Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Metrópole
Orgão: IPREV Maceió-AL
As pessoas ou entes políticos que compreendem o Administração Pública Direta, realizando diretamente a função administrativa, são respectivamente, assinale a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Metrópole
Orgão: IPREV Maceió-AL
Compete ao Município de Maceió, EXCETO.
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Metrópole
Orgão: IPREV Maceió-AL
A organização interna da atividade administrava, a fim de melhor desempenhá-la, distribuindo-a através da criação de órgãos em uma mesma estrutura interna é denominada:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Metrópole
Orgão: IPREV Maceió-AL
Sobre a organização e funcionamento da Administração Pública, abarcando a administração direta e indireta, bem como as autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. Assinale a Alternativa CORRETA.
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Conforme o Manual de Redação, o princípio constitucional da publicidade não se esgota na mera publicação do texto, estendendo-se, ainda, à necessidade de que o texto seja claro. Para a obtenção de clareza, em geral, não se recomenda.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Metrópole
Orgão: IPREV Maceió-AL
Texto 3
Identidade
Preciso ser um outro
Para ser eu mesmo
Sou grão de rocha
Sou o vento que desgasta
Sou pólen sem inseto
Sou areia sustentando
O sexo das árvores
Existo onde me desconheço
Aguardando pelo meu passado
Ansiando a esperança do futuro
No mundo que combato morro
No mundo por que luto nasço.
Mia Couto, em “Raiz de orvalho e outros poemas”. Lisboa: Editorial Caminho, 1999.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, julgue os itens seguintes:
I. Para o eu lírico, a identidade é construída na oposição entre coisas, pois tudo parece conflitar.
II. Combater e lutar são palavras do mesmo campo semântico, mas a forma que a poesia as emprega atribui a elas sentidos distintos no contexto utilizado.
III. A poesia desassossega: a formação dos versos é proposital, uma vez que invertida a ordem deles, o sentido não seria alterado.
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Texto 2
O Dia Nacional do Braille, sistema de leitura com o tato para cegos, inventado pelo francês Louis Braille, foi comemorado em 8 de abril. Trata-se de um sistema em pontos relevo para o deficiente visual ler textos variados. A disposição desses pontos distinguem os caracteres uns dos outros, já que os alfabetos Braile, que são transcrições da escrita impressa, variam de língua para língua.
Os primeiros atendimentos formais para deficientes visuais no Brasil se deram no ano de 1854, no Instituto dos Meninos Cegos, atual Instituto Benjamim Constant, fundado na cidade do Rio de Janeiro por iniciativa do governo imperial.
Os cegos são 3,5% da população brasileira. Muitos se formaram e constituíram família. Há deficientes visuais doutores, professores e formados em Psicologia. Será que a educação para o cego, em um espaço específico, um instituto, para tais, os tornou pessoas difíceis de se conviver ou de trabalhar? Não, pelo contrário! É de extrema importância este centro de referência. Além de manter a escola, o instituto capacita profissionais da área da deficiência visual, assessora escolas e instituições em geral e oferece reabilitação física. Ou seja, forma sujeitos para a vida social e autônoma.
Escutei de uma deficiente visual uma vez que "eles" são abordados na rua por pessoas que querem ajudá-los de qualquer jeito e eles sentem-se constrangidos por vezes, porque percebem-se capazes de fazer algo sozinho. Fiquei perplexa ao ouvir e respondi em alto e bom som: Isso é gentileza! Está errado?
Ela me respondeu que não era para interpretar dessa forma! Hoje, diante da minha demanda de trabalho na inclusão e da diversidade na vida me pergunto: será então que, se minhas crianças especiais recebessem esse mesmo tratamento durante sua vida escolar e assim fossem inseridas na vida social para se tornarem laborais, não teriam uma vida melhor? E respondendo as duas questões anteriores, me pego refletindo que ela tinha razão!
Se os outros não percebem o deficiente visual como ser atuante, não deixarão de auxiliá-lo sempre, tentar dar a mão! Obviamente lembrando que não devemos deixar de lado as gentilezas, mas, se uma pessoa consegue reconhecer no outro a capacidade de ser autônoma, deixará de tratá-lo como pobrezinho e o tratará para a liberdade. Uma salva de palmas para a educação de cegos no Brasil, que através do Braille vem alfabetizando e trazendo para pessoas com deficiência visual o mundo não visível ao alcance das mãos e da mente!
Michele Joia. Disponível em: https://odia.ig.com.br/ acessado em 16 de abril de 2019.
Não é apresentada uma forma verbal na voz passiva em.
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Texto 2
O Dia Nacional do Braille, sistema de leitura com o tato para cegos, inventado pelo francês Louis Braille, foi comemorado em 8 de abril. Trata-se de um sistema em pontos relevo para o deficiente visual ler textos variados. A disposição desses pontos distinguem os caracteres uns dos outros, já que os alfabetos Braile, que são transcrições da escrita impressa, variam de língua para língua.
Os primeiros atendimentos formais para deficientes visuais no Brasil se deram no ano de 1854, no Instituto dos Meninos Cegos, atual Instituto Benjamim Constant, fundado na cidade do Rio de Janeiro por iniciativa do governo imperial.
Os cegos são 3,5% da população brasileira. Muitos se formaram e constituíram família. Há deficientes visuais doutores, professores e formados em Psicologia. Será que a educação para o cego, em um espaço específico, um instituto, para tais, os tornou pessoas difíceis de se conviver ou de trabalhar? Não, pelo contrário! É de extrema importância este centro de referência. Além de manter a escola, o instituto capacita profissionais da área da deficiência visual, assessora escolas e instituições em geral e oferece reabilitação física. Ou seja, forma sujeitos para a vida social e autônoma.
Escutei de uma deficiente visual uma vez que "eles" são abordados na rua por pessoas que querem ajudá-los de qualquer jeito e eles sentem-se constrangidos por vezes, porque percebem-se capazes de fazer algo sozinho. Fiquei perplexa ao ouvir e respondi em alto e bom som: Isso é gentileza! Está errado?
Ela me respondeu que não era para interpretar dessa forma! Hoje, diante da minha demanda de trabalho na inclusão e da diversidade na vida me pergunto: será então que, se minhas crianças especiais recebessem esse mesmo tratamento durante sua vida escolar e assim fossem inseridas na vida social para se tornarem laborais, não teriam uma vida melhor? E respondendo as duas questões anteriores, me pego refletindo que ela tinha razão!
Se os outros não percebem o deficiente visual como ser atuante, não deixarão de auxiliá-lo sempre, tentar dar a mão! Obviamente lembrando que não devemos deixar de lado as gentilezas, mas, se uma pessoa consegue reconhecer no outro a capacidade de ser autônoma, deixará de tratá-lo como pobrezinho e o tratará para a liberdade. Uma salva de palmas para a educação de cegos no Brasil, que através do Braille vem alfabetizando e trazendo para pessoas com deficiência visual o mundo não visível ao alcance das mãos e da mente!
Michele Joia. Disponível em: https://odia.ig.com.br/ acessado em 16 de abril de 2019.
No último parágrafo do texto 2, sobre o termo “pobrezinho”, pode-se afirmar que:
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Texto 2
O Dia Nacional do Braille, sistema de leitura com o tato para cegos, inventado pelo francês Louis Braille, foi comemorado em 8 de abril. Trata-se de um sistema em pontos relevo para o deficiente visual ler textos variados. A disposição desses pontos distinguem os caracteres uns dos outros, já que os alfabetos Braile, que são transcrições da escrita impressa, variam de língua para língua.
Os primeiros atendimentos formais para deficientes visuais no Brasil se deram no ano de 1854, no Instituto dos Meninos Cegos, atual Instituto Benjamim Constant, fundado na cidade do Rio de Janeiro por iniciativa do governo imperial.
Os cegos são 3,5% da população brasileira. Muitos se formaram e constituíram família. Há deficientes visuais doutores, professores e formados em Psicologia. Será que a educação para o cego, em um espaço específico, um instituto, para tais, os tornou pessoas difíceis de se conviver ou de trabalhar? Não, pelo contrário! É de extrema importância este centro de referência. Além de manter a escola, o instituto capacita profissionais da área da deficiência visual, assessora escolas e instituições em geral e oferece reabilitação física. Ou seja, forma sujeitos para a vida social e autônoma.
Escutei de uma deficiente visual uma vez que "eles" são abordados na rua por pessoas que querem ajudá-los de qualquer jeito e eles sentem-se constrangidos por vezes, porque percebem-se capazes de fazer algo sozinho. Fiquei perplexa ao ouvir e respondi em alto e bom som: Isso é gentileza! Está errado?
Ela me respondeu que não era para interpretar dessa forma! Hoje, diante da minha demanda de trabalho na inclusão e da diversidade na vida me pergunto: será então que, se minhas crianças especiais recebessem esse mesmo tratamento durante sua vida escolar e assim fossem inseridas na vida social para se tornarem laborais, não teriam uma vida melhor? E respondendo as duas questões anteriores, me pego refletindo que ela tinha razão!
Se os outros não percebem o deficiente visual como ser atuante, não deixarão de auxiliá-lo sempre, tentar dar a mão! Obviamente lembrando que não devemos deixar de lado as gentilezas, mas, se uma pessoa consegue reconhecer no outro a capacidade de ser autônoma, deixará de tratá-lo como pobrezinho e o tratará para a liberdade. Uma salva de palmas para a educação de cegos no Brasil, que através do Braille vem alfabetizando e trazendo para pessoas com deficiência visual o mundo não visível ao alcance das mãos e da mente!
Michele Joia. Disponível em: https://odia.ig.com.br/ acessado em 16 de abril de 2019.
A partir da leitura do texto 2, julgue as assertivas:
I. Infere-se da leitura do texto o posicionamento do autor que é contrário ao protecionismo estabelecido desde a época imperial, uma vez que o deficiente visual é um cidadão plenamente capaz de prescindir de qualquer ajuda.
II. Numa sociedade que se preocupa constantemente com a inclusão, é desnecessária a existência de estabelecimentos como o Instituto Benjamim Constant, uma vez que é preciso incluir esses cidadãos em nossa sociedade e garantir-lhes direitos igualitários aos demais, conforme defende a autora.
III. Segundo o texto, os deficientes não recebem o devido apoio da sociedade por não serem percebidos
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Texto 2
O Dia Nacional do Braille, sistema de leitura com o tato para cegos, inventado pelo francês Louis Braille, foi comemorado em 8 de abril. Trata-se de um sistema em pontos relevo para o deficiente visual ler textos variados. A disposição desses pontos distinguem os caracteres uns dos outrosI, já que os alfabetos Braile, que são transcrições da escrita impressaII, variam de língua para língua.
Os primeiros atendimentos formais para deficientes visuais no Brasil se deram no ano de 1854, no Instituto dos Meninos Cegos, atual Instituto Benjamim Constant, fundado na cidade do Rio de Janeiro por iniciativa do governo imperial.
Os cegos são 3,5% da população brasileira. Muitos se formaram e constituíram família. Há deficientes visuais doutores, professores e formados em Psicologia. Será que a educação para o cego, em um espaço específico, um instituto, para tais, os tornou pessoas difíceis de se conviver ou de trabalhar? Não, pelo contrário! É de extrema importância este centro de referência. Além de manter a escola, o instituto capacita profissionais da área da deficiência visual, assessora escolas e instituições em geral e oferece reabilitação física. Ou seja, forma sujeitos para a vida social e autônoma.
Escutei de uma deficiente visual uma vez que "eles" são abordados na rua por pessoas que querem ajudá-los de qualquer jeito e eles sentem-se constrangidos por vezes, porque percebem-se capazes de fazer algo sozinho. Fiquei perplexa ao ouvir e respondi em alto e bom som: Isso é gentileza!III Está errado?
Ela me respondeu que não era para interpretar dessa forma! Hoje, diante da minha demanda de trabalho na inclusão e da diversidade na vida me pergunto: será então que, se minhas crianças especiais recebessem esse mesmo tratamento durante sua vida escolar e assim fossem inseridas na vida social para se tornarem laborais, não teriam uma vida melhor? E respondendo as duas questões anteriores, me pego refletindo que ela tinha razão!
Se os outros não percebem o deficiente visual como ser atuante, não deixarão de auxiliá-lo sempre, tentar dar a mão! Obviamente lembrando que não devemos deixar de lado as gentilezas, mas, se uma pessoa consegue reconhecer no outro a capacidade de ser autônoma, deixará de tratá-lo como pobrezinho e o tratará para a liberdade. Uma salva de palmas para a educação de cegos no Brasil, que através do Braille vem alfabetizando e trazendo para pessoas com deficiência visual o mundo não visível ao alcance das mãos e da mente!
Michele Joia. Disponível em: https://odia.ig.com.br/ acessado em 16 de abril de 2019.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, julgue os itens seguintes:
I. “uns dos outros” é um recurso coesivo, utilizado para retomar uma ideia anteriormente citada no texto, “a disposição dos pontos”.
II. No primeiro parágrafo, a oração “que são transcrições da escrita impressa” tem valor semântico explicativo e poderia ser suprimido do período sem prejuízo gramatical.
III. Em: “Isso é gentileza!”, o termo remete ao constrangimento de serem abordados para receber benefício.
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