Foram encontradas 104 questões.
Em um grupo de 450 pessoas pré-selecionadas para um teste de mercado de certo produto, 60% eram do sexo feminino. O número de mulheres que devem ser excluídas desse grupo, para que 45% das pessoas restantes sejam do sexo masculino, conforme determinação do fabricante, é
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Em um jogo de perguntas e respostas, pagam-se 5 fichas para responder cada pergunta. Quando o jogador acerta a resposta, recebe 10 fichas de prêmio. Se o número total de fichas recebidas por certo jogador, ao final de 20 perguntas, era 20 unidades maior que o número de fichas que ele pagou para respondê-las, então a razão entre o número de respostas corretas e o número de respostas erradas desse jogador, nessa ordem, foi de
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Uma concessionária pretende implantar torres de transmissão de energia em dois trechos distintos, tendo um deles 1 200 m e o outro, 1 680 m, observando-se as seguintes condições:
• Deverá haver uma torre no início e outra no final de cada trecho;
• A distância entre duas torres vizinhas deverá ser sempre a mesma nos dois trechos;
• O número de torres a serem implantadas deverá ser o menor possível.
Nessas condições, o número total de torres nesses dois trechos deverá ser igual a
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Alterando-se as formas verbais do terceiro quadrinho, a frase apresenta versão correta em:
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Para as personagens, os elementos água, fogo e carros indicam
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O número de domicílios com carro no Brasil quase dobrou nas duas últimas décadas. Saltou de 23% para 40% do total de moradias, ou seja, de cada mil residências, 400 têm um ou mais veículos nas garagens. Nos Estados Unidos, há um movimento oposto. No início dos anos 90, 5,7% dos lares não tinham automóveis, percentual que subiu para 9,3% no ano passado e deve chegar a 10% este ano.
As deficiências no transporte público – que recentemente desencadearam uma onda de protestos em várias partes do país – e o próprio desejo do brasileiro de ter um carro tendem a manter o mercado automobilístico aquecido nos próximos anos.
Mesmo com a falta de mobilidade nas grandes cidades e o alto custo para o consumidor manter um veículo, as montadoras apostam em vendas de 5 milhões de unidades ao ano a partir de 2017. No Brasil, “o carro ainda é um status e a deficiência do transporte público é um fator que incentiva a compra.” – diz Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria. As áreas rurais e cidades menores são as que mais devem ampliar o volume de carros em circulação.
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) afirma: “o transporte coletivo não é nosso inimigo, ao contrário, defendemos a integração entre as várias modalidades de transporte. O que não é correto é impedir que as pessoas tenham carro.”
O brasileiro passou a ter mais acesso ao carro novo a partir das duas últimas décadas com a melhora da renda, queda no desemprego e aumento do crédito. Em 1990, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil era de US$ 5,3 mil. Em 2010, estava em US$ 11,2 mil. Em igual período, a população aumentou de 147,6 milhões para 190,7 milhões.
Os números demonstram que a demanda por carros no Brasil ainda pode aumentar, já nos Estados Unidos, país, hoje, com a maior penetração de veículos por habitante do mundo, não há muito espaço para crescimento.
(O Estado de S. Paulo. 14.07.2013. Adaptado)
Assinale a alternativa que contém a frase correta quanto ao emprego do acento indicativo da crase.
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O número de domicílios com carro no Brasil quase dobrou nas duas últimas décadas. Saltou de 23% para 40% do total de moradias, ou seja, de cada mil residências, 400 têm um ou mais veículos nas garagens. Nos Estados Unidos, há um movimento oposto. No início dos anos 90, 5,7% dos lares não tinham automóveis, percentual que subiu para 9,3% no ano passado e deve chegar a 10% este ano.
As deficiências no transporte público – que recentemente desencadearam uma onda de protestos em várias partes do país – e o próprio desejo do brasileiro de ter um carro tendem a manter o mercado automobilístico aquecido nos próximos anos.
Mesmo com a falta de mobilidade nas grandes cidades e o alto custo para o consumidor manter um veículo, as montadoras apostam em vendas de 5 milhões de unidades ao ano a partir de 2017. No Brasil, “o carro ainda é um status e a deficiência do transporte público é um fator que incentiva a compra.” – diz Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria. As áreas rurais e cidades menores são as que mais devem ampliar o volume de carros em circulação.
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) afirma: “o transporte coletivo não é nosso inimigo, ao contrário, defendemos a integração entre as várias modalidades de transporte. O que não é correto é impedir que as pessoas tenham carro.”
O brasileiro passou a ter mais acesso ao carro novo a partir das duas últimas décadas com a melhora da renda, queda no desemprego e aumento do crédito. Em 1990, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil era de US$ 5,3 mil. Em 2010, estava em US$ 11,2 mil. Em igual período, a população aumentou de 147,6 milhões para 190,7 milhões.
Os números demonstram que a demanda por carros no Brasil ainda pode aumentar, já nos Estados Unidos, país, hoje, com a maior penetração de veículos por habitante do mundo, não há muito espaço para crescimento.
(O Estado de S. Paulo. 14.07.2013. Adaptado)
Assinale a alternativa que reescreve, sem alteração de sentido, o trecho – Mesmo com a falta de mobilidade nas grandes cidades e o alto custo para manter um veículo, as montadoras apostam em vendas de 5 milhões de unidades ao ano.
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O número de domicílios com carro no Brasil quase dobrou nas duas últimas décadas. Saltou de 23% para 40% do total de moradias, ou seja, de cada mil residências, 400 têm um ou mais veículos nas garagens. Nos Estados Unidos, há um movimento oposto. No início dos anos 90, 5,7% dos lares não tinham automóveis, percentual que subiu para 9,3% no ano passado e deve chegar a 10% este ano.
As deficiências no transporte público – que recentemente desencadearam uma onda de protestos em várias partes do país – e o próprio desejo do brasileiro de ter um carro tendem a manter o mercado automobilístico aquecido nos próximos anos.
Mesmo com a falta de mobilidade nas grandes cidades e o alto custo para o consumidor manter um veículo, as montadoras apostam em vendas de 5 milhões de unidades ao ano a partir de 2017. No Brasil, “o carro ainda é um status e a deficiência do transporte público é um fator que incentiva a compra.” – diz Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria. As áreas rurais e cidades menores são as que mais devem ampliar o volume de carros em circulação.
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) afirma: “o transporte coletivo não é nosso inimigo, ao contrário, defendemos a integração entre as várias modalidades de transporte. O que não é correto é impedir que as pessoas tenham carro.”
O brasileiro passou a ter mais acesso ao carro novo a partir das duas últimas décadas com a melhora da renda, queda no desemprego e aumento do crédito. Em 1990, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil era de US$ 5,3 mil. Em 2010, estava em US$ 11,2 mil. Em igual período, a população aumentou de 147,6 milhões para 190,7 milhões.
Os números demonstram que a demanda por carros no Brasil ainda pode aumentar, já nos Estados Unidos, país, hoje, com a maior penetração de veículos por habitante do mundo, não há muito espaço para crescimento.
(O Estado de S. Paulo. 14.07.2013. Adaptado)
Considere as frases a seguir.
ampliar a aquisição de carro as áreas rurais e as cidades menores.
Os Estados Unidos, país a relação veículo/habitante é a maior do mundo não dispõem espaço para crescimento.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das frases.
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O número de domicílios com carro no Brasil quase dobrou nas duas últimas décadas. Saltou de 23% para 40% do total de moradias, ou seja, de cada mil residências, 400 têm um ou mais veículos nas garagens. Nos Estados Unidos, há um movimento oposto. No início dos anos 90, 5,7% dos lares não tinham automóveis, percentual que subiu para 9,3% no ano passado e deve chegar a 10% este ano.
As deficiências no transporte público – que recentemente desencadearam uma onda de protestos em várias partes do país – e o próprio desejo do brasileiro de ter um carro tendem a manter o mercado automobilístico aquecido nos próximos anos.
Mesmo com a falta de mobilidade nas grandes cidades e o alto custo para o consumidor manter um veículo, as montadoras apostam em vendas de 5 milhões de unidades ao ano a partir de 2017. No Brasil, “o carro ainda é um status e a deficiência do transporte público é um fator que incentiva a compra.” – diz Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria. As áreas rurais e cidades menores são as que mais devem ampliar o volume de carros em circulação.
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) afirma: “o transporte coletivo não é nosso inimigo, ao contrário, defendemos a integração entre as várias modalidades de transporte. O que não é correto é impedir que as pessoas tenham carro.”
O brasileiro passou a ter mais acesso ao carro novo a partir das duas últimas décadas com a melhora da renda, queda no desemprego e aumento do crédito. Em 1990, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil era de US$ 5,3 mil. Em 2010, estava em US$ 11,2 mil. Em igual período, a população aumentou de 147,6 milhões para 190,7 milhões.
Os números demonstram que a demanda por carros no Brasil ainda pode aumentar, já nos Estados Unidos, país, hoje, com a maior penetração de veículos por habitante do mundo, não há muito espaço para crescimento.
(O Estado de S. Paulo. 14.07.2013. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo – As deficiências no transporte público, que recentemente desencadearam uma onda de protestos em várias partes do país, – entre as expressões “deficiência de transportes públicos” e “ondas de protestos” estabelece-se uma relação de
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O número de domicílios com carro no Brasil quase dobrou nas duas últimas décadas. Saltou de 23% para 40% do total de moradias, ou seja, de cada mil residências, 400 têm um ou mais veículos nas garagens. Nos Estados Unidos, há um movimento oposto. No início dos anos 90, 5,7% dos lares não tinham automóveis, percentual que subiu para 9,3% no ano passado e deve chegar a 10% este ano.
As deficiências no transporte público – que recentemente desencadearam uma onda de protestos em várias partes do país – e o próprio desejo do brasileiro de ter um carro tendem a manter o mercado automobilístico aquecido nos próximos anos.
Mesmo com a falta de mobilidade nas grandes cidades e o alto custo para o consumidor manter um veículo, as montadoras apostam em vendas de 5 milhões de unidades ao ano a partir de 2017. No Brasil, “o carro ainda é um status e a deficiência do transporte público é um fator que incentiva a compra.” – diz Letícia Costa, sócia da Prada Assessoria. As áreas rurais e cidades menores são as que mais devem ampliar o volume de carros em circulação.
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) afirma: “o transporte coletivo não é nosso inimigo, ao contrário, defendemos a integração entre as várias modalidades de transporte. O que não é correto é impedir que as pessoas tenham carro.”
O brasileiro passou a ter mais acesso ao carro novo a partir das duas últimas décadas com a melhora da renda, queda no desemprego e aumento do crédito. Em 1990, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita no Brasil era de US$ 5,3 mil. Em 2010, estava em US$ 11,2 mil. Em igual período, a população aumentou de 147,6 milhões para 190,7 milhões.
Os números demonstram que a demanda por carros no Brasil ainda pode aumentar, já nos Estados Unidos, país, hoje, com a maior penetração de veículos por habitante do mundo, não há muito espaço para crescimento.
(O Estado de S. Paulo. 14.07.2013. Adaptado)
Segundo o presidente da Anfavea,
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