Foram encontradas 120 questões.
Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) tem sido utilizada na avaliação após transtornos agudos, condições traumáticas, condições cronicas e na geriatria, e contribui para responder a importantes questões da saúde publica.
Provas
Um paciente de 24 anos de idade, pedreiro, com sequela de politraumatismo cranioencefálico, relata que sofreu um acidente motociclístico, ficando 27 dias em coma, e, ao sair do coma, não apresentava movimentos e tinha afasia. Com a alta hospitalar, foi encaminhado para o departamento de fisioterapia do município. No início do quadro, ele apresentava pneumonia nasocomial, sequelas neurológicas graves, nível quatro na escala de coma de Glasgow, cicatriz abdominal em quadrante superior esquerdo, impossibilidade de realizar atividades de vida diária e cognitivo alterado. Utiliza cadeira de rodas como auxílio para locomoção. Por meio da avaliação, o paciente manifestava quadro álgico, encurtamento da musculatura posterior do tronco, edema em MMII, sinal de cacifo positivo, hipomobilidade articular, diminuição da forca e amplitude de movimento em MMII e MSE. Em razão disso, o paciente não consegue deambular.
Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os exercícios de alongamento balístico são contraindicados para esse paciente.
Provas
Um paciente de 24 anos de idade, pedreiro, com sequela de politraumatismo cranioencefálico, relata que sofreu um acidente motociclístico, ficando 27 dias em coma, e, ao sair do coma, não apresentava movimentos e tinha afasia. Com a alta hospitalar, foi encaminhado para o departamento de fisioterapia do município. No início do quadro, ele apresentava pneumonia nasocomial, sequelas neurológicas graves, nível quatro na escala de coma de Glasgow, cicatriz abdominal em quadrante superior esquerdo, impossibilidade de realizar atividades de vida diária e cognitivo alterado. Utiliza cadeira de rodas como auxílio para locomoção. Por meio da avaliação, o paciente manifestava quadro álgico, encurtamento da musculatura posterior do tronco, edema em MMII, sinal de cacifo positivo, hipomobilidade articular, diminuição da forca e amplitude de movimento em MMII e MSE. Em razão disso, o paciente não consegue deambular.
Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para o ganho de amplitude de movimento, os exercícios de Mulligan, para extensão terminal de joelho, são recomendados.
Provas
Um paciente de 24 anos de idade, pedreiro, com sequela de politraumatismo cranioencefálico, relata que sofreu um acidente motociclístico, ficando 27 dias em coma, e, ao sair do coma, não apresentava movimentos e tinha afasia. Com a alta hospitalar, foi encaminhado para o departamento de fisioterapia do município. No início do quadro, ele apresentava pneumonia nasocomial, sequelas neurológicas graves, nível quatro na escala de coma de Glasgow, cicatriz abdominal em quadrante superior esquerdo, impossibilidade de realizar atividades de vida diária e cognitivo alterado. Utiliza cadeira de rodas como auxílio para locomoção. Por meio da avaliação, o paciente manifestava quadro álgico, encurtamento da musculatura posterior do tronco, edema em MMII, sinal de cacifo positivo, hipomobilidade articular, diminuição da forca e amplitude de movimento em MMII e MSE. Em razão disso, o paciente não consegue deambular.
Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O TCE pode ser classificado em apenas dois tipos, de acordo com a natureza do ferimento do cranio: traumatismo craniano fechado, quando não há ferimentos no cranio ou existe apenas uma fratura linear; e a fratura com afundamento do cranio, que se caracteriza pela presença de fragmento ósseo fraturado afundado, comprimindo e lesando o cérebro.
Provas
Um paciente de 24 anos de idade, pedreiro, com sequela de politraumatismo cranioencefálico, relata que sofreu um acidente motociclístico, ficando 27 dias em coma, e, ao sair do coma, não apresentava movimentos e tinha afasia. Com a alta hospitalar, foi encaminhado para o departamento de fisioterapia do município. No início do quadro, ele apresentava pneumonia nasocomial, sequelas neurológicas graves, nível quatro na escala de coma de Glasgow, cicatriz abdominal em quadrante superior esquerdo, impossibilidade de realizar atividades de vida diária e cognitivo alterado. Utiliza cadeira de rodas como auxílio para locomoção. Por meio da avaliação, o paciente manifestava quadro álgico, encurtamento da musculatura posterior do tronco, edema em MMII, sinal de cacifo positivo, hipomobilidade articular, diminuição da forca e amplitude de movimento em MMII e MSE. Em razão disso, o paciente não consegue deambular.
Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O mecanismo de lesão do traumatismo cranioencefálico (TCE) é classificado em lesão cerebral focal e lesão cerebral difusa, a primeira resultando em contusão, laceração e hemorragia intracraniana por trauma local direto. Já a segunda é causada por lesão axonal difusa e aumento do tamanho do cérebro, edema, pelo mecanismo de aceleração/desaceleração.
Provas
Uma paciente de 43 anos de idade sofreu um acidente, em 2018, que a deixou paraplégica, com lesão medular traumática incompleta (lesão penetrante por projétil de arma de fogo) no nível de T2. No primeiro ano após a lesão, a paciente manifestou um quadro tetraplégico, sem controle esfincteriano e bexiga atônita, fazendo-se necessário o uso de sonda. Nesse período, ela não recebeu atendimento fisioterapêutico domiciliar, o que levou ao surgimento de úlceras de pressão, que, com o agravo, ocasionaram perda tecidual das regiões (trocantéricas, sacrais, isquiais). Atualmente, a paciente encontra-se em um quadro paraplégico, possuindo controle de esfíncter anal, porém, sem controle sobre o esvaziamento da bexiga, fazendo-se necessário o uso de fraldas. Locomove-se em seu ambiente domiciliar utilizando cadeira de rodas. Apresenta preservação de cognição e possui independência. Durante a inspeção, observam-se pés em plantiflexão, tônus muscular aumentado em membros inferiores e mobilidade de membros superiores preservada.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A escala de Ashoworth é utilizada para avaliação da condição funcional do paciente, podendo estar correlacionada à sua atividade de vida diária.
Provas
Uma paciente de 43 anos de idade sofreu um acidente, em 2018, que a deixou paraplégica, com lesão medular traumática incompleta (lesão penetrante por projétil de arma de fogo) no nível de T2. No primeiro ano após a lesão, a paciente manifestou um quadro tetraplégico, sem controle esfincteriano e bexiga atônita, fazendo-se necessário o uso de sonda. Nesse período, ela não recebeu atendimento fisioterapêutico domiciliar, o que levou ao surgimento de úlceras de pressão, que, com o agravo, ocasionaram perda tecidual das regiões (trocantéricas, sacrais, isquiais). Atualmente, a paciente encontra-se em um quadro paraplégico, possuindo controle de esfíncter anal, porém, sem controle sobre o esvaziamento da bexiga, fazendo-se necessário o uso de fraldas. Locomove-se em seu ambiente domiciliar utilizando cadeira de rodas. Apresenta preservação de cognição e possui independência. Durante a inspeção, observam-se pés em plantiflexão, tônus muscular aumentado em membros inferiores e mobilidade de membros superiores preservada.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O índice de Barthel pode ser utilizado como critério de avaliação para essa paciente. Ele tem por função avaliar o grau de autonomia (independência) de um paciente, levando em conta 10 itens de mobilidade e cuidados com as atividades da vida diária (AVDs). Cada atividade possui um escore com pontuação que varia entre zero (dependente), cinco (necessidade de ajuda ou supervisão), 10 (parcialmente dependente) e 15 (independente), sendo que, ao final, são somados 100 pontos.
Provas
Uma paciente de 43 anos de idade sofreu um acidente, em 2018, que a deixou paraplégica, com lesão medular traumática incompleta (lesão penetrante por projétil de arma de fogo) no nível de T2. No primeiro ano após a lesão, a paciente manifestou um quadro tetraplégico, sem controle esfincteriano e bexiga atônita, fazendo-se necessário o uso de sonda. Nesse período, ela não recebeu atendimento fisioterapêutico domiciliar, o que levou ao surgimento de úlceras de pressão, que, com o agravo, ocasionaram perda tecidual das regiões (trocantéricas, sacrais, isquiais). Atualmente, a paciente encontra-se em um quadro paraplégico, possuindo controle de esfíncter anal, porém, sem controle sobre o esvaziamento da bexiga, fazendo-se necessário o uso de fraldas. Locomove-se em seu ambiente domiciliar utilizando cadeira de rodas. Apresenta preservação de cognição e possui independência. Durante a inspeção, observam-se pés em plantiflexão, tônus muscular aumentado em membros inferiores e mobilidade de membros superiores preservada.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os objetivos do tratamento para essa paciente seriam: normalizar o tônus muscular; incrementar a amplitude de movimento (ADM) em membros inferiores; estimular a flexibilidade em membros inferiores; e ampliar a forca muscular em membros inferiores.
Provas
Uma paciente de 43 anos de idade sofreu um acidente, em 2018, que a deixou paraplégica, com lesão medular traumática incompleta (lesão penetrante por projétil de arma de fogo) no nível de T2. No primeiro ano após a lesão, a paciente manifestou um quadro tetraplégico, sem controle esfincteriano e bexiga atônita, fazendo-se necessário o uso de sonda. Nesse período, ela não recebeu atendimento fisioterapêutico domiciliar, o que levou ao surgimento de úlceras de pressão, que, com o agravo, ocasionaram perda tecidual das regiões (trocantéricas, sacrais, isquiais). Atualmente, a paciente encontra-se em um quadro paraplégico, possuindo controle de esfíncter anal, porém, sem controle sobre o esvaziamento da bexiga, fazendo-se necessário o uso de fraldas. Locomove-se em seu ambiente domiciliar utilizando cadeira de rodas. Apresenta preservação de cognição e possui independência. Durante a inspeção, observam-se pés em plantiflexão, tônus muscular aumentado em membros inferiores e mobilidade de membros superiores preservada.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em pacientes com trauma raquimedular (TRM), a avaliação neurológica é baseada na sensibilidade e na função motora e possui uma etapa compulsória, na qual se determinam o nível da lesão neurológica, o nível motor e o sensitivo e obtêm-se números que, em conjunto, fornecem um escore.
Provas
Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.
Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Pela classificação do GMFCS desse paciente, espera-se, como prognóstico, que ele seja capaz de deambular utilizando um dispositivo manual de mobilidade.
Provas
Caderno Container