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Foram encontradas 50 questões.

181826 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Suponha que, em janeiro de 2016, um economista tenha afirmado que o valor da dívida externa do Brasil era de 30 bilhões de reais. Nessa ocasião, ele também previu que, a partir de então, o valor da dívida poderia ser estimado pela lei D(x)=-!$ \dfrac{9}{2} !$. x2 + 18x + 30 em que x é o número de anos contados a partir de janeiro de 2016 (x = 0). Se sua previsão for correta, o maior valor que a dívida atingirá, em bilhões de reais, e o ano em que isso ocorrerá, são, respectivamente,

 

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181822 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Em virtude do aumento dos casos de diferentes tipos de gripe que têm assolado a cidade de São Paulo, preventivamente, alguns prontos-socorros têm distribuído máscaras cirúrgicas àqueles que buscam atendimento. Todas as máscaras de um lote foram distribuídas em quatro dias sucessivos de uma Campanha de Vacinação: no primeiro dia foi distribuído !$ \dfrac{1}{8} !$ do total; no segundo, !$ \dfrac{1}{6} !$ do total; no terceiro, o dobro da quantidade distribuída nos dois primeiros dias. Se no último dia tiverem sido distribuídas as 105 máscaras restantes, o total de máscaras de tal lote é um número compreendido entre:

 

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181819 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Editorial

O valor da vida

Hermann A.V. von Tiesenhausen

Diretor executivo do jornal Medicina

A mistanásia é um termo pouco utilizado nas conversas do dia a dia, mas, que, infelizmente, não está tão distante de nossa realidade. A imprensa registra, sem filtros, o drama de milhares de pacientes e profissionais nos postos de saúde, hospitais e prontos-socorros e traduz a dura proximidade com a expressão.

O significado de mistanásia remete à omissão de socorro, à negligência. Ela representa a morte miserável, antes da hora. É conhecida como a eutanásia social. No Brasil, seu flagelo atinge, sobretudo , os mais carentes, que dependem exclusivamente do Estado quando o corpo padece.

Um exemplo do que a mistanásia pode causar apareceu em série de reportagens exibida pelo Jornal Nacional (Rede Globo), em janeiro, que dissecou o drama dos pacientes com câncer no país. A falta de tudo torna a larga espera pelo atendimento um duro calvário e, em meio ao desespero, centros de excelência, como o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, minguam a céu aberto.

A falência do sistema público de saúde não é só um fenômeno administrativo ou contábil. Quem dera o fosse. Assim, seria mais fácil suportá-la, pois contas se arrumam. A questão é que o desequilíbrio causado por uma gestão feita de pessoas perdidas em meio ao tiroteio entrou em nossas casas pela porta da frente.

A situação grave, contornada com paliativos, ceifa vidas, inclusive de crianças e jovens, impedidos de receber aquilo que a Constituição lhes garante como direito cidadão: o acesso universal, integral, gratuito e com equidade a serviços de saúde de qualidade.

Nesta edição do jornal Medicina, apresentamos números do valor da vida e da saúde de cada brasileiro para o setor público. A média nacional não supera os R$ 4,00 ao dia, ou seja, quase nada se comparado a outros países com modelos assistenciais semelhantes.

Essa conta acentua a tragédia da morte anunciada em corredores e filas de espera e suscita um questionamento importante, pois os dados evidenciam que, apesar do pouco destinado, é o mau uso dos recursos que estão disponíveis que aprofunda a crise.

O Brasil está diante de um dilema. É hora de rever caminhos, adotar novas posturas, corrigir falhas para não sentenciar a população à doença e tirar do estado de coma em que se encontra o Sistema Único de Saúde (SUS), uma das maiores políticas sociais do mundo e balizador de todo modelo de atenção no País.

Jornal Medicina Publicação oficial do Conselho Federal de Medicina. Janeiro 2016.

“[...] estado de coma em que se encontra o Sistema Único de Saúde [...]” Nesse trecho do último parágrafo, a metáfora médica foi empregada para significar que o SUS

 

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181818 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Editorial

O valor da vida

Hermann A.V. von Tiesenhausen

Diretor executivo do jornal Medicina

A mistanásia é um termo pouco utilizado nas conversas do dia a dia, mas, que, infelizmente, não está tão distante de nossa realidade. A imprensa registra, sem filtros, o drama de milhares de pacientes e profissionais nos postos de saúde, hospitais e prontos-socorros e traduz a dura proximidade com a expressão.

O significado de mistanásia remete à omissão de socorro, à negligência. Ela representa a morte miserável, antes da hora. É conhecida como a eutanásia social. No Brasil, seu flagelo atinge, sobretudo , os mais carentes, que dependem exclusivamente do Estado quando o corpo padece.

Um exemplo do que a mistanásia pode causar apareceu em série de reportagens exibida pelo Jornal Nacional (Rede Globo), em janeiro, que dissecou o drama dos pacientes com câncer no país. A falta de tudo torna a larga espera pelo atendimento um duro calvário e, em meio ao desespero, centros de excelência, como o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, minguam a céu aberto.

A falência do sistema público de saúde não é só um fenômeno administrativo ou contábil. Quem dera o fosse. Assim, seria mais fácil suportá-la, pois contas se arrumam. A questão é que o desequilíbrio causado por uma gestão feita de pessoas perdidas em meio ao tiroteio entrou em nossas casas pela porta da frente.

A situação grave, contornada com paliativos, ceifa vidas, inclusive de crianças e jovens, impedidos de receber aquilo que a Constituição lhes garante como direito cidadão: o acesso universal, integral, gratuito e com equidade a serviços de saúde de qualidade.

Nesta edição do jornal Medicina, apresentamos números do valor da vida e da saúde de cada brasileiro para o setor público. A média nacional não supera os R$ 4,00 ao dia, ou seja, quase nada se comparado a outros países com modelos assistenciais semelhantes.

Essa conta acentua a tragédia da morte anunciada em corredores e filas de espera e suscita um questionamento importante, pois os dados evidenciam que, apesar do pouco destinado, é o mau uso dos recursos que estão disponíveis que aprofunda a crise.

O Brasil está diante de um dilema. É hora de rever caminhos, adotar novas posturas, corrigir falhas para não sentenciar a população à doença e tirar do estado de coma em que se encontra o Sistema Único de Saúde (SUS), uma das maiores políticas sociais do mundo e balizador de todo modelo de atenção no País.

Jornal Medicina Publicação oficial do Conselho Federal de Medicina. Janeiro 2016.

De acordo com a ordem em que aparecem, os elementos conectores destacados ao longo do editorial estabelecem relações de sentido de

 

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181816 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Editorial

O valor da vida

Hermann A.V. von Tiesenhausen

Diretor executivo do jornal Medicina

A mistanásia é um termo pouco utilizado nas conversas do dia a dia, mas, que, infelizmente, não está tão distante de nossa realidade. A imprensa registra, sem filtros, o drama de milhares de pacientes e profissionais nos postos de saúde, hospitais e prontos-socorros e traduz a dura proximidade com a expressão.

O significado de mistanásia remete à omissão de socorro, à negligência. Ela representa a morte miserável, antes da hora. É conhecida como a eutanásia social. No Brasil, seu flagelo atinge, sobretudo , os mais carentes, que dependem exclusivamente do Estado quando o corpo padece.

Um exemplo do que a mistanásia pode causar apareceu em série de reportagens exibida pelo Jornal Nacional (Rede Globo), em janeiro, que dissecou o drama dos pacientes com câncer no país. A falta de tudo torna a larga espera pelo atendimento um duro calvário e, em meio ao desespero, centros de excelência, como o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, minguam a céu aberto.

A falência do sistema público de saúde não é só um fenômeno administrativo ou contábil. Quem dera o fosse. Assim, seria mais fácil suportá-la, pois contas se arrumam. A questão é que o desequilíbrio causado por uma gestão feita de pessoas perdidas em meio ao tiroteio entrou em nossas casas pela porta da frente.

A situação grave, contornada com paliativos, ceifa vidas, inclusive de crianças e jovens, impedidos de receber aquilo que a Constituição lhes garante como direito cidadão: o acesso universal, integral, gratuito e com equidade a serviços de saúde de qualidade.

Nesta edição do jornal Medicina, apresentamos números do valor da vida e da saúde de cada brasileiro para o setor público. A média nacional não supera os R$ 4,00 ao dia, ou seja, quase nada se comparado a outros países com modelos assistenciais semelhantes.

Essa conta acentua a tragédia da morte anunciada em corredores e filas de espera e suscita um questionamento importante, pois os dados evidenciam que, apesar do pouco destinado, é o mau uso dos recursos que estão disponíveis que aprofunda a crise.

O Brasil está diante de um dilema. É hora de rever caminhos, adotar novas posturas, corrigir falhas para não sentenciar a população à doença e tirar do estado de coma em que se encontra o Sistema Único de Saúde (SUS), uma das maiores políticas sociais do mundo e balizador de todo modelo de atenção no País.

Jornal Medicina Publicação oficial do Conselho Federal de Medicina. Janeiro 2016.

Indique o referente textual a que o pronome destacado faz remissão [5º parágrafo]:

“A situação grave, contornada com paliativos, ceifa vidas, inclusive de crianças e jovens, impedidos de receber aquilo que a Constituição lhes garante como direito cidadão: o acesso universal, integral, gratuito e com equidade a serviços de saúde de qualidade.”

 

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181815 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Editorial

O valor da vida

Hermann A.V. von Tiesenhausen

Diretor executivo do jornal Medicina

A mistanásia é um termo pouco utilizado nas conversas do dia a dia, mas, que, infelizmente, não está tão distante de nossa realidade. A imprensa registra, sem filtros, o drama de milhares de pacientes e profissionais nos postos de saúde, hospitais e prontos-socorros e traduz a dura proximidade com a expressão.

O significado de mistanásia remete à omissão de socorro, à negligência. Ela representa a morte miserável, antes da hora. É conhecida como a eutanásia social. No Brasil, seu flagelo atinge, sobretudo , os mais carentes, que dependem exclusivamente do Estado quando o corpo padece.

Um exemplo do que a mistanásia pode causar apareceu em série de reportagens exibida pelo Jornal Nacional (Rede Globo), em janeiro, que dissecou o drama dos pacientes com câncer no país. A falta de tudo torna a larga espera pelo atendimento um duro calvário e, em meio ao desespero, centros de excelência, como o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, minguam a céu aberto.

A falência do sistema público de saúde não é só um fenômeno administrativo ou contábil. Quem dera o fosse. Assim, seria mais fácil suportá-la, pois contas se arrumam. A questão é que o desequilíbrio causado por uma gestão feita de pessoas perdidas em meio ao tiroteio entrou em nossas casas pela porta da frente.

A situação grave, contornada com paliativos, ceifa vidas, inclusive de crianças e jovens, impedidos de receber aquilo que a Constituição lhes garante como direito cidadão: o acesso universal, integral, gratuito e com equidade a serviços de saúde de qualidade.

Nesta edição do jornal Medicina, apresentamos números do valor da vida e da saúde de cada brasileiro para o setor público. A média nacional não supera os R$ 4,00 ao dia, ou seja, quase nada se comparado a outros países com modelos assistenciais semelhantes.

Essa conta acentua a tragédia da morte anunciada em corredores e filas de espera e suscita um questionamento importante, pois os dados evidenciam que, apesar do pouco destinado, é o mau uso dos recursos que estão disponíveis que aprofunda a crise.

O Brasil está diante de um dilema. É hora de rever caminhos, adotar novas posturas, corrigir falhas para não sentenciar a população à doença e tirar do estado de coma em que se encontra o Sistema Único de Saúde (SUS), uma das maiores políticas sociais do mundo e balizador de todo modelo de atenção no País.

Jornal Medicina Publicação oficial do Conselho Federal de Medicina. Janeiro 2016.

“Quem dera o fosse.” Os verbos empregados nessa frase do quarto parágrafo (verbo dar no pretérito maisque- perfeito do indicativo e verbo ir no pretérito imperfeito do subjuntivo) contribuem para construir o sentido de que

 

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181813 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Editorial

O valor da vida

Hermann A.V. von Tiesenhausen

Diretor executivo do jornal Medicina

A mistanásia é um termo pouco utilizado nas conversas do dia a dia, mas, que, infelizmente, não está tão distante de nossa realidade. A imprensa registra, sem filtros, o drama de milhares de pacientes e profissionais nos postos de saúde, hospitais e prontos-socorros e traduz a dura proximidade com a expressão.

O significado de mistanásia remete à omissão de socorro, à negligência. Ela representa a morte miserável, antes da hora. É conhecida como a eutanásia social. No Brasil, seu flagelo atinge, sobretudo , os mais carentes, que dependem exclusivamente do Estado quando o corpo padece.

Um exemplo do que a mistanásia pode causar apareceu em série de reportagens exibida pelo Jornal Nacional (Rede Globo), em janeiro, que dissecou o drama dos pacientes com câncer no país. A falta de tudo torna a larga espera pelo atendimento um duro calvário e, em meio ao desespero, centros de excelência, como o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, minguam a céu aberto.

A falência do sistema público de saúde não é só um fenômeno administrativo ou contábil. Quem dera o fosse. Assim, seria mais fácil suportá-la, pois contas se arrumam. A questão é que o desequilíbrio causado por uma gestão feita de pessoas perdidas em meio ao tiroteio entrou em nossas casas pela porta da frente.

A situação grave, contornada com paliativos, ceifa vidas, inclusive de crianças e jovens, impedidos de receber aquilo que a Constituição lhes garante como direito cidadão: o acesso universal, integral, gratuito e com equidade a serviços de saúde de qualidade.

Nesta edição do jornal Medicina, apresentamos números do valor da vida e da saúde de cada brasileiro para o setor público. A média nacional não supera os R$ 4,00 ao dia, ou seja, quase nada se comparado a outros países com modelos assistenciais semelhantes.

Essa conta acentua a tragédia da morte anunciada em corredores e filas de espera e suscita um questionamento importante, pois os dados evidenciam que, apesar do pouco destinado, é o mau uso dos recursos que estão disponíveis que aprofunda a crise.

O Brasil está diante de um dilema. É hora de rever caminhos, adotar novas posturas, corrigir falhas para não sentenciar a população à doença e tirar do estado de coma em que se encontra o Sistema Único de Saúde (SUS), uma das maiores políticas sociais do mundo e balizador de todo modelo de atenção no País.

Jornal Medicina Publicação oficial do Conselho Federal de Medicina. Janeiro 2016.

Por se tratar de editorial, o texto

 

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181672 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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“Vejamos a França. É o caso típico de um país que acreditou poder absorver a migração. Porém, por um lado, impôs logo aos migrantes a ética da República; e, por outro, arrumou-os nos bairros remotos. É muito raro encontrar um migrante a viver ao lado de Notre-Dame. Por que é que um muçulmano em França se torna fundamentalista? Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre-Dame? A sua integração não foi completa (...) A migração a longo prazo pode produzir integração, mas a curto prazo não (...)"

(Problema da Europa é ser governada por burocratas, diz Umberto Eco. In http://jornalggn.com.br/noticia/problema-daeuropa- e-ser-governada-por-burocratas-diz-umberto-eco, acesso 17/09/2015)

Esse é um trecho de uma resposta do escritor Umberto Eco sobre a difícil questão dos imigrantes e refugiados estrangeiros na Europa. No caso de seu comentário, ele se refere ao

 

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182028 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Os gráficos seguintes apresentam o aumento do número total de pacientes graves de gripe e infectados pelo vírus H1N1, registrados pela prefeitura de São Paulo, nos três primeiros meses de 2016, em comparação ao mesmo período de 2015.

Enunciado 3502630-1

Dos casos notificados em 2016, com relação àqueles notificados em 2015, é correto afirmar que o número de diagnosticados

Questão Anulada

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181956 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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A tabela seguinte permite exprimir os valores de certas grandezas em relação a um valor determinado da mesma grandeza tomado como referência. Os múltiplos e submúltiplos decimais das unidades do Sistema Internacional de Unidades (SI) podem ser obtidos direta ou indiretamente dos valores apresentados e têm seus nomes formados pelo emprego dos prefixos indicados.

NOME

SÍMBOLO

FATOR PELO QUAL A UNIDADE É MULTIPLICADA

tera T

1012=1 000 000 000 000

giga G 109=

1 000 000 000

mega M 106=

1 000 000

quilo K 103=

1 000

hecto h 102=

100

deca da

10 = 10

deci d

10-1 = 0,1

centi c

10-2 = 0,01

mili m

10-3 = 0,001

micro !$ μ !$

10-6 = 0,000 001

nano n

10-9 = 0,000 000 001

pico p

10-12 = 0,000 000 000 001

(Fonte: Quadro geral de Unidades de Medida, 2a ed. – INMETRO, Brasília, 2 000)

Por exemplo, se a unidade de referência fosse o ampère (A), teríamos:

152 000 !$ μ !$A = 152 000. 10-6 A = !$ \dfrac{152 . 10^3}{10^6} !$ A = 0,152 A

Se o grama (g) for a unidade de referência e X = !$ \dfrac{(12\, 500 .10^9\, Gg) . (0,0006 \,ng)}{0,000 \,012\, Tg} !$,então o valor de X, em gramas, é tal que:

Questão Anulada

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