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Foram encontradas 216 questões.

2320044 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Considere a fábula a seguir para responder a questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”.

(Fábulas de Esopo, com adaptações)

No trecho “Não me peças recompensa”, pode-se afirmar que o verbo “peças” está conjugado:

 

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2320043 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Considere a fábula a seguir para responder a questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”.

(Fábulas de Esopo, com adaptações)

No trecho “Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça”, o termo “lhe” diz respeito:

 

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2320042 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Considere a fábula a seguir para responder a questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”.

(Fábulas de Esopo, com adaptações)

Na história, o lobo “pediu à garça que lhe valesse”. Em relação à expressão “lhe valesse”, poderia ser substituída, sem prejudicar o sentido, por:

 

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2320041 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Considere a fábula a seguir para responder a questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”.

(Fábulas de Esopo, com adaptações)

No trecho “que o sufocava”, que aparece logo no início da história, o termo “o” retoma no texto a expressão:

 

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2320040 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Considere a fábula a seguir para responder a questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”.

(Fábulas de Esopo, com adaptações)

Marque a alternativa que traz uma moral adequada para a fábula.

 

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2320039 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder as questões a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”.

(Sobre o carnaval, com adaptações).

Segundo o autor, a “pobreza de pensamento” que caracterizaria o carnaval produz alguns sentimentos. Marque a alternativa que NÃO indica um deles.

 

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2320038 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder as questões a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”.

(Sobre o carnaval, com adaptações).

Após a oração “Vou dizer o motivo”, o autor emprega a pontuação denominada dois-pontos. Nesse caso, essa pontuação é usada para:

 

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2320037 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder as questões a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”.

(Sobre o carnaval, com adaptações).

Em relação à “embriaguez que a multidão traz”, o autor pontua algumas de suas qualidades. Marque a alternativa que NÃO indica uma delas.

 

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2320036 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder as questões a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”.

(Sobre o carnaval, com adaptações).

Ao tratar do fenômeno do carnaval, o autor do texto também trata de si mesmo. Quanto a isso, nesse trecho, Lima Barreto se classifica como:

 

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2320035 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Paranacidade

Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder as questões a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”.

(Sobre o carnaval, com adaptações).

Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que o autor passou a aborrecer o carnaval por sua:

 

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