Foram encontradas 50 questões.
Dos princípios do Processo Legislativo, pode-se destacar o princípio da publicidade, que é observado sobre os seguintes aspectos:
I. Possibilidade efetiva de o público poder assistir às deliberações das Câmaras.
II. Disponibilidade ao público em geral de atas das sessões e reuniões aprovadas pela própria Câmara e suas comissões.
III. Publicação pela imprensa de resumos ou extratos de suas atas e da livre informação do ocorrido em suas sessões e reuniões.
Está correto o que se afirma em:
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Considere o triângulo formado por números naturais:
1
2 3 4
5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
Qual o último número que aparecerá na 40ª linha do triângulo?
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Para responder à questão, leia a tirinha abaixo.

Sobre a forma verbal ''disse'', que aparece no segundo quadrinho, analise as afirmações.
I. Está no presente.
II. Está na terceira pessoa do singular.
III. Está no modo Indicativo.
Pode-se afirmar que:
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Na figura vemos uma janela do Windows Explorer aberta, mostrando o conteúdo de um pendrive conectado a um computador em que está instalado o Windows 7 Ultimate BR, em sua configuração padrão. Com base na figura e em seus conhecimentos, avalie as seguintes afirmações.
I. Todos os arquivos gravados na raiz da unidade do pendrive (H:) encontram-se exibidos no painel da direita.
II. Se clicarmos em um dos arquivos exibidos no painel da direita e, em seguida, pressionarmos a tecla DEL, ele será enviado para a lixeira do sistema.
III. Os arquivos do pendrive podem ser copiados para o computador sem serem verificados quanto a vírus, uma vez que os vírus só infestam arquivos de internet.
IV. Para sabermos o espaço livre do pendrive, basta darmos um duplo clique em seu ícone no painel da esquerda, de forma a abrir o diálogo de Propriedades dele.
Está correto o que se afirma em:
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22/05/2012 - 19h58
Câmara aprova expropriação de terras com trabalho escravo
Numa derrota da bancada ruralista, a Câmara aprovou nesta terça-feira por 360 votos a 29 a Proposta de Emenda Constitucional 438/2001, que prevê a expropriação de terras onde se pratica trabalho análogo à escravidão no Brasil. Na sessão, 25 deputados se abstiveram.
A vitória do governo, que queria a proposta aprovada antes da Rio+20, ocorre menos de um mês depois de os mesmos ruralistas terem imposto a Dilma Rousseff uma derrota no Código Florestal.
A proposta agora vai ao Senado, onde os parlamentares ruralistas devem tentar se articular para derrubá-la.
O resultado da votação, porém, dá respaldo ao governo: foram 34 votos a mais do que quando a PEC passou em primeiro turno na Câmara, em agosto de 2004.
A bancada agrária tentou esvaziar a votação, orientando seus deputados a se ausentarem do plenário ou votarem contra a PEC.
Eles disseram não confiar num acordo informal feito com o governo para a proposição de um projeto de lei complementar que altere a definição legal de trabalho análogo ao escravo.
A ideia é, paralelamente à mudança na Constituição, aprovar no Congresso um projeto que exclui da definição as condições degradantes de trabalho e a jornada excessiva de trabalho - antigo desejo dos ruralistas.
Hoje, elas constam do artigo 149 do Código Penal, que prevê reclusão de dois a oito anos, além de multa, a quem reduzir alguém a escravo.
Os ruralistas também queriam definir quando deve ocorrer a expropriação. Para eles, só devem ser expropriadas as fazendas cujas acusações de trabalho escravo já tenham transitado em julgado, ou seja, receberam decisão definitiva na Justiça.
Pelo acordo, uma comissão de cinco deputados e cinco senadores ficaria encarregada de produzir as alterações, a serem aplicadas na regulamentação da PEC.
Por enquanto, o que vale é a definição do Código Penal.
Na abertura da sessão, no fim da tarde de ontem, o PTB foi o único partido a orientar seus deputados contra a PEC.
"Isso [expropriação] tinha na Rússia e querem colocar no Brasil", discursou o petebista Nelson Marquezelli (SP).
Segundo ele, a proposta dá poder excessivo aos fiscais do Ministério do Trabalho, que poderão determinar que um fazendeiro com apenas um trabalhador em regime de escravidão seja expropriado.
A relatora da ONU para o trabalho escravo, Guinara Shahinian, descarta o risco.
''O Brasil tem três instâncias recursivas na Justiça pelas quais sentenças abusivas podem ser revogadas'', disse ela à Folha.
No decorrer da votação, temendo o custo político de ter o partido associado com a escravatura, o PTB desautorizou Marquezelli e mudou sua orientação.
O plenário da Câmara e as galerias desabaram em aplausos e deputados cantaram o Hino Nacional depois que o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), proclamou o resultado da votação.
''Ninguém vai sair expropriando terras a torto e a direito", afirmou Leonardo Sakamoto, diretor da ONG Repórter Brasil, especializada na fiscalização do trabalho análogo à escravidão, e principal porta-voz da proposta na sociedade civil. ''O que a PEC faz é trazer um elemento simbólico importantíssimo. A Constituição prevê que a propriedade tem função social. A PEC torna isso realidade."
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1094242-camara-aprova-
expropriacao-de-terras-com-trabalho-escravo.shtml Acesso em
03/09/2012.
Sobre a questão do trabalho escravo:
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Sobre a computação em nuvem, ou cloud computing, são feitas as seguintes afirmações.
I. Serviços de armazenamento remoto, como o SkyDrive, são exemplos típicos de computação em nuvem.
II. Os sistemas e serviços baseados na nuvem necessitam de acesso permanente à internet, preferencialmente de banda larga.
III. Em geral, as aplicações em nuvem podem ser acessadas diretamente por meio de um navegador.
Está correto o que se afirma em:
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Sobre as relações entre as diferentes perspectivas da racionalidade com os diferentes modelos de tomada de decisão propostos para a Administração Pública, analise as afirmações a seguir.
1. A razão psicológica essencial a toda a atividade humana é o interesse pessoal. Este primeiro princípio é então afetivo, pois define a única razão da atividade econômica.
2. O homem vive o presente num tempo linear, não se lembra, nem tem a capacidade de prever.
3. O homem está perfeitamente informado, tem conhecimento da totalidade das consequências de todas as possibilidades das ações que lhe são oferecidas.
As afirmações remetem à abordagem:
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Para responder à questão leia o texto abaixo.
Hipocrisia na discussão do aborto
LEE SIEGEL (NOVA JERSEY)
O aborto foi explicitamente colocado no centro da disputa presidencial americana. Uma grande fogueira irrompeu depois que Todd Akin, um congressista republicano do Missouri que está concorrendo ao Senado, respondeu a uma pergunta sobre se o aborto devia ser legal para mulheres que haviam engravidado durante um estupro dizendo que "se for um legítimo estupro, o corpo da mulher tem meios para bloquear essa coisa toda". Em outras palavras, o congressista Akin, assim como outros membros do establishment republicano, acredita que o corpo de uma mulher, como certos carros que automaticamente desligam o motor numa colisão, não se permitirá ser engravidado pelo estuprador.
Os liberais ficaram possessos, é claro, pintando Akin como um débil mental. E alguns dos mais destacados políticos republicanos - incluindo Mitt Romney e seu colega de chapa, Paul Ryan - denunciaram imediatamente Akin eles próprios.
Os dois lados estavam sendo insinceros. Não houve nenhuma debilidade mental na proposição medicamente infundada, mas fascinante, de Akin. Ele e outras pessoas "pró-vida'' simplesmente não querem que mulheres recorram ao aborto sob o falso pretexto de terem sido estupradas. E Akin não destoa em nada do pensamento republicano dominante sobre o assunto - tanto Romney como Ryan são passionalmente contrários ao aborto, e Ryan tem se oposto a ele mesmo em casos de estupro. Os republicanos indignados que estão denunciando Akin não querem perder o voto das mulheres nas eleições de novembro.
Seja qual for a posição sobre o aborto - e toda sociedade aberta tem sua própria abordagem com frequência debatida acaloradamente -, a ideia de que o aborto está despontando pela primeira vez no centro do discurso americano nesta temporada eleitoral é ingênua. Desde 1973, quando a decisão da Suprema Corte conhecida como Roe vs. Wade legalizou o aborto, este tem sido questão fundamental na política americana, ponto. Enquanto pessoas pró-vida conhecem e compreendem as emoções ferozes que mobilizam seus oponentes "pró-escolha'', a maioria dos liberais pró-escolha não consegue captar a profundidade do sentimento por trás da posição pró-vida. Eles não compreendem que se você acredita que a vida começa na concepção, então a ideia de milhões de seres humanos sendo assassinados a cada ano é insuportável. Por admiráveis que sejam muitos aspectos do liberalismo, é uma característica da mentalidade liberal não conseguir compreender aquilo de que discorda.
O aborto tem um nível simbólico, também. A forte acrimônia que cerca a questão nos Estados Unidos tem muito a ver com as ideias radicalmente diferentes sobre o prazer. O debate sobre reprodução é também um debate sobre sexo. É um debate sobre até onde pessoas iriam para se satisfazer. As dimensões de vida e morte e sexuais da questão do aborto tornam impossível se chegar a um consenso social sobre ela.
É por isso que Roe vs Wade acabará sendo derrubada. Cedo ou tarde, a Suprema Corte se tornará um tribunal dominantemente conservador, e os magistrados reverterão a decisão da Corte sobre o aborto. A questão se uma mulher tem o direito de abortar será remetida então aos Estados, e cada um a decidirá à sua maneira.
Os Estados Unidos tiveram uma guerra civil e nenhum golpe de Estado. Quando Roe vs Wade for derrubada, poderá haver perfeitamente um golpe e uma guerra civil. Não foi por acaso que o furor atual sobre o aborto começou no Missouri. O chamado ''Acordo do Missouri" de 1820 permitia a escravidão no Estado, mas - para simplificar um acordo complicado - a proibia em áreas circundantes, e o resultado é que o país ficou dividido em Estados escravistas e Estados livres. Essa solução fatídica de um problema trágico foi um dos fatores que precipitaram a Guerra Civil. Num mundo pós-Roe vs Wade, os EUA também ficarão divididos em duas regiões: Estados próvida e Estados pró-escolha.
Quase dá para ver a distopia resultante se desenrolando em nossa imaginação. Os Estados pró-vida terão uma profusão de orfanatos controlados pelo Estado para as mulheres que foram engravidadas por estupro ou incesto, ou são simplesmente pobres demais para criar um filho em segurança. As crianças mais dotadas talvez sejam dadas de presente aos membros mais piedosos da comunidade. As mães que os derem serão levadas a trabalhar nas fronteiras em pé de guerra da região, servindo aos soldados que ali estão estacionados permanentemente.
Na região pró-escolha, os privilégios reprodutivos das mulheres serão determinados pela qualidade genética da mãe e do pai. Visto que os liberais americanos são discretamente fascinados pela eugenia - sob o disfarce ''respeitável'' de sociobiologia e psicologia evolucionista -, eles não sentirão nenhuma culpa de permitir que mães de ''alta qualidade'' tenham dois filhos, enquanto mães de ''nível médio" só poderão ter um. Mães que pontuarem mal nos testes padronizados que asseguram a ordem social serão enviadas às fronteiras pró-escolha, onde também servirão às tropas e lançarão olhares noturnos furtivos a suas congêneres, as mães pró-vida que entregaram seus filhos ao Estado.
Ambos os lados serão regidos por uma ilógica monstruosamente desumana. Mas numa sociedade que nem consegue tornar ilegal a posse individual de rifles de assalto semiautomáticos, ou decidir por um acordo sobre o sistema de saúde que proteja seus cidadãos, o pesadelo pós- Roe vs Wade provavelmente parecerá racional.
(Disponível em www.estadao.com.br)
A Função da Linguagem que predomina no texto é a:
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Observe a imagem a seguir:

Sobre os elementos constitutivos da comunicação, assinale a alternativa correta.
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Considere uma função f: N→N, tal que: n! + (n + 1)! = n!.f(n), para todo n natural.
Sobre f é correto afirmar que:
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