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Leia o texto para responder à questão seguinte.
“O Plantador de Abóboras”, de Luís Cardoso, é a primeira obra de um autor oriundo do Timor Leste a receber o prêmio Oceanos, embora ele viva em Portugal há tempos.
Em linhas gerais, o romance esboça a história daquele país a partir das memórias de uma mulher vestida de noiva que imagina conversar com um recém-chegado, que lhe toma as mãos e lhe pede, misteriosamente, para “semear abóboras”.
(...)
Em síntese, diria que “O Plantador de Abóboras” opera de modo a substituir a história pela memória; a ideologia pela mitologia; a ação narrativa pela intertextualidade simbólica. Tudo isso compõe o noivado que está prometido no romance.
É, pois, um tipo de obra que evoca o passado e, ao mesmo tempo, tem pressa em deixá-lo para trás com as suas invasões estrangeiras, massacres e lutas sectárias. Arrisca-se, porém, a produzir uma folclorização da história em construção do Timor Leste, muito aquém da grandeza trágica do país.
(Alcir Pécora, “‘Plantador de Abóboras’ está aquém da grandeza trágica do Timor Leste”. Em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada, 18.06.2022. Adaptado)
A passagem do texto em que o pronome tem valor possessivo é:
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
“O Plantador de Abóboras”, de Luís Cardoso, é a primeira obra de um autor oriundo do Timor Leste a receber o prêmio Oceanos, embora ele viva em Portugal há tempos.
Em linhas gerais, o romance esboça a história daquele país a partir das memórias de uma mulher vestida de noiva que imagina conversar com um recém-chegado, que lhe toma as mãos e lhe pede, misteriosamente, para “semear abóboras”.
(...)
Em síntese, diria que “O Plantador de Abóboras” opera de modo a substituir a história pela memória; a ideologia pela mitologia; a ação narrativa pela intertextualidade simbólica. Tudo isso compõe o noivado que está prometido no romance.
É, pois, um tipo de obra que evoca o passado e, ao mesmo tempo, tem pressa em deixá-lo para trás com as suas invasões estrangeiras, massacres e lutas sectárias. Arrisca-se, porém, a produzir uma folclorização da história em construção do Timor Leste, muito aquém da grandeza trágica do país.
(Alcir Pécora, “‘Plantador de Abóboras’ está aquém da grandeza trágica do Timor Leste”. Em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada, 18.06.2022. Adaptado)
Considere as passagens:
- ... é a primeira obra de um autor oriundo do Timor Leste...
- ... o romance esboça a história daquele país...
- É, pois, um tipo de obra que evoca o passado...
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
“O Plantador de Abóboras”, de Luís Cardoso, é a primeira obra de um autor oriundo do Timor Leste a receber o prêmio Oceanos, embora ele viva em Portugal há tempos.
Em linhas gerais, o romance esboça a história daquele país a partir das memórias de uma mulher vestida de noiva que imagina conversar com um recém-chegado, que lhe toma as mãos e lhe pede, misteriosamente, para “semear abóboras”.
(...)
Em síntese, diria que “O Plantador de Abóboras” opera de modo a substituir a história pela memória; a ideologia pela mitologia; a ação narrativa pela intertextualidade simbólica. Tudo isso compõe o noivado que está prometido no romance.
É, pois, um tipo de obra que evoca o passado e, ao mesmo tempo, tem pressa em deixá-lo para trás com as suas invasões estrangeiras, massacres e lutas sectárias. Arrisca-se, porém, a produzir uma folclorização da história em construção do Timor Leste, muito aquém da grandeza trágica do país.
(Alcir Pécora, “‘Plantador de Abóboras’ está aquém da grandeza trágica do Timor Leste”. Em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada, 18.06.2022. Adaptado)
As conjunções destacadas no texto – embora, pois e porém – estabelecem entre as orações, correta e respectivamente, relações de sentido de
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
“O Plantador de Abóboras”, de Luís Cardoso, é a primeira obra de um autor oriundo do Timor Leste a receber o prêmio Oceanos, embora ele viva em Portugal há tempos.
Em linhas gerais, o romance esboça a história daquele país a partir das memórias de uma mulher vestida de noiva que imagina conversar com um recém-chegado, que lhe toma as mãos e lhe pede, misteriosamente, para “semear abóboras”.
(...)
Em síntese, diria que “O Plantador de Abóboras” opera de modo a substituir a história pela memória; a ideologia pela mitologia; a ação narrativa pela intertextualidade simbólica. Tudo isso compõe o noivado que está prometido no romance.
É, pois, um tipo de obra que evoca o passado e, ao mesmo tempo, tem pressa em deixá-lo para trás com as suas invasões estrangeiras, massacres e lutas sectárias. Arrisca-se, porém, a produzir uma folclorização da história em construção do Timor Leste, muito aquém da grandeza trágica do país.
(Alcir Pécora, “‘Plantador de Abóboras’ está aquém da grandeza trágica do Timor Leste”. Em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada, 18.06.2022. Adaptado)
De acordo com o ponto de vista externado pelo autor, a obra “O Plantador de Abóboras”, de Luís Cardoso,
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Observe o desenho de Pedro Vinicio.

(https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2022)
As informações presentes no desenho permitem concluir corretamente que é
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Leia o texto para responder à questão seguinte.
O desaparecimento do indigenista Bruno Araújo e do jornalista Dom Philips despertou o mundo para um mal que atinge a região do Alto Solimões, na fronteira do Brasil com Peru e Colômbia, mas que se alastra cronicamente por toda a Amazônia. A escalada do narcotráfico está cada vez mais entrelaçada a uma velha rede de ilicitudes, como o garimpo e a extração de madeira, formando um ecossistema do crime. A Amazônia é hoje um barril de pólvora onde se misturam três mazelas que destroem a reputação do Brasil no mundo: a violência, a miséria e a devastação ambiental.
(O ecossistema do crime na Amazônia. https://opiniao.estadao.com.br, 16.06.2022)
Considerando-se a regência verbal e a concordância verbal, a passagem – A Amazônia é hoje um barril de pólvora onde se misturam três mazelas que destroem a reputação do Brasil no mundo... – está reescrita em conformidade com a norma-padrão em:
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O desaparecimento do indigenista Bruno Araújo e do jornalista Dom Philips despertou o mundo para um mal que atinge a região do Alto Solimões, na fronteira do Brasil com Peru e Colômbia, mas que se alastra cronicamente por toda a Amazônia. A escalada do narcotráfico está cada vez mais entrelaçada a uma velha rede de ilicitudes, como o garimpo e a extração de madeira, formando um ecossistema do crime. A Amazônia é hoje um barril de pólvora onde se misturam três mazelas que destroem a reputação do Brasil no mundo: a violência, a miséria e a devastação ambiental.
(O ecossistema do crime na Amazônia. https://opiniao.estadao.com.br, 16.06.2022)
Na passagem – A Amazônia é hoje um barril de pólvora onde se misturam três mazelas que destroem a reputação do Brasil no mundo: a violência, a miséria e a devastação ambiental. –, o sinal de dois-pontos é empregado com a finalidade de indicar uma
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O desaparecimento do indigenista Bruno Araújo e do jornalista Dom Philips despertou o mundo para um mal que atinge a região do Alto Solimões, na fronteira do Brasil com Peru e Colômbia, mas que se alastra cronicamente por toda a Amazônia. A escalada do narcotráfico está cada vez mais entrelaçada a uma velha rede de ilicitudes, como o garimpo e a extração de madeira, formando um ecossistema do crime. A Amazônia é hoje um barril de pólvora onde se misturam três mazelas que destroem a reputação do Brasil no mundo: a violência, a miséria e a devastação ambiental.
(O ecossistema do crime na Amazônia. https://opiniao.estadao.com.br, 16.06.2022)
Na passagem – A Amazônia é hoje um barril de pólvora –, identifica-se na expressão destacada o sentido
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O desaparecimento do indigenista Bruno Araújo e do jornalista Dom Philips despertou o mundo para um mal que atinge a região do Alto Solimões, na fronteira do Brasil com Peru e Colômbia, mas que se alastra cronicamente por toda a Amazônia. A escalada do narcotráfico está cada vez mais entrelaçada a uma velha rede de ilicitudes, como o garimpo e a extração de madeira, formando um ecossistema do crime. A Amazônia é hoje um barril de pólvora onde se misturam três mazelas que destroem a reputação do Brasil no mundo: a violência, a miséria e a devastação ambiental.
(O ecossistema do crime na Amazônia. https://opiniao.estadao.com.br, 16.06.2022)
O texto deixa claro que
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Leia a tira.

(André Dahmer, “Não há nada acontecendo”. Folha de S.Paulo, 14.06.2022)
Com a tira, o autor
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