calculado?
Internet:< https://www.nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações).
Assinale a alternativa em que é apresentada uma proposta de reescrita que seja gramaticalmente correta e preserve o sentido do seguinte trecho do texto: “O restante do ano, portanto, corresponde à superação global desses recursos.” (linhas 10-11).
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Texto para as questões de 1 a 10.
1 O Dia de Sobrecarga da Terra, também conhecido como Dia do Excesso de Capacidade da Terra,
marca a “data em que a demanda da humanidade por recursos e serviços ecológicos em um determinado
ano excede o que a Terra pode regenerar neste mesmo período de tempo”, explica a Global Footprint
4 Network, uma organização internacional de pesquisa que calcula e organiza a efeméride.
Em 2024, o Dia de Sobrecarga da Terra foi em 1.º de agosto. Mas como essa data é calculada, por que
ela varia anualmente e qual é o seu significado?
7 Para determinar a data do Dia de Sobrecarga da Terra a cada ano, a entidade que organiza a
efeméride faz um cálculo “dividindo a biocapacidade do planeta (a quantidade de recursos ecológicos que
a Terra é capaz de gerar naquele ano) pela pegada ecológica da humanidade (a demanda da humanidade
10 para aquele ano) e multiplicando pelo número de dias em um ano”. O restante do ano, portanto,
corresponde à superação global desses recursos.
Conforme definido pela organização, a biocapacidade de uma cidade, de um estado ou de
13 uma nação representa sua área terrestre e marítima biologicamente produtiva, que inclui florestas, pastagens,
terras cultiváveis, áreas de pesca e terras construídas. Já a pegada ecológica se destina a medir a demanda
de uma população por recursos como alimentos, produtos de pecuária e pesca, madeira, espaço para
16 infraestrutura urbana e florestas, entre outros.
Não é de se surpreender que, se a demanda de uma população por bens ecológicos exceder a
quantidade disponível, essa região terá um déficit ecológico. “Uma região em déficit ecológico satisfaz
19 a demanda importando, liquidando seus próprios bens ecológicos (como a pesca excessiva) e/ou emitindo
dióxido de carbono na atmosfera”, explica a organização.
Como a organização ressalta, o cálculo se baseia nas Contas Nacionais de Pegada Ecológica e
22 Biocapacidade, que se apoiam em estatísticas das Nações Unidas, administradas pela Footprint Data
Foundation (uma organização independente e sem fins lucrativos encarregada de garantir a continuidade,
a confiabilidade, o rigor e a utilidade das Contas Nacionais) e mantidas pela Universidade de York, no
25 Canadá.
Todos os anos, a Global Footprint Network anuncia a data do Dia de Sobrecarga da Terra do ano
corrente em 5 de junho, que coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente.
28 O cálculo serve como um aviso ilustrativo de como a atual taxa de consumo é insustentável. Além
disso, as estimativas históricas mostram o quanto o meio ambiente regrediu. Desde que o Dia de
Sobrecarga da Terra começou a ser calculado, a tendência mostra que a humanidade leva cada vez menos
31 dias para consumir o suprimento fornecido pelos recursos naturais do ano inteiro.
Embora o Dia de Sobrecarga da Terra tenha sido estimado para 1.º de agosto de 2024, a organização
sugere que a data poderia ser mais cedo ou mais tarde, dependendo do índice de consumo de diferentes
34 nações no mundo.
De acordo com os dados mais recentes divulgados pela Global Footprint Network, se todo mundo
vivesse com o nível de consumo de recursos do Catar, por exemplo, o Dia de Sobrecarga da Terra ocorreria
37 já em 11 de fevereiro. Por outro lado, se a humanidade consumisse como se faz no Equador ou na Indonésia,
a superação ocorreria em 24 de novembro. Já se certos países latino-americanos fossem levados em
consideração, os dados mostram que a humanidade registraria o dia da superação em 23 de maio, caso a
40 referência fosse o Chile; em 20 de junho, se consumisse como a Argentina; em 4 de agosto, se o consumo
fosse no ritmo do feito no Brasil; e em 29 de agosto, se o exemplo de consumo fosse o México; ou em 5 de
outubro, ou seja, em uma data ainda mais distante, caso o referente fosse a Colômbia.
National Geographic Brasil. O que é o Dia de Sobrecarga da Terra e como ele é calculado?
Internet:< https://www.nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações).
Sem prejuízo do sentido original do texto, da sua coesão e da correção gramatical, o conectivo “Embora” (linha 32) poderia ser substituído pela expressão
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Texto para as questões de 1 a 10.
1 O Dia de Sobrecarga da Terra, também conhecido como Dia do Excesso de Capacidade da Terra,
marca a “data em que a demanda da humanidade por recursos e serviços ecológicos em um determinado
ano excede o que a Terra pode regenerar neste mesmo período de tempo”, explica a Global Footprint
4 Network, uma organização internacional de pesquisa que calcula e organiza a efeméride.
Em 2024, o Dia de Sobrecarga da Terra foi em 1.º de agosto. Mas como essa data é calculada, por que
ela varia anualmente e qual é o seu significado?
7 Para determinar a data do Dia de Sobrecarga da Terra a cada ano, a entidade que organiza a
efeméride faz um cálculo “dividindo a biocapacidade do planeta (a quantidade de recursos ecológicos que
a Terra é capaz de gerar naquele ano) pela pegada ecológica da humanidade (a demanda da humanidade
10 para aquele ano) e multiplicando pelo número de dias em um ano”. O restante do ano, portanto,
corresponde à superação global desses recursos.
Conforme definido pela organização, a biocapacidade de uma cidade, de um estado ou de
13 uma nação representa sua área terrestre e marítima biologicamente produtiva, que inclui florestas, pastagens,
terras cultiváveis, áreas de pesca e terras construídas. Já a pegada ecológica se destina a medir a demanda
de uma população por recursos como alimentos, produtos de pecuária e pesca, madeira, espaço para
16 infraestrutura urbana e florestas, entre outros.
Não é de se surpreender que, se a demanda de uma população por bens ecológicos exceder a
quantidade disponível, essa região terá um déficit ecológico. “Uma região em déficit ecológico satisfaz
19 a demanda importando, liquidando seus próprios bens ecológicos (como a pesca excessiva) e/ou emitindo
dióxido de carbono na atmosfera”, explica a organização.
Como a organização ressalta, o cálculo se baseia nas Contas Nacionais de Pegada Ecológica e
22 Biocapacidade, que se apoiam em estatísticas das Nações Unidas, administradas pela Footprint Data
Foundation (uma organização independente e sem fins lucrativos encarregada de garantir a continuidade,
a confiabilidade, o rigor e a utilidade das Contas Nacionais) e mantidas pela Universidade de York, no
25 Canadá.
Todos os anos, a Global Footprint Network anuncia a data do Dia de Sobrecarga da Terra do ano
corrente em 5 de junho, que coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente.
28 O cálculo serve como um aviso ilustrativo de como a atual taxa de consumo é insustentável. Além
disso, as estimativas históricas mostram o quanto o meio ambiente regrediu. Desde que o Dia de
Sobrecarga da Terra começou a ser calculado, a tendência mostra que a humanidade leva cada vez menos
31 dias para consumir o suprimento fornecido pelos recursos naturais do ano inteiro.
Embora o Dia de Sobrecarga da Terra tenha sido estimado para 1.º de agosto de 2024, a organização
sugere que a data poderia ser mais cedo ou mais tarde, dependendo do índice de consumo de diferentes
34 nações no mundo.
De acordo com os dados mais recentes divulgados pela Global Footprint Network, se todo mundo
vivesse com o nível de consumo de recursos do Catar, por exemplo, o Dia de Sobrecarga da Terra ocorreria
37 já em 11 de fevereiro. Por outro lado, se a humanidade consumisse como se faz no Equador ou na Indonésia,
a superação ocorreria em 24 de novembro. Já se certos países latino-americanos fossem levados em
consideração, os dados mostram que a humanidade registraria o dia da superação em 23 de maio, caso a
40 referência fosse o Chile; em 20 de junho, se consumisse como a Argentina; em 4 de agosto, se o consumo
fosse no ritmo do feito no Brasil; e em 29 de agosto, se o exemplo de consumo fosse o México; ou em 5 de
outubro, ou seja, em uma data ainda mais distante, caso o referente fosse a Colômbia.
National Geographic Brasil. O que é o Dia de Sobrecarga da Terra e como ele é calculado?
Internet:< https://www.nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações).
O termo “mantidas” (linha 24) está flexionado no feminino plural porque estabelece concordância com
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Texto para as questões de 1 a 10.
1 O Dia de Sobrecarga da Terra, também conhecido como Dia do Excesso de Capacidade da Terra,
marca a “data em que a demanda da humanidade por recursos e serviços ecológicos em um determinado
ano excede o que a Terra pode regenerar neste mesmo período de tempo”, explica a Global Footprint
4 Network, uma organização internacional de pesquisa que calcula e organiza a efeméride.
Em 2024, o Dia de Sobrecarga da Terra foi em 1.º de agosto. Mas como essa data é calculada, por que
ela varia anualmente e qual é o seu significado?
7 Para determinar a data do Dia de Sobrecarga da Terra a cada ano, a entidade que organiza a
efeméride faz um cálculo “dividindo a biocapacidade do planeta (a quantidade de recursos ecológicos que
a Terra é capaz de gerar naquele ano) pela pegada ecológica da humanidade (a demanda da humanidade
10 para aquele ano) e multiplicando pelo número de dias em um ano”. O restante do ano, portanto,
corresponde à superação global desses recursos.
Conforme definido pela organização, a biocapacidade de uma cidade, de um estado ou de
13 uma nação representa sua área terrestre e marítima biologicamente produtiva, que inclui florestas, pastagens,
terras cultiváveis, áreas de pesca e terras construídas. Já a pegada ecológica se destina a medir a demanda
de uma população por recursos como alimentos, produtos de pecuária e pesca, madeira, espaço para
16 infraestrutura urbana e florestas, entre outros.
Não é de se surpreender que, se a demanda de uma população por bens ecológicos exceder a
quantidade disponível, essa região terá um déficit ecológico. “Uma região em déficit ecológico satisfaz
19 a demanda importando, liquidando seus próprios bens ecológicos (como a pesca excessiva) e/ou emitindo
dióxido de carbono na atmosfera”, explica a organização.
Como a organização ressalta, o cálculo se baseia nas Contas Nacionais de Pegada Ecológica e
22 Biocapacidade, que se apoiam em estatísticas das Nações Unidas, administradas pela Footprint Data
Foundation (uma organização independente e sem fins lucrativos encarregada de garantir a continuidade,
a confiabilidade, o rigor e a utilidade das Contas Nacionais) e mantidas pela Universidade de York, no
25 Canadá.
Todos os anos, a Global Footprint Network anuncia a data do Dia de Sobrecarga da Terra do ano
corrente em 5 de junho, que coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente.
28 O cálculo serve como um aviso ilustrativo de como a atual taxa de consumo é insustentável. Além
disso, as estimativas históricas mostram o quanto o meio ambiente regrediu. Desde que o Dia de
Sobrecarga da Terra começou a ser calculado, a tendência mostra que a humanidade leva cada vez menos
31 dias para consumir o suprimento fornecido pelos recursos naturais do ano inteiro.
Embora o Dia de Sobrecarga da Terra tenha sido estimado para 1.º de agosto de 2024, a organização
sugere que a data poderia ser mais cedo ou mais tarde, dependendo do índice de consumo de diferentes
34 nações no mundo.
De acordo com os dados mais recentes divulgados pela Global Footprint Network, se todo mundo
vivesse com o nível de consumo de recursos do Catar, por exemplo, o Dia de Sobrecarga da Terra ocorreria
37 já em 11 de fevereiro. Por outro lado, se a humanidade consumisse como se faz no Equador ou na Indonésia,
a superação ocorreria em 24 de novembro. Já se certos países latino-americanos fossem levados em
consideração, os dados mostram que a humanidade registraria o dia da superação em 23 de maio, caso a
40 referência fosse o Chile; em 20 de junho, se consumisse como a Argentina; em 4 de agosto, se o consumo
fosse no ritmo do feito no Brasil; e em 29 de agosto, se o exemplo de consumo fosse o México; ou em 5 de
outubro, ou seja, em uma data ainda mais distante, caso o referente fosse a Colômbia.
National Geographic Brasil. O que é o Dia de Sobrecarga da Terra e como ele é calculado?
Internet:< https://www.nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações).
A respeito do emprego do sinal indicativo de crase no texto apresentado, seria correto inseri-lo em
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