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Foram encontradas 50 questões.

1158980 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: UFPR
Orgão: Itaipu
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Sobre geoprocessamento, considere os seguintes itens:
1. Indicação da escassez de água. 2. Verificação da pobreza do solo. 3. Distribuição geográfica de recursos naturais. 4. Identificação das propriedades químicas do subsolo.
O geoprocessamento instrumentaliza as decisões envolvendo o meio ambiente com relação a:
 

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1158976 Ano: 2019
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFPR
Orgão: Itaipu
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A Lei n° 9.433, de 8 janeiro de 1997, dispõe sobre a Política e o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH). Sobre o assunto, considere os seguintes objetivos:
1. Assegurar à atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade de água. 2. Coordenar a gestão integrada das águas. 3. Implementar a Política Nacional de Recursos Hídricos. 4. Promover a cobrança pelo uso, a preservação e a recuperação dos recursos hídricos.
São objetivos do SINGREH:
 

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1158560 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: UFPR
Orgão: Itaipu
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Considere a tabela ao lado e a fórmula abaixo:
Enunciado 1158560-1

Sendo: s² = variância. xi = valor correspondente à medição i. xmed = média aritmética, dos valores correspondentes a todas as medições. n = quantidade de valores.
Xi 2 3 4 5 6
Assinale a alternativa que apresenta o valor da variância (s²) dos dados hidrológicos apresentados nessa tabela.
 

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1158559 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: UFPR
Orgão: Itaipu
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Numa estação pluviométrica, foi verificado que choveu por cinco dias seguidos, sendo os valores apresentados no quadro ao lado. Utilizando os conceitos estatísticos, assinale a alternativa que apresenta a média, a mediana e a moda dos valores do quadro ao lado.
Enunciado 1158559-1

 

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1158499 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: Itaipu
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A intensidade de chuva de uma determinada região é representada pela seguinte equação: i = 2000 Enunciado 1158499-1
Em que: i = intensidade pluviométrica (mm/h). TR = tempo de recorrência (anos). t = tempo de duração da chuva (min).
Qual é o valor da intensidade pluviométrica para uma chuva com tempo de recorrência de 10 anos e duração de 5 min?
 

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1158497 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: Itaipu
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Uma amostra de solo úmida, com 200 g de massa, foi retirada e encaminhada ao laboratório. Após seca, a massa passou a ser de 190 g. Sabendo que a umidade gravimétrica do solo corresponde à razão entre a massa de água e a de solo seco, qual é o seu valor nesse caso?
 

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O Texto 1


Imunização de crianças em queda: por que os pais deixam de vacinar os filhos?

(Vanessa Fajardo, G1, 21/06/2018)

Os baixos índices de imunização de crianças no Brasil acenderam o alerta para especialistas. Mas, afinal, quais os motivos por da decisão de pais que não vacinaram os filhos? Para Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, um dos motivos que explicam o menor índice em 16 anos de cobertura de vacinação em crianças menores de um ano é o fato de que as vacinas estão culturalmente vinculadas à percepção de risco da doença. Quando se trata de doenças erradicadas, a população tem mais dificuldade de enxergar seus perigos. “As vacinas acabam sendo vítimas de seu próprio sucesso. A cultura do ser humano é de se vacinar quando há um risco , quando ele não esse risco, não trata com prioridade, o que é um equívoco”.

Kfouri cita como exemplo os dados de cobertura da vacina contra a gripe, em 2016, que em três semanas atingiu a meta de 80% de cobertura, quando houve um surto da doença. “Hoje isso não seria possível nem em três meses”.

Para a pediatra Ana Escobar, consultora do programa “Bem Estar”, muitos pais mais jovens ficaram muito longe da realidade de ter uma criança com poliomielite ou sarampo, por exemplo. “Não conhecem e nem nunca viram crianças com essas doenças. Por isso, não há um estímulo vigoroso para que compareçam aos postos de saúde com a frequência necessária para vacinar seus filhos. Há pouca informação na mídia sobre a gravidade dessas doenças, que de fato diminuíram sensivelmente sua incidência”, analisa. [...]

Mas por que os pais deixam de vacinar os filhos?

Para Kfouri, um impeditivo para a vacinação é o fato de que muitas vezes a população e até os profissionais da área da saúde não conhecem a doença contra a qual precisam se imunizar e, consequentemente, não entendem seus riscos.


Há outros motivos para que as pessoas deixem de se vacinar?

Além da percepção do risco da doença, fatores como o horário de funcionamento dos postos de saúde, além da falta sazonal de uma determinada vacina podem ser motivos para a falta de vacinação, segundo Kfouri. Ele lembra que os postos funcionam em horário comercial e nem sempre atendem as necessidades das famílias, cujos pais trabalham fora. “Os horários nem sempre são os mais adequados, é preciso repensar isso”.


Medo de supostas reações pode contribuir para a não vacinação?

Para Kfouri, o público que deixa de vacinar seus filhos por medo das reações é uma parcela , que não impacta os índices de cobertura.


Quais as consequências desses baixos índices de imunização?

Para a doutora Ana Escobar, não há dúvidas: o risco do retorno de doenças já erradicadas é uma das consequências dos baixos índices de imunização. “Observe-se que frequentemente temos tido um aumento de casos de sarampo aqui ou ali, que imediatamente é controlado com campanhas de vacinas. Importante saber que a única doença oficialmente erradicada do planeta é a varíola. Nem a poliomielite está erradicada. Portanto, baixas coberturas vacinais podem, sim, trazer algumas dessas doenças de volta”, explica.

(Fonte: <https://g1.globo.com/bemestar/noticia/imunizacao-de-criancas-em-queda-por-que-os-pais-deixam-de-vacinar-os-filhos-veja-perguntas-e-res> . Adaptado.)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
 

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O Texto 2

O povo diz que Deus limitou a inteligência para que os homens não invadissem Seus domínios. Pena não ter feito o mesmo com a burrice humana.

No Brasil e em outros países, têm ganhado força os movimentos de oposição às vacinas. É um contingente formado, sobretudo, por pessoas que tiveram acesso a escolas de qualidade e às melhores fontes de informação, mas acreditam piamente em especulações estapafúrdias sobre os possíveis malefícios da vacinação.

Os argumentos para justificar suas crenças contradizem as evidências científicas mais elementares. Afirmam que as vacinas debilitam o organismo, impedem o desenvolvimento do sistema imunológico, causam alergias, autismo, retardo mental e outros males.

Esquecem que, se chegaram à vida adulta sem as sequelas motoras da poliomielite, as cicatrizes da varíola ou a infertilidade da caxumba, é porque as gerações que os antecederam não foram insensatas como eles. Com a prepotência que a ignorância traz, negam ao filho os cuidados preventivos que receberam de seus pais.

Discutir com um desses sábios é tarefa mais inglória do que convencer um judeu a rezar virado para Meca ou uma evangélica a receber a Pomba Gira. Quando o pediatra lhes recomenda vacinar as crianças, apelam para a teoria da conspiração: os médicos estariam mancomunados com a indústria farmacêutica, o governo e o capital internacional para explorar a boa-fé de famílias indefesas.

Essas sumidades têm todo o direito de discordar dos médicos e dos avanços científicos, mas deveriam ser coerentes. Por que não aconselham os filhos a fumar? As filhas a fazer sexo sem proteção? Por que não amamentam os recém-nascidos com mamadeiras e leite em pó em vez de oferecer-lhes o seio materno, por pelo menos seis meses, como recomenda o mesmo Ministério da Saúde que vacina as crianças? [...]

(Extraído de “Sábios antivacinais”, Dráuzio Varela, Folha de S. Paulo, 31/05/2017.)

A frase “... é porque as gerações que os antecederam não foram insensatas”, estabelece com o segmento anterior uma relação de:
 

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O Texto 2

O povo diz que Deus limitou a inteligência para que os homens não invadissem Seus domínios. Pena não ter feito o mesmo com a burrice humana.

No Brasil e em outros países, têm ganhado força os movimentos de oposição às vacinas. É um contingente formado, sobretudo, por pessoas que tiveram acesso a escolas de qualidade e às melhores fontes de informação, mas acreditam piamente em especulações estapafúrdias sobre os possíveis malefícios da vacinação.

Os argumentos para justificar suas crenças contradizem as evidências científicas mais elementares. Afirmam que as vacinas debilitam o organismo, impedem o desenvolvimento do sistema imunológico, causam alergias, autismo, retardo mental e outros males.

Esquecem que, se chegaram à vida adulta sem as sequelas motoras da poliomielite, as cicatrizes da varíola ou a infertilidade da caxumba, é porque as gerações que os antecederam não foram insensatas como eles. Com a prepotência que a ignorância traz, negam ao filho os cuidados preventivos que receberam de seus pais.

Discutir com um desses sábios é tarefa mais inglória do que convencer um judeu a rezar virado para Meca ou uma evangélica a receber a Pomba Gira. Quando o pediatra lhes recomenda vacinar as crianças, apelam para a teoria da conspiração: os médicos estariam mancomunados com a indústria farmacêutica, o governo e o capital internacional para explorar a boa-fé de famílias indefesas.

Essas sumidades têm todo o direito de discordar dos médicos e dos avanços científicos, mas deveriam ser coerentes. Por que não aconselham os filhos a fumar? As filhas a fazer sexo sem proteção? Por que não amamentam os recém-nascidos com mamadeiras e leite em pó em vez de oferecer-lhes o seio materno, por pelo menos seis meses, como recomenda o mesmo Ministério da Saúde que vacina as crianças? [...]

(Extraído de “Sábios antivacinais”, Dráuzio Varela, Folha de S. Paulo, 31/05/2017.)

Considere o seguinte trecho:


Cabe à Divisão de Manutenção a vistoria periódica e a substituição de peças quando necessidade, mas o serviço não ser realizado enquanto a luz vermelha se acesa.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.

 

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Assinale a alternativa em que a pontuação está correta, conforme a língua padrão escrita.
 

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