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Foram encontradas 40 questões.

1221210 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Na CDU, a ordem de citação, também denominada de ordem horizontal, tem por finalidade a união de símbolos principais e auxiliares.
O número principal é o primeiro símbolo, seguido de
 

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Um determinado servidor público federal pediu e obteve licença para atividade política. Teve seu pedido deferido, sem remuneração, durante o período que mediava entre a sua escolha em convenção partidária, como candidato a cargo eletivo, e a véspera do registro de sua candidatura perante a justiça eleitoral. A partir do registro da candidatura, até o décimo dia seguinte da eleição, a licença foi deferida, com vencimentos do cargo efetivo assegurados pelo período de 3 meses.
Nessa situação, o deferimento da licença foi
 

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1203711 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com Silva (2005), o bibliotecário pode ser um gerenciador da informação, unindo seus conhecimentos e técnicas de indexação e recuperação da informação aos recursos oferecidos pela tecnologia GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos).
O objetivo do GED é
 

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1198089 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Analise as afirmativas:
I. Conservar é o ato de reparar para que volte ao seu estado original de funcionamento ou para o estado para o qual foi desenvolvido.
II. Consertar é o conjunto de ações dirigidas para alongar a vida da obra. É resguardar de dano, decadência, deterioração.
III. Preservar supõe ações para reter os itens potenciais que podem causar danos nas obras, ou seja, resguardar o bem para que ele não sofra nenhum mal.
IV. Restaurar é devolver ao documento as características mais aproximadas de seu estado original.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só!$ ^{A)} !$.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo!$ ^{B)} !$ terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa!$ ^{C)} !$, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você!$ ^{D)} !$.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 466653-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Segundo Platão e Fiorin (1997), “Pressuposto são ideias não expressas de maneira explícita, que decorrem logicamente do sentido de certas palavras ou expressões contidas na frase”.
Com base nessa afirmação, em que alternativa a palavra sublinhada NÃO acarreta um conteúdo pressuposto?
 

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466278 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com Grogan (1995), a questão incipiente formulada pelo usuário pode, às vezes, exigir maiores esclarecimentos ou ajustes para se ter certeza de que corresponde de forma mais precisa à necessidade de informação subjacente.
Analise as afirmativas a seguir e assinale a que representa o quarto passo do processo de referência referido pelo autor.
 

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466226 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Considere o título a seguir:
245 1 3 $a Os mártires, ou, O triunfo da religião cristã
A descrição acima corresponde a título
 

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466210 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Para a catalogação de recursos eletrônicos, a principal fonte de informação é
 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 465969-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
No 3º e 4º parágrafos, há ocorrência de nexos de concomitância, os quais indicam
 

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398114 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Segundo Grogan (1995), o trabalho de referência é muito mais do que uma prática especializada ou uma habilidade profissional, trata-se de uma atividade essencialmente
 

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