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Foram encontradas 50 questões.

963783 Ano: 2012
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-1
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Entre as várias escolhas que o analista deve realizar no decorrer de uma análise de política, uma é crucial: o tipo de trabalho que pretende desenvolver. A opção do analista depende de sua perspectiva ideológica, objetivo, posição que ocupa no ambiente político etc. Alinhe os números arábicos e romanos de acordo com a variedade da análise e sua respectiva característica.

1. Estudo do conteúdo das políticas.

2. Estudo da elaboração das políticas.

3. Estudo do resultado das políticas.

4. Avaliação de políticas.

I. Procura explicar como os gastos e serviços variam em diferentes áreas, razão porque tomam as políticas como variáveis dependentes e tentam compreendê-las em termos de fatores sociais, econômicos, tecnológicos e outros.

II. Procura identificar o impacto que as políticas têm sobre o contexto socioeconômico, o ambiente político, a população.

III. Os analistas dirigem a atenção para estágios por que passam questões e avaliam a influência de diferentes fatores, sobretudo na formulação das políticas.

IV. Os analistas procuram descrever e explicar a gênese e o desenvolvimento de políticas, isto é, determinar como elas surgiram, como foram implementadas e quais foram os seus resultados.

A sequência correta encontra-se em:

 

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951666 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-1

Considere os conjuntos A e B formados por números inteiros de tal forma que:

A= { 2, 5, 10, 17, ... , p2 + 1, ... } e

B = { 10001, 10004, 10009, ... , p2 + 10000}

Qual o número de elementos de !$ A \cap B !$?

 

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933397 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-1
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Projeto da CCJ pode anular efeitos do Ficha Limpa

06 de setembro de 2012 1 9h 33

JOÃO DOMINGOS - Agência Estado

Projeto de lei aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara pode beneficiar políticos fichas-sujas, em plena vigência da Lei da Ficha Limpa. Conforme a proposta, do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), o candidato não responderá por crime praticado em campanha eleitoral por pessoa do comitê ou vinculada à candidatura, salvo se for comprovada a participação do político.

''Deixa-se claro que os crimes cometidos por pessoa vinculada à campanha não o atingem, a não ser que se prove", diz Andrada. O deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA) discorda. "Há mil maneiras de provar se alguém teve ou não envolvimento em crimes. Filmes, gravações, perícias dirão se houve dolo ou não." Deputados temem que, se aprovada a lei, irregularidades de campanha passarão a ser atribuídas a cabos eleitorais.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,projeto-da-ccj-pode-anular-

efeitos-do-ficha-limpa, 926789,0.htm

A Comissão de Constituição e Justiça:

 

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Assinale a alternativa incorreta a respeito do processo disciplinar funcional.

 

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920578 Ano: 2012
Disciplina: Administração Pública
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-1
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Considerando um modelo de Administração Pública Patrimonialista, assinale a alternativa que apresenta suas características.

 

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Sobre fórmulas, nomes e funções do MS-Excel 2010 BR, em sua instalação padrão, assinale a alternativa errada.

 

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920238 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-1
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Segundo os artigos 65, 66 e 67 da Constituição Federal, o procedimento legislativo ordinário é composto de cinco fases. Analise os itens a seguir e coloque-os em ordem.

I. Discussões, sanção e promulgação.

II. Introdutória.

III. Emissão de pareceres favoráveis ou não à sua aprovação.

IV. Exame do projeto nas comissões permanentes.

V. Apresentação do projeto.

 

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913667 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-1
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22/05/2012 - 19h58

Câmara aprova expropriação de terras com trabalho escravo

Numa derrota da bancada ruralista, a Câmara aprovou nesta terça-feira por 360 votos a 29 a Proposta de Emenda Constitucional 438/2001, que prevê a expropriação de terras onde se pratica trabalho análogo à escravidão no Brasil. Na sessão, 25 deputados se abstiveram.

A vitória do governo, que queria a proposta aprovada antes da Rio+20, ocorre menos de um mês depois de os mesmos ruralistas terem imposto a Dilma Rousseff uma derrota no Código Florestal.

A proposta agora vai ao Senado, onde os parlamentares ruralistas devem tentar se articular para derrubá-la.

O resultado da votação, porém, dá respaldo ao governo: foram 34 votos a mais do que quando a PEC passou em primeiro turno na Câmara, em agosto de 2004.

A bancada agrária tentou esvaziar a votação, orientando seus deputados a se ausentarem do plenário ou votarem contra a PEC.

Eles disseram não confiar num acordo informal feito com o governo para a proposição de um projeto de lei complementar que altere a definição legal de trabalho análogo ao escravo.

A ideia é, paralelamente à mudança na Constituição, aprovar no Congresso um projeto que exclui da definição as condições degradantes de trabalho e a jornada excessiva de trabalho - antigo desejo dos ruralistas.

Hoje, elas constam do artigo 149 do Código Penal, que prevê reclusão de dois a oito anos, além de multa, a quem reduzir alguém a escravo.

Os ruralistas também queriam definir quando deve ocorrer a expropriação. Para eles, só devem ser expropriadas as fazendas cujas acusações de trabalho escravo já tenham transitado em julgado, ou seja, receberam decisão definitiva na Justiça.

Pelo acordo, uma comissão de cinco deputados e cinco senadores ficaria encarregada de produzir as alterações, a serem aplicadas na regulamentação da PEC.

Por enquanto, o que vale é a definição do Código Penal.

Na abertura da sessão, no fim da tarde de ontem, o PTB foi o único partido a orientar seus deputados contra a PEC.

"Isso [expropriação] tinha na Rússia e querem colocar no Brasil", discursou o petebista Nelson Marquezelli (SP).

Segundo ele, a proposta dá poder excessivo aos fiscais do Ministério do Trabalho, que poderão determinar que um fazendeiro com apenas um trabalhador em regime de escravidão seja expropriado.

A relatora da ONU para o trabalho escravo, Guinara Shahinian, descarta o risco.

''O Brasil tem três instâncias recursivas na Justiça pelas quais sentenças abusivas podem ser revogadas'', disse ela à Folha.

No decorrer da votação, temendo o custo político de ter o partido associado com a escravatura, o PTB desautorizou Marquezelli e mudou sua orientação.

O plenário da Câmara e as galerias desabaram em aplausos e deputados cantaram o Hino Nacional depois que o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), proclamou o resultado da votação.

''Ninguém vai sair expropriando terras a torto e a direito", afirmou Leonardo Sakamoto, diretor da ONG Repórter Brasil, especializada na fiscalização do trabalho análogo à escravidão, e principal porta-voz da proposta na sociedade civil. ''O que a PEC faz é trazer um elemento simbólico importantíssimo. A Constituição prevê que a propriedade tem função social. A PEC torna isso realidade."

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1094242-camara-aprova-

expropriacao-de-terras-com-trabalho-escravo.shtml Acesso em

03/09/2012.

As Comissões do Legislativo são formadas essencialmente para:

 

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866104 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-1
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Projeto da CCJ pode anular efeitos do Ficha Limpa

06 de setembro de 2012 1 9h 33

JOÃO DOMINGOS - Agência Estado

Projeto de lei aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara pode beneficiar políticos fichas-sujas, em plena vigência da Lei da Ficha Limpa. Conforme a proposta, do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), o candidato não responderá por crime praticado em campanha eleitoral por pessoa do comitê ou vinculada à candidatura, salvo se for comprovada a participação do político.

''Deixa-se claro que os crimes cometidos por pessoa vinculada à campanha não o atingem, a não ser que se prove", diz Andrada. O deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA) discorda. "Há mil maneiras de provar se alguém teve ou não envolvimento em crimes. Filmes, gravações, perícias dirão se houve dolo ou não." Deputados temem que, se aprovada a lei, irregularidades de campanha passarão a ser atribuídas a cabos eleitorais.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,projeto-da-ccj-pode-anular-

efeitos-do-ficha-limpa, 926789,0.htm

Do ponto de vista do processo de comunicação:

 

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825806 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-1

Para responder à questão leia o texto abaixo.

Hipocrisia na discussão do aborto

LEE SIEGEL (NOVA JERSEY)

O aborto foi explicitamente colocado no centro da disputa presidencial americana. Uma grande fogueira irrompeu depois que Todd Akin, um congressista republicano do Missouri que está concorrendo ao Senado, respondeu a uma pergunta sobre se o aborto devia ser legal para mulheres que haviam engravidado durante um estupro dizendo que "se for um legítimo estupro, o corpo da mulher tem meios para bloquear essa coisa toda". Em outras palavras, o congressista Akin, assim como outros membros do establishment republicano, acredita que o corpo de uma mulher, como certos carros que automaticamente desligam o motor numa colisão, não se permitirá ser engravidado pelo estuprador.

Os liberais ficaram possessos, é claro, pintando Akin como um débil mental. E alguns dos mais destacados políticos republicanos - incluindo Mitt Romney e seu colega de chapa, Paul Ryan - denunciaram imediatamente Akin eles próprios.

Os dois lados estavam sendo insinceros. Não houve nenhuma debilidade mental na proposição medicamente infundada, mas fascinante, de Akin. Ele e outras pessoas "pró-vida'' simplesmente não querem que mulheres recorram ao aborto sob o falso pretexto de terem sido estupradas. E Akin não destoa em nada do pensamento republicano dominante sobre o assunto - tanto Romney como Ryan são passionalmente contrários ao aborto, e Ryan tem se oposto a ele mesmo em casos de estupro. Os republicanos indignados que estão denunciando Akin não querem perder o voto das mulheres nas eleições de novembro.

Seja qual for a posição sobre o aborto - e toda sociedade aberta tem sua própria abordagem com frequência debatida acaloradamente -, a ideia de que o aborto está despontando pela primeira vez no centro do discurso americano nesta temporada eleitoral é ingênua. Desde 1973, quando a decisão da Suprema Corte conhecida como Roe vs. Wade legalizou o aborto, este tem sido questão fundamental na política americana, ponto. Enquanto pessoas pró-vida conhecem e compreendem as emoções ferozes que mobilizam seus oponentes "pró-escolha'', a maioria dos liberais pró-escolha não consegue captar a profundidade do sentimento por trás da posição pró-vida. Eles não compreendem que se você acredita que a vida começa na concepção, então a ideia de milhões de seres humanos sendo assassinados a cada ano é insuportável. Por admiráveis que sejam muitos aspectos do liberalismo, é uma característica da mentalidade liberal não conseguir compreender aquilo de que discorda.

O aborto tem um nível simbólico, também. A forte acrimônia que cerca a questão nos Estados Unidos tem muito a ver com as ideias radicalmente diferentes sobre o prazer. O debate sobre reprodução é também um debate sobre sexo. É um debate sobre até onde pessoas iriam para se satisfazer. As dimensões de vida e morte e sexuais da questão do aborto tornam impossível se chegar a um consenso social sobre ela.

É por isso que Roe vs Wade acabará sendo derrubada. Cedo ou tarde, a Suprema Corte se tornará um tribunal dominantemente conservador, e os magistrados reverterão a decisão da Corte sobre o aborto. A questão se uma mulher tem o direito de abortar será remetida então aos Estados, e cada um a decidirá à sua maneira.

Os Estados Unidos tiveram uma guerra civil e nenhum golpe de Estado. Quando Roe vs Wade for derrubada, poderá haver perfeitamente um golpe e uma guerra civil. Não foi por acaso que o furor atual sobre o aborto começou no Missouri. O chamado ''Acordo do Missouri" de 1820 permitia a escravidão no Estado, mas - para simplificar um acordo complicado - a proibia em áreas circundantes, e o resultado é que o país ficou dividido em Estados escravistas e Estados livres. Essa solução fatídica de um problema trágico foi um dos fatores que precipitaram a Guerra Civil. Num mundo pós-Roe vs Wade, os EUA também ficarão divididos em duas regiões: Estados próvida e Estados pró-escolha.

Quase dá para ver a distopia resultante se desenrolando em nossa imaginação. Os Estados pró-vida terão uma profusão de orfanatos controlados pelo Estado para as mulheres que foram engravidadas por estupro ou incesto, ou são simplesmente pobres demais para criar um filho em segurança. As crianças mais dotadas talvez sejam dadas de presente aos membros mais piedosos da comunidade. As mães que os derem serão levadas a trabalhar nas fronteiras em pé de guerra da região, servindo aos soldados que ali estão estacionados permanentemente.

Na região pró-escolha, os privilégios reprodutivos das mulheres serão determinados pela qualidade genética da mãe e do pai. Visto que os liberais americanos são discretamente fascinados pela eugenia - sob o disfarce ''respeitável'' de sociobiologia e psicologia evolucionista -, eles não sentirão nenhuma culpa de permitir que mães de ''alta qualidade'' tenham dois filhos, enquanto mães de ''nível médio" só poderão ter um. Mães que pontuarem mal nos testes padronizados que asseguram a ordem social serão enviadas às fronteiras pró-escolha, onde também servirão às tropas e lançarão olhares noturnos furtivos a suas congêneres, as mães pró-vida que entregaram seus filhos ao Estado.

Ambos os lados serão regidos por uma ilógica monstruosamente desumana. Mas numa sociedade que nem consegue tornar ilegal a posse individual de rifles de assalto semiautomáticos, ou decidir por um acordo sobre o sistema de saúde que proteja seus cidadãos, o pesadelo pós- Roe vs Wade provavelmente parecerá racional.

(Disponível em www.estadao.com.br)

Releia o trecho abaixo, retirado do texto:

''Desde 1973, quando a decisão da Suprema Corte conhecida como Roe vs. Wade legalizou o aborto, este tem sido questão fundamental na política americana, ponto."

A palavra ''este'', em destaque no trecho:

 

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