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Foram encontradas 120 questões.

No que diz respeito a mídias web e digitais, redes sociais, blogs, podcasts, wikis, comunicação online e novas tecnologias de comunicação, julgue o item seguinte.

Nas mídias sociais, o fenômeno das câmaras de eco ocorre quando os algoritmos de recomendação e o comportamento seletivo dos usuários criam ambientes informacionais nos quais os indivíduos são predominantemente expostos a conteúdos que confirmam suas crenças preexistentes, com redução do contato com perspectivas divergentes.

 

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No que diz respeito a mídias web e digitais, redes sociais, blogs, podcasts, wikis, comunicação online e novas tecnologias de comunicação, julgue o item seguinte.

No ambiente das mídias sociais, a distinção entre os conceitos de disinformation e misinformation é operacionalmente relevante para o desenvolvimento de estratégias de verificação de fatos e de literacia midiática, e pode ser descrita do seguinte modo: a primeira refere-se à circulação de informação incorreta sem intenção consciente de dano, e a segunda designa conteúdo falso ou enganoso difundido com intenção deliberada de prejudicar ou manipular.

 

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4210851 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUNPRESP-JUD

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue.

De acordo com a teoria da argumentação, o argumento a seguir é inválido.

"Todos os gatos são camelos."

"Nenhum camelo é um mamífero."

"Portanto, nenhum gato é um mamífero."

 

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4210850 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUNPRESP-JUD

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue.

É de natureza indutiva o raciocínio exemplificado a seguir.

"Todas as pessoas afirmam que, na orla toda, há perigo de queimaduras por águas-vivas. Meu amigo X sempre toma banho na parte sul da orla e, nesse ponto, ele nunca foi atacado por águas-vivas. Minha amiga Y frequentou a parte sul da orla durante todos os dias da semana passada e, lá, ela também não foi atacada. Ontem, meu primo Z foi à parte sul da orla também e não foi atacado. Sendo assim, quando eu for tomar banho de mar, vou à parte sul da orla, pois lá não há ataques de águas-vivas."

 

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4210849 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUNPRESP-JUD

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue.

No exemplo seguinte, identifica-se o vício de raciocínio denominado falácia do espantalho, uma vez que B refuta a primeira fala de A, ridicularizando o conhecimento de X.

A: "X afirmou na TV que esse surto de dor de cabeça pode estar se tornando uma epidemia."

B: "Não acredite nisso!"

A: "Por quê?" B: "Eu estudei com X e, na faculdade, X era uma pessoa fraca em infectologia."

 

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4210848 Ano: 2026
Disciplina: Jornalismo
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUNPRESP-JUD

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue.

A interpretação do exemplo a seguir como um silogismo é prejudicada pela omissão de uma das suas premissas.

"Y é jornalista, então ele domina as regras da língua portuguesa e escreve bem."

 

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4210847 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUNPRESP-JUD

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue.

É correto afirmar que o seguinte texto se baseia em uma generalização apressada.

"Os aparelhos eletrônicos da marca W são de péssima qualidade. Comprei dois telefones celulares e uma televisão e os três apresentaram defeito ainda na garantia."

 

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4210846 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUNPRESP-JUD

O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.

Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente.

O autor do texto se vale de uma oposição para explicar a invenção dos livros.

 

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4210845 Ano: 2026
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUNPRESP-JUD

O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.

Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente.

A credibilidade de Vieira no texto deriva do pathos de um indivíduo religioso e culto, leitor de autores como Gilberto e S. Máximo e conhecedor da realidade de várias igrejas portuguesas.

 

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4210844 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUNPRESP-JUD

O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.

Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente.

No texto, Vieira associa o tempo a um tirano e o esquecimento dos homens a uma tirania, para mostrar a natureza desses dois elementos, que, agindo implacavelmente, apagam a memória das coisas passadas.

 

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