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A respeito de conceitos relacionados a processo de avaliação do desempenho, julgue o item a seguir.
A sensibilidade de um indicador mostra a capacidade de se detectar variações no comportamento estudado; a efetividade busca avaliar se as atividades certas são realizadas de maneira correta.
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A respeito de conceitos relacionados a processo de avaliação do desempenho, julgue o item a seguir.
A produtividade de um hospital pode ser avaliada por meio de indicadores como tempo de permanência e rotatividade de leitos; a efetividade utiliza dados como taxa de mortalidade e reinternações.
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A respeito de conceitos relacionados a processo de avaliação do desempenho, julgue o item a seguir.
A mediana é a soma do número de observações de determinada variável dividida pelo número de observações avaliadas.
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A respeito de conceitos relacionados a processo de avaliação do desempenho, julgue o item a seguir.
Os indicadores taxa de infecção hospitalar e taxa de mortalidade são considerados inadequados para a análise da qualidade da assistência hospitalar.
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A respeito de conceitos relacionados a processo de avaliação do desempenho, julgue o item a seguir.
O conceito de equidade adaptado para a realidade hospitalar refere-se à capacidade de a instituição eliminar todo tipo de disparidades no atendimento a seus pacientes.
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A tabela a seguir mostra a distribuição de indicadores de estrutura relacionados a instalações e equipamentos nos triênios 1 (2002, 2003 e 2004) e 2 (2006, 2007 e 2008), e suas médias, T1 e T2, de determinado hospital universitário.
| indicador | 2002 | 2003 | 2004 | T1 | 2006 | 2007 | 2008 | T2 |
| nº leitos instalados | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 1,00 | 1,00 | 0,98 |
| nº leitos operacionais | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,94 | |||
| nº consultórios | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,96 | |||
| nº salas de atendimento de urgência/emergência | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,87 | |||
| nº salas cirúrgicas ativas | 0,90 | 0,90 | 0,90 | 0,90 | 1,00 | |||
| % leitos UTI sobre total de leitos operacionais | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,99 | |||
| nº de equipamentos especiais cadastráveis no CNES | 0,48 | 0,49 | 0,57 | 0,51 | 0,88 | |||
| índices acumulados | 6,26 | 6,27 | 6,35 | 6,29 | 6,64 | 6,56 | 6,67 | 6,62 |
Tendo como referência os dados mostrados na tabela, julgue o seguinte item.
A média de permanência hospitalar é medida pela relação do número total de pacientes-dia e o total de pacientes que saíram do hospital em um determinado período, incluindo os óbitos.
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A tabela a seguir mostra a distribuição de indicadores de estrutura relacionados a instalações e equipamentos nos triênios 1 (2002, 2003 e 2004) e 2 (2006, 2007 e 2008), e suas médias, T1 e T2, de determinado hospital universitário.
| indicador | 2002 | 2003 | 2004 | T1 | 2006 | 2007 | 2008 | T2 |
| nº leitos instalados | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 1,00 | 1,00 | 0,98 |
| nº leitos operacionais | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,94 | |||
| nº consultórios | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,96 | |||
| nº salas de atendimento de urgência/emergência | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,87 | |||
| nº salas cirúrgicas ativas | 0,90 | 0,90 | 0,90 | 0,90 | 1,00 | |||
| % leitos UTI sobre total de leitos operacionais | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,99 | |||
| nº de equipamentos especiais cadastráveis no CNES | 0,48 | 0,49 | 0,57 | 0,51 | 0,88 | |||
| índices acumulados | 6,26 | 6,27 | 6,35 | 6,29 | 6,64 | 6,56 | 6,67 | 6,62 |
Tendo como referência os dados mostrados na tabela, julgue o seguinte item.
Houve um aumento no número de leitos instalados, mas decresceu número de leitos de UTI sobre o total de leitos operacionais.
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A tabela a seguir mostra a distribuição de indicadores de estrutura relacionados a instalações e equipamentos nos triênios 1 (2002, 2003 e 2004) e 2 (2006, 2007 e 2008), e suas médias, T1 e T2, de determinado hospital universitário.
| indicador | 2002 | 2003 | 2004 | T1 | 2006 | 2007 | 2008 | T2 |
| nº leitos instalados | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 1,00 | 1,00 | 0,98 |
| nº leitos operacionais | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,94 | |||
| nº consultórios | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,96 | |||
| nº salas de atendimento de urgência/emergência | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,87 | |||
| nº salas cirúrgicas ativas | 0,90 | 0,90 | 0,90 | 0,90 | 1,00 | |||
| % leitos UTI sobre total de leitos operacionais | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,99 | |||
| nº de equipamentos especiais cadastráveis no CNES | 0,48 | 0,49 | 0,57 | 0,51 | 0,88 | |||
| índices acumulados | 6,26 | 6,27 | 6,35 | 6,29 | 6,64 | 6,56 | 6,67 | 6,62 |
Tendo como referência os dados mostrados na tabela, julgue o seguinte item.
Os resultados apresentados mostram uma melhoria nos indicadores referentes ao número de leitos operacionais, número de consultórios e número de salas de atendimento de urgência e emergência.
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A tabela a seguir mostra a distribuição de indicadores de estrutura relacionados a instalações e equipamentos nos triênios 1 (2002, 2003 e 2004) e 2 (2006, 2007 e 2008), e suas médias, T1 e T2, de determinado hospital universitário.
| indicador | 2002 | 2003 | 2004 | T1 | 2006 | 2007 | 2008 | T2 |
| nº leitos instalados | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 1,00 | 1,00 | 0,98 |
| nº leitos operacionais | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,94 | |||
| nº consultórios | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,96 | |||
| nº salas de atendimento de urgência/emergência | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 0,87 | |||
| nº salas cirúrgicas ativas | 0,90 | 0,90 | 0,90 | 0,90 | 1,00 | |||
| % leitos UTI sobre total de leitos operacionais | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,94 | 0,99 | |||
| nº de equipamentos especiais cadastráveis no CNES | 0,48 | 0,49 | 0,57 | 0,51 | 0,88 | |||
| índices acumulados | 6,26 | 6,27 | 6,35 | 6,29 | 6,64 | 6,56 | 6,67 | 6,62 |
Tendo como referência os dados mostrados na tabela, julgue o seguinte item.
Infere-se da tabela que os índices médios dos triênios analisados mostram um crescimento inferior a 5%.
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A respeito de recrutamento e seleção de pessoal, julgue o item subsequente.
A exemplificação das experiências vividas em outra posição dentro da mesma empresa ou das experiências relacionadas a uma posição fora de sua atual empresa são componentes da teoria motivacional de reforço.
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