Foram encontradas 170 questões.
Um reservatório de água vai ser construído em uma base de 5 x 4 metros, e este reservatório deve ter espaço para armazenar 50.000 litros de água. O valor de sua altura (o formato do reservatório é de um paralelepípedo reto) vai ser igual a:
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Em um jogo de
bilhar
as bolas são numeradas de 1 até o número 15. Em uma tacada no início do jogo todas as bolas com número primo caíram nas caçapas. Se somarmos todos os números das bolas restantes, vamos chegar em uma soma igual a:
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Um tributo cobrado pelo município de Ararirama incide sobre o valor venal do imóvel, a taxa de 3,5% sobre o valor. Se um imóvel no valor de R$ 880.000,00 foi vendido, o valor pago ao município é de:
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Bombeiro que atuou na busca de mulher dada
como morta, mas que apareceu viva horas
depois revela: 'nunca vi algo semelhante'.
"Em 20 anos de profissão, nunca vi algo
semelhante", afirma o 3° sargento de Polícia Militar
Soniel, de 49 anos, que atuou nas buscas pela
esteticista Priscilla Pereira da Silva, de 46, que
ficou desaparecida por quase 9h na última terça-feira
(17) no mar em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Ela
chegou a ser dada como morta por familiares e
amigos. Em entrevista exclusiva, o sargento do
Corpo de Bombeiros confessou que nunca havia
vivenciado situação semelhante à que foi
protagonizada pela esteticista.
Soniel conta que o grupo de salvamento,
formado por seis oficiais, começou o trabalho de
buscas por volta das 8h, na Praia do Guaraú. A
mulher, no entanto, foi encontrada longe do mar,
mais precisamente na beira da estrada, por volta
das 16h. Foi uma colega confeiteira quem a
resgatou. Segundo o sargento, durante os
trabalhos de buscas, a sobrevivente chegou a ser
avistada na "Toca do Índio", praia que, segundo
ele, fica a aproximadamente três quilômetros da
Praia do Guaraú [por mar]. O profissional também
contou que socorristas chegaram a utilizar motos
aquáticas para procurar a vítima, mas não
adiantou.
Soniel explica que os bombeiros
costumam navegar quase 300 metros ao redor da
área do desaparecimento. A distância, segundo
ele, normalmente é suficiente para localizar
vítimas. No caso de Priscilla, porém a estratégia
não funcionou. "Uma coisa bem fora do normal",
lembra. A sobrevivente relatou que, depois de ter
sido arrastada pelo mar para a segunda região de
pedras, ela conseguiu subir nas rochas e seguiu
por uma trilha.
O sargento explicou que a trilha, apesar
de poder ser utilizada, é pouco movimentada e
"difícil de andar". Além disso, demonstrou
surpresa pelo fato de a esteticista não saber
nadar e ter conseguido se manter na água por
horas numa região de mar agitado.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/05/20/bombeiroque-atuou-na-busca-de-mulher-dada-como-morta-mas-que-apareceu-vivahoras-depois-revela-nunca-vi-algo-semelhante.ghtml (adaptado) Acesso em
20 de maio de 2022.
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Bombeiro que atuou na busca de mulher dada
como morta, mas que apareceu viva horas
depois revela: 'nunca vi algo semelhante'.
"Em 20 anos de profissão, nunca vi algo
semelhante", afirma o 3° sargento de Polícia Militar
Soniel, de 49 anos, que atuou nas buscas pela
esteticista Priscilla Pereira da Silva, de 46, que
ficou desaparecida por quase 9h na última terça-feira
(17) no mar em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Ela
chegou a ser dada como morta por familiares e
amigos. Em entrevista exclusiva, o sargento do
Corpo de Bombeiros confessou que nunca havia
vivenciado situação semelhante à que foi
protagonizada pela esteticista.
Soniel conta que o grupo de salvamento,
formado por seis oficiais, começou o trabalho de
buscas por volta das 8h, na Praia do Guaraú. A
mulher, no entanto, foi encontrada longe do mar,
mais precisamente na beira da estrada, por volta
das 16h. Foi uma colega confeiteira quem a
resgatou. Segundo o sargento, durante os
trabalhos de buscas, a sobrevivente chegou a ser
avistada na "Toca do Índio", praia que, segundo
ele, fica a aproximadamente três quilômetros da
Praia do Guaraú [por mar]. O profissional também
contou que socorristas chegaram a utilizar motos
aquáticas para procurar a vítima, mas não
adiantou.
Soniel explica que os bombeiros
costumam navegar quase 300 metros ao redor da
área do desaparecimento. A distância, segundo
ele, normalmente é suficiente para localizar
vítimas. No caso de Priscilla, porém a estratégia
não funcionou. "Uma coisa bem fora do normal",
lembra. A sobrevivente relatou que, depois de ter
sido arrastada pelo mar para a segunda região de
pedras, ela conseguiu subir nas rochas e seguiu
por uma trilha.
O sargento explicou que a trilha, apesar
de poder ser utilizada, é pouco movimentada e
"difícil de andar". Além disso, demonstrou
surpresa pelo fato de a esteticista não saber
nadar e ter conseguido se manter na água por
horas numa região de mar agitado.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/05/20/bombeiroque-atuou-na-busca-de-mulher-dada-como-morta-mas-que-apareceu-vivahoras-depois-revela-nunca-vi-algo-semelhante.ghtml (adaptado) Acesso em
20 de maio de 2022.
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Bombeiro que atuou na busca de mulher dada
como morta, mas que apareceu viva horas
depois revela: 'nunca vi algo semelhante'.
"Em 20 anos de profissão, nunca vi algo
semelhante", afirma o 3° sargento de Polícia Militar
Soniel, de 49 anos, que atuou nas buscas pela
esteticista Priscilla Pereira da Silva, de 46, que
ficou desaparecida por quase 9h na última terça-feira
(17) no mar em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Ela
chegou a ser dada como morta por familiares e
amigos. Em entrevista exclusiva, o sargento do
Corpo de Bombeiros confessou que nunca havia
vivenciado situação semelhante à que foi
protagonizada pela esteticista.
Soniel conta que o grupo de salvamento,
formado por seis oficiais, começou o trabalho de
buscas por volta das 8h, na Praia do Guaraú. A
mulher, no entanto, foi encontrada longe do mar,
mais precisamente na beira da estrada, por volta
das 16h. Foi uma colega confeiteira quem a
resgatou. Segundo o sargento, durante os
trabalhos de buscas, a sobrevivente chegou a ser
avistada na "Toca do Índio", praia que, segundo
ele, fica a aproximadamente três quilômetros da
Praia do Guaraú [por mar]. O profissional também
contou que socorristas chegaram a utilizar motos
aquáticas para procurar a vítima, mas não
adiantou.
Soniel explica que os bombeiros
costumam navegar quase 300 metros ao redor da
área do desaparecimento. A distância, segundo
ele, normalmente é suficiente para localizar
vítimas. No caso de Priscilla, porém a estratégia
não funcionou. "Uma coisa bem fora do normal",
lembra. A sobrevivente relatou que, depois de ter
sido arrastada pelo mar para a segunda região de
pedras, ela conseguiu subir nas rochas e seguiu
por uma trilha.
O sargento explicou que a trilha, apesar
de poder ser utilizada, é pouco movimentada e
"difícil de andar". Além disso, demonstrou
surpresa pelo fato de a esteticista não saber
nadar e ter conseguido se manter na água por
horas numa região de mar agitado.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/05/20/bombeiroque-atuou-na-busca-de-mulher-dada-como-morta-mas-que-apareceu-vivahoras-depois-revela-nunca-vi-algo-semelhante.ghtml (adaptado) Acesso em
20 de maio de 2022.
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Bombeiro que atuou na busca de mulher dada
como morta, mas que apareceu viva horas
depois revela: 'nunca vi algo semelhante'.
"Em 20 anos de profissão, nunca vi algo
semelhante", afirma o 3° sargento de Polícia Militar
Soniel, de 49 anos, que atuou nas buscas pela
esteticista Priscilla Pereira da Silva, de 46, que
ficou desaparecida por quase 9h na última terça-feira
(17) no mar em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Ela
chegou a ser dada como morta por familiares e
amigos. Em entrevista exclusiva, o sargento do
Corpo de Bombeiros confessou que nunca havia
vivenciado situação semelhante à que foi
protagonizada pela esteticista.
Soniel conta que o grupo de salvamento,
formado por seis oficiais, começou o trabalho de
buscas por volta das 8h, na Praia do Guaraú. A
mulher, no entanto, foi encontrada longe do mar,
mais precisamente na beira da estrada, por volta
das 16h. Foi uma colega confeiteira quem a
resgatou. Segundo o sargento, durante os
trabalhos de buscas, a sobrevivente chegou a ser
avistada na "Toca do Índio", praia que, segundo
ele, fica a aproximadamente três quilômetros da
Praia do Guaraú [por mar]. O profissional também
contou que socorristas chegaram a utilizar motos
aquáticas para procurar a vítima, mas não
adiantou.
Soniel explica que os bombeiros
costumam navegar quase 300 metros ao redor da
área do desaparecimento. A distância, segundo
ele, normalmente é suficiente para localizar
vítimas. No caso de Priscilla, porém a estratégia
não funcionou. "Uma coisa bem fora do normal",
lembra. A sobrevivente relatou que, depois de ter
sido arrastada pelo mar para a segunda região de
pedras, ela conseguiu subir nas rochas e seguiu
por uma trilha.
O sargento explicou que a trilha, apesar
de poder ser utilizada, é pouco movimentada e
"difícil de andar". Além disso, demonstrou
surpresa pelo fato de a esteticista não saber
nadar e ter conseguido se manter na água por
horas numa região de mar agitado.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/05/20/bombeiroque-atuou-na-busca-de-mulher-dada-como-morta-mas-que-apareceu-vivahoras-depois-revela-nunca-vi-algo-semelhante.ghtml (adaptado) Acesso em
20 de maio de 2022.
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como morta, mas que apareceu viva horas
depois revela: 'nunca vi algo semelhante'.
"Em 20 anos de profissão, nunca vi algo
semelhante", afirma o 3° sargento de Polícia Militar
Soniel, de 49 anos, que atuou nas buscas pela
esteticista Priscilla Pereira da Silva, de 46, que
ficou desaparecida por quase 9h na última terça-feira
(17) no mar em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Ela
chegou a ser dada como morta por familiares e
amigos. Em entrevista exclusiva, o sargento do
Corpo de Bombeiros confessou que nunca havia
vivenciado situação semelhante à que foi
protagonizada pela esteticista.
Soniel conta que o grupo de salvamento,
formado por seis oficiais, começou o trabalho de
buscas por volta das 8h, na Praia do Guaraú. A
mulher, no entanto, foi encontrada longe do mar,
mais precisamente na beira da estrada, por volta
das 16h. Foi uma colega confeiteira quem a
resgatou. Segundo o sargento, durante os
trabalhos de buscas, a sobrevivente chegou a ser
avistada na "Toca do Índio", praia que, segundo
ele, fica a aproximadamente três quilômetros da
Praia do Guaraú [por mar]. O profissional também
contou que socorristas chegaram a utilizar motos
aquáticas para procurar a vítima, mas não
adiantou.
Soniel explica que os bombeiros
costumam navegar quase 300 metros ao redor da
área do desaparecimento. A distância, segundo
ele, normalmente é suficiente para localizar
vítimas. No caso de Priscilla, porém a estratégia
não funcionou. "Uma coisa bem fora do normal",
lembra. A sobrevivente relatou que, depois de ter
sido arrastada pelo mar para a segunda região de
pedras, ela conseguiu subir nas rochas e seguiu
por uma trilha.
O sargento explicou que a trilha, apesar
de poder ser utilizada, é pouco movimentada e
"difícil de andar". Além disso, demonstrou
surpresa pelo fato de a esteticista não saber
nadar e ter conseguido se manter na água por
horas numa região de mar agitado.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/05/20/bombeiroque-atuou-na-busca-de-mulher-dada-como-morta-mas-que-apareceu-vivahoras-depois-revela-nunca-vi-algo-semelhante.ghtml (adaptado) Acesso em
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como morta, mas que apareceu viva horas
depois revela: 'nunca vi algo semelhante'.
"Em 20 anos de profissão, nunca vi algo
semelhante", afirma o 3° sargento de Polícia Militar
Soniel, de 49 anos, que atuou nas buscas pela
esteticista Priscilla Pereira da Silva, de 46, que
ficou desaparecida por quase 9h na última terça-feira
(17) no mar em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Ela
chegou a ser dada como morta por familiares e
amigos. Em entrevista exclusiva, o sargento do
Corpo de Bombeiros confessou que nunca havia
vivenciado situação semelhante à que foi
protagonizada pela esteticista.
Soniel conta que o grupo de salvamento,
formado por seis oficiais, começou o trabalho de
buscas por volta das 8h, na Praia do Guaraú. A
mulher, no entanto, foi encontrada longe do mar,
mais precisamente na beira da estrada, por volta
das 16h. Foi uma colega confeiteira quem a
resgatou. Segundo o sargento, durante os
trabalhos de buscas, a sobrevivente chegou a ser
avistada na "Toca do Índio", praia que, segundo
ele, fica a aproximadamente três quilômetros da
Praia do Guaraú [por mar]. O profissional também
contou que socorristas chegaram a utilizar motos
aquáticas para procurar a vítima, mas não
adiantou.
Soniel explica que os bombeiros
costumam navegar quase 300 metros ao redor da
área do desaparecimento. A distância, segundo
ele, normalmente é suficiente para localizar
vítimas. No caso de Priscilla, porém a estratégia
não funcionou. "Uma coisa bem fora do normal",
lembra. A sobrevivente relatou que, depois de ter
sido arrastada pelo mar para a segunda região de
pedras, ela conseguiu subir nas rochas e seguiu
por uma trilha.
O sargento explicou que a trilha, apesar
de poder ser utilizada, é pouco movimentada e
"difícil de andar". Além disso, demonstrou
surpresa pelo fato de a esteticista não saber
nadar e ter conseguido se manter na água por
horas numa região de mar agitado.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/05/20/bombeiroque-atuou-na-busca-de-mulher-dada-como-morta-mas-que-apareceu-vivahoras-depois-revela-nunca-vi-algo-semelhante.ghtml (adaptado) Acesso em
20 de maio de 2022.
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como morta, mas que apareceu viva horas
depois revela: 'nunca vi algo semelhante'.
"Em 20 anos de profissão, nunca vi algo
semelhante", afirma o 3° sargento de Polícia Militar
Soniel, de 49 anos, que atuou nas buscas pela
esteticista Priscilla Pereira da Silva, de 46, que
ficou desaparecida por quase 9h na última terça-feira
(17) no mar em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Ela
chegou a ser dada como morta por familiares e
amigos. Em entrevista exclusiva, o sargento do
Corpo de Bombeiros confessou que nunca havia
vivenciado situação semelhante à que foi
protagonizada pela esteticista.
Soniel conta que o grupo de salvamento,
formado por seis oficiais, começou o trabalho de
buscas por volta das 8h, na Praia do Guaraú. A
mulher, no entanto, foi encontrada longe do mar,
mais precisamente na beira da estrada, por volta
das 16h. Foi uma colega confeiteira quem a
resgatou. Segundo o sargento, durante os
trabalhos de buscas, a sobrevivente chegou a ser
avistada na "Toca do Índio", praia que, segundo
ele, fica a aproximadamente três quilômetros da
Praia do Guaraú [por mar]. O profissional também
contou que socorristas chegaram a utilizar motos
aquáticas para procurar a vítima, mas não
adiantou.
Soniel explica que os bombeiros
costumam navegar quase 300 metros ao redor da
área do desaparecimento. A distância, segundo
ele, normalmente é suficiente para localizar
vítimas. No caso de Priscilla, porém a estratégia
não funcionou. "Uma coisa bem fora do normal",
lembra. A sobrevivente relatou que, depois de ter
sido arrastada pelo mar para a segunda região de
pedras, ela conseguiu subir nas rochas e seguiu
por uma trilha.
O sargento explicou que a trilha, apesar
de poder ser utilizada, é pouco movimentada e
"difícil de andar". Além disso, demonstrou
surpresa pelo fato de a esteticista não saber
nadar e ter conseguido se manter na água por
horas numa região de mar agitado.
Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/05/20/bombeiroque-atuou-na-busca-de-mulher-dada-como-morta-mas-que-apareceu-vivahoras-depois-revela-nunca-vi-algo-semelhante.ghtml (adaptado) Acesso em
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