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Conforme a Lei n.º 6.938/1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), constitui instrumento da PNMA
I o Cadastro Ambiental Rural (CAR).
II o zoneamento ambiental.
III o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente poluidoras e(ou) utilizadoras dos recursos ambientais.
IV a instituição do relatório de qualidade do meio ambiente (RQMA).
Estão certos apenas os itens
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A respeito do funcionamento e de características técnicas do GPS, amplamente utilizado em atividades de geoprocessamento, monitoramento ambiental e levantamento de campo, julgue os itens a seguir.
I As coordenadas obtidas pelo GPS são originalmente referenciadas ao sistema geodésico WGS84.
II Para determinar a posição de um ponto na superfície terrestre, são necessários, no mínimo, dois satélites de navegação no horizonte.
III A constelação do GPS é atualmente composta por quatro órbitas, cada qual com 24 satélites de navegação, garantindo cobertura contínua de toda a superfície terrestre.
IV A atmosfera interfere na precisão do posicionamento por GPS.
Estão certos apenas os itens
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Texto CG1A1
O estudo das mudanças climáticas é essencial para a compreensão dos impactos decorrentes das atividades antrópicas sobre o sistema climático global, que provocam alterações significativas nos padrões climáticos, resultantes, principalmente, do aumento das concentrações de gases de efeito estufa (GEE), como o dióxido de carbono (CO₂) e o metano (CH₄). Tais emissões decorrem de múltiplas fontes, destacando-se a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e a adoção de práticas agrícolas ambientalmente insustentáveis.
A relevância desse tema torna-se ainda mais evidente à luz dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU, os quais buscam promover um modelo de desenvolvimento sustentável em escala global. Nesse contexto, o ODS 13 — ação contra a mudança global do clima — destaca a necessidade de incorporação de estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nas políticas públicas e nos processos produtivos e socioeconômicos. Ademais, os efeitos das mudanças climáticas repercutem diretamente em outros ODS, como a erradicação da pobreza (ODS 1), a segurança alimentar (ODS 2) e a promoção da saúde e do bem-estar (ODS 3), o que evidencia a natureza transversal das questões climáticas e sua estreita relação com o desenvolvimento sustentável.
As mudanças climáticas são impulsionadas por uma combinação de fatores naturais e antrópicos — feitos pelo ser humano ou resultantes de suas ações —, sendo as atividades humanas as principais responsáveis pelo aquecimento global observado nas últimas décadas.
Gases como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxidos de nitrogênio (NOx) são fundamentais para o crescimento do efeito estufa, um processo natural que mantém a Terra aquecida. No entanto, as concentrações desses gases aumentaram significativamente devido a atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, processos industriais e processos ligados à agricultura — um crescimento que resulta em desequilíbrio e intensifica o aquecimento global.
O desmatamento, especialmente em florestas tropicais, contribui para as mudanças climáticas ao reduzir a capacidade de absorção de CO2 pelas árvores. Além disso, a conversão de áreas florestais em terras agrícolas ou em concentrações urbanas libera o carbono armazenado no solo, agravando ainda mais o problema.
A expansão urbana desordenada, frequentemente conduzida sem o devido planejamento, tem provocado o aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Esse processo de urbanização também intensifica o consumo de energia, o fluxo de veículos e a produção de resíduos, agravando a poluição atmosférica e a degradação ambiental. Além disso, cidades mal planejadas tornam-se mais suscetíveis a desastres, potencializando os efeitos das mudanças climáticas. Esses impactos recaem de forma desproporcional sobre populações socialmente vulneráveis, que, em geral, são as que menos contribuem para as emissões. A escassez de recursos para adaptação às mudanças climáticas aprofunda as desigualdades sociais e econômicas, gerando consequências severas para a saúde pública, a segurança alimentar e o acesso à água.
A compreensão das mudanças climáticas é estratégica não apenas para a proteção dos ecossistemas, mas também para a garantia da qualidade de vida das gerações presentes e futuras. A produção científica e a disseminação do conhecimento técnico sobre o tema são fundamentais para subsidiar a formulação de políticas públicas eficazes e fortalecer a conscientização da sociedade, possibilitando o enfrentamento dos desafios decorrentes de um sistema climático em contínua transformação.
Nesse contexto, a educação ambiental e técnica assume papel central na capacitação de indivíduos e comunidades para a tomada de decisões embasadas em critérios científicos e socioambientais. A ampliação da consciência quanto à conservação ambiental, ao uso sustentável dos recursos naturais e à redução da pegada de carbono favorece a adoção de práticas e comportamentos alinhados aos princípios da sustentabilidade.
Em síntese, trata-se de um desafio de elevada complexidade, marcado pela interdependência de múltiplos fatores, que demanda ações coordenadas em diferentes níveis de governança. Tal enfrentamento pressupõe o aprimoramento de políticas públicas, o estímulo à inovação tecnológica e o fortalecimento do compromisso social em prol de um modelo de desenvolvimento sustentável.
Internet: www.creasp.org.br (com adaptações)
No trecho “a educação ambiental e técnica assume papel central na capacitação de indivíduos” (primeiro período do oitavo parágrafo do texto CG1A1), a expressão “a educação ambiental e técnica” exerce a função sintática de
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Texto CG1A1
O estudo das mudanças climáticas é essencial para a compreensão dos impactos decorrentes das atividades antrópicas sobre o sistema climático global, que provocam alterações significativas nos padrões climáticos, resultantes, principalmente, do aumento das concentrações de gases de efeito estufa (GEE), como o dióxido de carbono (CO₂) e o metano (CH₄). Tais emissões decorrem de múltiplas fontes, destacando-se a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e a adoção de práticas agrícolas ambientalmente insustentáveis.
A relevância desse tema torna-se ainda mais evidente à luz dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU, os quais buscam promover um modelo de desenvolvimento sustentável em escala global. Nesse contexto, o ODS 13 — ação contra a mudança global do clima — destaca a necessidade de incorporação de estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas nas políticas públicas e nos processos produtivos e socioeconômicos. Ademais, os efeitos das mudanças climáticas repercutem diretamente em outros ODS, como a erradicação da pobreza (ODS 1), a segurança alimentar (ODS 2) e a promoção da saúde e do bem-estar (ODS 3), o que evidencia a natureza transversal das questões climáticas e sua estreita relação com o desenvolvimento sustentável.
As mudanças climáticas são impulsionadas por uma combinação de fatores naturais e antrópicos — feitos pelo ser humano ou resultantes de suas ações —, sendo as atividades humanas as principais responsáveis pelo aquecimento global observado nas últimas décadas.
Gases como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxidos de nitrogênio (NOx) são fundamentais para o crescimento do efeito estufa, um processo natural que mantém a Terra aquecida. No entanto, as concentrações desses gases aumentaram significativamente devido a atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, processos industriais e processos ligados à agricultura — um crescimento que resulta em desequilíbrio e intensifica o aquecimento global.
O desmatamento, especialmente em florestas tropicais, contribui para as mudanças climáticas ao reduzir a capacidade de absorção de CO2 pelas árvores. Além disso, a conversão de áreas florestais em terras agrícolas ou em concentrações urbanas libera o carbono armazenado no solo, agravando ainda mais o problema.
A expansão urbana desordenada, frequentemente conduzida sem o devido planejamento, tem provocado o aumento das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Esse processo de urbanização também intensifica o consumo de energia, o fluxo de veículos e a produção de resíduos, agravando a poluição atmosférica e a degradação ambiental. Além disso, cidades mal planejadas tornam-se mais suscetíveis a desastres, potencializando os efeitos das mudanças climáticas. Esses impactos recaem de forma desproporcional sobre populações socialmente vulneráveis, que, em geral, são as que menos contribuem para as emissões. A escassez de recursos para adaptação às mudanças climáticas aprofunda as desigualdades sociais e econômicas, gerando consequências severas para a saúde pública, a segurança alimentar e o acesso à água.
A compreensão das mudanças climáticas é estratégica não apenas para a proteção dos ecossistemas, mas também para a garantia da qualidade de vida das gerações presentes e futuras. A produção científica e a disseminação do conhecimento técnico sobre o tema são fundamentais para subsidiar a formulação de políticas públicas eficazes e fortalecer a conscientização da sociedade, possibilitando o enfrentamento dos desafios decorrentes de um sistema climático em contínua transformação.
Nesse contexto, a educação ambiental e técnica assume papel central na capacitação de indivíduos e comunidades para a tomada de decisões embasadas em critérios científicos e socioambientais. A ampliação da consciência quanto à conservação ambiental, ao uso sustentável dos recursos naturais e à redução da pegada de carbono favorece a adoção de práticas e comportamentos alinhados aos princípios da sustentabilidade.
Em síntese, trata-se de um desafio de elevada complexidade, marcado pela interdependência de múltiplos fatores, que demanda ações coordenadas em diferentes níveis de governança. Tal enfrentamento pressupõe o aprimoramento de políticas públicas, o estímulo à inovação tecnológica e o fortalecimento do compromisso social em prol de um modelo de desenvolvimento sustentável.
Internet: www.creasp.org.br (com adaptações)
A palavra “vulneráveis”, em “populações socialmente vulneráveis” (quarto período do sexto parágrafo do texto CG1A1), é empregada com o sentido de
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\(\begin{bmatrix} 1 & 1 & 1 & 1 & 1 & 2 & 2 & 2 \\ 1 & 1 & 1 & 1 & 1 & 2 & 2 & 2 \\ 1 & 1 & 1 & 2 & 2 & 2 & 2 & 2 \\ 1 & 1 & 1 & 2 & 2 & 2 & 2 & 2 \\ 1 & 1 & 1 & 2 & 2 & 2 & 2 & 2 \\ 2 & 2 & 2 & 2 & 2 & 3 & 3 & 2 \\ 2 & 2 & 2 & 2 & 2 & 3 & 3 & 2 \\ 2 & 2 & 2 & 2 & 2 & 2 & 2 & 2 \end{bmatrix}\)
À luz da estrutura de dados quadtree e considerando a matriz de valores inteiros apresentada, assinale a opção correta.
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O monitoramento territorial é frequentemente realizado por meio da análise de imagens de satélite, utilizando-se técnicas de realce como o índice de vegetação por diferença normalizada (NDVI). Esse índice corresponde a uma razão normalizada entre a diferença e a soma dos valores de reflectância nas bandas do infravermelho próximo e do vermelho.
| alvo | reflectância | |
|---|---|---|
| vermelho | infravermelho próximo | |
| A | 0,10 | 0,40 |
| B | 0,08 | 0,42 |
| C | 0,06 | 0,44 |
| D | 0,04 | 0,46 |
| E | 0,02 | 0,48 |
Com base nos valores de reflectância apresentados na tabela precedente, assinale a opção que correspondente ao alvo que apresenta a menor densidade de cobertura vegetal.
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Julgue os itens a seguir, acerca da distribuição espacial dos peixes amazônicos e de seu comportamento migrador, quando presente.
I Grandes migradores, como os Siluriformes piramutaba (Brachyplatystoma vaillantii) e dourado (Brachyplatystoma rousseauxii), realizam deslocamentos de mais de 3.000 km no eixo Solimões-Amazonas, para completar seu ciclo de vida.
II São migradores de menor distância diversas espécies de Characiformes de importância comercial, detritívoras ou que consomem alimentos oriundos da floresta alagada, como tambaqui (Colossoma macropomum), pirapitinga (Piaractus brachypomus), curimatã (Prochilodus nigricans), jaraquis (Semaprochilodus taeniurus), entre outras.
III Sedentários, representados por algumas espécies de Osteoglossiformes (pirarucus e aruanãs) e perciformes (tucunarés, acarás e pescadas do gênero Plagioscion), não realizam migrações sistemáticas, permanecendo nos ambientes tradicionais ou realizando apenas pequenos movimentos laterais na vazante e na seca.
IV Sazonais formam um grupo numeroso de espécies que não apresenta sincronismo da desova com as mudanças do nível do rio e com o regime anual de chuvas, migrando dos afluentes com menor produtividade para os rios maiores de água branca, para reproduzir.
V Oportunistas, peixes geralmente pequenos e com ciclos de vida longos, atingem a primeira maturação sexual tardiamente, sem apresentar comportamento migrador e de cuidado com a prole.
Estão certos apenas os itens
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No que se refere a estratégias de reprodução dos peixes, julgue os itens a seguir.
I O desenvolvimento sincrônico em um grupo indica que a espécie desova uma única vez, com ovócitos liberados em evento único, sem ovócitos de reserva, um caso de semelparidade.
II O desenvolvimento sincrônico em dois grupos indica que a espécie possui desova total, isto é, apenas um lote de ovócitos é eliminado normalmente em sincronismo com fatores ambientais (como aumento da pluviosidade e temperatura) e outro lote fica de reserva, um caso típico de espécies semélparas.
III As espécies que apresentam desova total eliminam apenas um lote de ovócitos maduros em um intervalo de tempo relativamente curto, de horas ou poucos dias, e o lote seguinte só irá maturar no período reprodutivo seguinte, um caso típico de espécies iteróparas, que realizam longas migrações reprodutivas.
IV O desenvolvimento sincrônico em mais de dois grupos indica que a espécie possui desova múltipla ou parcelada, com eliminação sucessiva de lotes de ovócitos maduros (de 3 até 10 lotes de ovócitos), um caso típico de espécies iteróparas.
V O desenvolvimento assincrônico indica que a espécie possui desova intermitente, pois não há sincronismo no desenvolvimento dos ovócitos, com liberação contínua de ovócitos maduros, um caso singular de espécies iteróparas.
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Julgue os itens a seguir, referentes aos resíduos do processamento de pescado, seu manejo e seus impactos ambientais, considerando o papel da pesca ao longo da cadeia produtiva.
I A pesca apresenta baixa contribuição para as emissões globais de carbono.
II Existem oportunidades de redução de emissões de carbono ao longo da cadeia da pesca por meio do aumento da eficiência.
III A diminuição das perdas e do desperdício de pescado é uma estratégia relevante para tornar a atividade mais eficiente.
IV A principal fonte de emissões globais de carbono está associada diretamente ao processamento de resíduos do pescado proveniente da pesca.
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Uma das informações básicas que compõem os mapas ambientais é a escala cartográfica. Um mapa no qual 10 cm correspondem a 5 km no terreno está na escala de
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