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A transformação digital é uma megatendência que vem acompanhando a indústria no mundo e no Brasil nos últimos anos. Conceitos como digitalização e automação são as chaves-mestras que abrem caminhos para uma indústria cada vez mais eficaz, com velocidade e baixo custo, além da maior competitividade frente ao mercado.
A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
Internet: <www.patrocinados.estadao.br> (com adaptações).
Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
O conector “pois” introduz uma oração que expressa a conclusão do fato atestado na oração anterior.
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A transformação digital é uma megatendência que vem acompanhando a indústria no mundo e no Brasil nos últimos anos. Conceitos como digitalização e automação são as chaves-mestras que abrem caminhos para uma indústria cada vez mais eficaz, com velocidade e baixo custo, além da maior competitividade frente ao mercado.
A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
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O vocábulo “afetada”, empregado no período como adjetivo, refere-se a “a indústria brasileira”.
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A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
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Estaria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserida uma vírgula imediatamente após o termo “ponta”.
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A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
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Na linha em destaque, a flexão da forma verbal “predominam” na terceira pessoa do plural deve-se à concordância verbal com o sujeito da oração, cujo núcleo é o termo “fontes”.
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A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
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Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
O emprego da vírgula logo após “eficaz” justifica-se pelo sentido explicativo da oração “que abrem caminhos para uma indústria cada vez mais eficaz”.
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A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
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De acordo com a organização das ideias no texto, entende-se que o “desafio” mencionado em destaque, diz respeito à digitalização da indústria.
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A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
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Entende-se da organização das ideias no quinto parágrafo que o emprego das aspas em ‘programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais’ deve-se ao fato de o trecho ter sido extraído da cartilha da CNI.
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A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
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Considerados os sentidos e as relações coesivas do texto, conclui-se que “Nesse quesito” se refere a “custos da produção no País”.
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A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
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De acordo com o texto, o investimento em tecnologia de ponta nas indústrias é vantajoso dado, entre outros proveitos, o alto índice de faturamento e lucratividade.
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A indústria 4.0 envolve investimento poderoso em tecnologia de ponta e as soluções oferecidas por esse novo patamar da evolução industrial apontam para benefícios claros: agilidade e flexibilização da produção e da customização, redução de custos — estimando-se 30% só na parte da engenharia —, aumento significativo da disponibilidade de máquinas e equipamentos e índices muito maiores de faturamento e lucratividade.
Esse salto tecnológico abrange dois desafios na indústria nacional: a eficiência energética e a mão de obra qualificada.
Duramente afetada nos últimos anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os custos da produção no País. Nesse quesito, o gerenciamento mais eficiente de energia é ponto primordial: ao optar por soluções tecnológicas, uma indústria economiza, em média, 50% nos gastos com energia.
No mundo, o Brasil ocupa uma posição singular no que tange à geração de energia, pois conta com uma matriz energética em que predominam fontes renováveis, o que reforça o compromisso do País com a energia sustentável. A cartilha da Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz como mote “Eficiência Energética na Indústria. Entre nessa corrente”. Segundo o documento, a indústria é responsável por cerca de 41% do consumo de energia elétrica no Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais. Exatamente por isso, há a necessidade premente da implantação de “programas, projetos e atividades de conservação e uso eficiente de energia pelos diversos segmentos industriais”. Em apoio a essas iniciativas de investimento em tecnologia, a cartilha traz uma série de sugestões práticas de economia.
Além da eficiência energética, a digitalização da indústria exige trabalhadores produtivos e especializados, capazes de absorver a nova demanda. É desafio para o País, mas também representa uma grande oportunidade: a despeito da robotização, automação e digitalização, o ser humano permanece indispensável como líder inteligente, pensador e criativo. Nesse sentido, o investimento das indústrias brasileiras em altíssima tecnologia poderá trazer de volta o brilho de carreiras no setor industrial, gerando novos empregos e incentivando, cada vez mais, a qualificação dos profissionais.
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Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
O objetivo principal do texto, estruturado em forma dissertativa, é informar o público leitor da eficácia cada vez maior da indústria 4.0 brasileira, garantida pelo alto investimento em digitalização e automação nos últimos anos.
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