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Homem de 19 anos é levado ao serviço de urgência com quadro de prostração, queda do estado geral, febre e sonolência. A mãe relata que ele parecia bem no dia anterior, mas havia se queixado de cefaleia intensa. Nessa manhã, ela o encontrou no leito, gemendo e com queixas de letargia e dor na nuca. O histórico médico é relevante para esplenectomia decorrente de acidente automobilístico há 2 anos. Ao exame físico: escala de Glasgow: 14; temperatura: 40,3 ºC; há rigidez de nuca e exantema purpúrico em membros inferiores e tronco; nã há déficit neurológico focal. A punção lombar é realizada e a análise do líquido cefalorraquidiano demonstra a presença de diplococos gram-negativos.
Além do agente provável como causa da síndrome descrita, esse paciente também apresenta um maior risco de desenvolver infecção por
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Homem de 30 anos procura atendimento com história de sudorese noturna, perda ponderal e febre intermitente há 9 meses. Ao exame físico, apresenta linfadenopatia extensa. Os resultados laboratoriais são negativos para o HIV e outras potenciais causas infecciosas de linfadenopatia. A biópsia linfonodal demonstra perda da arquitetura linfoide habitual e presença de algumas células grandes de núcleo bilobado, com aspecto em “olhos de coruja” e halo claro perinuclear. Essas células grandes estão cercadas por um número significativo de células de infiltração.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a célula infiltrante que tem o maior impacto negativo no prognóstico desse paciente.
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Homem de 32 anos é levado ao serviço de emergência após sofrer um ferimento cortante na perna em um acidente no canteiro de obras. À admissão: apresenta-se prostrado devido à perda de sangue; os sinais vitais revelam temperatura de 37,0 ºC; frequência cardíaca de 50 bpm e pressão arterial de 105 x 60 mmHg. A ferida foi suturada e o paciente recebe uma transfusão de concentrado de hemácias tipo A negativo. Em 15 minutos, ele passa a queixar-se de sensação de calor ao longo do braço em que o sangue estava sendo infundido e dor torácica. Novos sinais vitais mostram temperatura de 39,1 ºC; frequência cardíaca de 110 bpm e pressão arterial de 95 x 55 mmHg. A revisão adicional do prontuário do paciente indica que seu tipo sanguíneo é O negativo.
Constitui o resultado laboratorial consistente com a evolução descrita:
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Homem de 45 anos dá entrada no serviço de emergência com queixa de dor e edema no braço, cãibras musculares, calafrios, febre e vômitos. O paciente relata que estava movendo uma pilha de madeira quando foi picado por uma aranha preta com uma marcação alaranjada em forma de ampulheta. Ele é tratado com soro antilatrodéctico, recebendo alta após apresentar sinais vitais estáveis por duas horas. Dez dias depois, o paciente procura atendimento, queixando-se de febre e dor articular. Os sinais vitais revelam temperatura de 37,5 ºC; frequência cardíaca de 75 bpm e frequência respiratória de 16 irpm.
Nesse momento, qual dos seguintes achados é esperado ao exame físico?
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Homem de 82 anos, com doença renal crônica estágio 4 estável, é admitido no serviço de urgência com um exantema cutâneo eritematoso bolhoso disseminado. O histórico também é relevante para hipertensão arterial e gota, para as quais faz uso regular de ramipril e alopurinol. Ao ser questionado, o paciente lembra que, há alguns dias, iniciou uma nova medicação para sua hipertensão, mas não se recorda do nome. Ao exame físico: temperatura: 38,3 ºC; frequência cardíaca: 132 bpm; pressão arterial: 98 x 49 mmHg. Exames séricos: ureia: 105 mg/dL; creatinina: 3,8 mg/dL (de base: 2,3 mg/dL); contagem de eosinófilos: 1.300/mm3.
Assinale a alternativa que indica corretamente a medicação que, provavelmente, foi iniciada recentemente por esse paciente.
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Mulher de 60 anos é admitida no hospital após uma crise tônico-clônica. Ela é intubada e submetida a ventilação mecânica para proteção de vias aéreas. Ao exame físico: desidratada 1+/4; pressão arterial: 100 x 80 mmHg; temperatura: 38,7 ºC. Exames séricos: creatinina: 3,4 mg/dL; hemoglobina: 7,8 g/dL; plaquetas: 30.000/mm3; haptoglobina: reduzida; ADAMTS-13: pendente. Nesse ínterim, a paciente inicia corticoides e plasmaférese com plasma fresco congelado. Uma semana depois, ela está fora da ventilação mecânica e a repetição dos exames séricos mostra: plaquetas: 196.000/mm3; haptoglobina: normal; bicarbonato: 38 mEq/L; pH: 7,47.
Nesse caso, qual é a causa provável da alcalose?
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Homem de 20 anos é atendido no ambulatório após uma internação hospitalar recente, quando se apresentou com cefaleia e foi constatada hipertensão acelerada. A pressão arterial (PA) foi inicialmente estabilizada com agentes intravenosos e ele recebeu alta após sua PA ser estabilizada com anlodipino 10 mg/dia, ramipril 10 mg/dia e indapamida 2,5 mg/dia. No ambulatório, ele menciona que seu pai teve uma hemorragia intracraniana na faixa dos trinta anos e, desde então, faz uso de medicamentos anti-hipertensivos. O paciente nega etilismo, tabagismo, uso de drogas ou outros antecedentes. Ao exame físico de agora: PA: 154 x 97 mmHg. Exames séricos atuais: creatinina: 0,86 mg/dL; sódio: 142 mEq/L; potássio: 2,9 mEq/L; bicarbonato: 34 mEq/L; concentração de renina plasmática: baixa; aldosterona plasmática: alta.
Considerando o exposto, a principal hipótese diagnóstica é
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Mulher de 87 anos queixa-se de prurido generalizado intenso, sem exantema associado. Emolientes não proporcionaram nenhum alívio. O histórico é notável para nefropatia diabética em uso de insulina e necessita de quatro agentes anti-hipertensivos para controlar sua pressão arterial e doença cardíaca isquêmica. Ela tem doença renal crônica estágio 5, optando pelo manejo conservador. Exames séricos: ureia: 126,5 mg/dL; fosfato: 4,0 mg/dL (normal: 2,5 a 4,5); cálcio corrigido: 9,4 mg/dL (normal: 8,8 a 10,4).
Frente ao relato, a próxima conduta apropriada é prescrever
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Mulher de 42 anos com obesidade é atendida no pronto-atendimento com 2 semanas de piora de dispneia aos esforços, fadiga e palpitações ocasionais. Ela nega tosse, febre ou calafrios recentes. A única medicação em uso é anticoncepcional oral. De positivo, ela teve uma síndrome gripal 1 mês antes, que se resolveu em alguns dias com manejo conservador. Ao exame físico: frequência cardíaca: 108 bpm; pressão arterial: 102 x 76 mmHg; frequência respiratória: 16 irpm; SatO₂ em ar ambiente: 97%; pressão venosa jugular estimada: 10 cmH₂O; não há sopros; pulmões estão limpos; extremidades inferiores estão aquecidas, com edema discreto distal simétrico (1+/4). O eletrocardiograma mostra taquicardia sinusal e baixa voltagem precordial.
Nesse contexto, o ecocardiograma provavelmente deve demonstrar
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Mulher de 55 anos, com história de hipotireoidismo e cirurgia de artrodese lombar, apresenta-se para acompanhamento de rotina. O rastreamento recente por densitometria óssea é notável por T-scores de: –1,3 na coluna lombar (L1-L4); –2,3 no colo do fêmur; –1,6 no fêmur total. Ela não tem história pessoal de fratura. A menopausa ocorreu aos 51 anos, e atualmente ela apresenta fogachos leves, mas nenhum outro sintoma da menopausa. Ela consome 3 porções de laticínios, por dia, suplementadas com vitamina D. A dosagem sérica de 25-hidroxivitamina D é de 31 ng/mL (normal: 30 a 80).
Nesse momento, o próximo passo apropriado é
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