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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
A negação da frase “Toda gestão imobiliária precisa da
regularização cadastral” é equivalente a:
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A empresa Alfa é a única que atua em três áreas públicas
diferentes: A, B e C. Em se tratando de empresas que
atuam em apenas duas dessas áreas, tem-se: Beta, Jota e
Gama nas áreas A e B; Ágape e Filos nas áreas A e C, além
de Abital, Acade e Hen nas áreas B e C.
Se essas empresas fazem parte de um grupo que contém 26 empresas que atuam nas áreas A, B ou C e cada área tem pelo menos 1 empresa que atua somente nela, então é CORRETO afirmar que o número máximo de empresas que podem atuar na área B é de:
Se essas empresas fazem parte de um grupo que contém 26 empresas que atuam nas áreas A, B ou C e cada área tem pelo menos 1 empresa que atua somente nela, então é CORRETO afirmar que o número máximo de empresas que podem atuar na área B é de:
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De acordo com a Lei nº 10.003, de 25 de novembro de
2010 que autoriza a criação de sociedade sob o controle
acionário do Município de Belo Horizonte, sobre as
informações que devem estar constantemente à disposição
da população do Município e do Poder Legislativo, analise
as afirmativas a seguir:
I- Composição acionária, com qualificação dos acionistas e quantidade em que participam do capital.
II- Relação de ativos já integralizados e administrados pela sociedade, seu valor à época da integralização e situação atual.
III- Relação de debêntures emitidas com seu valor nominal, taxa de remuneração, data de emissão, data de resgate e qualificação dos adquirentes.
IV- Relação de quaisquer formas de endividamento contratado pela sociedade com qualificação da forma escolhida, valor contratado, taxas aplicadas, duração do contrato e instituição cedente.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I- Composição acionária, com qualificação dos acionistas e quantidade em que participam do capital.
II- Relação de ativos já integralizados e administrados pela sociedade, seu valor à época da integralização e situação atual.
III- Relação de debêntures emitidas com seu valor nominal, taxa de remuneração, data de emissão, data de resgate e qualificação dos adquirentes.
IV- Relação de quaisquer formas de endividamento contratado pela sociedade com qualificação da forma escolhida, valor contratado, taxas aplicadas, duração do contrato e instituição cedente.
Estão CORRETAS as afirmativas:
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A PBH Ativos ao desenhar seu Plano Estratégico para o
período de 2017/2020, definiu suas metas. Sobre as metas
desenhadas, assinale V para as verdadeiras e F para as
falsas.
( ) Oferecer soluções para desoneração de despesas e/ou investimentos do Município.
( ) Consolidar a sustentabilidade financeira e o crescimento da empresa.
( ) Obter reconhecimento da Administração Pública, dos cidadãos e do mercado com relação à segurança, solidez e excelência.
( ) Oferecer as melhores soluções à Administração Pública Municipal para captação de novos recursos para investimentos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Oferecer soluções para desoneração de despesas e/ou investimentos do Município.
( ) Consolidar a sustentabilidade financeira e o crescimento da empresa.
( ) Obter reconhecimento da Administração Pública, dos cidadãos e do mercado com relação à segurança, solidez e excelência.
( ) Oferecer as melhores soluções à Administração Pública Municipal para captação de novos recursos para investimentos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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De acordo com a Lei nº 10.003, de 25 de novembro de
2010 que autoriza a criação de sociedade sob o controle
acionário do Município de Belo Horizonte, essa será:
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Ao se comprar um título de valores mobiliários, supõe-se
que a situação ideal é mantê-lo até a data futura fixada para
resgate. Um investidor sabe que pode vender seus títulos
por valores mais baixos que o final estipulado, conforme o
prazo decorrido. Após certo tempo, ele consegue vender
seu título com rendimento de 25%. Acrescentando-se mais
um período, o novo valor do título rende mais 20%. Neste
momento o título passa a ser vendido por R$ 12.750,00.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o valor inicial dos títulos adquiridos:
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o valor inicial dos títulos adquiridos:
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Com o intuído de planejar novas Parcerias Público-Privadas
(PPP) para seu mandato, o Prefeito solicitou que
os fornecedores cadastrados na prefeitura fossem
classificados em 3 áreas de interesse de PPP’s, obtendo-se
o seguinte resultado com o total das empresas:
→ 32 empresas para PPP de Educação
→ 48 empresas para PPP de Iluminação Pública. → 60 empresas para PPP de Hospital Metropolitano. → 14 empresas que atendem às 3 áreas.
Em relação ao número total de empresas cadastradas, o gráfico que representa essas informações em percentual é o de número:
→ 32 empresas para PPP de Educação
→ 48 empresas para PPP de Iluminação Pública. → 60 empresas para PPP de Hospital Metropolitano. → 14 empresas que atendem às 3 áreas.
Em relação ao número total de empresas cadastradas, o gráfico que representa essas informações em percentual é o de número:
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As ciências sociais e o inglês
O inglês é a língua da ciência. As razões para isso estão relacionadas às profundas transformações que ocorreram
no pós-Guerra. A ciência e a tecnologia, que até então evoluíam em esferas relativamente separadas de conhecimento,
se integram num único sistema. [...] As tecnologias pressupõem um investimento contínuo de capital, a formação de
quadros especializados e a constituição de laboratórios de pesquisa. No início, isso se concentra nos Estados Unidos,
pois quando termina a Segunda Guerra Mundial, trata-se do único país industrializado onde a infraestrutura educacional
e tecnológica permanece intacta. Com a expansão do ensino superior e o desenvolvimento dos institutos de pesquisa,
assiste-se a um florescimento científico sem precedentes, aliado a uma política tecnológica na qual as criações científicas
estão vinculadas às descobertas e ao aperfeiçoamento das técnicas. A história do computador é um bom exemplo do
imbricamento das dimensões econômica, militar e científica num mesmo projeto. Como processador de dados e
informações, irá impulsionar todo um campo de atividades, desde as experiências de laboratório até a administração das
empresas (cujo raio de ação é, muitas vezes, transnacional). Ciência, tecnologia e administração – esferas diferenciadas
de práticas e saberes – aproximam-se assim como unidades que se alimentam e se reproduzem a partir da manipulação,
do controle e do processamento da informação. Creio que não seria exagero dizer que os elementos-chave do que
entendemos por sociedade de informação foram inicialmente preparados em inglês (conceitos, modelos, fórmulas e
procedimentos).
Não se deve imaginar que toda a produção científica, ou mesmo a sua maioria, se faça em inglês. Embora não
existam dados disponíveis em escala mundial, pode-se argumentar, e com boa parte de razão, que a literatura científica
em língua não inglesa tenha aumentado. Basta ver a proliferação de revistas nos mais diferentes países e a participação
dos cientistas em reuniões e congressos especializados. No entanto, como sublinha Baldauf, sua representação na
literatura recenseada nas principais bases de dados declinou. [...] Grande parte do que é produzido é simplesmente
ignorado pelo fato de não estar formalizado e formatado em informação imediatamente disponível, ou seja,
compreensível para um conjunto amplo de pessoas. [...] Entretanto, importa entender que um corpus literário,
funcionando como padrão de referência, é legitimado mundialmente somente quando disponível em inglês. Daí a
estratégia de vários grupos de dividir suas atividades em “locais” e “universais”. As primeiras são escritas em idioma
nacional e têm como veículo as revistas existentes no país; as outras concentram os cientistas de “elite”, cuja ambição é
conseguir uma maior visibilidade na cena mundial; interessa-lhes publicar nas revistas internacionais já consagradas.
[...]
Barthes (1984, p.15) diz que, para a ciência, “a linguagem é apenas um instrumento, aprisionado à matéria
científica (operações, hipóteses, resultados) que se diz, a antecede e existe fora dela, e que se tem o interesse de tornála
o mais transparente e neutra possível: há, de um lado, num primeiro plano, o conteúdo da mensagem científica, que é
tudo; de outro, num segundo plano, a forma verbal, que exprime esse conteúdo e que é nada […]. A ciência tem
certamente necessidade da linguagem, mas ela não está, como a literatura, na linguagem”. É preciso ter em mente que a
qualidade de ser instrumental não deve ser vista como algo negativo. Trata-se de uma opção deliberada em utilizar a
linguagem como uma ferramenta, cujo resultado é altamente compensador – o discurso científico. Resulta disso o amplo
consenso (embora sem unanimidade) existente entre os cientistas em relação ao uso do inglês, qual seja, o fato de ele
ser instrumental e eficiente. Mas qual seria a razão dessa instrumentalidade?
Richard Harris e Paul Mattick, trabalhando com as propriedades da linguagem e sua relação com a informação,
têm um argumento interessante. Consideram que cada domínio científico utiliza a linguagem de maneira limitada, por
isso é mais fácil traduzir textos científicos do que literários. Isso significa que a informação provida na mensagem é
dada não apenas pelo significado individual das palavras, mas também pela relação entre elas, sua combinação. Por
exemplo, podemos enunciar as sentenças “para mim, é preferível sair por último” e “eu prefiro sair por último”; há aí
uma variação da forma, mas não da informação transmitida. [...]
As ciências sociais estão demasiadamente amarradas aos contextos, daí a dificuldade de universalização de seus
discursos, porém, essa universalização nunca é inteira, emancipada, pois as notações se encontram aprisionadas à
“literalidade dos enunciados”. O pensamento sociológico é sempre uma tradução, algo intermediário entre o ideal de
universalidade (que é necessário) e o enraizamento dos fenômenos sociais. Ora, contexto e língua conjugam-se
mutuamente. O discurso das ciências da natureza se justifica porque consegue reduzir a linguagem, depurá-la de sua
malha sociocultural, algo impensável quando se deseja compreender a sociedade. Nesse caso, o inglês não pode
funcionar como língua franca, não por uma questão de princípio, ou de orgulho nacional, mas devido à própria natureza
do saber construído.
ORTIZ, Renato. As Ciências Sociais e o inglês. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 19, n. 54, fev/2004. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-69092004000100001&lng=en&nrm=iso&tlng=pt.
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As ciências sociais e o inglês
O inglês é a língua da ciência. As razões para isso estão relacionadas às profundas transformações que ocorreram
no pós-Guerra. A ciência e a tecnologia, que até então evoluíam em esferas relativamente separadas de conhecimento,
se integram num único sistema. [...] As tecnologias pressupõem um investimento contínuo de capital, a formação de
quadros especializados e a constituição de laboratórios de pesquisa. No início, isso se concentra nos Estados Unidos,
pois quando termina a Segunda Guerra Mundial, trata-se do único país industrializado onde a infraestrutura educacional
e tecnológica permanece intacta. Com a expansão do ensino superior e o desenvolvimento dos institutos de pesquisa,
assiste-se a um florescimento científico sem precedentes, aliado a uma política tecnológica na qual as criações científicas
estão vinculadas às descobertas e ao aperfeiçoamento das técnicas. A história do computador é um bom exemplo do
imbricamento das dimensões econômica, militar e científica num mesmo projeto. Como processador de dados e
informações, irá impulsionar todo um campo de atividades, desde as experiências de laboratório até a administração das
empresas (cujo raio de ação é, muitas vezes, transnacional). Ciência, tecnologia e administração – esferas diferenciadas
de práticas e saberes – aproximam-se assim como unidades que se alimentam e se reproduzem a partir da manipulação,
do controle e do processamento da informação. Creio que não seria exagero dizer que os elementos-chave do que
entendemos por sociedade de informação foram inicialmente preparados em inglês (conceitos, modelos, fórmulas e
procedimentos).
Não se deve imaginar que toda a produção científica, ou mesmo a sua maioria, se faça em inglês. Embora não
existam dados disponíveis em escala mundial, pode-se argumentar, e com boa parte de razão, que a literatura científica
em língua não inglesa tenha aumentado. Basta ver a proliferação de revistas nos mais diferentes países e a participação
dos cientistas em reuniões e congressos especializados. No entanto, como sublinha Baldauf, sua representação na
literatura recenseada nas principais bases de dados declinou. [...] Grande parte do que é produzido é simplesmente
ignorado pelo fato de não estar formalizado e formatado em informação imediatamente disponível, ou seja,
compreensível para um conjunto amplo de pessoas. [...] Entretanto, importa entender que um corpus literário,
funcionando como padrão de referência, é legitimado mundialmente somente quando disponível em inglês. Daí a
estratégia de vários grupos de dividir suas atividades em “locais” e “universais”. As primeiras são escritas em idioma
nacional e têm como veículo as revistas existentes no país; as outras concentram os cientistas de “elite”, cuja ambição é
conseguir uma maior visibilidade na cena mundial; interessa-lhes publicar nas revistas internacionais já consagradas.
[...]
Barthes (1984, p.15) diz que, para a ciência, “a linguagem é apenas um instrumento, aprisionado à matéria
científica (operações, hipóteses, resultados) que se diz, a antecede e existe fora dela, e que se tem o interesse de tornála
o mais transparente e neutra possível: há, de um lado, num primeiro plano, o conteúdo da mensagem científica, que é
tudo; de outro, num segundo plano, a forma verbal, que exprime esse conteúdo e que é nada […]. A ciência tem
certamente necessidade da linguagem, mas ela não está, como a literatura, na linguagem”. É preciso ter em mente que a
qualidade de ser instrumental não deve ser vista como algo negativo. Trata-se de uma opção deliberada em utilizar a
linguagem como uma ferramenta, cujo resultado é altamente compensador – o discurso científico. Resulta disso o amplo
consenso (embora sem unanimidade) existente entre os cientistas em relação ao uso do inglês, qual seja, o fato de ele
ser instrumental e eficiente. Mas qual seria a razão dessa instrumentalidade?
Richard Harris e Paul Mattick, trabalhando com as propriedades da linguagem e sua relação com a informação,
têm um argumento interessante. Consideram que cada domínio científico utiliza a linguagem de maneira limitada, por
isso é mais fácil traduzir textos científicos do que literários. Isso significa que a informação provida na mensagem é
dada não apenas pelo significado individual das palavras, mas também pela relação entre elas, sua combinação. Por
exemplo, podemos enunciar as sentenças “para mim, é preferível sair por último” e “eu prefiro sair por último”; há aí
uma variação da forma, mas não da informação transmitida. [...]
As ciências sociais estão demasiadamente amarradas aos contextos, daí a dificuldade de universalização de seus
discursos, porém, essa universalização nunca é inteira, emancipada, pois as notações se encontram aprisionadas à
“literalidade dos enunciados”. O pensamento sociológico é sempre uma tradução, algo intermediário entre o ideal de
universalidade (que é necessário) e o enraizamento dos fenômenos sociais. Ora, contexto e língua conjugam-se
mutuamente. O discurso das ciências da natureza se justifica porque consegue reduzir a linguagem, depurá-la de sua
malha sociocultural, algo impensável quando se deseja compreender a sociedade. Nesse caso, o inglês não pode
funcionar como língua franca, não por uma questão de princípio, ou de orgulho nacional, mas devido à própria natureza
do saber construído.
ORTIZ, Renato. As Ciências Sociais e o inglês. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 19, n. 54, fev/2004. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-69092004000100001&lng=en&nrm=iso&tlng=pt.
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Tijolos do corpo
Assim que você começa a ler esta reportagem, três
substâncias dentro do seu corpo trabalham para ajudá-lo.
A hemoglobina corre pelo sangue para pegar oxigênio nos
pulmões e levá-lo às células dos olhos e do cérebro, dandolhes
energia necessária à leitura. Ao mesmo tempo, a
miosina estica e encolhe os músculos da cabeça para que
sua vista possa seguir as palavras. Enfim, um composto
chamado receptor de serotonina controla a entrada e a
saída de sinais dos neurônios, por meio dos quais você
compreende as frases.
Energia, movimento e raciocínio – nada mal para
simples moléculas, certo? Pois assim são as proteínas,
nome da categoria química à qual pertence o trio que você
acaba de conhecer. Espertas e habilidosas, compostas de
dezenas de milhares de átomos cada uma, as substâncias
dessa categoria não são fragmentos inertes de matéria. Elas
funcionam como micromáquinas biológicas e tomam
conta de tudo no organismo.
Algumas fazem o papel de tijolos. Servem para
montar os órgãos, os ossos, a pele ou os cabelos. Outras,
como operárias, executam as tarefas vitais – carregar
oxigênio, abrir portas das células ou acionar músculos são
apenas três das atividades que elas administram,
incansáveis. Para se ter uma ideia, o corpo dispõe de
100.000 moléculas diferentes, uma para cada função
essencial. No total, tirando a água, elas representam três
quartos do seu peso, ficando apenas um quarto para o
resto, como açúcares, gorduras, ácidos, sais minerais etc.
Sem exagero, as proteínas são você, leitor.
LUCÍRIO, Ivonete D. e DIEGUEZ, Flávio.
SUPERINTERESSANTE. São Paulo: Editora Abril, 31 out 2016.
SUPERINTERESSANTE. São Paulo: Editora Abril, 31 out 2016.
Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/tijolos-do-corpo/.
Acesso em: 2 jul. 2018 [Fragmento]
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