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Um paciente de 58 anos, em acompanhamento ambulatorial regular, portador de doença renal crônica estágio 03B por doença renal do diabetes proteinúrico, encontra-se em uso de insulina basaglar, captopril, rosuvastatina e dapaglicozina. Apresenta bom controle metabólico, sem piora das escórias nitrogenadas em relação a avaliações clínica e laboratorial prévias. Encontra-se assintomático. Apresenta, porém, ácido úrico sérico de 7,5 mg%.

A conduta apropriada nesse caso é:

 

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Um paciente de 36 anos, portador de HIV, mantém acompanhamento regular há cerca de 6 anos com antirretrovirais, sem ação nefrotóxica. Evoluiu com quadro de síndrome nefrítica e nefrótica de rápida evolução, associada a injúria renal aguda estágio 3, com consumo de complemento. O paciente apresenta-se acidêmico e algo desorientado. As sorologias de hepatite B, C, VDRL e toxoplasmose que o paciente realizou 30 dias antes do início do evento estão negativas.


A conduta apropriada é:
 

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Uma paciente de 57 anos é portadora de doença renal por diabetes não proteinúria e está em uso de enalapril, dapaglicozina, insulina basaglar e rosuvastatina, mantendo hemoglobina glicada 6,2%, ureia 72 mg%, creatinina 1,9 mg%, potássio 5,2 mEq/L; lipidograma, 25-hidroxivitamina D e PTH molécula intacta com valores normais; albumina sérica de 4,2 mg% e bicarbonato de 20 mEq/L. A avaliação da TFG, caracterizada por CKD EPI, define como DRC estágio 04.

Em relação a essa paciente, a conduta adequada:

 

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Um paciente jovem, de 23 anos, sem comorbidades, apresenta como atividade esportiva o atletismo. Ele foi encaminhado ao nefrologista, por seu clínico geral, por apresentar, na avaliação laboratorial de rotina, elevação de creatinina (1,5 mg% - VR até 0,9 mg%), estando todos os demais exames laboratoriais e sorologias negativos. Trouxe à consulta, também, ultrassonografia normal, exame de urina sem alterações e dosagem de albuminúria em amostra de urina, também sem alterações. Não possuía nenhuma investigação renal prévia.

No que se refere à investigação clínica, a conduta apropriada é:

 

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Um paciente de 45 anos, portador de doença renal crônica dialítica, de causa indeterminada, apresenta, no exame físico, déficit auditivo e catarata (em acompanhamento com oftalmologista). Realizou transplante renal, com doador cadáver, e, após 6 meses de transplante, apresenta quadro de síndrome nefrítica e hemoptoicos, evoluindo rapidamente com a perda do enxerto.

A biópsia renal provavelmente evidenciou:

 

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Um paciente de 56 anos, portador, há cerca de 5 anos, de doença renal crônica dialítica, por doença renal policística, é submetido a transplante renal de doador cadáver, com sucesso. Após 5 meses do transplante, mantém-se assintomático, mas apresenta elevação persistente da creatinina sérica e presença de proteinúria acima de 500 mg em 24 horas.

Em relação a esse caso, é correto afirmar que:

 

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Um paciente de 62 anos, alcoolista de longa data, em acompanhamento irregular, evoluiu com quadro de cirrose hepática e passou a apresentar quadro de proteinúria de 700 mg na urina de 24 horas e episódios de hematúria microscópica persistente, de padrão glomerular. Não apresentou alteração de função renal ou disnatremia.

O provável diagnóstico é:

 

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Os pacientes que estão no grupo de risco para doença renal crônica devem utilizar a medição da albumina na urina e a avaliação da taxa de filtração glomerular (TFG).

A prova da cronicidade (duração mínima de 3 meses) pode ser estabelecida por:
 

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Um paciente de 48 anos é portador de doença renal crônica estágio 05, em programa regular de hemodiálise, 3 vezes por semana, com sessões de 4 horas, há 8 meses. Apesar da boa adequação ao tratamento, apresenta doença mineral óssea, sem sintomas clínicos. Seus exames laboratoriais demonstram cálcio a 11.5 mg%, fósforo a 6,2 mg%, 25-hidroxivitamina D a 45 mcg e PTH molécula intacta a 800 pg/ml e fosfatase alcalina a 350 U/L. A conduta terapêutica a ser seguida é:
 

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A síndrome de Liddle é uma condição genética autossômica dominante rara na qual os pacientes apresentam hipertensão, hipocalemia e alcalose metabólica.

As manifestações dessa síndrome se devem a distúrbios tubulares que envolvem

 

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