Foram encontradas 50 questões.
Ao revisar as despesas de exercícios anteriores do Instituto onde trabalha, um analista previdenciário identificou que 9 das 81 receitas públicas analisadas necessitam de reavaliação, devido a valores defasados. Se um superior desse analista selecionar aleatoriamente uma receita pública dentre as 81 avaliadas, a probabilidade de escolher uma que não necessita de reavaliação é de
Provas
Ana e Augusto são dois irmãos, tal que a idade de Augusto é o dobro da idade de Ana, e ambas as idades são representadas por números inteiros e positivos. Se a soma das idades de Ana e Augusto é igual a 45, então a idade de Augusto é igual a
Provas
Um órgão de pesquisa de uma determinada região brasileira analisou o gasto mensal de uma família dessa região com cesta básica no período de julho a dezembro de 2024; o resultado é apresentado no gráfico a seguir.

Em relação aos dados apresentados no gráfico, assinale a alternativa correta.
Provas
Somando-se os números decimais 3,45 e 6,56, obtém-se como resultado
Provas
Quatro analistas previdenciários são capazes de atender, em média, 30 pessoas a cada hora. A quantidade de analistas previdenciários — com a mesma capacidade de atendimento — necessários para atender, em média, 45 pessoas é igual a
Provas
Leia, a seguir, o fragmento do poema “O tempo”, de Mário Quintana.
“A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é 6ª feira...
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado... (...)”
Em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta.
Provas
Leia atentamente o quadrinho a seguir.

Na fala da personagem, as palavras “tão”, “que” e “até” introduzem, respectivamente, os sentidos de
Provas
Leia o texto a seguir para responder a questão seguinte.
Tempo: cada vez mais acelerado
Sergio Gwercman
Carl Honoré é uma espécie de porta-voz do “movimento pela lerdeza” – hábito que ele jura não ter adquirido quando viveu por seis meses nas tranquilas praias brasileiras. Seu livro, Devagar, é best seller na Europa, advogando que poderíamos viver melhor trocando lanchonetes por banquetes caseiros e parando de dirigir como pilotos de Fórmula 1. Ironicamente, o trabalho só começou por causa da leitura rápida. “Estava no aeroporto e me interessei por um livro com histórias de ninar de um minuto”, diz Carl. “Percebi que estávamos indo longe demais”. Naquele momento ele decidiu escrever um livro pregando que você deve passar muito mais de um minuto lendo para o seu filho antes de ir dormir.
O tempo está se acelerando. Um dia continua tendo 24 horas, 1 hora vale 60 minutos e, aleluia, cada minuto ainda tem 60 segundos — nem tudo está perdido. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por engenhocas tecnológicas que deveriam facilitar nossa vida e continuamos com uma pressa insaciável. Você já deve ter sentido os efeitos desse fenômeno. Lembra quando a internet surgiu? Da maravilha que era saber que trocaríamos mensagens instantâneas e teríamos a biblioteca de Harvard ao alcance, bastando um clique no mouse. Agora pense na última vez que você recebeu um arquivo eletrônico pesado. E dos segundos que esperou para abri-lo, amaldiçoando a velocidade do computador, do provedor, da placa multimídia e do modem. Esses incompetentes que nos obrigam a esperar insuportáveis segundos para baixar... um livro inteiro!
Essa histeria provavelmente começou na revolução industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século 1 a.C., aos de Napoleão, no século 19 d.C., nossa velocidade de movimentação foi quase sempre a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo. Os fusos horários ganharam importância — antes, eram indiferentes a alguém que levava semanas para atravessar os Estados Unidos se, ao chegar a seu destino, houvesse um desnível de algumas horas em relação ao ponto de partida. Com os trens, a vida cotidiana passou a conviver não só com a hora certa, mas com o minuto exato em que a composição sai da estação e os segundos que podem descarrilar vagões num desvio fechado.
O boom seguinte é mais recente. Aconteceu no final do século 20 e transfigurou nossa capacidade de nos comunicar. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz o jornalista James Gleick, autor de Acelerado, livro que debate causas e efeitos da velocidade. “Uma coisa acelera a outra, e nos vemos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas”, diz.
Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo — além da certeza de que sua vida está passando rápido demais. Essas são as principais consequências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”. Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. “Para nós, ocidentais, o tempo é linear e nunca volta. Por isso queremos ter a sensação de que estamos tirando o máximo dele. E a única solução que encontramos é acelerá-lo”, afirma Carl Honoré. “É um equívoco. A resposta desse dilema é qualidade, não quantidade”.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/tempo-cada-vez-mais-acelerado.
Assinale a alternativa em que a palavra destacada no trecho correspondente foi empregada no sentido figurado.
Provas
Leia o texto a seguir para responder a questão seguinte.
Tempo: cada vez mais acelerado
Sergio Gwercman
Carl Honoré é uma espécie de porta-voz do “movimento pela lerdeza” – hábito que ele jura não ter adquirido quando viveu por seis meses nas tranquilas praias brasileiras. Seu livro, Devagar, é best seller na Europa, advogando que poderíamos viver melhor trocando lanchonetes por banquetes caseiros e parando de dirigir como pilotos de Fórmula 1. Ironicamente, o trabalho só começou por causa da leitura rápida. “Estava no aeroporto e me interessei por um livro com histórias de ninar de um minuto”, diz Carl. “Percebi que estávamos indo longe demais”. Naquele momento ele decidiu escrever um livro pregando que você deve passar muito mais de um minuto lendo para o seu filho antes de ir dormir.
O tempo está se acelerando. Um dia continua tendo 24 horas, 1 hora vale 60 minutos e, aleluia, cada minuto ainda tem 60 segundos — nem tudo está perdido. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por engenhocas tecnológicas que deveriam facilitar nossa vida e continuamos com uma pressa insaciável. Você já deve ter sentido os efeitos desse fenômeno. Lembra quando a internet surgiu? Da maravilha que era saber que trocaríamos mensagens instantâneas e teríamos a biblioteca de Harvard ao alcance, bastando um clique no mouse. Agora pense na última vez que você recebeu um arquivo eletrônico pesado. E dos segundos que esperou para abri-lo, amaldiçoando a velocidade do computador, do provedor, da placa multimídia e do modem. Esses incompetentes que nos obrigam a esperar insuportáveis segundos para baixar... um livro inteiro!
Essa histeria provavelmente começou na revolução industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século 1 a.C., aos de Napoleão, no século 19 d.C., nossa velocidade de movimentação foi quase sempre a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo. Os fusos horários ganharam importância — antes, eram indiferentes a alguém que levava semanas para atravessar os Estados Unidos se, ao chegar a seu destino, houvesse um desnível de algumas horas em relação ao ponto de partida. Com os trens, a vida cotidiana passou a conviver não só com a hora certa, mas com o minuto exato em que a composição sai da estação e os segundos que podem descarrilar vagões num desvio fechado.
O boom seguinte é mais recente. Aconteceu no final do século 20 e transfigurou nossa capacidade de nos comunicar. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz o jornalista James Gleick, autor de Acelerado, livro que debate causas e efeitos da velocidade. “Uma coisa acelera a outra, e nos vemos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas”, diz.
Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo — além da certeza de que sua vida está passando rápido demais. Essas são as principais consequências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”. Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. “Para nós, ocidentais, o tempo é linear e nunca volta. Por isso queremos ter a sensação de que estamos tirando o máximo dele. E a única solução que encontramos é acelerá-lo”, afirma Carl Honoré. “É um equívoco. A resposta desse dilema é qualidade, não quantidade”.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/tempo-cada-vez-mais-acelerado.
“Uma coisa acelera a outra, e nos vemos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas.”
Assinale a alternativa que explica corretamente o aspecto da pontuação envolvendo as palavras destacadas no trecho apresentado.
Provas
Leia o texto a seguir para responder a questão seguinte.
Tempo: cada vez mais acelerado
Sergio Gwercman
Carl Honoré é uma espécie de porta-voz do “movimento pela lerdeza” – hábito que ele jura não ter adquirido quando viveu por seis meses nas tranquilas praias brasileiras. Seu livro, Devagar, é best seller na Europa, advogando que poderíamos viver melhor trocando lanchonetes por banquetes caseiros e parando de dirigir como pilotos de Fórmula 1. Ironicamente, o trabalho só começou por causa da leitura rápida. “Estava no aeroporto e me interessei por um livro com histórias de ninar de um minuto”, diz Carl. “Percebi que estávamos indo longe demais”. Naquele momento ele decidiu escrever um livro pregando que você deve passar muito mais de um minuto lendo para o seu filho antes de ir dormir.
O tempo está se acelerando. Um dia continua tendo 24 horas, 1 hora vale 60 minutos e, aleluia, cada minuto ainda tem 60 segundos — nem tudo está perdido. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por engenhocas tecnológicas que deveriam facilitar nossa vida e continuamos com uma pressa insaciável. Você já deve ter sentido os efeitos desse fenômeno. Lembra quando a internet surgiu? Da maravilha que era saber que trocaríamos mensagens instantâneas e teríamos a biblioteca de Harvard ao alcance, bastando um clique no mouse. Agora pense na última vez que você recebeu um arquivo eletrônico pesado. E dos segundos que esperou para abri-lo, amaldiçoando a velocidade do computador, do provedor, da placa multimídia e do modem. Esses incompetentes que nos obrigam a esperar insuportáveis segundos para baixar... um livro inteiro!
Essa histeria provavelmente começou na revolução industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século 1 a.C., aos de Napoleão, no século 19 d.C., nossa velocidade de movimentação foi quase sempre a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo. Os fusos horários ganharam importância — antes, eram indiferentes a alguém que levava semanas para atravessar os Estados Unidos se, ao chegar a seu destino, houvesse um desnível de algumas horas em relação ao ponto de partida. Com os trens, a vida cotidiana passou a conviver não só com a hora certa, mas com o minuto exato em que a composição sai da estação e os segundos que podem descarrilar vagões num desvio fechado.
O boom seguinte é mais recente. Aconteceu no final do século 20 e transfigurou nossa capacidade de nos comunicar. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz o jornalista James Gleick, autor de Acelerado, livro que debate causas e efeitos da velocidade. “Uma coisa acelera a outra, e nos vemos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas”, diz.
Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo — além da certeza de que sua vida está passando rápido demais. Essas são as principais consequências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”. Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. “Para nós, ocidentais, o tempo é linear e nunca volta. Por isso queremos ter a sensação de que estamos tirando o máximo dele. E a única solução que encontramos é acelerá-lo”, afirma Carl Honoré. “É um equívoco. A resposta desse dilema é qualidade, não quantidade”.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/comportamento/tempo-cada-vez-mais-acelerado.
“Esses incompetentes que nos obrigam a esperar insuportáveis segundos para baixar... um livro inteiro!”
Em relação à palavra destacada no trecho apresentado, é correto afirmar que ela possui o sentido de
Provas
Caderno Container