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Foram encontradas 109 questões.

1077664 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP
A idade do meu pai é o quadruplo da idade do meu filho mais 10 anos. Minha idade é o triplo da idade do meu filho menos 5 anos. Se eu tenho 40 anos, as idades do meu pai e do meu filho são, em anos, respectivamente:
 

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1077663 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP
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Suponha que agora um relógio de ponteiros indique 3h exatamente e que o relógio esteja funcionando normalmente. Depois de certo tempo, se o ponteiro das horas (o menor) avançar 75° (setenta e cinco graus), então, o novo horário que o relógio irá marcar será
 

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1077662 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP
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Em uma pesquisa 60% dos entrevistados preferem suco de graviola e 50% suco de açaí. Se 15% dos entrevistados gostam dos dois sabores, então, a porcentagem de entrevistados que não gostam de nenhum dos dois é de
 

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1077661 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP
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1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.)

Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado. (2° parágrafo)

Uma nova redação para a frase acima, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido, encontra-se em:

 

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1077660 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP
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1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.)

As frases abaixo referem-se à pontuação do texto.

I. Em ... chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga... (1° parágrafo), o ponto final pode ser substituído por dois-pontos, uma vez que se elencam exemplos do que foi dito anteriormente.

II. Em Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir (1° parágrafo), as vírgulas podem ser substituídas por travessões, uma vez que isolam um aposto.

III. Com as devidas alterações, o ponto final em ...depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre (3° parágrafo) pode ser substituído por vírgula, sem prejuízo para o sentido e a correção.

Está correto o que consta APENAS de

 

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1077659 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam,apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje ospaíses pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse númeroquase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de vivermais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado deideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinaçãoem massa e pela descoberta dos antibióticos.

No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentosda sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. (último parágrafo)

Colocando-se o segmento sublinhado acima na função de sujeito da frase, o verbo “desmentir” deverá adotar a seguinte forma:

 

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1077658 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

Em janeiro de 1968, estreava na Europa e nos Estados Unidos um filme considerado o primeiro da nova era do cinema hollywoodiano, por quebrar tabus e fazer sucesso entre o público jovem. Era Bonnie e Clyde, de Arthur Penn. Tratava-se da história de dois jovens apaixonados, ladrões de banco, que circulavam pelo centro dos Estados Unidos durante a Grande Depressão. O casal reforçava nos jovens a ideia da quebra de todas as regras.

Lançado num país que ainda se recuperava do trauma do assassinato do presidente John Kennedy e via aumentar a tensão provocada por conflitos raciais, o filme causou repulsa e indignação entre os críticos. Por adotar, com humor, o ponto de vista dos criminosos, foi visto como subversivo.

Paralelamente ao lançamento do filme, surgiam produtos que se destinavam exclusivamente aos jovens e que passariam a depender do consumo destes. Esses produtos atravessavam as fronteiras nacionais com uma facilidade sem precedentes e a cultura de massas tornou-se internacional por definição.

(Adaptado de: ZAPPA, Regina e SOTO, Ernesto. 1968: Eles só queriam mudar o mundo. Rio de Janeiro: Zahar, edição digital)

O casal reforçava nos jovens a ideia da quebra de todas as regras. (1° parágrafo)

O termo que possui a mesma função sintática do sublinhado acima está também sublinhado em:

 

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1077657 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

Em janeiro de 1968, estreava na Europa e nos Estados Unidos um filme considerado o primeiro da nova era do cinema hollywoodiano, por quebrar tabus e fazer sucesso entre o público jovem. Era Bonnie e Clyde, de Arthur Penn. Tratava-se da história de dois jovens apaixonados, ladrões de banco, que circulavam pelo centro dos Estados Unidos durante a Grande Depressão. O casal reforçava nos jovens a ideia da quebra de todas as regras.

Lançado num país que ainda se recuperava do trauma do assassinato do presidente John Kennedy e via aumentar a tensão provocada por conflitos raciais, o filme causou repulsa e indignação entre os críticos. Por adotar, com humor, o ponto de vista dos criminosos, foi visto como subversivo.

Paralelamente ao lançamento do filme, surgiam produtos que se destinavam exclusivamente aos jovens e que passariam a depender do consumo destes. Esses produtos atravessavam as fronteiras nacionais com uma facilidade sem precedentes e a cultura de massas tornou-se internacional por definição.

(Adaptado de: ZAPPA, Regina e SOTO, Ernesto. 1968: Eles só queriam mudar o mundo. Rio de Janeiro: Zahar, edição digital)

Depreende-se do texto que o filme Bonnie e Clyde

I. foi considerado um risco para a ordem estabelecida, uma vez que adotou com humor o ponto de vista de dois ladrões de banco.

II. foi aclamado pela crítica por quebrar paradigmas e inaugurar uma nova etapa no cinema de Hollywood.

III. desagradou o público jovem pela falta de seriedade com que abordou o tema dos conflitos raciais que eclodiam nos Estados Unidos da época.

Está correto o que consta APENAS de

 

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1077656 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje os países pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado de ideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e pela descoberta dos antibióticos.

No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentos da sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Considerado o contexto, afirma-se corretamente:
 

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Questão presente nas seguintes provas
1077655 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP
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1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.)

Em Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo, pode-se substituir o verbo sublinhado, mantendo-se a correção e um sentido adequado ao contexto, por
 

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