Foram encontradas 30 questões.
Assinale a única alternativa que NÃO apresenta um orçamento que verá estar compreendido na Lei Orçamentária Anual, segundo a Lei Orgânica Municipal de Andirá:
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A Lei Orgânica Municipal de Andirá determina que compete ao Prefeito Municipal encaminhar à Câmara Municipal as contas e o balanço geral referentes ao exercício da administração pública municipal. O prazo máximo para o envio será até:
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Suponha que um Município pertencente ao Estado do Paraná esteja adquirindo um imóvel que já estava sendo utilizado pelo ente público. Segundo a legislação vigente, a aquisição de imóvel já em utilização deve ser classificada como:
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Presidente da República que tinha o seguinte lema “Cinqüenta anos de progresso em cinco anos de governo”:
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- Lei de Responsabilidade FiscalDívida e Endividamento (arts. 29 ao 42)Definições, Limites e Recondução da Dívida (arts. 29 ao 31)
Suponha que um Município, localizado no território do Estado do Paraná, tenha ultrapassado no limite de endividamento previsto na Lei Complementar Federal nº 101/2000 na verificação referente ao período de setembro a dezembro de 2014. Com base na legislação mencionada, o ente público deverá reconduzir seu endividamento para o limite, no máximo, até:
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O coronel e o lobisomem
(...) Num repente , relembrei estar em noite de lobisomem – era sexta-feira. (...)
(...) Já um estirão era andado quando numa roça de mandioca, adveio aquele figurão de cachorro, uma peça de vinte palmos de pêlo e raiva (...)
(...) Dei um pulo de cabrito e preparado estava para a guerra do lobisomem. Por descargo de consciência, do que nem carecia, chamei os santos de que sou devocioneiro:
– São Jorge, Santo Onofre, São José!
Em presença de tal apelação, mais brabento apareceu a peste. Ciscava o chão de soltar terra e macega no longe de dez braças ou mais. Era trabalho de gelar qualquer cristão que não levasse o nome de Ponciano de Azeredo Furtado. Dos olhos do lobisomem pingava labareda, em risco de contaminar de fogo o verdal próximo. Tanta faísca largava o penitente que um caçador de paca, estando em distância de bom respeito, cuidou que o mato estivesse ardendo. Já nessa altura eu tinha pegado a segurança figueira e lá de cima, no galho mais firme, aguardava a deliberação do lobisomem. Garrucha engatilhada, só pedia que o assombrado desse franquia de tiro. Sabichão, cheio de voltas e negaças, deu ele de executar macaquice que nunca cuidei que um lobisomem pudesse fazer. Aquele par de brasas espiava aqui e lá na esperança de que eu pensasse ser uma súcia deles e não uma pessoa sozinha. O que o galhofista queria é que eu, coronel de ânimo desenfreado, fosse barro denegrir a farda e deslustrar a patente. Sujeito especial em lobisomem como eu não ia cair armadilha de pouco pau. No alto da figueira estava, no alto da figueira fiquei.
(José Cândido de Carvalho. O coronel e o lobisomem. Rio de Janeiro, José Olympio, 190.8)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto:
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2505452
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: FUNPESPA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: FUNPESPA
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Quem é o atual Procurador Geral da República?
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O coronel e o lobisomem
(...) Num repente , relembrei estar em noite de lobisomem – era sexta-feira. (...)
(...) Já um estirão era andado quando numa roça de mandioca, adveio aquele figurão de cachorro, uma peça de vinte palmos de pêlo e raiva (...)
(...) Dei um pulo de cabrito e preparado estava para a guerra do lobisomem. Por descargo de consciência, do que nem carecia, chamei os santos de que sou devocioneiro:
– São Jorge, Santo Onofre, São José!
Em presença de tal apelação, mais brabento apareceu a peste. Ciscava o chão de soltar terra e macega no longe de dez braças ou mais. Era trabalho de gelar qualquer cristão que não levasse o nome de Ponciano de Azeredo Furtado. Dos olhos do lobisomem pingava labareda, em risco de contaminar de fogo o verdal próximo. Tanta faísca largava o penitente que um caçador de paca, estando em distância de bom respeito, cuidou que o mato estivesse ardendo. Já nessa altura eu tinha pegado a segurança figueira e lá de cima, no galho mais firme, aguardava a deliberação do lobisomem. Garrucha engatilhada, só pedia que o assombrado desse franquia de tiro. Sabichão, cheio de voltas e negaças, deu ele de executar macaquice que nunca cuidei que um lobisomem pudesse fazer. Aquele par de brasas espiava aqui e lá na esperança de que eu pensasse ser uma súcia deles e não uma pessoa sozinha. O que o galhofista queria é que eu, coronel de ânimo desenfreado, fosse barro denegrir a farda e deslustrar a patente. Sujeito especial em lobisomem como eu não ia cair armadilha de pouco pau. No alto da figueira estava, no alto da figueira fiquei.
(José Cândido de Carvalho. O coronel e o lobisomem. Rio de Janeiro, José Olympio, 190.8)
Analise as afirmativas referentes à acentuação gráfica:
I - A paroxítona “súcia” é acentuada por terminar em ditongo.
II - “Faísca” o “i” recebe acento por ser tônico de hiato.
III - As palavras “próximo” e “ânimo” são acentuadas pela mesma razão.
Quais afirmativas estão corretas?
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Um cone circular reto possui medida da geratriz igual a 13 cm. Sabe-se que a medida da altura desse cone excede em 2 cm a medida do diâmetro da circunferência de sua base. O volume desse cone é igual a:
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O coronel e o lobisomem
(...) Num repente , relembrei estar em noite de lobisomem – era sexta-feira. (...)
(...) Já um estirão era andado quando numa roça de mandioca, adveio aquele figurão de cachorro, uma peça de vinte palmos de pêlo e raiva (...)
(...) Dei um pulo de cabrito e preparado estava para a guerra do lobisomem. Por descargo de consciência, do que nem carecia, chamei os santos de que sou devocioneiro:
– São Jorge, Santo Onofre, São José!
Em presença de tal apelação, mais brabento apareceu a peste. Ciscava o chão de soltar terra e macega no longe de dez braças ou mais. Era trabalho de gelar qualquer cristão que não levasse o nome de Ponciano de Azeredo Furtado. Dos olhos do lobisomem pingava labareda, em risco de contaminar de fogo o verdal próximo. Tanta faísca largava o penitente que um caçador de paca, estando em distância de bom respeito, cuidou que o mato estivesse ardendo. Já nessa altura eu tinha pegado a segurança figueira e lá de cima, no galho mais firme, aguardava a deliberação do lobisomem. Garrucha engatilhada, só pedia que o assombrado desse franquia de tiro. Sabichão, cheio de voltas e negaças, deu ele de executar macaquice que nunca cuidei que um lobisomem pudesse fazer. Aquele par de brasas espiava aqui e lá na esperança de que eu pensasse ser uma súcia deles e não uma pessoa sozinha. O que o galhofista queria é que eu, coronel de ânimo desenfreado, fosse barro denegrir a farda e deslustrar a patente. Sujeito especial em lobisomem como eu não ia cair armadilha de pouco pau. No alto da figueira estava, no alto da figueira fiquei.
(José Cândido de Carvalho. O coronel e o lobisomem. Rio de Janeiro, José Olympio, 190.8)
Assinale a alternativa em que o plural se faz da mesma forma que “chão”:
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