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Na consulta, a mãe relatou ao pediatra que o filho de três anos de idade não ganhava peso havia oito meses e que havia observado redução do apetite da criança, associada a episódios de fezes amolecidas e esbranquiçadas, distensão abdominal e vômitos esporádicos, que se apresentavam de forma intermitente, com períodos de melhora espontânea. A criança, que tem quatro irmãos com idade de até oito anos, frequenta creche próxima a sua residência desde a idade de um ano e meio. A família mora em um barraco de madeira com um dormitório, sem saneamento — usa fossa séptica —, e consome água de poço. Ao exame, a criança apresentava-se pálida, emagrecida, sem adenomegalias, com aparelho respiratório e cardiocirculatório sem alterações, abdome globoso, distendido, sem visceromegalias, e peristalse difusamente aumentada. O médico suspeitou de giardíase, prescreveu medicamento e marcou retorno em três meses.
A partir desse caso clínico, julgue os itens subsecutivos.
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Na consulta, a mãe relatou ao pediatra que o filho de três anos de idade não ganhava peso havia oito meses e que havia observado redução do apetite da criança, associada a episódios de fezes amolecidas e esbranquiçadas, distensão abdominal e vômitos esporádicos, que se apresentavam de forma intermitente, com períodos de melhora espontânea. A criança, que tem quatro irmãos com idade de até oito anos, frequenta creche próxima a sua residência desde a idade de um ano e meio. A família mora em um barraco de madeira com um dormitório, sem saneamento — usa fossa séptica —, e consome água de poço. Ao exame, a criança apresentava-se pálida, emagrecida, sem adenomegalias, com aparelho respiratório e cardiocirculatório sem alterações, abdome globoso, distendido, sem visceromegalias, e peristalse difusamente aumentada. O médico suspeitou de giardíase, prescreveu medicamento e marcou retorno em três meses.
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Um adolescente, com treze anos de idade, com asma associada a rinite alérgica persistente, faz tratamento de asma desde os sete anos de idade. Um de seus irmãos, assim como o seu pai, também tem asma e rinite. O paciente usa formoterol + budesonida (12/400 mcg), de doze em doze horas, há três meses, como tratamento profilático, além de corticoide nasal diariamente. Há vinte dias, o adolescente teve uma crise de asma, mas não foi necessário dirigir-se ao pronto-socorro. O teste de controle de asma (ACT) é igual a 19.
Com referência a esse caso clínico, julgue os próximos itens.
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Um adolescente, com treze anos de idade, com asma associada a rinite alérgica persistente, faz tratamento de asma desde os sete anos de idade. Um de seus irmãos, assim como o seu pai, também tem asma e rinite. O paciente usa formoterol + budesonida (12/400 mcg), de doze em doze horas, há três meses, como tratamento profilático, além de corticoide nasal diariamente. Há vinte dias, o adolescente teve uma crise de asma, mas não foi necessário dirigir-se ao pronto-socorro. O teste de controle de asma (ACT) é igual a 19.
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Um adolescente, com treze anos de idade, com asma associada a rinite alérgica persistente, faz tratamento de asma desde os sete anos de idade. Um de seus irmãos, assim como o seu pai, também tem asma e rinite. O paciente usa formoterol + budesonida (12/400 mcg), de doze em doze horas, há três meses, como tratamento profilático, além de corticoide nasal diariamente. Há vinte dias, o adolescente teve uma crise de asma, mas não foi necessário dirigir-se ao pronto-socorro. O teste de controle de asma (ACT) é igual a 19.
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Um adolescente, com treze anos de idade, com asma associada a rinite alérgica persistente, faz tratamento de asma desde os sete anos de idade. Um de seus irmãos, assim como o seu pai, também tem asma e rinite. O paciente usa formoterol + budesonida (12/400 mcg), de doze em doze horas, há três meses, como tratamento profilático, além de corticoide nasal diariamente. Há vinte dias, o adolescente teve uma crise de asma, mas não foi necessário dirigir-se ao pronto-socorro. O teste de controle de asma (ACT) é igual a 19.
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Um lactente, com cinco meses de idade, com coriza hialina, tosse seca e febre baixa havia quatro dias foi levado ao pronto-socorro por sua mãe devido à piora do quadro nas últimas vinte e quatro horas, quando a criança passou a apresentar cansaço e chiado no peito. A mãe relatou infecções de vias aéreas altas em outros familiares que convivem com a criança. O lactente nasceu de parto cesárea, a termo, com baixo peso e foi amamentado no seio materno até os quatro meses de idade. A mãe negou outras doenças. O cartão vacinal está atualizado. Ao exame físico, o bebê estava gemente, afebril, com boa perfusão periférica. Em relação ao aparelho respiratório, foram observados tiragens intercostais, retração subcostal e batimento de aletas nasais. A ausculta revelou roncos, estertores crepitantes esparsos e sibilância disseminada; frequência respiratória de 48 irpm; SaO2 de 89%. Em relação ao aparelho cardiocirculatório, foram observadas bulhas normofonéticas, sem sopros; frequência cardíaca de 40 bpm; o abdome não apresentou alterações.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
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Um lactente, com cinco meses de idade, com coriza hialina, tosse seca e febre baixa havia quatro dias foi levado ao pronto-socorro por sua mãe devido à piora do quadro nas últimas vinte e quatro horas, quando a criança passou a apresentar cansaço e chiado no peito. A mãe relatou infecções de vias aéreas altas em outros familiares que convivem com a criança. O lactente nasceu de parto cesárea, a termo, com baixo peso e foi amamentado no seio materno até os quatro meses de idade. A mãe negou outras doenças. O cartão vacinal está atualizado. Ao exame físico, o bebê estava gemente, afebril, com boa perfusão periférica. Em relação ao aparelho respiratório, foram observados tiragens intercostais, retração subcostal e batimento de aletas nasais. A ausculta revelou roncos, estertores crepitantes esparsos e sibilância disseminada; frequência respiratória de 48 irpm; SaO2 de 89%. Em relação ao aparelho cardiocirculatório, foram observadas bulhas normofonéticas, sem sopros; frequência cardíaca de 40 bpm; o abdome não apresentou alterações.
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Um lactente, com cinco meses de idade, com coriza hialina, tosse seca e febre baixa havia quatro dias foi levado ao pronto-socorro por sua mãe devido à piora do quadro nas últimas vinte e quatro horas, quando a criança passou a apresentar cansaço e chiado no peito. A mãe relatou infecções de vias aéreas altas em outros familiares que convivem com a criança. O lactente nasceu de parto cesárea, a termo, com baixo peso e foi amamentado no seio materno até os quatro meses de idade. A mãe negou outras doenças. O cartão vacinal está atualizado. Ao exame físico, o bebê estava gemente, afebril, com boa perfusão periférica. Em relação ao aparelho respiratório, foram observados tiragens intercostais, retração subcostal e batimento de aletas nasais. A ausculta revelou roncos, estertores crepitantes esparsos e sibilância disseminada; frequência respiratória de 48 irpm; SaO2 de 89%. Em relação ao aparelho cardiocirculatório, foram observadas bulhas normofonéticas, sem sopros; frequência cardíaca de 40 bpm; o abdome não apresentou alterações.
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