Foram encontradas 50 questões.
Analise o esquema abaixo, que se refere, de forma bem simplificada, ao processo de fotossíntese.

Suponha que uma cultura de algas verdes seja iluminada e receba gás carbônico com o isótopo C-14 e água com o isótopo O-18. Pode-se afirmar que
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Exames de urina ajudam a diagnosticar alguns problemas que ocorrem em nosso organismo. Em um hospital, a análise da urina de um paciente adulto revelou o seguinte resultado para alguns de seus componentes:
| COMPONENTE |
VALORES DE REFERÊNCIA |
|
| Proteína |
ausente | ausente |
| Glicose |
presente ++++ (alto) | ausente |
| Cristais |
ausentes | ausentes |
| Creatinina |
0,90 mg/dL | 0,60 a 1,30 mg/dL |
O resultado da análise nos dá indício de que o paciente em questão
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Certas doenças observadas em nossa espécie podem ser devidas a alterações em genes mitocondriais, que são transmitidos de uma geração a outra
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Considere dois pares de genes com segregação independente em uma angiosperma que tem autopolinização, e cujas flores têm apenas um ovário, no qual se aloja um único óvulo. Suponha que as células diploides da flor de um exemplar dessa espécie apresentassem genótipo AaBb , e que a partir dela tenham se originado componentes com determinadas constituições genéticas , que se encontram na tabela abaixo.
|
COMPONENTES |
CONSTITUIÇÃO GENÉTICA |
|
oosfera (gameta feminino) |
AB |
|
células-mãe de esporos masculinos |
AaBb |
|
células do endosperma |
AAaBBb |
Esses dados permitem concluir que
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A tira de quadrinhos abaixo mostra, de maneira espirituosa, o aumento de acuidade auditiva em uma das duas figuras que ali aparecem. Em seguida, há uma descrição de passos hipotéticos, enumerados de 1 a 3, que tentam explicar a evolução do comprimento das orelhas em coelhos.

1. Em algum ponto no passado, os coelhos possuíam orelhas relativamente curtas. Como a sua sobrevivência dependia fortemente da sua capacidade de ouvir um predador que se aproximava, eles distendiam suas orelhas continuamente a fim de ouvir com o máximo de eficiência.
2. A contínua distensão das orelhas afetou as células reprodutivas, com o resultado de que os coelhos vieram gradualmente a ter orelhas mais longas. Esses coelhos, por sua vez, distenderam suas orelhas e passaram o aumento para seus descendentes.
3. Eventualmente, um ponto foi atingido no qual o comprimento da orelha era suficiente para possibilitar aos coelhos sobreviverem sem distensão ulterior. Nesse ponto, o comprimento das orelhas estabilizou-se.
Buffaloe, N. D. Diversidade de plantas e animais. São Paulo. Edgar Blücher, p. 20.
A descrição em questão está em DESACORDO com
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
(...)
Certamente não sabias
que nos fazes sofrer.
É difícil de explicar
esse sofrimento seco (...)
Não é o canto da andorinha, debruçada nos telhados da Lapa,
anunciando que tua vida passou à toa, à toa.
Não é o médico mandando exclusivamente tocar um tango
argentino,
diante da escavação no pulmão esquerdo e do pulmão direito
infiltrado.
Não são os carvoeirinhos raquíticos voltando encarapitados nos
burros velhos.
Não são os mortos do Recife dormindo profundamente na noite.
Nem é tua vida, nem a vida do major veterano da guerra do
Paraguai,
a de Bentinho Jararaca
ou a de Christina Georgina Rossetti:
és tu mesmo, é tua poesia,
tua pungente, inefável poesia,
ferindo as almas, sob a aparência balsâmica,
queimando as almas, fogo celeste, ao visitá-las;
é o fenômeno poético, de que te constituíste o misterioso
portador
e que vem trazer-nos na aurora o sopro quente dos mundos,
das amadas exuberantes e das situações exemplares que não
suspeitávamos.
O trecho acima integra o poema “Ode no Cinquentenário do Poeta Brasileiro”, da obra Sentimento do Mundo de Carlos Drummond de Andrade. Dele NÃO É CORRETO afirmar que
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Texto A
Fabiano (...), saciado, caiu de papo para cima, olhando as estrelas que vinham nascendo. Uma, duas, três, quatro, havia muitas estrelas, havia mais de cinco estrelas no céu. O poente cobria-se de cirros – e uma alegria doida enchia o coração de Fabiano.
Texto B
Uma, duas, três, havia mais de cinco estrelas no céu. A lua estava cercada de um halo cor de leite. Ia chover.
Texto C
A lua crescia, a sombra leitosa crescia, as estrelas foram esmorecendo naquela brancura que enchia a noite. Uma, duas, três, agora havia poucas estrelas no céu. Ali perto a nuvem escurecia o morro.
Os textos acima são de Vidas Secas, de Graciliano Ramos. Da inter-relação deles pode-se deduzir que
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Trecho A
Todavia, importa dizer que este livro é escrito com pachorra, com a pachorra de um homem já desafrontado da brevidade do século, obra supinamente filosófica, de uma filosofia desigual, agora austera, logo brincalhona, coisa que não edifica nem destrói, não inflama nem regela, e é todavia mais do que passatempo e menos do que apostolado.
Trecho B
Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu amas a narração direta e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como os ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem.
Os trechos acima, do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, apresentam, ambos, dominantemente linguagem de idêntica função, ou seja,
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Considerando as situações amorosas que se mostram no romance Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antonio de Almeida, é correto afirmar que
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Nem este meu supercivilizado amigo compreendia que longe de armazéns servidos por três mil caixeiros; e de mercados onde se despejam vergéis e lezírias de trinta províncias; e de bancos em que retine o ouro universal, e de fábricas fumegando com ânsia, inventando com ânsia; e de bibliotecas abarrotadas, a estalar, com a papelada dos séculos; e de fundas milhas de ruas, cortadas, por baixo e por cima, de fios de telégrafos, de fios de telefones, de canos de gases, de canos de fezes; e da fila atroante dos ônibus, tramways, carroças, velocípedes, calhambeques, parelhas de luxo; e de dois milhões de uma vaga humanidade, fervilhando, a ofegar, através da Polícia, na busca dura do pão ou sob a ilusão do gozo – o homem do século XIX pudesse saborear, plenamente, a delícia de viver.
O trecho acima é do romance A Cidade e as Serras, escrito por Eça de Queirós e publicado em 1901. O amigo a que se refere o texto é
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