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Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros
Por Cláudia Costa
Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,
coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de
Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas
interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos
biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque
em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos
articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da
Organização das Nações Unidas (ONU).
“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e
importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,
complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como
os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e
cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,
Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de
desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da
USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à
síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados
na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a
inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com
a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo
crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção
sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação
estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.
“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao
mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma
ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome
em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham
juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da
prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as
políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção
da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de
sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.
(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros
Por Cláudia Costa
Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,
coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de
Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas
interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos
biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque
em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos
articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da
Organização das Nações Unidas (ONU).
“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e
importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,
complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como
os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e
cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,
Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de
desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da
USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à
síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados
na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a
inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com
a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo
crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção
sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação
estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.
“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao
mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma
ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome
em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham
juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da
prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as
políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção
da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de
sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.
(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros
Por Cláudia Costa
Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,
coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de
Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas
interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos
biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque
em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos
articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da
Organização das Nações Unidas (ONU).
“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e
importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,
complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como
os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e
cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,
Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de
desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da
USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à
síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados
na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a
inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com
a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo
crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção
sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação
estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.
“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao
mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma
ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome
em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham
juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da
prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as
políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção
da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de
sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.
(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros
Por Cláudia Costa
Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,
coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de
Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas
interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos
biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque
em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos
articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da
Organização das Nações Unidas (ONU).
“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e
importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,
complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como
os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e
cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,
Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de
desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da
USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à
síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados
na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a
inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com
a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo
crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção
sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação
estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.
“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao
mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma
ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome
em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham
juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da
prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as
políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção
da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de
sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.
(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros
Por Cláudia Costa
Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,
coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de
Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas
interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos
biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque
em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos
articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da
Organização das Nações Unidas (ONU).
“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e
importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,
complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como
os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e
cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,
Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de
desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da
USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à
síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados
na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a
inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com
a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo
crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção
sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação
estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.
“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao
mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma
ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome
em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham
juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da
prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as
políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção
da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de
sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.
(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Novo centro da USP vai promover o desenvolvimento da agricultura sustentável nos biomas brasileiros
Por Cláudia Costa
Criado pela Universidade de São Paulo (USP), o Centro de Agricultura Tropical Sustentável,
coordenado pelo professor Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de
Queiroz da USP em Piracicaba, tem como proposta promover atividades científicas
interdisciplinares e transdisciplinares para o desenvolvimento da agricultura sustentável nos
biomas brasileiros. O centro pretende desenvolver o diagnóstico e o prognóstico, com enfoque
em segurança alimentar e alimento seguro, soluções estratégicas de políticas públicas e projetos
articulados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da
Organização das Nações Unidas (ONU).
“A agricultura tropical é uma das grandes invenções brasileiras, cuja dimensão e
importância para o mundo não têm paralelo em outras regiões tropicais”, diz o professor,
complementando que o Brasil tem superado muitas regiões temperadas do mundo. Assim como
os demais centros, este, em específico, será composto por um Comitê Gestor, um Conselho e
cinco Diretorias (Pesquisa e Desenvolvimento, Educação, Inovação e Empreendedorismo,
Comunicação e Cooperação Internacional). Segundo o professor, “as perspectivas são de
desenvolver projetos de interesse da agricultura nacional, no intuito de consolidar a liderança da
USP no setor agropecuário”. Para ele, tais projetos serão norteados por estudos referentes à
síntese do conhecimento dos principais temas que impactam a agricultura brasileira, baseados
na sustentabilidade, com a proposição de sistemas de produção sustentáveis contemplando a
inclusão social e tecnológica do pequeno e médio produtor rural, bem como a comunicação com
a sociedade. Segundo o coordenador, o grande desafio da agricultura tropical é ampliar de modo
crescente o uso do conhecimento científico, geração de tecnologia e inovação visando à produção
sustentável de alimentos, destacando, também, que é preciso fazer uso da comunicação
estratégica em defesa da produção da agricultura tropical sustentável.
“Em um cenário de crescente preocupação com o meio ambiente e a vida no planeta, ao
mesmo tempo em que a produção insuficiente de alimento, em quantidade e qualidade, é uma
ameaça real e próxima à humanidade, com sérias consequências para o enfrentamento da fome
em todo o mundo, a segurança alimentar, o alimento seguro e a agricultura tropical caminham
juntos e devem, cada vez mais, atender aos preceitos dos ODS, para garantir a continuidade da
prosperidade humana”, alerta o professor. A solução, segundo ele, é a união entre a ciência e as
políticas públicas: “A ciência e as políticas públicas têm respostas aos desafios postos na junção
da produção de alimentos, em quantidade e qualidade, que atendem aos critérios de
sustentabilidade respeitando os valores atuais dos principais atores globais”.
(Disponível em: jornal.usp.br/universidade/novo-centro-da-usp-vai-promover-o-desenvolvimento-da-agricultura-sustentavel-nos-biomas-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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