Foram encontradas 50 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado corresponde a um advérbio simples de tempo que expressa atualidade.
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Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Sintaticamente, o termo destacado trata-se de:
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Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Com base no texto, assinale a alternativa correta quanto à tipologia e ao gênero textual.
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Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
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perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
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Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que há:
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Questão presente nas seguintes provas
Durante a solução de um problema de conectividade em
um computador com sistema operacional Windows, um
analista de suporte precisa utilizar ferramentas de linha
de comando para diagnosticar a rede. Acerca das
ferramentas e seus usos, registre V, para as afirmativas
verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) O comando ipconfig /all é utilizado para exibir informações completas de configuração de rede de todos os adaptadores, incluindo endereço IP, máscara de sub-rede, gateway padrão, servidores DNS e o endereço físico (MAC Address).
(__) O comando netstat -an é usado para exibir todas as conexões e portas de escuta ativas no computador, com endereços e números de porta em formato numérico, sendo útil para verificar se um serviço está rodando e escutando na porta esperada.
(__) O comando nslookup é utilizado para testar a resolução de nomes de domínio, permitindo consultar servidores DNS para obter endereços IP associados a um nome de domínio ou vice-versa.
(__) O comando tracert é usado para testar a conectividade com um host de destino, enviando pacotes ICMP Echo Request e aguardando respostas, medindo o tempo de ida e volta e a perda de pacotes, de forma análoga ao comando ping.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__) O comando ipconfig /all é utilizado para exibir informações completas de configuração de rede de todos os adaptadores, incluindo endereço IP, máscara de sub-rede, gateway padrão, servidores DNS e o endereço físico (MAC Address).
(__) O comando netstat -an é usado para exibir todas as conexões e portas de escuta ativas no computador, com endereços e números de porta em formato numérico, sendo útil para verificar se um serviço está rodando e escutando na porta esperada.
(__) O comando nslookup é utilizado para testar a resolução de nomes de domínio, permitindo consultar servidores DNS para obter endereços IP associados a um nome de domínio ou vice-versa.
(__) O comando tracert é usado para testar a conectividade com um host de destino, enviando pacotes ICMP Echo Request e aguardando respostas, medindo o tempo de ida e volta e a perda de pacotes, de forma análoga ao comando ping.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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Questão presente nas seguintes provas
A segurança em redes sem fio é essencial para proteger
a confidencialidade e a integridade dos dados
transmitidos. Acerca dos protocolos de segurança e
padrões Wi-Fi, registre V, para as afirmativas
verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) O protocolo WEP (Wired Equivalent Privacy) é considerado obsoleto e inseguro devido ao uso do algoritmo de criptografia RC4 com um vetor de inicialização (IV) de 24 bits, que o torna vulnerável a ataques que podem descobrir a chave de segurança em minutos.
(__) O padrão WPA3 (Wi-Fi Protected Access 3) introduziu o protocolo SAE (Simultaneous Authentication of Equals), que oferece proteção robusta contra ataques de adivinhação de senha off-line, substituindo o PSK (Pre-Shared Key) vulnerável do WPA2.
(__) O padrão IEEE 802.11ac opera exclusivamente na faixa de frequência de 2.4 GHz, oferecendo maior alcance em detrimento de uma menor taxa de transferência de dados em comparação com o padrão 802.11n.
(__) O WPS (Wi-Fi Protected Setup) é um mecanismo de segurança recomendado para ambientes corporativos por simplificar a conexão de dispositivos à rede através de um PIN de 8 dígitos, eliminando a necessidade de senhas complexas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__) O protocolo WEP (Wired Equivalent Privacy) é considerado obsoleto e inseguro devido ao uso do algoritmo de criptografia RC4 com um vetor de inicialização (IV) de 24 bits, que o torna vulnerável a ataques que podem descobrir a chave de segurança em minutos.
(__) O padrão WPA3 (Wi-Fi Protected Access 3) introduziu o protocolo SAE (Simultaneous Authentication of Equals), que oferece proteção robusta contra ataques de adivinhação de senha off-line, substituindo o PSK (Pre-Shared Key) vulnerável do WPA2.
(__) O padrão IEEE 802.11ac opera exclusivamente na faixa de frequência de 2.4 GHz, oferecendo maior alcance em detrimento de uma menor taxa de transferência de dados em comparação com o padrão 802.11n.
(__) O WPS (Wi-Fi Protected Setup) é um mecanismo de segurança recomendado para ambientes corporativos por simplificar a conexão de dispositivos à rede através de um PIN de 8 dígitos, eliminando a necessidade de senhas complexas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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Questão presente nas seguintes provas
Os serviços da camada de aplicação do modelo TCP/IP
são fundamentais para o funcionamento da Internet,
cada um operando em portas padronizadas. Acerca dos
protocolos e suas respectivas portas, registre V, para as
afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) O protocolo DNS (Domain Name System), responsável pela resolução de nomes de domínio para endereços IP, utiliza exclusivamente a porta 53/TCP para todas as suas operações de consulta e transferência de zona.
(__) O protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), utilizado para o envio de e-mails entre servidores, opera na porta 25/TCP, enquanto os protocolos POP3 (porta 110/TCP) e IMAP (porta 143/TCP) são utilizados para o recebimento de e-mails pelos clientes.
(__) O protocolo FTP (File Transfer Protocol) utiliza a porta 21/TCP para o canal de controle da conexão, mas a transferência de dados em si ocorre em uma porta diferente, dinamicamente negociada, no modo ativo.
(__) O HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure), que encapsula o tráfego HTTP em uma camada de segurança TLS/SSL, opera na porta 80/TCP, a mesma do HTTP, sendo a criptografia negociada no início da conexão.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__) O protocolo DNS (Domain Name System), responsável pela resolução de nomes de domínio para endereços IP, utiliza exclusivamente a porta 53/TCP para todas as suas operações de consulta e transferência de zona.
(__) O protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), utilizado para o envio de e-mails entre servidores, opera na porta 25/TCP, enquanto os protocolos POP3 (porta 110/TCP) e IMAP (porta 143/TCP) são utilizados para o recebimento de e-mails pelos clientes.
(__) O protocolo FTP (File Transfer Protocol) utiliza a porta 21/TCP para o canal de controle da conexão, mas a transferência de dados em si ocorre em uma porta diferente, dinamicamente negociada, no modo ativo.
(__) O HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure), que encapsula o tráfego HTTP em uma camada de segurança TLS/SSL, opera na porta 80/TCP, a mesma do HTTP, sendo a criptografia negociada no início da conexão.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O recurso estilístico presente no trecho acima exemplifica:
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