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Foram encontradas 60 questões.

3014781 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

O fechamento de uma rua para a realização de evento privado deve ser instrumentalizado por meio de

 

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3014780 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

De acordo com a Lei º 8.666/1003, a licitação realizada na vigência desta lei é dispensável no caso de contratação de

 

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3014779 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Determinado servidor de autarquia, durante O horário de expediente, conduzindo veiculo oficial, colidiu com carro particular. O servidor público estava em serviço e autorizado a conduzir o carro oficial da autarquia. Nesse caso, a responsabilidade civil do Estado é

 

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3014778 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

O poder da Administração de aplicar punições aos agentes públicos que cometam Infrações funcionais é

 

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3014777 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

À Secretaria de Estado de Cultura & Economia Criativa, como órgão do Governo do Estado do Amazonas, é explicada pelo fenômeno da

 

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3014776 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8420/1002) dispõe que à sucessor ou herdeiro daquele que causar dano ao erário ou que se enriquecer ilicitamente estão sujeitos

 

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3014754 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Relógios

O dramaturgo Nelson Rodrigues - criatura de temperamento trágico e célebre autor de frases antológicas - terá dito um dia, talvez paternalmente: “Jovens, envelheçam”. Eis aqui um pedido desnecessário: a velhice virá. de qualquer modo. para quem conseguir envelhecer. Por outro lado, a juventude nunca se perde de todo: aposenta-se. fica guardadinha vocação nostálgica do copo e ainda ajudará, ao fim de tudo, a compor os traços da boa melancolia. das lembranças que Os seres crepusculares ainda consigam tonificar dentro de si.

Não fossem os variados impulsos do tempo, com o que iríamos nos distraindo? Todos passamos por várias idades, por vários tipos de relógio. Hã os que adiantam as coisas. há os que as atrasam. E há os que param inteiramente fora de hora. Sem falar nos relógios exibidos que se acham especialmente importantes e Insistem em cantar a cada quarto de hora.

Jovens, envelheçam” — eis a provocação desmedida que partiu de um senhor já vivido e definitivamente cético. As paixões juvenis têm pressa, meu caro Nelson Rodrigues. e exigem providências imediatas. Ninguém segura as ondas de um mar revolto.

E se fôssemos falar do tempo da infância, quando nossa imaginação esta no grau natural de nossas primeiras reflexões interrogativas? Eis aí um relógio que fica fazendo tique-taque, sem querer parar, em algum canto de alguma casa perdida.

Numa cena da minha mais antiga memória de menino, eu estava sentado na sarjeta, depois de uma chuva grossa, em frente de casa, com os pés na água da enxurrada que sequestrava meus olhos fixos, fazendo -me esquecer de mim mesmo e e da necessidade de voltar a algum lugar, enquanto olhava infinitamente para os rebrilhos daquele riachinho escorregando rua abaixo. Creio que foi esta a primeira vez que entrei num tempo especial um tampo esvaziado de tempo. Uma espécie de relógio sem ponteiros. Muito tempo depois, acabei envelhecendo, sim. seu Nelson Rodrigues.

(MEDEIROS, Alcindo Fortunato. Casos de almanaque, a editar)

A pontuação está inteiramente adequada a frase:

 

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3014753 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Relógios

O dramaturgo Nelson Rodrigues - criatura de temperamento trágico e célebre autor de frases antológicas - terá dito um dia, talvez paternalmente: “Jovens, envelheçam”. Eis aqui um pedido desnecessário: a velhice virá. de qualquer modo. para quem conseguir envelhecer. Por outro lado, a juventude nunca se perde de todo: aposenta-se. fica guardadinha vocação nostálgica do copo e ainda ajudará, ao fim de tudo, a compor os traços da boa melancolia. das lembranças que Os seres crepusculares ainda consigam tonificar dentro de si.

Não fossem os variados impulsos do tempo, com o que iríamos nos distraindo? Todos passamos por várias idades, por vários tipos de relógio. Hã os que adiantam as coisas. há os que as atrasam. E há os que param inteiramente fora de hora. Sem falar nos relógios exibidos que se acham especialmente importantes e Insistem em cantar a cada quarto de hora.

Jovens, envelheçam” — eis a provocação desmedida que partiu de um senhor já vivido e definitivamente cético. As paixões juvenis têm pressa, meu caro Nelson Rodrigues. e exigem providências imediatas. Ninguém segura as ondas de um mar revolto.

E se fôssemos falar do tempo da infância, quando nossa imaginação esta no grau natural de nossas primeiras reflexões interrogativas? Eis aí um relógio que fica fazendo tique-taque, sem querer parar, em algum canto de alguma casa perdida.

Numa cena da minha mais antiga memória de menino, eu estava sentado na sarjeta, depois de uma chuva grossa, em frente de casa, com os pés na água da enxurrada que sequestrava meus olhos fixos, fazendo -me esquecer de mim mesmo e e da necessidade de voltar a algum lugar, enquanto olhava infinitamente para os rebrilhos daquele riachinho escorregando rua abaixo. Creio que foi esta a primeira vez que entrei num tempo especial um tampo esvaziado de tempo. Uma espécie de relógio sem ponteiros. Muito tempo depois, acabei envelhecendo, sim. seu Nelson Rodrigues.

(MEDEIROS, Alcindo Fortunato. Casos de almanaque, a editar)

São muitos os relógios que comandam nossa vida: não há como destituir esses relógios do poder de decisão que advém desses relógios nem podemos ignorar o arbítrio desses relógios no instante em que decidem fazer soar nossa última hora.

Para evitar as viciosas repetições do período acima, impõe-se substituir os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

 

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3014752 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Relógios

O dramaturgo Nelson Rodrigues - criatura de temperamento trágico e célebre autor de frases antológicas - terá dito um dia, talvez paternalmente: “Jovens, envelheçam”. Eis aqui um pedido desnecessário: a velhice virá. de qualquer modo. para quem conseguir envelhecer. Por outro lado, a juventude nunca se perde de todo: aposenta-se. fica guardadinha vocação nostálgica do copo e ainda ajudará, ao fim de tudo, a compor os traços da boa melancolia. das lembranças que Os seres crepusculares ainda consigam tonificar dentro de si.

Não fossem os variados impulsos do tempo, com o que iríamos nos distraindo? Todos passamos por várias idades, por vários tipos de relógio. Hã os que adiantam as coisas. há os que as atrasam. E há os que param inteiramente fora de hora. Sem falar nos relógios exibidos que se acham especialmente importantes e Insistem em cantar a cada quarto de hora.

Jovens, envelheçam” — eis a provocação desmedida que partiu de um senhor já vivido e definitivamente cético. As paixões juvenis têm pressa, meu caro Nelson Rodrigues. e exigem providências imediatas. Ninguém segura as ondas de um mar revolto.

E se fôssemos falar do tempo da infância, quando nossa imaginação esta no grau natural de nossas primeiras reflexões interrogativas? Eis aí um relógio que fica fazendo tique-taque, sem querer parar, em algum canto de alguma casa perdida.

Numa cena da minha mais antiga memória de menino, eu estava sentado na sarjeta, depois de uma chuva grossa, em frente de casa, com os pés na água da enxurrada que sequestrava meus olhos fixos, fazendo -me esquecer de mim mesmo e e da necessidade de voltar a algum lugar, enquanto olhava infinitamente para os rebrilhos daquele riachinho escorregando rua abaixo. Creio que foi esta a primeira vez que entrei num tempo especial um tampo esvaziado de tempo. Uma espécie de relógio sem ponteiros. Muito tempo depois, acabei envelhecendo, sim. seu Nelson Rodrigues.

(MEDEIROS, Alcindo Fortunato. Casos de almanaque, a editar)

Os tempos e modos das formas verbais encontram-se adequadamente articulados na frase:

 

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3014751 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Relógios

O dramaturgo Nelson Rodrigues - criatura de temperamento trágico e célebre autor de frases antológicas - terá dito um dia, talvez paternalmente: “Jovens, envelheçam”. Eis aqui um pedido desnecessário: a velhice virá. de qualquer modo. para quem conseguir envelhecer. Por outro lado, a juventude nunca se perde de todo: aposenta-se. fica guardadinha vocação nostálgica do copo e ainda ajudará, ao fim de tudo, a compor os traços da boa melancolia. das lembranças que Os seres crepusculares ainda consigam tonificar dentro de si.

Não fossem os variados impulsos do tempo, com o que iríamos nos distraindo? Todos passamos por várias idades, por vários tipos de relógio. Hã os que adiantam as coisas. há os que as atrasam. E há os que param inteiramente fora de hora. Sem falar nos relógios exibidos que se acham especialmente importantes e Insistem em cantar a cada quarto de hora.

Jovens, envelheçam” — eis a provocação desmedida que partiu de um senhor já vivido e definitivamente cético. As paixões juvenis têm pressa, meu caro Nelson Rodrigues. e exigem providências imediatas. Ninguém segura as ondas de um mar revolto.

E se fôssemos falar do tempo da infância, quando nossa imaginação esta no grau natural de nossas primeiras reflexões interrogativas? Eis aí um relógio que fica fazendo tique-taque, sem querer parar, em algum canto de alguma casa perdida.

Numa cena da minha mais antiga memória de menino, eu estava sentado na sarjeta, depois de uma chuva grossa, em frente de casa, com os pés na água da enxurrada que sequestrava meus olhos fixos, fazendo -me esquecer de mim mesmo e e da necessidade de voltar a algum lugar, enquanto olhava infinitamente para os rebrilhos daquele riachinho escorregando rua abaixo. Creio que foi esta a primeira vez que entrei num tempo especial um tampo esvaziado de tempo. Uma espécie de relógio sem ponteiros. Muito tempo depois, acabei envelhecendo, sim. seu Nelson Rodrigues.

(MEDEIROS, Alcindo Fortunato. Casos de almanaque, a editar)

I. São variados 0s nossos relógios ao longo da vida.

II. O sentido único de todos é a passagem inapelável do tempo.

As afirmações acima encontram-se integradas de modo coeso e coerente neste período único:

 

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