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Homem, 32 anos, com nódulo na face volar do dedo indicador há 10 meses, crescimento lento, medindo 1,5 cm. Lesão firme, bem delimitada. Na microscopia, observa-se lesão nodular bem circunscrita, composta por células fusiformes escassas, sem atipia, distribuídas em estroma de colágeno denso e hialinizado, com áreas hipocelulares alternando com áreas discretamente mais celulares. Presença de foco mixoide. Observam-se pequenas fendas e espaços alongados entre feixes colágenos. Mitoses raras. Ausência de necrose. O estudo imunohistoquímico foi negativo para ALK1, STAT6, desmina, S100, SOX10 e β-catenina.
O diagnóstico mais provável e o principal diagnóstico diferencial são:
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Mulher, 52 anos, com sangramento uterino anormal há 8 meses. USG: massa ovariana direita 10 cm, sólido-cística, com hemorragia. CA-125 normal. β-inibina sérica elevada.
Na microscopia foi evidenciada neoplasia formada por células monótonas, em padrões mistos: difuso, cordões/trabéculas e com células fusiformes. Núcleos ovais com membrana irregular e sulcos nucleares em parte do tumor. Mitose baixa. Reticulina: predomina marcação envolvendo grupos celulares. O estudo imunohistoquímico mostrou inibina+ (heterogênea), calretinina+, PAX8−, EMA−, CK7−. AE1/AE3 focal+, ER focal+.
Assinale a opção que contém o diagnóstico mais provável, o principal diagnóstico diferencial, e a mutação mais característica do tumor principal.
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Mulher jovem, tentando engravidar, com ciclos regulares de 28 dias, realiza biópsia endometrial no 25º dia do ciclo menstrual.
No exame histopatológico, o achado mais esperado para essa data e o principal marcador imunohistoquímico utilizado para avaliação de endometrite são:
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Mulher, 52 anos, refere prurido e descamação persistente no mamilo direito há 8 meses, com piora progressiva. Ao exame físico, observa-se placa eritematosa e eczematosa envolvendo mamilo e aréola, com pequena área erosiva. Não há massa palpável.
Biópsia do mamilo/aréola:
• epiderme com células grandes intraepidérmicas, isoladas e em pequenos agrupamentos, predominando na junção dermoepidérmica;
• citoplasma pálido/vacuolado, núcleos pleomórficos, nucléolos evidentes;
• sem queratinização, sem pontes intercelulares.
Assinale a opção que apresenta o principal diagnóstico, o diagnóstico diferencial mais provável e quais marcadores devem ser solicitados.
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Mulher de 46 anos com carcinoma invasivo de mama confirmado em biópsia por agulha grossa. O patologista discute com a equipe quais achados histológicos e imuno-histoquímicos aumentam a suspeita de tumor associado a BRCA1 em comparação com BRCA2, com base nos padrões descritos em grandes séries.
Assinale a opção que descreve corretamente as diferenças mais típicas entre carcinomas de mama associados a BRCA1 e BRCA2.
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Em uma biópsia hepática, observam-se dois padrões distintos de morte celular. No primeiro, há células isoladas retraídas, com citoplasma intensamente eosinofílico, núcleo picnótico e fragmentado, sem reação inflamatória importante ao redor. No segundo, há áreas confluentes de lise celular, com perda da arquitetura, extravasamento de conteúdo celular e infiltrado neutrofílico adjacente.
O primeiro padrão descrito e o segundo padrão descrito são, respectivamente,
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Homem, 24 anos, com massa testicular sólida ao exame físico. Realizada orquiectomia radical. A microscopia evidenciou neoplasia com áreas de células grandes e pleomórficas, com núcleos vesiculosos e nucléolos proeminentes, por vezes formando glândulas.
Observa-se pequena área com células mononucleares associadas a células multinucleadas gigantes, em meio a hemorragia. A Imuno-histoquímica mostrou positividade para OCT3/4, CD30, SALL4, β-hCG. PLAP focal e AFP negativo.
O diagnóstico mais provável é
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Homem, 26 anos, massa renal sólida de 4,9 cm. Histologia: neoplasia composta por células epitelioides de citoplasma eosinofílico a levemente claro, com padrão tubular, sólido e cribriforme, além de áreas com estroma mixoide e discreto infiltrado inflamatório. Não há padrão típico de carcinoma de células claras, nem arquitetura papilífera bem formada.
Imunohistoquímica revela:
• PAX8: positivo;
• CK AE1/AE3: positivo;
• EMA: positivo; • CK7: positivo difuso;
• AMACR: negativo;
• CAIX: negativo;
• CD10: negativo;
• TFE3: negativo;
• TFEB: negativo;
• FH: preservado;
• SDHB: preservado;
• INI1: preservado.
Considerando a classificação atual da OMS, o exame complementar mais indicado para a confirmação diagnóstica é a(o)
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Paciente masculino, 58 anos com hematúria macroscópica. Na cistoscopia foi evidenciada uma lesão exofítica única de 3 mm.
A alteração morfológica que define a lesão como papiloma urotelial é a lesão
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Paciente do sexo feminino, 28 anos, com exantema malar (lesão em asa de borboleta) e fotossensibilidade. O diagnóstico clínico foi de lúpus eritematoso cutâneo.
O padrão morfológico mais encontrado nesse contexto é
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