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Considerando a Lei n.º 9.784, de 1999, que regula o processo administrativo, no âmbito da administração pública federal, é correto afirmar que
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Falência Múltipla
Por Lya Luft
Um jornalista comentou recentemente num programa de televisão que pediu a um médico seu amigo um diagnóstico do que está ocorrendo no Brasil: infecção, virose? A resposta foi perfeita: “Falência múltipla dos órgãos”. Nada mais acertado. Há quase dez anos realizo aqui na coluna minhas passeatas: estas páginas são minha avenida, as palavras são cartazes. Falo em relações humanas e seus dramas, porém mais frequentemente nas coisas inaceitáveis na nossa vida pública. Esgotei a paciência dos leitores reclamando da péssima educação – milhares de alunos sem escola ou abrigados em galpões e salinhas de fundo de igrejas, para chegarem aos 9, 10 anos sem saber ler nem escrever. Professores desesperados tentando ensinar sem material básico, sem estrutura, salários vergonhosos, estímulo nenhum. Universidades cujo nível é seguidamente baixado: em lugar de darem boas escolas a todas as crianças e jovens para que possam entrar em excelentes universidades por mérito e esforço, oferecem-lhes favorecimentos prejudiciais.
Tenho clamado contra o horror da saúde pública, mulheres parindo e velhos morrendo em colchonetes no corredor, consultas para doenças graves marcadas para vários meses depois, médicos exaustos trabalhando além dos seus limites, tentando salvar vidas e confortar os pacientes, sem condições mínimas de higiene, sem aparelhamento e com salário humilhante. Em lugar de importarmos não sei quantos mil médicos estrangeiros, quem sabe vamos ser sensatos e oferecer condições e salários decentes aos médicos brasileiros que querem cuidar de nós?
Tenho reclamado das condições de transporte, como no recente artigo “Três senhoras sentadas”: transporte caro para o calamitoso serviço oferecido. “Nos tratam como animais”, reclamou um usuário já idoso. A segurança inexiste, somos mortos ao acaso em nossas ruas, e se procuramos não sair de casa à noite somos fuzilados por um bando na frente de casa às 10 da manhã.
E, quando nossa tolerância ou resignação chegou ao limite, brota essa onda humana de busca de dignidade para todos. Não se trata apenas de centavos em passagens, mas de respeito.
As vozes dizem NÃO: não aos ônibus sujos e estragados, impontuais, motoristas sobrecarregados; não às escolas fechadas ou em ruínas; não aos professores e médicos impotentes, estradas intransitáveis, medo dentro e fora de casa. Não a um ensino em que a palavra “excelência” chega a parecer abuso ou ironia. Não ao mercado persa de favores e cargos em que transformam nossa política, não aos corruptos às vezes condenados ocupando altos cargos, não ao absurdo número de partidos confusos.
As reclamações da multidão nas ruas são tão variadas quanto nossas mazelas: por onde começar? Talvez pelo prático, e imediato, sem planos mirabolantes. Algo há de se poder fazer: não creio que políticos e governo tenham sido apanhados desprevenidos, por mais que estivessem alienados em torres de marfim.
Infelizmente todo movimento de massas provoca e abriga sem querer grupos violentos e anárquicos: que isso não nos prejudique nem invalide nossas reivindicações.
Não sei como isso vai acabar: espero que transformando o Brasil num lugar melhor para viver. Quase com atraso, a voz das ruas quer lisura, ética, ações, cumprimento de deveres, realização dos mais básicos conceitos de decência e responsabilidade cívica, que andavam trocados por ganância monetária ou ânsia eleitoreira. Que sobrevenham ordem e paz.
Que depois desse chamado à consciência de quem lidera e governa não se absolvam os mensaleiros, não se deixem pessoas medíocres ou de ética duvidosa em altos cargos, acabem as gigantescas negociatas meio secretas, e se apliquem decentemente somas que poderão salvar vidas, educar jovens, abrir horizontes.
Sou totalmente contrária a qualquer violência, mas este povo chegou ao extremo de sua tolerância, percebeu que tem poder, não quer mais ser enganado e explorado: que não se destrua nada, mas se abram horizontes reais de melhoria e contentamento.
Fonte: Revista Veja, 3 de julho de 2013.
Conforme Sacconi (1999), preposição é uma palavra invariável que liga duas palavras entre si, estabelecendo entre elas certas relações. Assim sendo, observe as relações estabelecidas pela preposição “de” nos fragmentos a seguir:
- salinhas de fundo – relação de lugar
- pessoas (...) de ética duvidosa – relação de definição
- torres de marfim – relação de matéria
Em que alternativa o valor das relações estabelecidas pela preposição segue a mesma classificação e ordem dos fragmentos citados?
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Falência Múltipla
Por Lya Luft
Um jornalista comentou recentemente num programa de televisão que pediu a um médico seu amigo um diagnóstico do que está ocorrendo no Brasil: infecção, virose? A resposta foi perfeita: “Falência múltipla dos órgãos”. Nada mais acertado. Há quase dez anos realizo aqui na coluna minhas passeatas: estas páginas são minha avenida, as palavras são cartazes. Falo em relações humanas e seus dramas, porém mais frequentemente nas coisas inaceitáveis na nossa vida pública. Esgotei a paciência dos leitores reclamando da péssima educação – milhares de alunos sem escola ou abrigados em galpões e salinhas de fundo de igrejas, para chegarem aos 9, 10 anos sem saber ler nem escrever. Professores desesperados tentando ensinar sem material básico, sem estrutura, salários vergonhosos, estímulo nenhum. Universidades cujo nível é seguidamente baixado: em lugar de darem boas escolas a todas as crianças e jovens para que possam entrar em excelentes universidades por mérito e esforço, oferecem-lhes favorecimentos prejudiciais.
Tenho clamado contra o horror da saúde pública, mulheres parindo e velhos morrendo em colchonetes no corredor, consultas para doenças graves marcadas para vários meses depois, médicos exaustos trabalhando além dos seus limites, tentando salvar vidas e confortar os pacientes, sem condições mínimas de higiene, sem aparelhamento e com salário humilhante. Em lugar de importarmos não sei quantos mil médicos estrangeiros, quem sabe vamos ser sensatos e oferecer condições e salários decentes aos médicos brasileiros que querem cuidar de nós?
Tenho reclamado das condições de transporte, como no recente artigo “Três senhoras sentadas”: transporte caro para o calamitoso serviço oferecido. “Nos tratam como animais”, reclamou um usuário já idoso. A segurança inexiste, somos mortos ao acaso em nossas ruas, e se procuramos não sair de casa à noite somos fuzilados por um bando na frente de casa às 10 da manhã.
E, quando nossa tolerância ou resignação chegou ao limite, brota essa onda humana de busca de dignidade para todos. Não se trata apenas de centavos em passagens, mas de respeito.
As vozes dizem NÃO: não aos ônibus sujos e estragados, impontuais, motoristas sobrecarregados; não às escolas fechadas ou em ruínas; não aos professores e médicos impotentes, estradas intransitáveis, medo dentro e fora de casa. Não a um ensino em que a palavra “excelência” chega a parecer abuso ou ironia. Não ao mercado persa de favores e cargos em que transformam nossa política, não aos corruptos às vezes condenados ocupando altos cargos, não ao absurdo número de partidos confusos.
As reclamações da multidão nas ruas são tão variadas quanto nossas mazelas: por onde começar? Talvez pelo prático, e imediato, sem planos mirabolantes. Algo há de se poder fazer: não creio que políticos e governo tenham sido apanhados desprevenidos, por mais que estivessem alienados em torres de marfim.
Infelizmente todo movimento de massas provoca e abriga sem querer grupos violentos e anárquicos: que isso não nos prejudique nem invalide nossas reivindicações.
Não sei como isso vai acabar: espero que transformando o Brasil num lugar melhor para viver. Quase com atraso, a voz das ruas quer lisura, ética, ações, cumprimento de deveres, realização dos mais básicos conceitos de decência e responsabilidade cívica, que andavam trocados por ganância monetária ou ânsia eleitoreira. Que sobrevenham ordem e paz.
Que depois desse chamado à consciência de quem lidera e governa não se absolvam os mensaleiros, não se deixem pessoas medíocres ou de ética duvidosa em altos cargos, acabem as gigantescas negociatas meio secretas, e se apliquem decentemente somas que poderão salvar vidas, educar jovens, abrir horizontes.
Sou totalmente contrária a qualquer violência, mas este povo chegou ao extremo de sua tolerância, percebeu que tem poder, não quer mais ser enganado e explorado: que não se destrua nada, mas se abram horizontes reais de melhoria e contentamento.
Fonte: Revista Veja, 3 de julho de 2013.
Segundo o texto, as manifestações são
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Os seguintes códigos Java servem de base para a questão. Considera-se que todos os arquivos estão no mesmo diretório e pertencem ao pacote default.
// Pessoa.java
public class Pessoa {
private String nome;
private int idade;
public Pessoa (String nome, int idade) {
this.nome = nome;
this.idade = idade;
}
public String getNome() {
return this.nome;
}
public void setNome(String nome) {
this.nome = nome;
}
public int getIdade() {
return this.idade;
}
public void setIdade(int idade) {
this.idade = idade;
}
public String toString() {
return this.nome;
}
}
// Funcionario.java
public class Funcionario extends Pessoa {
private String cargo;
public Funcionario(String nome, int idade, String cargo) {
super(nome, idade);
this.cargo = cargo;
}
public Funcionario(Pessoa p, String cargo) {
super(p.getNome(), p.getIdade());
this.cargo = cargo;
}
public String getCargo() {
return this.cargo;
}
public void setCargo(String cargo) {
this.cargo = cargo;
}
public String toString() {
return this.cargo;
}
}
// main.java
public class main {
public static void main(String[] args) {
Pessoa p = new Pessoa("Fulano", 30);
Funcionario f = new Funcionario(p, "Programador");
System.out.println(p + " - " + f.toString());
}
}
Sobre os conceitos de orientação a objetos, empregados nesses arquivos, afirmam-se.
I. Funcionario é classe filha de Pessoa.
II. A classe Funcionario apresenta construtores sobrecarregados.
III. Pessoa herda características de Funcionario.
IV. O conceito de encapsulamento é empregado.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Relações Humanas refere-se às relações entre
I. pessoa e outra.
II. membros de um grupo.
III. grupos em uma organização.
Estão corretas as afirmativas
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Uma biblioteca pode ser constituída por alguns tipos de acervo, relacione as colunas abaixo de acordo com esses acervos:
( 1 ) de referência
( 2 ) geral
( 3 ) de multimídia
( 4 ) especial
( ) vídeos, DVD, mapas e outros materiais não bibliográficos.
( ) gibis, hemeroteca e publicações de órgãos internacionais.
( ) dicionários, enciclopédias e outros de uso não domiciliar.
( ) livros, folhetos e outros que possam ser emprestados.
( ) revistas e jornais.
Marque a alternativa que identifica a ordem correta de cima para baixo da relação estabelecida:
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Analise o código CSS abaixo.
div > p
{
color: green;
}
A cor verde será aplicada a elementos
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Os seguintes códigos Java servem de base para a questão. Considera-se que todos os arquivos estão no mesmo diretório e pertencem ao pacote default.
// Pessoa.java
public class Pessoa {
private String nome;
private int idade;
public Pessoa (String nome, int idade) {
this.nome = nome;
this.idade = idade;
}
public String getNome() {
return this.nome;
}
public void setNome(String nome) {
this.nome = nome;
}
public int getIdade() {
return this.idade;
}
public void setIdade(int idade) {
this.idade = idade;
}
public String toString() {
return this.nome;
}
}
// Funcionario.java
public class Funcionario extends Pessoa {
private String cargo;
public Funcionario(String nome, int idade, String cargo) {
super(nome, idade);
this.cargo = cargo;
}
public Funcionario(Pessoa p, String cargo) {
super(p.getNome(), p.getIdade());
this.cargo = cargo;
}
public String getCargo() {
return this.cargo;
}
public void setCargo(String cargo) {
this.cargo = cargo;
}
public String toString() {
return this.cargo;
}
}
// main.java
public class main {
public static void main(String[] args) {
Pessoa p = new Pessoa("Fulano", 30);
Funcionario f = new Funcionario(p, "Programador");
System.out.println(p + " - " + f.toString());
}
}
Após a execução do programa main.java, o que será apresentado na saída?
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A análise de óleo lubrificante tem dois objetivos: determinar o momento exato da sua troca e identificar sintomas de desgaste de algum componente. Este monitoramento é possível devido à análise quantitativa
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Considere que a data corrente seja 14/07/2013, a hora seja 21h07min e que as configurações de idiomas, números, horas e datas estejam conforme a figura ao lado, e que as células estejam formatadas com formato geral antes da aplicação das fórmulas em uma planilha do Microsoft Office Excel 2007. Afirma-se que as fórmulas aplicadas nas células, A2, A3, A4 e A5 foram respectivamente:

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