Foram encontradas 50 questões.
Lactente, sexo masculino, 5 meses de idade, previamente hígido, chega à emergência com quadro de
bronquiolite viral aguda grave. Apresenta frequência
respiratória de 75 irpm; tiragem subcostal e intercostal significativas; batimento de asa de nariz e saturação de oxigênio (SpO2
) de 89% em ar ambiente. Após
15 minutos de oxigenoterapia com cateter nasal convencional a 2 L/min; a SpO2
evolui para 92%; mas o esforço respiratório persiste intenso. A equipe decide iniciar
oxigenoterapia por cateter nasal de alto fluxo (CNAF).
O pediatra ajusta o CNAF para um fluxo de 6 L/min; FiO2
de 40%; temperatura de 37 ºC e umidificação a 100%.
Após 30 minutos, o bebê apresenta melhora do esforço
respiratório; FR de 50 irpm e tiragem leve, mas a SpO2
oscila entre 93 e 94%. O médico nota que o paciente
ainda apresenta leve gemência.
A partir do exposto, assinale a alternativa correta sobre os fenômenos envolvidos na melhora do paciente e sobre as próximas condutas indicadas.
A partir do exposto, assinale a alternativa correta sobre os fenômenos envolvidos na melhora do paciente e sobre as próximas condutas indicadas.
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Lactente, sexo feminino, nascido com 32 semanas de
gestação (idade gestacional corrigida de 4 meses), é
levado à consulta de puericultura aos 6 meses de idade
cronológica. A mãe relata preocupação porque a bebê
ainda não senta sozinha e não balbucia sons como
mamama ou bababa. Ela também menciona que a
bebê não sorri para estranhos e parece muito quieta.
Ao exame físico, o pediatra observa que a lactente mantém a cabeça firme, quando puxada para sentar, rola de
barriga para cima para barriga para baixo e estende as
mãos para pegar objetos, mas não consegue sentar sem
apoio. Ela emite sons vocálicos (“aaaa”, “oooo”) e sorri
responsivamente para a mãe, mas não para o pediatra.
Não há dismorfias ou achados neurológicos focais.
Considerando os marcos do desenvolvimento neuropsicomotor esperados, os fatores de risco da prematuridade e a importância da vigilância do desenvolvimento, qual a interpretação correta dos achados e a conduta apropriada?
Considerando os marcos do desenvolvimento neuropsicomotor esperados, os fatores de risco da prematuridade e a importância da vigilância do desenvolvimento, qual a interpretação correta dos achados e a conduta apropriada?
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Pré-escolar, com 5 anos de idade é levada, à consulta
de puericultura. A mãe relata que, durante um exame de
rotina na escola, foi detectado um sopro cardíaco, o que a
deixou muito preocupada. A criança é ativa, sem queixas
de dispneia, cianose, dor torácica, palpitações ou fadiga.
Seu desenvolvimento neuropsicomotor e ponderoestatural são adequados para a idade. Não há histórico familiar de cardiopatias congênitas ou morte súbita. Ao exame físico, o pediatra ausculta um sopro sistólico ejetivo,
de intensidade 2+/6+, melhor audível na borda esternal
esquerda alta e na região infraclavicular direita. O sopro
é musical, de alta frequência, e sua intensidade varia
com a posição (diminui quando sentado e aumenta em
decúbito dorsal) e com a fase da respiração (diminui na
inspiração profunda). As bulhas cardíacas são normofonéticas, sem desdobramentos fixos ou cliques. Pulsos
periféricos são amplos e simétricos.
Considerando a semiologia cardíaca pediátrica e os critérios para diferenciação entre sopros inocentes e patológicos, assinale a afirmativa correta.
Considerando a semiologia cardíaca pediátrica e os critérios para diferenciação entre sopros inocentes e patológicos, assinale a afirmativa correta.
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Um recém-nascido (RN) a termo, com 32 horas de vida,
nascido de parto vaginal sem intercorrências, filho de mãe
saudável, encontra-se em alojamento conjunto, em aleitamento materno exclusivo e clinicamente assintomático.
Como parte da rotina de triagem neonatal, é realizado o teste do coraçãozinho. Os resultados obtidos são os seguintes:
• Primeira aferição (32 horas de vida):
Saturação de Oxigênio (SpO2 ) na mão direita: 94%
SpO2 no pé esquerdo: 91%
Diferença entre pré e pós-ductal: 3%
• Segunda aferição (após 1 hora da primeira):
SpO2 na mão direita: 93%
SpO2 no pé esquerdo: 89%
Diferença entre pré e pós-ductal: 4%
Considerando as diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria para a triagem neonatal por oximetria de pulso para identificação de cardiopatias congênitas críticas (CCC), qual a interpretação correta dos resultados e a conduta subsequente apropriada?
• Primeira aferição (32 horas de vida):
Saturação de Oxigênio (SpO2 ) na mão direita: 94%
SpO2 no pé esquerdo: 91%
Diferença entre pré e pós-ductal: 3%
• Segunda aferição (após 1 hora da primeira):
SpO2 na mão direita: 93%
SpO2 no pé esquerdo: 89%
Diferença entre pré e pós-ductal: 4%
Considerando as diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria para a triagem neonatal por oximetria de pulso para identificação de cardiopatias congênitas críticas (CCC), qual a interpretação correta dos resultados e a conduta subsequente apropriada?
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Escolar, sexo masculino, com 8 anos de idade e diagnóstico de fibrose cística, necessita de vacinação pneumocócica. Ele já recebeu o esquema de rotina com VPC10
na infância.
De acordo com as indicações para vacinação pneumocócica em Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), qual vacina pneumocócica é indicada para esse paciente no CRIE?
De acordo com as indicações para vacinação pneumocócica em Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), qual vacina pneumocócica é indicada para esse paciente no CRIE?
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Escolar, sexo masculino, com 8 anos de idade, com histórico de leucemia linfoide aguda (LLA) diagnosticada
aos 4 anos, foi submetido a um Transplante de células-
-tronco hematopoiéticas (TCTH) alogênico (de doador
compatível) há 25 meses. Atualmente, está, há 10 meses,
sem imunossupressão e sem sinais de doença do enxerto contra o hospedeiro. Os pais o trazem para a consulta
de rotina, ansiosos para “colocar em dia” todas as vacinas, especialmente as que foram contraindicadas durante o tratamento e o período inicial pós-TCTH. O paciente encontra-se clinicamente bem, sem febre ou sinais de
infecção, e exames recentes mostram contagem de linfócitos CD4 em ascensão e níveis de IgG sérica dentro
dos limites normais para a idade.
Considerando as recomendações para vacinação em pacientes pós-TCTH nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), é correto afirmar que a conduta adequada, nesse momento, é
Considerando as recomendações para vacinação em pacientes pós-TCTH nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), é correto afirmar que a conduta adequada, nesse momento, é
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Um lactente vacinado com BCG, há 12 semanas, apresentou uma reação local que evoluiu para uma úlcera com
diâmetro de, aproximadamente, 2,5 cm no local da aplicação, que tem durado cerca de 5 semanas. Não há sinais
de infecção secundária ou linfadenopatia supurada.
Qual a conduta recomendada para esse evento adverso?
Qual a conduta recomendada para esse evento adverso?
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O Brasil, em alinhamento com a estratégia global de
erradicação da poliomielite, realizou uma importante
mudança em seu calendário vacinal a partir de 2025, suspendendo o uso da vacina oral para poliomielite (VOP)
na rotina e passando a utilizar exclusivamente a vacina inativada poliomielite (VIP) para o esquema primário
e reforços.
Qual o principal motivo para essa transição?
Qual o principal motivo para essa transição?
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Um pediatra está revisando os resultados da triagem
neonatal de um recém-nascido (RN) a termo, do sexo
masculino, com 12 dias de vida. O parto foi vaginal, sem
intercorrências. A mãe é primípara, sem histórico familiar
de doenças genéticas conhecidas, mas teve uma infecção urinária tratada no terceiro trimestre da gestação.
O RN está em aleitamento materno exclusivo, com bom
ganho ponderal e exame físico atual sem anormalidades.
Os resultados da triagem neonatal (coleta no 3o
dia de
vida) são os seguintes:
Teste da Orelhinha (Emissões Otoacústicas Evocadas – EOAE): Falha no ouvido direito.
Teste do Pezinho:
TSH: 18 mUI/L (valor de corte para RN a termo: < 10 mUI/L). Triagem para Fibrose Cística (IRT): 80 ng/mL (valor de corte: < 60 ng/mL).
Triagem para Hemoglobinopatias: Padrão FA (Hemoglobina F e Hemoglobina A presentes).
Considerando a urgência e a especificidade de cada achado da triagem neonatal, qual a conduta crítica e imediata a ser tomada pelo pediatra para esse RN?
Teste da Orelhinha (Emissões Otoacústicas Evocadas – EOAE): Falha no ouvido direito.
Teste do Pezinho:
TSH: 18 mUI/L (valor de corte para RN a termo: < 10 mUI/L). Triagem para Fibrose Cística (IRT): 80 ng/mL (valor de corte: < 60 ng/mL).
Triagem para Hemoglobinopatias: Padrão FA (Hemoglobina F e Hemoglobina A presentes).
Considerando a urgência e a especificidade de cada achado da triagem neonatal, qual a conduta crítica e imediata a ser tomada pelo pediatra para esse RN?
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Recém-nascida (RN), 3 dias de vida, é avaliada em consulta de puericultura. Nascida a termo por parto pélvico,
mãe primípara. Ao exame físico, o pediatra observa assimetria discreta das pregas glúteas, mas a abdução dos
quadris parece simétrica. O pediatra, com a RN em decúbito dorsal sobre uma superfície firme, com quadris e joelhos fletidos a 90 graus, e pés voltados para si, procede
à avaliação da estabilidade dos quadris: com o polegar
posicionado na face interna da coxa (trocânter menor)
e os dedos na face externa (trocânter maior), o médico
realiza um movimento de adução forçada e pressão posterior sobre o fêmur direito. Nesse momento, sente-se uma
sensação de deslizamento da cabeça femoral para fora do
acetábulo, acompanhada de um discreto “clunk” palpável.
Em seguida, o médico mantém os dedos sobre o trocânter maior e o polegar na face interna da coxa. Com o
quadril em posição neutra e em leve abdução, ele realiza
um movimento de abdução e rotação externa da coxa
direita, aplicando uma pressão suave no trocânter maior.
Observa-se a reentrada da cabeça femoral no acetábulo,
com uma sensação de “click” palpável.
Considerando a técnica, o objetivo e os achados das manobras de avaliação da estabilidade do quadril no RN, qual a interpretação correta desses achados e a conduta subsequente adequada?
Considerando a técnica, o objetivo e os achados das manobras de avaliação da estabilidade do quadril no RN, qual a interpretação correta desses achados e a conduta subsequente adequada?
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