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Foram encontradas 680 questões.

3079740 Ano: 2024
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Julgue o item que se segue, acerca de modificações de superfícies de biomateriais com proteínas.

Uma das maneiras de proteger o implante de reações adversas do sistema imunológico consiste em revesti-lo com proteínas da matriz extracelular.

 

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3079739 Ano: 2024
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Julgue o item que se segue, acerca de modificações de superfícies de biomateriais com proteínas.

Todos os métodos de modificação de superfícies de biomateriais são essencialmente métodos químicos.

 

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3079738 Ano: 2024
Disciplina: Biomedicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Julgue o item que se segue, acerca de modificações de superfícies de biomateriais com proteínas

Em dispositivos de contato ósseo, o uso de biomateriais com proteínas da matriz óssea imobilizadas para promover o crescimento ósseo tem-se mostrado ineficaz, pois, como, nesse caso, o domínio de ligação à heparina na fibronectina está bloqueado, a fixação e a migração dos osteoblastos ficam comprometidas.

 

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3079737 Ano: 2024
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Julgue o item que se segue, acerca de modificações de superfícies de biomateriais com proteínas.

Embora a maioria dos biomateriais sintéticos tenham propriedades físicas que atendam ou até excedam as do tecido natural, em algumas situações eles podem provocar reações fisiológicas desfavoráveis, como trombose, inflamação ou infecção.

 

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3079736 Ano: 2024
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Julgue o item que se segue, acerca de modificações de superfícies de biomateriais com proteínas.

No desenvolvimento de dispositivos médicos implantáveis (como marca-passos e stents), uma das vantagens da modificação de superfícies de biomateriais com proteínas é a biocompatibilidade, uma vez que proteínas, por serem moléculas biológicas, são automaticamente reconhecidas pelo organismo hospedeiro.

 

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3079735 Ano: 2024
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Depois do arroz e do milho, a mandioca é a terceira maior fonte de carboidratos das populações nos trópicos do planeta, fazendo parte da dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas. A mandioca-brava, todavia, pode ser fatal para quem a consome, devido à presença do glicosídeo de acetona cianoidrina. O glicosídeo em si não é venenoso, mas as enzimas do intestino humano, quando o decompõem, liberam cianeto de hidrogênio (HCN), conforme a reação mostrada a seguir, que ocorre em duas etapas.

Enunciado 3349285-1

Jonathan Clayden, Nick Greeves e Stuart Warren. Organic Chemistry. 2. ed. New York: Oxford University Press Inc., 2012 (tradução livre).

Uma pequena quantidade de HCN (a partir de 100 mg/kg de mandioca) é suficiente para matar um ser humano após uma refeição de mandioca não fermentada. Se, todavia, a mandioca for esmagada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar e as enzimas da própria mandioca farão o mesmo trabalho e, então, o HCN poderá ser eliminado antes de a mandioca ser cozinhada e consumida — como o HCN é muito volátil, ele evapora na temperatura de cozimento. A mandioca, após esse processo, é segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo. Algumas doenças reportadas principalmente na África são atribuídas ao consumo prolongado de mandioca-brava.

Tendo como referência inicial as informações e a imagem precedentes, julgue os itens a seguir.

Em uma solução alcalina, a segunda etapa da reação em tela não necessitaria ser catalisada, pois isso seria uma condição que favoreceria a conversão da cianoidrina em cetona, uma vez que o cianeto é um bom grupo abandonador.

 

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3079734 Ano: 2024
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Depois do arroz e do milho, a mandioca é a terceira maior fonte de carboidratos das populações nos trópicos do planeta, fazendo parte da dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas. A mandioca-brava, todavia, pode ser fatal para quem a consome, devido à presença do glicosídeo de acetona cianoidrina. O glicosídeo em si não é venenoso, mas as enzimas do intestino humano, quando o decompõem, liberam cianeto de hidrogênio (HCN), conforme a reação mostrada a seguir, que ocorre em duas etapas.

Enunciado 3349284-1

Jonathan Clayden, Nick Greeves e Stuart Warren. Organic Chemistry. 2. ed. New York: Oxford University Press Inc., 2012 (tradução livre).

Uma pequena quantidade de HCN (a partir de 100 mg/kg de mandioca) é suficiente para matar um ser humano após uma refeição de mandioca não fermentada. Se, todavia, a mandioca for esmagada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar e as enzimas da própria mandioca farão o mesmo trabalho e, então, o HCN poderá ser eliminado antes de a mandioca ser cozinhada e consumida — como o HCN é muito volátil, ele evapora na temperatura de cozimento. A mandioca, após esse processo, é segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo. Algumas doenças reportadas principalmente na África são atribuídas ao consumo prolongado de mandioca-brava.

Tendo como referência inicial as informações e a imagem precedentes, julgue os itens a seguir.

Na conversão do glicosídeo em acetona, o átomo de carbono ligado ao grupo cianeto muda sua hibridização de sp2 para sp3 e, em decorrência disso, seus ângulos de ligação mudam de cerca de 120° para cerca de 109°, fazendo, assim, que os substituintes que ele carrega se aproximem.

 

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3079733 Ano: 2024
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Depois do arroz e do milho, a mandioca é a terceira maior fonte de carboidratos das populações nos trópicos do planeta, fazendo parte da dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas. A mandioca-brava, todavia, pode ser fatal para quem a consome, devido à presença do glicosídeo de acetona cianoidrina. O glicosídeo em si não é venenoso, mas as enzimas do intestino humano, quando o decompõem, liberam cianeto de hidrogênio (HCN), conforme a reação mostrada a seguir, que ocorre em duas etapas.

Enunciado 3349283-1

Jonathan Clayden, Nick Greeves e Stuart Warren. Organic Chemistry. 2. ed. New York: Oxford University Press Inc., 2012 (tradução livre).

Uma pequena quantidade de HCN (a partir de 100 mg/kg de mandioca) é suficiente para matar um ser humano após uma refeição de mandioca não fermentada. Se, todavia, a mandioca for esmagada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar e as enzimas da própria mandioca farão o mesmo trabalho e, então, o HCN poderá ser eliminado antes de a mandioca ser cozinhada e consumida — como o HCN é muito volátil, ele evapora na temperatura de cozimento. A mandioca, após esse processo, é segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo. Algumas doenças reportadas principalmente na África são atribuídas ao consumo prolongado de mandioca-brava.

Tendo como referência inicial as informações e a imagem precedentes, julgue os itens a seguir.

O tamanho dos substituintes desempenha papel central nas reações orgânicas e é a razão pela qual os aldeídos são mais reativos que as cetonas, por exemplo. O impedimento estérico afeta as taxas de reação e também pode determinar o mecanismo de reação.

 

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3079732 Ano: 2024
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Depois do arroz e do milho, a mandioca é a terceira maior fonte de carboidratos das populações nos trópicos do planeta, fazendo parte da dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas. A mandioca-brava, todavia, pode ser fatal para quem a consome, devido à presença do glicosídeo de acetona cianoidrina. O glicosídeo em si não é venenoso, mas as enzimas do intestino humano, quando o decompõem, liberam cianeto de hidrogênio (HCN), conforme a reação mostrada a seguir, que ocorre em duas etapas.

Enunciado 3349282-1

Jonathan Clayden, Nick Greeves e Stuart Warren. Organic Chemistry. 2. ed. New York: Oxford University Press Inc., 2012 (tradução livre).

Uma pequena quantidade de HCN (a partir de 100 mg/kg de mandioca) é suficiente para matar um ser humano após uma refeição de mandioca não fermentada. Se, todavia, a mandioca for esmagada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar e as enzimas da própria mandioca farão o mesmo trabalho e, então, o HCN poderá ser eliminado antes de a mandioca ser cozinhada e consumida — como o HCN é muito volátil, ele evapora na temperatura de cozimento. A mandioca, após esse processo, é segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo. Algumas doenças reportadas principalmente na África são atribuídas ao consumo prolongado de mandioca-brava.

Tendo como referência inicial as informações e a imagem precedentes, julgue os itens a seguir.

Cianoidrinas podem ser formadas a partir de compostos carbonilados, como aldeídos e cetonas, e de cianeto de sódio em meio ácido, pela adição nucleofílica ao grupo carbonila.

 

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3079731 Ano: 2024
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CTI

Depois do arroz e do milho, a mandioca é a terceira maior fonte de carboidratos das populações nos trópicos do planeta, fazendo parte da dieta básica de mais de meio bilhão de pessoas. A mandioca-brava, todavia, pode ser fatal para quem a consome, devido à presença do glicosídeo de acetona cianoidrina. O glicosídeo em si não é venenoso, mas as enzimas do intestino humano, quando o decompõem, liberam cianeto de hidrogênio (HCN), conforme a reação mostrada a seguir, que ocorre em duas etapas.

Enunciado 3349281-1

Jonathan Clayden, Nick Greeves e Stuart Warren. Organic Chemistry. 2. ed. New York: Oxford University Press Inc., 2012 (tradução livre).

Uma pequena quantidade de HCN (a partir de 100 mg/kg de mandioca) é suficiente para matar um ser humano após uma refeição de mandioca não fermentada. Se, todavia, a mandioca for esmagada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar e as enzimas da própria mandioca farão o mesmo trabalho e, então, o HCN poderá ser eliminado antes de a mandioca ser cozinhada e consumida — como o HCN é muito volátil, ele evapora na temperatura de cozimento. A mandioca, após esse processo, é segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo. Algumas doenças reportadas principalmente na África são atribuídas ao consumo prolongado de mandioca-brava.

Tendo como referência inicial as informações e a imagem precedentes, julgue os itens a seguir.

Na conversão de cianoidrinas em seus respectivos derivados carbonilados, esperam-se melhores rendimentos para as cianoidrinas aldeídicas que para as cianoidrinas cetônicas.

 

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