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Durante o teletrabalho, professores acessam a intranet da instituição por meio de conexões seguras. Para garantir a proteção dos dados transmitidos entre cliente e servidor, utiliza-se um protocolo de comunicação criptografado, amplamente adotado em navegadores modernos.
Esse protocolo é o
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Uma instituição de ensino superior decide adotar uma política de backup em nuvem para os registros acadêmicos. Entre os métodos disponíveis, é escolhido o backup incremental, que apresenta maior eficiência no uso de espaço e tempo.
Pode-se afirmar que esse método consiste em
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Um administrador de laboratório de informática precisa instalar um sistema Linux nos computadores da instituição devido à nova política que adota a utilização de softwares livres.
Pode-se afirmar corretamente que o Linux
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Uma das ameaças digitais mais comuns em concursos e seleções é o envio de e-mails que imitam sites de inscrição, solicitando que o candidato insira seus dados pessoais em páginas falsas, ou ainda, fornece meios de pagamentos que supostamente seriam para inscrição, mas são destinados na realidade para as contas dos criminosos.
Pode-se afirmar corretamente que esse tipo de golpe é conhecido como
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Mônica tem duas amigas e dois amigos e todos os cinco fazem aniversário em um mesmo dia de um mesmo mês. Paulo é quatro anos mais novo que ela e dois anos mais velho que Luiza, que, por sua vez, é três anos mais velha que Clara e cinco anos mais nova que André.
Sobre Mônica, suas duas amigas, seus dois amigos e suas idades, analise as afirmações seguintes.
I. São cinco pessoas e a soma de suas idades é um múltiplo de cinco.
II. As duas amigas de Mônica são as mais novas do grupo.
III. Mônica e Paulo são os dois mais velhos do grupo.
IV. Se todos têm mais de doze anos, houve um aniversário conjunto em que Clara festejava a metade da idade de Mônica.
V. Se todos ainda estão vivos, a média de suas idades é igual à idade de Paulo.
É correto o que se afirma apenas em
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Leia o texto para responder às questões de 01 a 10.
Pelo direito de ser criança!
Muito antes de chegar à presidência da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara de Vereadores, meu trabalho já era promover espaços de desenvolvimento saudável para mães e suas crianças nas periferias do Rio de Janeiro. Foi dentro desse esforço que desenvolvemos o MÃE & MAIS – projeto que teve um grande reconhecimento e possui até um documentário no Canal Futura -, e que tinha como um dos seus objetivos principais educar sobre a importância de respeitarmos o ritmo que a infância pede.
Entendemos como saudável, nesse caso, uma velocidade diferente do que vivemos por conta das pressões sociais, oriundas das desigualdades, do mercado de trabalho ou da correria do cotidiano. Porque a submissão das crianças a este ritmo, que é propriamente dos adultos, impacta de forma negativa nas suas vidas.
Um ponto de atenção nosso é o crescente e descontrolado acesso dos pequenos às telas, que tira deles as oportunidades de brincar de forma livre, e que tem minguado a convivência com outras crianças, proporcionando impactos em seu desenvolvimento físico e mental. E sem falar do tipo de conteúdo que consomem.
Esse tipo de exposição excessiva é falta de responsabilidade com os diferentes tempos de desenvolvimento da infância, e já se sabe que resulta em perda para a capacidade cognitiva nesta fase de crescimento. Uma conta que pode chegar na vida adulta como estresse crônico, depressão, ansiedade e outras comorbidades que podem ser desenvolvidas quando não temos o direito de viver uma infância plena e digna.
Chamamos esse processo de antecipação das fases da vida, multifatorial e multidimensional, de adultização: que se reflete tanto na infância das crianças com maior poder aquisitivo (em maioria brancas), [...], quanto na vida de crianças de mais baixa renda (em sua maioria negras), que são atravessadas pela falta de acesso aos direitos mais básicos.
Para lidar com essa realidade é fundamental uma articulação de esforços que protejam as infâncias. A educação pública de qualidade é estratégica, pois é uma porta de entrada muito importante para o acesso aos demais direitos, especialmente quando consideramos as infâncias em contextos sociais vulneráveis. O objetivo da educação é não somente preparar as pessoas para o trabalho ao chegarem à vida adulta, como também promover o desenvolvimento integral de cada indivíduo pertencente a uma comunidade.
Nossa certeza é que a forma mais eficaz de garantir o direito de cada criança ser criança, e, portanto, de combater a adultização, é respeitando o ritmo e o tempo de todas as diferentes infâncias, construindo políticas públicas que protejam a liberdade de crescer no tempo adequado. Como dizemos sempre, se a cidade for boa para crianças, ela será boa para todo mundo.
FERREIRA, Thais. Pelo direito de ser criança! Carta Capital, 12 out. 2025.Disponível em:< https://www.cartacapital.com.br/opiniao/pelo-direito-de-ser-crianca/. >Acesso em: 17 ago. 2025. Com adaptações
“Porque a submissão das crianças a este ritmo, que é propriamente dos adultos, impacta de forma negativa nas suas vidas.”
Nesse período, o termo que funciona como adjunto adverbial de modo é:
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Pelo direito de ser criança!
Muito antes de chegar à presidência da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara de Vereadores, meu trabalho já era promover espaços de desenvolvimento saudável para mães e suas crianças nas periferias do Rio de Janeiro. Foi dentro desse esforço que desenvolvemos o MÃE & MAIS – projeto que teve um grande reconhecimento e possui até um documentário no Canal Futura -, e que tinha como um dos seus objetivos principais educar sobre a importância de respeitarmos o ritmo que a infância pede.
Entendemos como saudável, nesse caso, uma velocidade diferente do que vivemos por conta das pressões sociais, oriundas das desigualdades, do mercado de trabalho ou da correria do cotidiano. Porque a submissão das crianças a este ritmo, que é propriamente dos adultos, impacta de forma negativa nas suas vidas.
Um ponto de atenção nosso é o crescente e descontrolado acesso dos pequenos às telas, que tira deles as oportunidades de brincar de forma livre, e que tem minguado a convivência com outras crianças, proporcionando impactos em seu desenvolvimento físico e mental. E sem falar do tipo de conteúdo que consomem.
Esse tipo de exposição excessiva é falta de responsabilidade com os diferentes tempos de desenvolvimento da infância, e já se sabe que resulta em perda para a capacidade cognitiva nesta fase de crescimento. Uma conta que pode chegar na vida adulta como estresse crônico, depressão, ansiedade e outras comorbidades que podem ser desenvolvidas quando não temos o direito de viver uma infância plena e digna.
Chamamos esse processo de antecipação das fases da vida, multifatorial e multidimensional, de adultização: que se reflete tanto na infância das crianças com maior poder aquisitivo (em maioria brancas), [...], quanto na vida de crianças de mais baixa renda (em sua maioria negras), que são atravessadas pela falta de acesso aos direitos mais básicos.
Para lidar com essa realidade é fundamental uma articulação de esforços que protejam as infâncias. A educação pública de qualidade é estratégica, pois é uma porta de entrada muito importante para o acesso aos demais direitos, especialmente quando consideramos as infâncias em contextos sociais vulneráveis. O objetivo da educação é não somente preparar as pessoas para o trabalho ao chegarem à vida adulta, como também promover o desenvolvimento integral de cada indivíduo pertencente a uma comunidade.
Nossa certeza é que a forma mais eficaz de garantir o direito de cada criança ser criança, e, portanto, de combater a adultização, é respeitando o ritmo e o tempo de todas as diferentes infâncias, construindo políticas públicas que protejam a liberdade de crescer no tempo adequado. Como dizemos sempre, se a cidade for boa para crianças, ela será boa para todo mundo.
FERREIRA, Thais. Pelo direito de ser criança! Carta Capital, 12 out. 2025.Disponível em:< https://www.cartacapital.com.br/opiniao/pelo-direito-de-ser-crianca/. >Acesso em: 17 ago. 2025. Com adaptações
A palavra “que” é uma conjunção integrante no seguinte excerto:
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Pelo direito de ser criança!
Muito antes de chegar à presidência da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara de Vereadores, meu trabalho já era promover espaços de desenvolvimento saudável para mães e suas crianças nas periferias do Rio de Janeiro. Foi dentro desse esforço que desenvolvemos o MÃE & MAIS – projeto que teve um grande reconhecimento e possui até um documentário no Canal Futura -, e que tinha como um dos seus objetivos principais educar sobre a importância de respeitarmos o ritmo que a infância pede.
Entendemos como saudável, nesse caso, uma velocidade diferente do que vivemos por conta das pressões sociais, oriundas das desigualdades, do mercado de trabalho ou da correria do cotidiano. Porque a submissão das crianças a este ritmo, que é propriamente dos adultos, impacta de forma negativa nas suas vidas.
Um ponto de atenção nosso é o crescente e descontrolado acesso dos pequenos às telas, que tira deles as oportunidades de brincar de forma livre, e que tem minguado a convivência com outras crianças, proporcionando impactos em seu desenvolvimento físico e mental. E sem falar do tipo de conteúdo que consomem.
Esse tipo de exposição excessiva é falta de responsabilidade com os diferentes tempos de desenvolvimento da infância, e já se sabe que resulta em perda para a capacidade cognitiva nesta fase de crescimento. Uma conta que pode chegar na vida adulta como estresse crônico, depressão, ansiedade e outras comorbidades que podem ser desenvolvidas quando não temos o direito de viver uma infância plena e digna.
Chamamos esse processo de antecipação das fases da vida, multifatorial e multidimensional, de adultização: que se reflete tanto na infância das crianças com maior poder aquisitivo (em maioria brancas), [...], quanto na vida de crianças de mais baixa renda (em sua maioria negras), que são atravessadas pela falta de acesso aos direitos mais básicos.
Para lidar com essa realidade é fundamental uma articulação de esforços que protejam as infâncias. A educação pública de qualidade é estratégica, pois é uma porta de entrada muito importante para o acesso aos demais direitos, especialmente quando consideramos as infâncias em contextos sociais vulneráveis. O objetivo da educação é não somente preparar as pessoas para o trabalho ao chegarem à vida adulta, como também promover o desenvolvimento integral de cada indivíduo pertencente a uma comunidade.
Nossa certeza é que a forma mais eficaz de garantir o direito de cada criança ser criança, e, portanto, de combater a adultização, é respeitando o ritmo e o tempo de todas as diferentes infâncias, construindo políticas públicas que protejam a liberdade de crescer no tempo adequado. Como dizemos sempre, se a cidade for boa para crianças, ela será boa para todo mundo.
FERREIRA, Thais. Pelo direito de ser criança! Carta Capital, 12 out. 2025.Disponível em:< https://www.cartacapital.com.br/opiniao/pelo-direito-de-ser-crianca/. >Acesso em: 17 ago. 2025. Com adaptações
No enfrentamento da situação discutida no texto, Thaís Ferreira aponta como crucial a
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Pelo direito de ser criança!
Muito antes de chegar à presidência da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara de Vereadores, meu trabalho já era promover espaços de desenvolvimento saudável para mães e suas crianças nas periferias do Rio de Janeiro. Foi dentro desse esforço que desenvolvemos o MÃE & MAIS – projeto que teve um grande reconhecimento e possui até um documentário no Canal Futura -, e que tinha como um dos seus objetivos principais educar sobre a importância de respeitarmos o ritmo que a infância pede.
Entendemos como saudável, nesse caso, uma velocidade diferente do que vivemos por conta das pressões sociais, oriundas das desigualdades, do mercado de trabalho ou da correria do cotidiano. Porque a submissão das crianças a este ritmo, que é propriamente dos adultos, impacta de forma negativa nas suas vidas.
Um ponto de atenção nosso é o crescente e descontrolado acesso dos pequenos às telas, que tira deles as oportunidades de brincar de forma livre, e que tem minguado a convivência com outras crianças, proporcionando impactos em seu desenvolvimento físico e mental. E sem falar do tipo de conteúdo que consomem.
Esse tipo de exposição excessiva é falta de responsabilidade com os diferentes tempos de desenvolvimento da infância, e já se sabe que resulta em perda para a capacidade cognitiva nesta fase de crescimento. Uma conta que pode chegar na vida adulta como estresse crônico, depressão, ansiedade e outras comorbidades que podem ser desenvolvidas quando não temos o direito de viver uma infância plena e digna.
Chamamos esse processo de antecipação das fases da vida, multifatorial e multidimensional, de adultização: que se reflete tanto na infância das crianças com maior poder aquisitivo (em maioria brancas), [...], quanto na vida de crianças de mais baixa renda (em sua maioria negras), que são atravessadas pela falta de acesso aos direitos mais básicos.
Para lidar com essa realidade é fundamental uma articulação de esforços que protejam as infâncias. A educação pública de qualidade é estratégica, pois é uma porta de entrada muito importante para o acesso aos demais direitos, especialmente quando consideramos as infâncias em contextos sociais vulneráveis. O objetivo da educação é não somente preparar as pessoas para o trabalho ao chegarem à vida adulta, como também promover o desenvolvimento integral de cada indivíduo pertencente a uma comunidade.
Nossa certeza é que a forma mais eficaz de garantir o direito de cada criança ser criança, e, portanto, de combater a adultização, é respeitando o ritmo e o tempo de todas as diferentes infâncias, construindo políticas públicas que protejam a liberdade de crescer no tempo adequado. Como dizemos sempre, se a cidade for boa para crianças, ela será boa para todo mundo.
FERREIRA, Thais. Pelo direito de ser criança! Carta Capital, 12 out. 2025.Disponível em:< https://www.cartacapital.com.br/opiniao/pelo-direito-de-ser-crianca/. >Acesso em: 17 ago. 2025. Com adaptações
Neste artigo, a autora constrói a argumentação tendo como propósito promover uma reflexão crítica sobre
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Entendemos como saudável, nesse caso, uma velocidade diferente do que vivemos por conta das pressões sociais, oriundas das desigualdades, do mercado de trabalho ou da correria do cotidiano. Porque a submissão das crianças a este ritmo, que é propriamente dos adultos, impacta de forma negativa nas suas vidas.
Um ponto de atenção nosso é o crescente e descontrolado acesso dos pequenos às telas, que tira deles as oportunidades de brincar de forma livre, e que tem minguado a convivência com outras crianças, proporcionando impactos em seu desenvolvimento físico e mental. E sem falar do tipo de conteúdo que consomem.
Esse tipo de exposição excessiva é falta de responsabilidade com os diferentes tempos de desenvolvimento da infância, e já se sabe que resulta em perda para a capacidade cognitiva nesta fase de crescimento. Uma conta que pode chegar na vida adulta como estresse crônico, depressão, ansiedade e outras comorbidades que podem ser desenvolvidas quando não temos o direito de viver uma infância plena e digna.
Chamamos esse processo de antecipação das fases da vida, multifatorial e multidimensional, de adultização: que se reflete tanto na infância das crianças com maior poder aquisitivo (em maioria brancas), [...], quanto na vida de crianças de mais baixa renda (em sua maioria negras), que são atravessadas pela falta de acesso aos direitos mais básicos.
Para lidar com essa realidade é fundamental uma articulação de esforços que protejam as infâncias. A educação pública de qualidade é estratégica, pois é uma porta de entrada muito importante para o acesso aos demais direitos, especialmente quando consideramos as infâncias em contextos sociais vulneráveis. O objetivo da educação é não somente preparar as pessoas para o trabalho ao chegarem à vida adulta, como também promover o desenvolvimento integral de cada indivíduo pertencente a uma comunidade.
Nossa certeza é que a forma mais eficaz de garantir o direito de cada criança ser criança, e, portanto, de combater a adultização, é respeitando o ritmo e o tempo de todas as diferentes infâncias, construindo políticas públicas que protejam a liberdade de crescer no tempo adequado. Como dizemos sempre, se a cidade for boa para crianças, ela será boa para todo mundo.
FERREIRA, Thais. Pelo direito de ser criança! Carta Capital, 12 out. 2025.Disponível em:< https://www.cartacapital.com.br/opiniao/pelo-direito-de-ser-crianca/. >Acesso em: 17 ago. 2025. Com adaptações
Trecho de referência para responder à questão.
“Muito antes de chegar à presidência da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara de Vereadores, meu trabalho já era promover espaços de desenvolvimento saudável para mães e suas crianças nas periferias do Rio de Janeiro. Foi dentro desse esforço que desenvolvemos o MÃE & MAIS”.
Quanto às relações de concordância, nesse trecho
I. há comprometimento da coerência textual, pois a autora inclui-se no discurso ora na 1ª pessoa do singular ora na 1ª pessoa do plural.
II. o emprego do verbo na 1ª pessoa do plural é uma marca de coletividade, pois refere-se a uma instituição.
III. no segmento “Muito antes de chegar”, a articulista fala apenas em seu nome, pois há um pronome de 1ª pessoa implícito.
Está correto o que se afirma em
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