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Uma mulher de 37 anos, casada, sem filhos, está tentando engravidar há 3 anos, sem sucesso. Desde que suspendeu a contracepção hormonal para iniciar tentativas de gravidez, seus ciclos menstruais passaram a apresentar dismenorreia progressiva. Há 1 ano, apresenta queixas de dispareunia profunda. O desejo familiar do casal é de ter 3 filhos. Exame físico: o toque vaginal evidencia útero em RVF, fixo, tamanho normal, anexos impalpáveis, nódulo endurecido em fundo de saco vaginal posterior, de 3 cm. Exames complementares: o espermograma do marido apresenta parâmetros normais; a histerossalpingografia evidencia prova de Cottè positiva, bilateralmente, sendo a trompa direita fixa distamente e a esquerda algo enovelada. O hormônio antimulleriano está a 0,51 ng/mL. A ressonância magnética de pelve evidencia espessamento em ligamento largo direito, endometrioma de 1,5 cm em ovário direito, placa de endometriose em fundo de saco posterior, de 3,5 cm x 2,5 cm com invasão de 0,5 cm da parede miometrial posterior, sem sinais de acometimento intestinal. Não há sinais de acometimento de raízes nervosas ou ureteres.
Considerando o caso clínico acima, a conduta mais adequada para o casal em termos de tratamento da infertilidade é:
 

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Uma mulher de 27 anos, sem desejo de engravidar no momento, comparece à consulta ginecológica queixando-se de dismenorreia progressiva no último ano. O quadro iniciou-se após a suspensão da pílula contraceptiva, substituída por uso de preservativo em função do desejo de evitar o método hormonal. Nos últimos 3 ciclos menstruais, apresentou dor incapacitante com necessidade de realização de analgesia endovenosa no período menstrual. Nega patologias e cirurgias anteriores. Realizou ultrassonografia transvaginal no início da fase folicular do seu ciclo menstrual, que evidenciou útero retroversofletido, de tamanho normal, miométrio homogêneo e endométrio centrado, homogêneo, medindo 0,4 cm. O ovário direito apresenta parênquima homogêneo, com pequenos folículos, medindo 2,1 cm x 2,4 cm x 1,7 cm. O ovário esquerdo apresenta parênquima heterogêneo, rechaçado perifericamente, às custas de formação hipoecogênica de 4,0 cm x 3,5 cm x 3,0 cm. As medidas do ovário são 6,0 cm x 5,1 cm x 4,0 cm.
Com base nas informações acima, e na principal hipótese diagnóstica, a conduta mais adequada para o caso é:
 

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Uma mulher de 67 anos, com histórico de 2 partos vaginais há 35 e 30 anos, obesa, portadora de diabetes melitus tipo 2, controlada com uso de metformina, apresenta queixas de não conseguir segurar a urina até chegar ao banheiro e de perda urinária involuntária ao tossir há 8 meses. Realizou cultura de urina, que foi negativa. A avaliação urodinâmica a que foi submetida evidenciou contrações involuntárias do detrursor na cistometria e uma pressão de perda urinária ao esforço de 48 cmH2O.
Considerando o quadro acima, é correto afirmar que a paciente apresenta incontinência urinária:
 

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Uma mulher de 27 anos apresenta quadro clínico de ciclos menstruais irregulares, chegando a ficar mais de 90 dias sem menstruar, associado a queixas de acne e queda de cabelos de longa data. Ao exame, apresenta peso de 90,1 kg, 158 cm de altura e avaliação pela escala de Ferriman-Gallwey de 12 pontos. Os exames complementares registraram ultrassonografia transvaginal evidenciando ovário direito com volume 13 mL e presença de 21 folículos antrais inferiores a 10 mm e ovário esquerdo com volume 11 mL e presença de 29 folículos antrais inferiores a 10 mm, dosagem de FSH 5,6 UI/L, LH 12,2UI/L. TSH 2,4 mUI/L, prolactina 18,0 ng/mL, cortisol salivar noturno < 0,2 mcg/mL, SDHEA 205,0 mcg/dL e 17-OH-progesterona 28,0 ng/dL.
Considerando as informações acima, o diagnóstico mais provável é:
 

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Uma paciente de 45, gesta 2 para 2 (partos vaginais), relata ao(à) ginecologista que não faz uso de método contraceptivo, pois o marido fez vasectomia. Tem dislipidemia e hipertensão arterial, ambas bem controladas com medicação e estilo de vida. A última colpocitologia oncótica foi realizada há 8 meses, com resultado normal. Refere que há 6 meses notou aumento do fluxo menstrual, sangramento intermenstrual e após relação sexual.
A avaliação inicial e hipótese principal devem ser, respectivamente:
 

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Uma mulher de 28 anos refere uso abusivo de álcool em uma festa. Relata que, por volta das 2 horas da manhã, foi vítima de violência sexual com penetração por pessoa conhecida. Ela se lembra parcialmente do que ocorreu, porém é muito claro que não consentiu o ato e que houve força física envolvida.
A abordagem com essa paciente inclui:
 

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Uma paciente de 8 anos chega à consulta ginecológica acompanhada da mãe. A queixa é “corrimento notado na calcinha ao final do dia”. Nega prurido, ardor, hiperemia ou sangramento.
A principal hipótese é:
 

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Considere o cenário de nódulo palpável de 2 cm, móvel, em quadrante superior externo de mama esquerda em mulher de 40 anos, sem fatores de risco para câncer de mama. Considere ainda que a mamografia e a ultrassonografia foram categoria BI-RADS 2, e que as mamas têm densidade normal.
Em relação a esse cenário, é correto afirmar que:
 

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Um paciente de 28 anos, sem vida sexual ativa no momento, vem ao(à) ginecologista com diagnóstico prévio de síndrome dos ovários policísticos. No momento, sua queixa é a irregularidade menstrual, que gera imprevisibilidade quanto ao período em que terá sangramento, o que atrapalha seu dia a dia.
A proposta terapêutica adequada a ser prescrita especificamente para essa queixa é:
 

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Uma paciente de 18 anos busca consulta ginecológica, pois nunca menstruou. No exame físico, observa-se baixa estatura, pescoço alado, cúbito valgo e presença de sinais de puberdade. Após avaliação do quadro de amenorreia primária, foi realizada uma análise genética, que evidenciou mosaicismo cromossômico 45,X/46,XX. Foi realizado, então, aconselhamento da paciente, que pergunta ansiosamente sobre seu futuro reprodutivo.
Faz parte dessa consulta orientar que:
 

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