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Homem de 54 anos, sem comorbidades, é diagnosticado com
adenocarcinoma de reto médio. A RNM de pelve demonstra
tumor de 4,5 cm, T3N2M0, com margem circunferencial de
ressecção ameaçada (distância tumor-fáscia mesoretal < 1 mm) e
evidência de invasão vascular extramural. As tomografias de
tórax, abdome e pelve não demonstram doença a distância.
A conduta mais adequada para nesee caso é
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Mulher de 48 anos, G3/P3/A0, refere perda involuntária de fezes
sólidas há cerca de 2 anos, com piora progressiva. Nega cirurgias
anorretais prévias. Ao exame proctológico, observa-se tônus
esfincteriano reduzido ao toque retal e cicatriz perineal anterior
compatível com laceração obstétrica prévia. A manometria
anorretal demonstra redução da pressão de repouso e pressão de
contração voluntária dentro dos limites da normalidade.
Assinale a opção que apresenta o exame complementar a ser
solicitado a seguir e o achado esperado que confirmará a
hipótese diagnóstica?
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Mulher de 58 anos, sem comorbidades relevantes, é
diagnosticada com carcinoma de células escamosas do canal anal
após biópsia de lesão ulcerada de 3,5 cm identificada à
anuscopia. O estadiamento clínico da doença mostra tratar-se de
T2-N0-M0. A paciente é submetida a quimiorradioterapia
conforme protocolo de Nigro modificado, com resposta clínica
completa confirmada 26 semanas após o término do tratamento.
A conduta mais adequada para essa paciente para os primeiros 2
anos de seguimento é:
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Uma paciente de 64 anos, não tabagista, com história de náuseas
e vômitos pós-operatórios em uma colecistectomia
videolaparoscópica há 5 anos, é admitida para ressecção anterior
do reto por adenocarcinoma. O anestesiologista aplica a escala
de risco de NVPO preconizada pelo protocolo ERAS no
ambulatório pré-operatório e estratifica o risco da paciente.
A conduta medicamentosa adequada para a prevenção de
náuseas se vômitos pós-operatóriospara o caso, é
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Menino de 8 anos é trazido ao ambulatório com queixa de
diarreia crônica, dor abdominal recorrente e dificuldade de ganho
de peso há cerca de um ano. Episódios esporádicos de
hematoquezia são relatados pelos pais. A família mostra-se
preocupada pois o pai tratou câncer colorretal aos 50 anos. Ao
exame físico, não há alterações na pele ou mucosas. A
colonoscopia realizada para investigação demonstra quatro
pólipos sésseis de aspecto avermelhado e superfície irregular no
cólon e reto, com tamanhos entre 0,8 e 2 cm. O
anatomopatológico revela pólipos hamartomatosos sem
displasia.
A conduta correta, nesse caso, é indicar
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Mulher de 34 anos, tabagista, com IMC de 32 kg/m², apresenta
nódulos subcutâneos dolorosos na região perianal e inguinal há 5
anos, com períodos de melhora espontânea e reagudização.
Ao exame, observam-se trajetos fistulosos intercomunicantes,
com drenagem de secreção purulenta, e cicatrizes retráteis. Os
exames endoscópicos do cólon, reto e ânus são normais.
Assinale a opção que descreve corretamente o mecanismo
etiopatogênico da doença.
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Homem de 45 anos refere abscesso anal drenado
espontaneamente há 4 meses, sem resolução completa, com
drenagem de secreção purulenta persistente por dois orifícios
externos localizados nas regiões isquiorretais direita e esquerda.
A ressonância magnética demonstra trajeto fistuloso posterior
intercomunicante, atravessando o espaço situado entre o
músculo elevador do ânus e o ligamento anococcígeo.
O seguinte espaço anatômico permite a propagação do processo
supurativo de um espaço isquiorretal ao contralateral, nesse
caso:
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Mulher de 25 anos, sem comorbidades, apresenta dor anal
intensa durante e após a evacuação, há 3 meses. O exame
proctológico mostra úlcera linear de bordos regulares com
exposição de fibras do esfíncter interno localizada em linha média
posterior. Observa-se ainda papila hipertrófica proximal e
presença de plicoma. A manometria anorretal mostra hipertonia
do esfíncter interno.
O seguinte mecanismo fisiopatológico explica a cronificação da
lesão e a resistência à cicatrização:
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Gestante de 32 anos, com 34 semanas de gestação, procura
atendimento de urgência por dor anal intensa e prolapso há 18
horas. Ao exame observam-se hemorroidas internas prolabadas,
irredutíveis, com edema acentuado e mucosa com alteração de
coloração sugestiva de comprometimento vascular incipiente.
Não há sinais de necrose franca. A paciente encontra-se com
sinais
vitais
normais
e sem contrações uterinas.
A conduta correta nesse caso é
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Paciente de 67 anos, sexo masculino, procura o pronto-socorro
com icterícia progressiva há três semanas, colúria, perda
ponderal de 12 kg nos últimos três meses, anorexia e dor
contínua em região epigástrica irradiada para o dorso. Ao exame
físico, apresenta icterícia cutaneomucosa, frequência cardíaca de
96 bpm, pressão arterial de 118 × 72 mmHg e vesícula biliar
palpável, indolor. Os exames laboratoriais demonstram:
bilirrubina total 12,4 mg/dL, bilirrubina direta 10,2 mg/dL,
fosfatase alcalina 842 U/L, gama-glutamiltransferase 1.186 U/L,
AST 168 U/L, ALT 194 U/L, CA 19-9 986 U/mL e CEA 9,2 ng/mL. A
tomografia computadorizada de abdome com contraste
evidencia massa sólida hipoatenuante de 3,8 cm na cabeça do
pâncreas, causando dilatação simultânea do colédoco e do ducto
pancreático principal (sinal do duplo ducto), sem evidências de
metástases hepáticas ou pulmonares.
O próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica
desse paciente é
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