Foram encontradas 75 questões.
Um instrumento que pode ser usado para medir pequenos comprimentos é o/a
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João confecciona pipas e as vende na feira de artesanato. Sabendo que gasta R$ 4,80 para fabricar cada pipa e que as vende pelo preço unitário de R$ 7,50, quantas pipas ele precisa vender para ter um lucro de R$ 81,00?
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Um jogo de baralho teve a duração de 108 minutos e terminou às 20h 15min. Logo, esse jogo começou às
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Considerando apenas o intervalo fechado de 11 a 100, a sequência numérica 11, 13, 15, 17, 19, 21, ... contém
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Mariana tem três dúzias de goiabas, compra mais dezenove goiabas, mas joga meia dezena no lixo por estarem estragadas. Ao final, ela fica com quantas goiabas?
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Ana, Beatriz, Cláudia e Dora disputam um jogo da seguinte maneira. Em uma urna escura, estão depositadas fichas amarelas, vermelhas, azuis e verdes, valoradas diferentemente: 10 fichas amarelas equivalem a 1 ficha vermelha, 10 fichas vermelhas equivalem a 1 ficha azul e 10 fichas azuis equivalem a 1 ficha verde. Em cada rodada, cada uma delas joga um par de dados e os pontos recebidos representam quantas fichas pode pegar na urna, mas sem a possibilidade de visualizar a retirada. Ao final de algumas rodadas decidem parar: Ana estava com 15 fichas amarelas, 14 vermelhas, 1 azul e 1 verde; Beatriz estava com 10 fichas vermelhas e 10 azuis; Cláudia estava com 5 amarelas, 17 vermelhas e 1 verde; e Dora estava com 25 amarelas, 3 vermelhas e 12 azuis. Logo,
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Considere o número abaixo:
15.051 |
Ele é formado por
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.
TEXTO 01
A mensagem enviada por um vírus
Margot Cardoso
1 ___ De tempos em tempos, epidemias e catástrofes sacodem o homem e suas certezas. No século XIV, a peste
negra varreu do mundo quase 200 milhões de pessoas. Razões práticas à parte, muitos compreenderam como uma
espécie de basta divino. E as razões imaginadas para a punição pareciam óbvias: a cobiça, a gula, a embriaguez e a
devassidão estavam por toda parte.
5 ___ Catástrofes, como o terremoto de Lisboa (em 1755), abalaram a Europa e o mundo. Primeiro veio o sismo —
com magnitudes de 8,8 a 9 na escala Richter — seguido de um maremoto com ondas de 20 metros de altura. Após a
cidade ser reduzida a escombros, os incêndios encarregaram-se de destruir o que sobrou. É o terremoto mais
mortífero da história: 12 mil mortos. O fenômeno mereceu a reflexão de filósofos, como Voltaire e Rousseau. Será
que vivíamos mesmo num mundo de bem, regido pela bondade e misericórdia de Deus? O despertar dessa
10 consciência depois do terremoto é considerado um marco histórico: o início da Europa Moderna.
___ Se olharmos para esses acontecimentos — à maneira do filósofo alemão Hegel — do alto, avistaremos outros
eventos semelhantes; como a lepra, a tuberculose, a gripe espanhola, as grandes guerras. E talvez, no futuro, outros
incluam nessa lista, o coronavírus de 2019. Você já deve ter notado a avalanche de informação e contrainformação e
a clássica busca dos culpados. Mas, o que vale a pena fazer nesse momento — para além do isolamento social — é
15 uma reflexão. Vamos pedir emprestado as lentes de Hegel. Acarinhado com o título de “deus da filosofia” — porque
via o mundo do alto e construiu um sistema para compreender o absoluto — Hegel afirma que cada movimento do
mundo surge como solução para o anterior. É uma espécie de rearranjo do devir. [...]
___ Quando refletimos sobre o estado das coisas, somos tentados a considerar Hegel e acreditar que o universo
tem a sua maneira de buscar o equilíbrio. Vejamos. Vivemos na era das alterações climáticas, da poluição dos
20 oceanos e ecossistemas. Apesar do alerta de especialistas e das mudanças visíveis — aquecimento global, morte
massiva de peixes, secas e inundações — países e empresas recusam-se a abrandar o ritmo. O lucro deve ser
sempre crescente. E eis que chega um vírus e fecha bares, restaurantes, bancos, academias de ginástica, salas de
espetáculos.
___ O mundo inteiro vive o êxtase do desenfreado direito de ir e vir. Todos viajam para todas as partes do globo.
25 Cidades abarrotadas de turistas. Aviões lotados, aeroportos caóticos e hotéis na sua capacidade máxima. O que
chega: a quarentena, a recomendação para não sair de casa, ruas desertas, cidades e países fechados. [...]
Num tempo em que corremos de um lado para o outro. Onde se trabalha cada vez mais para gastar mais.
Onde o consumo é soberano e gasta-se com o que não é necessário. Escraviza-se adultos e crianças de países
pobres em nome de negócios milionários — e supérfluos — como o fast fashion. Surge um vírus que nos obriga a
30 comprar apenas o essencial. Ir ao supermercado? Apenas para o essencial. Ir a farmácia? Somente para o essencial
e, em fila, apenas duas pessoas de cada vez.
___ Num tempo em que deixamos de educar os filhos e os entregamos ao alheamento de visores eletrônicos e à
escola. Uma sociedade onde nas livrarias há títulos como “Regras para educar filhos e alunos” numa clara alusão a
que o professor também deve educar. Há um vírus que fecha as escolas e recorda que é você o único responsável
35 pelo seu filho. [...]
___ Num tempo em que a humanidade se vangloria do avanço tecnológico, de drones tripulados e do turismo na
lua... um vírus vem nos lembrar que nada verdadeiramente mudou, continuamos a mercê de epidemias e catástrofes,
tal como os homens do ano 500 a.C., do século XIV e XVIII. Um vírus vem nos igualar e lembrar que todos temos o
mesmo corpo frágil, que dói, adoece e morre.
40 ___ Que esse tempo de incertezas e suspensão de rotinas possa ser também um tempo de reflexão, um salto de
consciência para uma vida com mais significado, mais responsabilidade e muito mais feliz.
Fonte: CARDOSO, Margot. A mensagem enviada por um vírus. Revista Vida Simples. Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/amensagem-enviada-por-um-virus/. Acesso em: 6 fev. 2022. Adaptado.
Assinale a alternativa que melhor representa o significado do trecho “[...] a peste negra varreu do mundo quase 200 milhões de pessoas.” (linhas 1-2):
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.
TEXTO 01
A mensagem enviada por um vírus
Margot Cardoso
1 ___ De tempos em tempos, epidemias e catástrofes sacodem o homem e suas certezas. No século XIV, a peste
negra varreu do mundo quase 200 milhões de pessoas. Razões práticas à parte, muitos compreenderam como uma
espécie de basta divino. E as razões imaginadas para a punição pareciam óbvias: a cobiça, a gula, a embriaguez e a
devassidão estavam por toda parte.
5 ___ Catástrofes, como o terremoto de Lisboa (em 1755), abalaram a Europa e o mundo. Primeiro veio o sismo —
com magnitudes de 8,8 a 9 na escala Richter — seguido de um maremoto com ondas de 20 metros de altura. Após a
cidade ser reduzida a escombros, os incêndios encarregaram-se de destruir o que sobrou. É o terremoto mais
mortífero da história: 12 mil mortos. O fenômeno mereceu a reflexão de filósofos, como Voltaire e Rousseau. Será
que vivíamos mesmo num mundo de bem, regido pela bondade e misericórdia de Deus? O despertar dessa
10 consciência depois do terremoto é considerado um marco histórico: o início da Europa Moderna.
___ Se olharmos para esses acontecimentos — à maneira do filósofo alemão Hegel — do alto, avistaremos outros
eventos semelhantes; como a lepra, a tuberculose, a gripe espanhola, as grandes guerras. E talvez, no futuro, outros
incluam nessa lista, o coronavírus de 2019. Você já deve ter notado a avalanche de informação e contrainformação e
a clássica busca dos culpados. Mas, o que vale a pena fazer nesse momento — para além do isolamento social — é
15 uma reflexão. Vamos pedir emprestado as lentes de Hegel. Acarinhado com o título de “deus da filosofia” — porque
via o mundo do alto e construiu um sistema para compreender o absoluto — Hegel afirma que cada movimento do
mundo surge como solução para o anterior. É uma espécie de rearranjo do devir. [...]
___ Quando refletimos sobre o estado das coisas, somos tentados a considerar Hegel e acreditar que o universo
tem a sua maneira de buscar o equilíbrio. Vejamos. Vivemos na era das alterações climáticas, da poluição dos
20 oceanos e ecossistemas. Apesar do alerta de especialistas e das mudanças visíveis — aquecimento global, morte
massiva de peixes, secas e inundações — países e empresas recusam-se a abrandar o ritmo. O lucro deve ser
sempre crescente. E eis que chega um vírus e fecha bares, restaurantes, bancos, academias de ginástica, salas de
espetáculos.
___ O mundo inteiro vive o êxtase do desenfreado direito de ir e vir. Todos viajam para todas as partes do globo.
25 Cidades abarrotadas de turistas. Aviões lotados, aeroportos caóticos e hotéis na sua capacidade máxima. O que
chega: a quarentena, a recomendação para não sair de casa, ruas desertas, cidades e países fechados. [...]
Num tempo em que corremos de um lado para o outro. Onde se trabalha cada vez mais para gastar mais.
Onde o consumo é soberano e gasta-se com o que não é necessário. Escraviza-se adultos e crianças de países
pobres em nome de negócios milionários — e supérfluos — como o fast fashion. Surge um vírus que nos obriga a
30 comprar apenas o essencial. Ir ao supermercado? Apenas para o essencial. Ir a farmácia? Somente para o essencial
e, em fila, apenas duas pessoas de cada vez.
___ Num tempo em que deixamos de educar os filhos e os entregamos ao alheamento de visores eletrônicos e à
escola. Uma sociedade onde nas livrarias há títulos como “Regras para educar filhos e alunos” numa clara alusão a
que o professor também deve educar. Há um vírus que fecha as escolas e recorda que é você o único responsável
35 pelo seu filho. [...]
___ Num tempo em que a humanidade se vangloria do avanço tecnológico, de drones tripulados e do turismo na
lua... um vírus vem nos lembrar que nada verdadeiramente mudou, continuamos a mercê de epidemias e catástrofes,
tal como os homens do ano 500 a.C., do século XIV e XVIII. Um vírus vem nos igualar e lembrar que todos temos o
mesmo corpo frágil, que dói, adoece e morre.
40 ___ Que esse tempo de incertezas e suspensão de rotinas possa ser também um tempo de reflexão, um salto de
consciência para uma vida com mais significado, mais responsabilidade e muito mais feliz.
Fonte: CARDOSO, Margot. A mensagem enviada por um vírus. Revista Vida Simples. Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/amensagem-enviada-por-um-virus/. Acesso em: 6 fev. 2022. Adaptado.
Os fenômenos “[...] aquecimento global, morte massiva de peixes, secas e inundações [...]” (linhas 20-21), de acordo com o texto, são
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.
TEXTO 01
A mensagem enviada por um vírus
Margot Cardoso
1 ___ De tempos em tempos, epidemias e catástrofes sacodem o homem e suas certezas. No século XIV, a peste
negra varreu do mundo quase 200 milhões de pessoas. Razões práticas à parte, muitos compreenderam como uma
espécie de basta divino. E as razões imaginadas para a punição pareciam óbvias: a cobiça, a gula, a embriaguez e a
devassidão estavam por toda parte.
5 ___ Catástrofes, como o terremoto de Lisboa (em 1755), abalaram a Europa e o mundo. Primeiro veio o sismo —
com magnitudes de 8,8 a 9 na escala Richter — seguido de um maremoto com ondas de 20 metros de altura. Após a
cidade ser reduzida a escombros, os incêndios encarregaram-se de destruir o que sobrou. É o terremoto mais
mortífero da história: 12 mil mortos. O fenômeno mereceu a reflexão de filósofos, como Voltaire e Rousseau. Será
que vivíamos mesmo num mundo de bem, regido pela bondade e misericórdia de Deus? O despertar dessa
10 consciência depois do terremoto é considerado um marco histórico: o início da Europa Moderna.
___ Se olharmos para esses acontecimentos — à maneira do filósofo alemão Hegel — do alto, avistaremos outros
eventos semelhantes; como a lepra, a tuberculose, a gripe espanhola, as grandes guerras. E talvez, no futuro, outros
incluam nessa lista, o coronavírus de 2019. Você já deve ter notado a avalanche de informação e contrainformação e
a clássica busca dos culpados. Mas, o que vale a pena fazer nesse momento — para além do isolamento social — é
15 uma reflexão. Vamos pedir emprestado as lentes de Hegel. Acarinhado com o título de “deus da filosofia” — porque
via o mundo do alto e construiu um sistema para compreender o absoluto — Hegel afirma que cada movimento do
mundo surge como solução para o anterior. É uma espécie de rearranjo do devir. [...]
___ Quando refletimos sobre o estado das coisas, somos tentados a considerar Hegel e acreditar que o universo
tem a sua maneira de buscar o equilíbrio. Vejamos. Vivemos na era das alterações climáticas, da poluição dos
20 oceanos e ecossistemas. Apesar do alerta de especialistas e das mudanças visíveis — aquecimento global, morte
massiva de peixes, secas e inundações — países e empresas recusam-se a abrandar o ritmo. O lucro deve ser
sempre crescente. E eis que chega um vírus e fecha bares, restaurantes, bancos, academias de ginástica, salas de
espetáculos.
___ O mundo inteiro vive o êxtase do desenfreado direito de ir e vir. Todos viajam para todas as partes do globo.
25 Cidades abarrotadas de turistas. Aviões lotados, aeroportos caóticos e hotéis na sua capacidade máxima. O que
chega: a quarentena, a recomendação para não sair de casa, ruas desertas, cidades e países fechados. [...]
Num tempo em que corremos de um lado para o outro. Onde se trabalha cada vez mais para gastar mais.
Onde o consumo é soberano e gasta-se com o que não é necessário. Escraviza-se adultos e crianças de países
pobres em nome de negócios milionários — e supérfluos — como o fast fashion. Surge um vírus que nos obriga a
30 comprar apenas o essencial. Ir ao supermercado? Apenas para o essencial. Ir a farmácia? Somente para o essencial
e, em fila, apenas duas pessoas de cada vez.
___ Num tempo em que deixamos de educar os filhos e os entregamos ao alheamento de visores eletrônicos e à
escola. Uma sociedade onde nas livrarias há títulos como “Regras para educar filhos e alunos” numa clara alusão a
que o professor também deve educar. Há um vírus que fecha as escolas e recorda que é você o único responsável
35 pelo seu filho. [...]
___ Num tempo em que a humanidade se vangloria do avanço tecnológico, de drones tripulados e do turismo na
lua... um vírus vem nos lembrar que nada verdadeiramente mudou, continuamos a mercê de epidemias e catástrofes,
tal como os homens do ano 500 a.C., do século XIV e XVIII. Um vírus vem nos igualar e lembrar que todos temos o
mesmo corpo frágil, que dói, adoece e morre.
40 ___ Que esse tempo de incertezas e suspensão de rotinas possa ser também um tempo de reflexão, um salto de
consciência para uma vida com mais significado, mais responsabilidade e muito mais feliz.
Fonte: CARDOSO, Margot. A mensagem enviada por um vírus. Revista Vida Simples. Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/amensagem-enviada-por-um-virus/. Acesso em: 6 fev. 2022. Adaptado.
Segundo o texto, por que Hegel recebeu o título de “deus da filosofia”?
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