Paciente de 48 anos, sexo masculino, procura atendimento por
dispepsia progressiva, saciedade precoce e perda ponderal de 8
kg nos últimos quatro meses. Refere consumo frequente de
bebidas alcoólicas apenas socialmente. Durante a consulta, sua
esposa informa que o paciente ingere grande quantidade de
álcool nos finais de semana há mais de 20 anos e tem comido
menos quantidade de comida nos últimos meses após os
sintomas gástricos. A endoscopia digestiva alta evidenciou
extensa lesão vegetante, friável, irregular e intensamente
vascularizada, comprometendo o corpo gástrico até a região pré
pilórica. Foram realizadas múltiplas biópsias da lesão.
O resultado histopatológico mais provável e a conduta inicial
mais adequada são:
Paciente com 45 anos, sexo feminino, procura clínica de
endoscopia para investigação de refluxo gastroesofágico e pirose
pós-prandial. Refere uso contínuo de inibidor da bomba de
prótons há vários anos. Durante a endoscopia digestiva alta
foram identificados múltiplos pólipos que mediam entre 2 e 5
mm, eram sésseis, de superfície lisa e localizavam-se
predominantemente no corpo e fundo gástricos. Biópsias
evidenciaram dilatação cística das glândulas oxínticas, sem
displasia.
Como os pólipos eram numerosos, nem todos foram biopsiados.
Paciente de 38 anos, sexo feminino, apresenta epigastralgia há
meses, episódios de melena e endoscopia evidenciando úlcera
pré-pilórica associada à úlcera em bulbo duodenal. Foram
realizadas biópsias do antro gástrico e da borda ulcerada.
O achado histopatológico mais compatível com a etiologia das
lesões é a presença de
Paciente com 54 anos, sexo masculino, realizou colonoscopia
após resultado positivo em teste de sangue oculto nas fezes.
Foram identificados e removidos oito pólipos adenomatosos
distribuídos pelo cólon. A análise histopatológica revela
adenomas tubulares com displasia de alto grau, sem evidência de
carcinoma invasivo. O paciente é orientado a repetir a
colonoscopia em um ano por razão do elevado número de adenomas
e
do
risco
de
recorrência. O aumento da atividade da seguinte enzima mais provavelmente
contribuiria para a recorrência e progressão da neoplasia colônica
desse paciente:
Paciente com 63 anos, sexo masculino, é submetido à
colonoscopia após resultado positivo no teste imunológico fecal.
Durante o exame identifica-se, no cólon descendente, uma lesão
plana de 8 mm predominantemente deprimida, não pediculada,
apresentando depressão central bem delimitada em relação à
mucosa adjacente, sem ulceração.
Considerando especificamente a Classificação de Paris para
lesões superficiais do trato gastrointestinal, essa lesão é
classificada como
Paciente de 45 anos é submetido a uma colangiografia
intraoperatória durante colecistectomia videolaparoscópica, que
revela a anatomia normal da via biliar extra-hepática. O cirurgião
identifica a estrutura que marca a transição entre o ducto
hepático comum e o ducto colédoco (CBD).
Essa transição é marcada pela inserção da seguinte estrutura:
Uma paciente de 31 anos refere quadro de dor pós-prandial em
HCD e epigástrio, associada a náuseas. USG foi realizada e
mostrou vesícula biliar com imagem hiperecoica de
aproximadamente 2 cm com sombra acústica posterior.
Em relação ao diagnóstico dessa paciente, é correto afirmar que
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão.
Uma paciente jovem, 29 anos, apresenta episódios de
sangramento nas fezes em 2 ocasiões. Realiza uma colonoscopia
que mostra um pólipo de pedículo largo (1 cm) medindo 3 cm a
15 cm da margem anal.
É realizada a polipectomia cujo histopatológico mostra
adenocarcinoma bem diferenciado de aproximadamente 1cm,
sem invasão angiolinfática e perineural, com margens radiais e
profundas livres, tumor budding baixo e classificação Haggit 3.
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão.
Uma paciente jovem, 29 anos, apresenta episódios de
sangramento nas fezes em 2 ocasiões. Realiza uma colonoscopia
que mostra um pólipo de pedículo largo (1 cm) medindo 3 cm a
15 cm da margem anal.
É realizada a polipectomia cujo histopatológico mostra
adenocarcinoma bem diferenciado de aproximadamente 1cm,
sem invasão angiolinfática e perineural, com margens radiais e
profundas livres, tumor budding baixo e classificação Haggit 3.