Foram encontradas 45 questões.
Ocorre processo de coesão textual, por meio da hiperonímia, na seguinte alternativa:
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Em uma fábrica de suco de lararanja utiliza-se a distribuição de probabilidade binomial para controle de qualidade do processo. Sabe-se que 2% das garrafas de suco de laranja produzidas em uma determinada fábrica apresentam defeito. Em que intervalo está inserida a probabilidade de se encontrarem, no máximo, duas garrafas defeituosas em uma amostra de 300 garrafas?
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A regressão não linear de expressões exponenciais do tipo y=a*bkx, sendo x variável independente, y a variável dependente e a, b e k constantes, pode ser tratada como regressão linear simples da seguinte forma:
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Aponte a alternativa que corresponde à diferença entre complexo agroindustrial e cadeia de produção agroindustrial:
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Em uma das alternativas, cometeu-se um erro no emprego da forma verbal sublinhada. Assinale-a.
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Um determinado produto possui a sequência de produção representada na tabela abaixo. Sabendo-se que o tempo de produção por dia é de 8 horas e que é necessário produzir 40 unidades diárias, o tempo de ciclo e o número mínimo de postos de trabalho serão de:
| Tarefa | Tempo da tarefa (em minutos) | Operações Precedentes |
| A | 2 | - |
| B | 3 | A |
| C | 3 | B |
| D | 6 | B |
| E | 4 | C,D |
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RAÍZES DO BRASIL
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.
Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
Para o autor do texto, o trabalhador NÃO se caracteriza por
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O Balanced Scorecard (BSC) é o método de gestão que procura traduzir a missão e a estratégia das empresas num conjunto de medidas de desempenho que servem, portanto, como um sistema de medição de gestão estratégica. Ao contrário de outras alternativas que focam apenas em indicadores financeiros, este método considera outras importantes perspectivas. As perspectivas abaixo são utilizadas pelo BSC, exceto:
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RAÍZES DO BRASIL
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.
Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
No desenvolvimento do texto, há predominância de
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Seis ordens de fabricação precisam ser processadas na máquina A e, em seguida, na máquina B. Os tempos de processamento (incluindo os setups) estão apresentados na tabela abaixo. O menor tempo possível para o término de todas as tarefas é de:
| Ordens | Processamento em Horas | |
| Máquina A | Máquina B | |
| OF1 | 12 | 10 |
| OF2 | 18 | 16 |
| OF3 | 14 | 15 |
| OF4 | 13 | 11 |
| OF5 | 10 | 17 |
| OF6 | 12 | 13 |
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