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Leia o texto a seguir para responder a questão abaixo.
“In recent years, no more than a week goes by without news of a cosmic discovery worthy of banner headlines. While media gatekeepers may have developed an interest in the universe, this rise in coverage likely comes from a genuine increase in the public’s appetite for science. Evidence for this abounds, from hit television shows inspired or informed by science, to the success of science fiction films starring marquee actors, and brought to the screens by celebrated producers and directors. And lately, theatrical release biopics featuring important scientists have become a genre unto itself. There's also widespread interest around the world in science festivals, science fiction conventions, and documentaries for television.
The highest grossing film of all time is by a famous director who set his story on a planet orbiting a distant star. And it features a famous actress who plays an astrobiologist. While most branches of science have ascended in this era, the field of astrophysics persistently rises to the top. I think I know why. At one time or another every one of us has looked up at night sky and wondered: What does it all mean? How does it all work? And, what is my place in the universe? [. . . ]”
F
De acordo com as informações encontradas no texto, é CORRETO afirmar que
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Parabolicamará
Gilberto Gil
Antes mundo era pequeno
Porque Terra era grande
Hoje mundo é muito grande
Porque Terra é pequena
Do tamanho da antena parabolicamará
Ê , volta do mundo, camará 1
Ê , ê , mundo dá volta, camará
Antes longe era distante
Perto, só quando dava
Quando muito, ali defronte
E o horizonte acabava
Hoje lá trás dos montes, den de casa, camará
Ê , volta do mundo, camará
Ê , ê , mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro 2 leva uma encarnação
Pela onda luminosa
Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio
Quando sentia que o balaio ia escorregar
Ê , volta do mundo, camará
Ê , ê , mundo dá volta, camará
Esse tempo nunca passa
Não é de ontem nem de hoje
Mora no som da cabaça
Nem tá preso nem foge
No instante que tange o berimbau, meu camará
Ê , volta do mundo, camará
Ê , ê , mundo da volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
De avião, o tempo de uma saudade
Esse tempo não tem rédea
Vem nas asas do vento
O momento da tragédia
Chico, Ferreira e Bento
Só souberam na hora do destino apresentar
Ê , volta do mundo, camará
Ê , ê , mundo dá volta, camará
Glossário:
1 forma reduzida como os jogadores de capoeira, luta-dança afrobrasileira, usam se chamar, enquanto dançam e cantam.
2 embarcação de pouco fundo e boca larga, um a dois mastros, usada para transporte de pessoal e carga ou para pescar.
Na canção, o tempo é concebido sob diversas perspectivas. Em quais versos nota-se a representação de tempo como metáfora para rapidez?
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Parabolicamará
Gilberto Gil
Antes mundo era pequeno
Porque Terra era grande
Hoje mundo é muito grande
Porque Terra é pequena
Do tamanho da antena parabolicamará
Ê , volta do mundo, camará 1
Ê , ê , mundo dá volta, camará
Antes longe era distante
Perto, só quando dava
Quando muito, ali defronte
E o horizonte acabava
Hoje lá trás dos montes, den de casa, camará
Ê , volta do mundo, camará
Ê , ê , mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro 2 leva uma encarnação
Pela onda luminosa
Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio
Quando sentia que o balaio ia escorregar
Ê , volta do mundo, camará
Ê , ê , mundo dá volta, camará
Esse tempo nunca passa
Não é de ontem nem de hoje
Mora no som da cabaça
Nem tá preso nem foge
No instante que tange o berimbau, meu camará
Ê , volta do mundo, camará
Ê , ê , mundo da volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
De avião, o tempo de uma saudade
Esse tempo não tem rédea
Vem nas asas do vento
O momento da tragédia
Chico, Ferreira e Bento
Só souberam na hora do destino apresentar
Ê , volta do mundo, camará
Ê , ê , mundo dá volta, camará
Glossário:
1 forma reduzida como os jogadores de capoeira, luta-dança afrobrasileira, usam se chamar, enquanto dançam e cantam.
2 embarcação de pouco fundo e boca larga, um a dois mastros, usada para transporte de pessoal e carga ou para pescar.
Sabendo que a autoria e publicação da canção se deu no início da década de 1990, considere as assertivas, que expressam leituras a partir da letra. Em seguida, assinale a alternativa CORRETA.
I. Os cinco primeiros versos evidenciam os impactos da globalização na organização do espaço geográfico mundial.
II. Como crítica social, a letra aponta para a desvalorização da cultura regional, impactada pelo processo de globalização.
III. A evolução dos meios de comunicação alterou a percepção espaço-temporal, reduzindo as distâncias e aumentando a velocidade e a fluidez das informações.
IV. A metáfora da antena parabólica representa a integração de diversas regiões do globo, atuando na diminuição das distâncias, o que tornou a Terra pequena.
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“Encarnando o espírito de resignação do eterno amor feminino, despedem-se primeiro duas mulheres: uma mãe e uma esposa, que sofrem com a ausência antecipada dos entes queridos. Elas simbolizam os sentimentos íntimos das famílias dos navegantes, o aspecto emocional do povo português. Criam a atmosfera de anseio e insegurança popular diante dos perigos da viagem. Representam a voz do sentimento, saída dos movimentos espontâneos do coração feminino. [...]As próprias montanhas se emocionam, enquanto a areia da praia se inunda com as lágrimas dos parentes.”
F
A análise acima se refere a um dos mais notáveis episódios da epopeia de Luís de Camões. Assinale o excerto que pertence a esse episódio.
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NAVIO NEGREIRO
VI
Existe um povo que a bandeira empresta
P’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ...
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...
A respeito do poema e do estilo de Castro Alves, assinale a alternativa INCORRETA.
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“Fez Cristo aos Apóstolos pescadores de homens, que foi ordená-los de pregadores; e que faziam os Apóstolos? Diz o texto que estavam: Reficientes retia sua: “Refazendo as redes suas”; eram as redes dos Apóstolos, e não eram alheias. Notai: Retia sua: Não diz que eram suas porque as compraram, senão que eram suas porque as faziam; não eram suas porque lhes custaram o seu dinheiro, senão porque lhes custavam o seu trabalho. Desta maneira eram as redes suas; e porque desta maneira eram suas, por isso eram redes de pescadores que haviam de pescar homens. Com redes alheias, ou feitas por mão alheia, podem-se pescar peixes, homens não se podem pescar. A razão disto é porque nesta pesca de entendimentos só quem sabe fazer a rede sabe fazer o lanço. Como se faz uma rede? Do fio e do nó se compõe a malha; quem não enfia nem ata, como há de fazer rede? E quem não sabe enfiar nem sabe atar, como há de pescar homens? A rede tem chumbada que vai ao fundo, e tem cortiça que nada em cima da água. A pregação tem umas coisas de mais peso e de mais fundo, e tem outras mais superficiais e mais leves; e governar o leve e o pesado, só o sabe fazer quem faz a rede. Na boca de quem não faz a pregação, até o chumbo é cortiça. As razões não hão de ser enxertadas, hão de ser nascidas. O pregar não é recitar. As razões próprias nascem do entendimento, as alheias vão pegadas à memória, e os homens não se convencem pela memória, senão pelo entendimento.” [...]
Expressões aforísticas são frequentes na obra de Vieira. Aforismo é sentença que explicita um conceito moral, assemelhando-se a um ditado. Assinale a alternativa em que NÃO se concretiza essa intenção.
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“Fez Cristo aos Apóstolos pescadores de homens, que foi ordená-los de pregadores; e que faziam os Apóstolos? Diz o texto que estavam: Reficientes retia sua: “Refazendo as redes suas”; eram as redes dos Apóstolos, e não eram alheias. Notai: Retia sua: Não diz que eram suas porque as compraram, senão que eram suas porque as faziam; não eram suas porque lhes custaram o seu dinheiro, senão porque lhes custavam o seu trabalho. Desta maneira eram as redes suas; e porque desta maneira eram suas, por isso eram redes de pescadores que haviam de pescar homens. Com redes alheias, ou feitas por mão alheia, podem-se pescar peixes, homens não se podem pescar. A razão disto é porque nesta pesca de entendimentos só quem sabe fazer a rede sabe fazer o lanço. Como se faz uma rede? Do fio e do nó se compõe a malha; quem não enfia nem ata, como há de fazer rede? E quem não sabe enfiar nem sabe atar, como há de pescar homens? A rede tem chumbada que vai ao fundo, e tem cortiça que nada em cima da água. A pregação tem umas coisas de mais peso e de mais fundo, e tem outras mais superficiais e mais leves; e governar o leve e o pesado, só o sabe fazer quem faz a rede. Na boca de quem não faz a pregação, até o chumbo é cortiça. As razões não hão de ser enxertadas, hão de ser nascidas. O pregar não é recitar. As razões próprias nascem do entendimento, as alheias vão pegadas à memória, e os homens não se convencem pela memória, senão pelo entendimento.” [...]
Assinale a alternativa que apresenta a análise coerente do trecho “[...] na boca de quem não faz a pregação, até o chumbo é cortiça”.
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“Fez Cristo aos Apóstolos pescadores de homens, que foi ordená-los de pregadores; e que faziam os Apóstolos? Diz o texto que estavam: Reficientes retia sua: “Refazendo as redes suas”; eram as redes dos Apóstolos, e não eram alheias. Notai: Retia sua: Não diz que eram suas porque as compraram, senão que eram suas porque as faziam; não eram suas porque lhes custaram o seu dinheiro, senão porque lhes custavam o seu trabalho. Desta maneira eram as redes suas; e porque desta maneira eram suas, por isso eram redes de pescadores que haviam de pescar homens. Com redes alheias, ou feitas por mão alheia, podem-se pescar peixes, homens não se podem pescar. A razão disto é porque nesta pesca de entendimentos só quem sabe fazer a rede sabe fazer o lanço. Como se faz uma rede? Do fio e do nó se compõe a malha; quem não enfia nem ata, como há de fazer rede? E quem não sabe enfiar nem sabe atar, como há de pescar homens? A rede tem chumbada que vai ao fundo, e tem cortiça que nada em cima da água. A pregação tem umas coisas de mais peso e de mais fundo, e tem outras mais superficiais e mais leves; e governar o leve e o pesado, só o sabe fazer quem faz a rede. Na boca de quem não faz a pregação, até o chumbo é cortiça. As razões não hão de ser enxertadas, hão de ser nascidas. O pregar não é recitar. As razões próprias nascem do entendimento, as alheias vão pegadas à memória, e os homens não se convencem pela memória, senão pelo entendimento.” [...]
Segundo Vieira, é importante que se faça a própria rede porque
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O infográfico tem claro interesse em valorizar a participação das mulheres no mundo das Engenharias e das Ciências. Assinale a alternativa que, na reescrita, PRESERVA o sentido do trecho “Mesmo com predomínio masculino nas áreas científicas, entre 2010 e 2021 as mulheres foram maioria no ingresso [...]”.
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Em Língua Portuguesa, algumas palavras, se deslocadas, podem adquirir um novo sentido, recaindo sobre uma única palavra ou sobre toda a frase. A palavra SÓ é uma delas: só no mundo, só 19,9%, só nas Ciências e Engenharias etc. O deslocamento da palavra SÓ não altera o sentido apenas em:
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