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Foram encontradas 392 questões.

824731 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Em uma cidade localizada à beira-mar, seus prédios e equipamentos estão sujeitos à maresia e à agressão causada pela areia carregada pelos ventos. Para evitar problemas com as pinturas, estas devem merecer cuidado especial quanto à preparação das superfícies, pintura propriamente dita e manutenção posterior.
A aplicação de fundo anti-corrosivo é indicada para situações
 

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824711 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Numa máquina CNC, é necessário um sistema de coordenadas para poder realizar uma determinada trajetória.
Assim, a sequência de informações, desde o início, pode ser definida como
 

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823494 Ano: 2015
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Podemos classificar os custos de manter estoques em três grandes categorias: custos diretamente proporcionais à quantidade estocada, inversamente proporcionais à quantidade estocada e independentes da quantidade estocada (MARTINS, 2009).

Quanto aos custos inversamente proporcionais, é correto afirmar que

 

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823389 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O torno CNC é uma máquina-ferramenta, cujo controle dos movimentos é feito por um computador dedicado.
Sobre essa máquina, é CORRETO afirmar que
 

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823321 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL

Considerando-se o Art. 167 da Constituição Federal, que trata das vedações a respeito dos Orçamentos, é correto afirmar que

 

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823261 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Coordenadas absolutas são definidas como
 

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823230 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Forma pela qual as pessoas formam impressões e esperam que se compreendam mutuamente, denomina-se
 

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823195 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Esse modelo conceitual segue a notação ER estendida (conforme autores Korth, Silberschatz e Sudarshan). Segundo essa notação, os círculos indicam atributos das entidades e relacionamentos, e um círculo preenchido indica que o atributo é identificador.
Enunciado 823195-1
Qual é a afirmativa correta para inserir dados na tabela Empregado?
 

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819443 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Em relação à hipertensão arterial sistêmica primária, é correto afimar?
I. Entre os mecanismos fisiopatológicos, pode-se citar a natriurese deficiente. Esta se caracteriza por uma falha no sistema de autorregulação por feedback entre pressão aumentada pela ingesta de sal e o aumento da natriurese trazendo a pressão de volta ao seus níveis normais.
II. Na hipertensão arterial primária, o sódio intracelular encontra-se baixo. Essa diminuição leva ao aumento do cálcio intracelular como resultado de facilitação de troca iônica aumentando o tônus da musculatura lisa vascular.
III. A hiperatividade do sistema nervoso simpático é mais evidente nos pacientes jovens portadores de hipertensão arterial que podem se apresentar com taquicardia e aumento do débito cardíaco.
Está (ão) correta (s) apenas a (s) afirmativa (s)
 

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819419 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Questão de classe
Por J. R. Guzzo
Uma das crenças mais resistentes do pensamento que imagina a si próprio como o mais moderno, democrático e popular do Brasil é a lenda da inocência dos criminosos pobres. Por essa maneira de ver as coisas, um crime não é um crime se o autor nasceu no lado errado da vida, cresceu dentro da miséria e não conheceu os suportes básicos de uma família regular, de uma escola capaz de tirá-lo da ignorância e do convívio com gente de bem. De acordo com as fábulas sociais atualmente em vigência, pessoas assim não tiveram a oportunidade de ser cidadãos decentes – e por isso ficam dispensadas de ser cidadãos decentes. Ninguém as ajudou; ninguém lhes deu o que faltou em sua vida. Como compensação por esse azar, devem ser autorizadas a cometer delitos – ou, no mínimo, considera-se que não é justo responsabilizá-las pelos atos que praticaram, por piores que sejam. Na verdade, segundo a teoria socialmente virtuosa, não existem criminosos neste país quando se trata de roubo, latrocínio, sequestro e outras ações de violência extrema – a menos que tenham sido cometidos por cidadãos com patrimônio e renda superiores a determinado nível. E de quem seria, nos demais casos, a responsabilidade? Essa é fácil: “a culpa é da sociedade”.
Toda essa conversa é bem cansativa quando se sabe perfeitamente, desde que Moisés anunciou os Dez Mandamentos, que certas práticas são um mal em si mesmas, e ponto-final; não apareceu nas sociedades humanas, de lá para cá, nenhuma novidade capaz de mudar esse entendimento fundamental.
Um crime não deixa de ser um crime pelo fato de ser cometido por uma pessoa pobre, da mesma forma que ser pobre, apenas, não significa ser honesto. Mas e daí? Em nosso pensamento penalmente correto, a ideia de que as culpas são sobretudo uma questão de classe é verdade científica, tão indiscutível quanto a existência do ângulo reto. Por esse tipo de ciência, um homicídio não é “matar alguém”, como diz o Código Penal Brasileiro; para tanto, é preciso que o matador pertença pelo menos à classe média. Daí para baixo, o assassinato de um ser humano é apenas um “fenômeno social”. Fim da discussão. No mais, segundo os devotos da absolvição automática para os criminosos que dispõem de atestado de pobreza, “somos todos culpados”. Nada como as culpas coletivas para que não haja culpa alguma – e para que todos ganhem o direito de se declarar em paz perante sua própria consciência.
Embora não faça parte dos programas, de nenhum partido ou governo, essa é a fé praticada pela maioria das nossas altas autoridades – junto com as camadas superiores da Ordem dos Advogados do Brasil, juristas de renome e estrelas do mundo intelectual, artístico e sociológico. A mídia, de modo geral, os acompanha. Há aliados de peso nos salões de mais alta renda da nação, onde é de bom-tom deplorar a “criminalização da pobreza”; é comum, quando se reúnem, haver mais seguranças do lado de fora do que convidados do lado de dentro. A moda do momento, para todos, é escandalizar-se com a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, em caso de crimes graves. Não se trata de uma questão de ideologia, ou de moral. A punição pela prática de crimes tem, obrigatoriamente, de começar em algum ponto, e 16 anos é uma idade tão boa quanto 18 – é impossível, na verdade, saber qual o número ideal. Mas o tema se tornou um divisor entre o bem e o mal – sendo que o mal, claro, é a redução, já declarada “coisa da direita selvagem”. Alega-se que o número de menores de 18 anos que praticam crimes violentos é muito pequeno e que a mudança não iria resolver o problema da criminalidade no Brasil. Ambas as afirmações são verdadeiras e sem nenhuma importância. Quem está dizendo o contrário? O objetivo da medida é punir delitos que hoje ficam legalmente sem punição – e nada mais. Também é verdade que pessoas de 60 anos cometem poucos crimes, e nem por isso se propõe que se tornem livres de responder por seus atos. Também é verdade que os crimes não vão desaparecer com nenhum tipo de lei – e nem por isso se elimina o Código Penal.
Talvez esteja na hora de pensar que existe alguma coisa profundamente errada com a paixão pela tese de que a desigualdade social é a grande culpada pela criminalidade no Brasil. Segundo o governo, a redução da pobreza está passando por um avanço inédito na história; nesse caso, deveria haver uma redução proporcional no número de crimes, não é? Mas o crime só aumenta. Ou não houve o progresso que se diz, ou a tese está frouxa. Como fica?
Revista Veja, 03 de junho de 2015. (adaptado)
As expressões “inocência dos criminosos” e “um homicídio não é ‘matar alguém’” apresentam caráter
 

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