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Mulher de 37 anos procura atendimento médico em um serviço de pronto atendimento. Na última semana, refere que desenvolveu dor abdominal e notou icterícia, acompanhada de fadiga e mal-estar geral. O histórico médico inclui diagnóstico de tireoidite de Hashimoto, em uso de terapia de reposição hormonal. Seus sinais vitais revelam temperatura de 37 ºC, frequência cardíaca de 74 bpm e pressão arterial de 101 x 67 mmHg. O exame físico evidencia hepatomegalia leve e comprova icterícia de escleras. Os exames laboratoriais demonstram: ALT (TGP): 430 U/L; AST (TGO): 389 U/L, bilirrubina total de 6,7 mg/dL e bilirrubina direta de 3,3 mg/dL; IgG sérica: 2.630 mg/dL (normal: até 1.600); sorologias virais: negativas. A paciente nega etilismo ou uso de drogas ilícitas.
Diante das informações apresentadas, o diagnóstico provável é
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Mulher de 32 anos, previamente hígida, procura atendimento com quadro de tosse de duas semanas de evolução, além de dor e sensação de pressão sinusal. Ela relata ter apresentado odinofagia há uma semana. A tosse inicialmente era seca (não produtiva), mas atualmente apresenta pequena quantidade de escarro amarelado. Nega contato com pessoas doentes ou viagens recentes. Ela trabalha no aviário do zoológico, cuidando de araras, papagaios e periquitos. Ao exame físico: temperatura: 37,8 °C; ausculta pulmonar com estertores crepitantes esparsos em base pulmonar esquerda. A radiografia de tórax revelou áreas esparsas de consolidação no lobo inferior esquerdo. A coloração de Gram e a cultura bacteriana de rotina do escarro em meios ágar sangue, ágar chocolate e ágar MacConkey foram negativas para micro-organismos.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o antimicrobiano de escolha para o agente causador dessa infecção é
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Homem de 62 anos, com antecedentes de hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo 2, tabagismo e câncer de próstata, comparece para avaliação de risco cirúrgico cardiovascular perioperatório antes da realização de prostatectomia. O paciente tem boa capacidade funcional, sendo capaz de caminhar em terreno plano sem sintomas limitantes e subir dois lances de escada sem apresentar angina. Ao exame físico: frequência cardíaca: 80 bpm; pressão arterial: 145 x 90 mmHg; SatO2 em ar ambiente: 98%; ausculta cardíaca: ritmo regular, com sopro sistólico de pico tardio (intensidade 2/6) em bordo esternal superior direito e hipofonese de segunda bulha (A2); pulmonar: murmúrio vesicular diminuído bilateralmente, sem estertores; abdome normal; extremidades sem edema, com pulsos tibiais posteriores palpáveis. Eletrocardiograma: ritmo sinusal; critérios para hipertrofia ventricular esquerda. Tomografia de tórax realizada recentemente evidencia calcificação coronariana moderada e calcificação da valva aórtica.
Nesse caso, além do estímulo à cessação do tabagismo, constitui recomendação apropriada:
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Mulher de 29 anos é atendida em consulta de rotina para aconselhamento pré-concepcional, já que planeja constituir família muito em breve. Ela tem história de cardiopatia reumática, mas nega quaisquer sintomas cardíacos e diz caminhar três vezes por semana como exercício. A única medicação em uso é uma injeção mensal de penicilina benzatina. Ao exame físico: pressão arterial: 138 x 84 mmHg; frequência cardíaca: 60 bpm; SatO2 em ar ambiente: 98%; não há turgência jugular; pulmões estão limpos à ausculta; cardíaco: ritmo regular, com B1 suave; nenhum sopro é auscultado; não há edema de membros inferiores. Eletrocardiograma: ritmo sinusal. Ecocardiograma transtorácico: fração de ejeção de ventrículo esquerdo de 65%; há aumento do átrio esquerdo; os folhetos da valva mitral (VM) estão espessados, com fusão comissural; não há calcificação ou espessamento subvalvar; o tempo de meia-pressão (pressure half-time) da VM é de 170 ms.
Nesse momento, a melhor recomendação para essa paciente é
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Homem de 67 anos evolui com quadro de herpes-zoster extenso e doloroso no hemicorpo direito. Ao exame físico: há linfadenopatia generalizada, com linfonodomegalias cervicais e axilares bilaterais proeminentes, além de hepatosplenomegalia. O hemograma e o esfregaço de sangue periférico evidenciam leucocitose com linfocitose absoluta, à custa de linfócitos de aspecto maduro/habitual. A análise por citometria de fluxo demonstra uma porcentagem anormalmente elevada de células coexpressando CD5+ e CD19+.
Nesse caso, o diagnóstico de base provável é
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Homem de 66 anos é atendido com o relato de prurido, hipocolia fecal e fadiga. Ele recebeu recentemente o diagnóstico de linfoma folicular. O exame físico revela icterícia de escleras/conjuntivas. Os exames laboratoriais demonstram hemoglobina de 9,8 g/dL.
Diante do exposto, considerando o diagnóstico de base, qual exame, provavelmente, está alterado?
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Homem de 42 anos comparece à UBS trazido pela equipe de vigilância epidemiológica por ser contato domiciliar prolongado de seu irmão, que foi diagnosticado e tratado para hanseníase multibacilar há dois anos. À anamnese, o paciente nega sintomas constitucionais, dores neurais espontâneas ou perda de força nas extremidades. Ao exame físico dermatoneurológico detalhado, observa-se uma única mancha hipocrômica mal definida de 3 cm de diâmetro na região posterior do antebraço direito. O teste de sensibilidade térmica na lesão revela-se duvidoso, enquanto as sensibilidades tátil e dolorosa estão preservadas. Não há espessamento palpável ou dor nos troncos nervosos periféricos avaliados (ulnar, mediano, radial, fibular comum e tibial posterior), e a força muscular global encontra-se preservada.
Com base nas normas vigentes do Ministério da Saúde para o diagnóstico, classificação operacional e conduta epidemiológica da hanseníase, é correto afirmar:
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Mulher de 49 anos é levada ao serviço de emergência pelo marido porque, nas últimas semanas, tem permanecido em posições estranhas pela casa por horas consecutivas. No episódio mais recente, a paciente ficou em pé junto à janela com ambas as mãos sobre os olhos e uma das pernas levantada e apoiada em uma cadeira em um ângulo de 90 graus. Ela manteve essa posição desconfortável por mais de 3 horas. Apresenta resposta verbal mínima ao que o marido diz e, às vezes, parece estar em estado de estupor. Ela possui um transtorno mental maior que vem sendo tratado com haloperidol por um psiquiatra nos últimos 10 anos.
Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico provável, em acréscimo ao que ela já vem tratando.
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Mulher de 26 anos queixa-se de facilidade para apresentar equimoses e refere quadro de menorragia. A palpação do baço não revela anormalidades e não há linfadenopatias. Exames séricos: hemácias: 5.106.000/mm3; hemoglobina: 13,5 g/dL; leucócitos: 8.120/mm3; plaquetas: 42.000/mm3; tempo de protrombina: 12 segundos (normal); tempo de tromboplastina parcial ativada: 30 segundos (normal); tempo de sangramento: 11 minutos (prolongado). Um painel de exames, consistindo em função renal, perfil hepático, hormônios da tireoide, anticorpo antinúcleo, complemento, sorologias infecciosas e urina tipo 1, são negativos ou normais.
Considerando as informações apresentadas, qual o autoanticorpo que, provavelmente, é responsável pela condição atual da paciente?
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Mulher de 25 anos, previamente hígida, refere história de febre, cólicas abdominais, diarreia e vômitos há 3 dias. Relata que, há cerca de 5 dias, consumiu uma porção inteira de massa de biscoito crua (contendo ovos crus). Não há hematoquezia ou antecedentes mórbidos relevantes. Ao exame físico: temperatura: 37,9 °C; pressão arterial: 127 x 83 mmHg; frequência cardíaca: 92 bpm; abdome: há dor leve à palpação difusa. A coprocultura demonstra crescimento de colônias negras em ágar Hektoen e o exame parasitológico de fezes é negativo.
Para essa paciente, a conduta apropriada é
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