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Foram encontradas 120 questões.

2879865 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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Em qual(is) das subdivisões da Estatística Espacial costuma-se empregar AMBOS os métodos de análise da distribuição da Distância ao Vizinho Mais Próximo e a análise da Função K para exploração de efeitos espaciais de segunda ordem?

 

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2879864 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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Em geoestatística, associado a um processo gaussiano estacionário e isotrópico, podem distinguir-se os seguintes componentes constantes de um semivariograma:

 

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2879863 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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Uma refinaria distribui seus produtos por intermédio de caminhões, carregados no posto de carregamento. São carregados tanto os caminhões da empresa como os caminhões dos distribuidores independentes. As firmas independentes reclamam que, às vezes, têm que esperar em fila e perdem, assim, dinheiro ao pagarem um caminhão e um motorista que só estão esperando. Foram colhidos os seguintes dados:

!$ lambda !$= 2 caminhões/hora (Taxa média de chegada)

!$ mu !$= 3 caminhões/hora (Taxa média de atendimento)

Supondo que estas taxas sejam aleatórias conforme uma distribuição Poisson, a probabilidade que um caminhão tem de esperar para ser atendido e o tempo médio de espera, respectivamente, são:

 

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2879862 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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Uma refinaria, a partir da transformação do petróleo bruto, produz diariamente gás, óleo e gasolina bruta. Para a sua produção, considera uma restrição em relação ao nível mínimo de produção diária (Recurso A) e uma com relação à disponibilidade de matéria-prima (Recurso B).

Enunciado 3087837-1

Com o objetivo de organizar o esquema de produção ótima que maximize o lucro total por dia (em R$), a refinaria contratou um engenheiro de produção que desenvolveu um modelo de programação linear.

O tableau acima indica uma iteração qualquer do Algoritmo Simplex na solução do problema, onde x1, x2 e x3 são as quantidades produzidas de gás, óleo e gasolina bruta, respectivamente, e x3 e x4 são as folgas das restrições relativas aos recursos A e B. A partir do tableau afirma-se que as variáveis

 

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2879861 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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Dado o modelo de programação linear

Enunciado 3087836-1

O par ordenado que maximiza a função Z é

 

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2879860 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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Considere o modelo primal de programação linear.

Enunciado 3087835-1

onde A é uma matriz de ordem m × n, x !$ in !$ Rn, B é um vetor linha com m componentes, C é um vetor linha com n componentes constantes e CT indica o vetor transposto do vetor C.

Acerca do modelo primal e das suas relações com o modelo dual associado a ele, avalie as afirmativas a seguir.

I - Se o primal for de maximização, o dual será de minimização.

II - A matriz A da forma dual será a matriz AT do primal.

III - Os coeficientes da função objetivo do primal são os coeficientes da função objetivo do dual.

IV - O número de variáveis de folga de um problema correspondem ao número de variáveis de folga do outro.

Estão corretas as afirmativas

 

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2879859 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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Uma empresa fabrica 3 produtos A, B e C que lhe proporcionam lucros de R$ 7,00, R$ 7,00 e R$ 12,00 por quilograma. Para produzi-los, utiliza dois tipos de matéria-prima M e N, cujas disponibilidades são 50 e 82 litros. A empresa, desejando maximizar seu lucro e respeitando sua disponibilidade de matéria-prima, elabora um modelo de programação linear para determinar o número de unidades de cada produto a ser fabricado. A solução do modelo, resolvido como um problema de minimização, é apresentada abaixo, onde x1 e x2 são as folgas das restrições relativas a M e N, respectivamente.

Enunciado 3087834-1

Considerando que as variáveis duais sejam representadas por xM e xN , o problema dual é representado da seguinte forma:

 

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2879858 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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A área responsável pelas ações voltadas à saúde do trabalhador de uma grande Companhia promoveu, no último ano, um programa de reeducação alimentar para os seus funcionários. A tabela abaixo apresenta uma amostra contendo as medições dos pesos, em kg, de 10 funcionários antes e depois de participarem do referido programa.

Enunciado 3087833-1

Com base nos dados da tabela, aplicou-se o teste não paramétrico do Sinal para testar as seguintes hipóteses:

H0: O programa não contribuiu para a redução do peso dos funcionários;

H1: O programa contribuiu para a redução do peso dos funcionários.

O p-valor associado ao teste é dado por

 

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2879857 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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Uma empresa fabrica 3 produtos A, B e C que lhe proporcionam lucros de R$ 7,00, R$ 7,00 e R$ 12,00 por quilograma. Para produzi-los, utiliza dois tipos de matéria-prima M e N, cujas disponibilidades são 50 e 82 litros. A empresa, desejando maximizar seu lucro e respeitando sua disponibilidade de matéria-prima, elabora um modelo de programação linear para determinar o número de unidades de cada produto a ser fabricado. A solução do modelo, resolvido como um problema de minimização, é apresentada abaixo, onde x1 e x2 são as folgas das restrições relativas a M e N, respectivamente.

Enunciado 3087831-1

Aplicando o teorema das folgas complementares, conclui-se que o(a)

 

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Text II

The next oil giant?

Mar 19th 2009

From the Economist Intelligence Unit ViewsWire

Financing hurdles

At the time of the Tupi discovery, oil prices were close to US$100/b, but since then they have fallen to around US$40/b. Weak prospects for a significant pickup in the medium term have raised questions about whether investors will see the project as financially viable.

The drying up of international financing, significantly lower oil prices and the technological and geological challenges related to the development of the new oil finds make long-term cost calculations difficult.

Because of this, Petrobras decided to delay the announcement of its five-year strategic plan by four months. It was finally made public in February 2008 and included very ambitious financial goals. The revised plan for 2009-13 is based on an average oil price of US$42/b and calls for investments of around US$174.4bn, a 55% increase from the US$112.4bn stated in its 2008-12 investment plan.

Petrobras has gone some way towards securing financing for this year’s outlays. The company has raised US$10.5bn of the US$28.6bn it needs. Of the remaining US$18.1bn, it is set to receive US$11.9bn from the Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES, Brazil’s national development bank) in the form of a 30-year US$11.9bn loan, with an additional US$5bn bridge loan expected from a consortium of international banks. Petrobras would need to raise a further US$10bn to cover its investments in 2010.

Growing difficulties in accessing international capital markets could scupper these plans or—at the very least—sharply raise the cost of borrowing. The brief easing of credit conditions in January allowed Petrobras to issue a 10-year, US$1.5bn bond on the eurobond market. But low risk appetite on the part of foreign investors, recent currency-derivatives losses and continued uncertainty regarding the value of the Real mean that large Brazilian companies are increasingly likely to rely on local banks for credit at high premium spreads.

What role for private capital?

While the role of the state oil company is not in question, the level and manner of participation by the private sector is not as clear. Brazil opened its hydrocarbons sector to private investors at the end of the 1990s. Since then, it has held annual bidding rounds that have become a model of transparency and have attracted large numbers of private participants.

However, Brazil’s new oil and gas potential has raised doubts about the extent of that openness in the future, as the government debates the preferred degree of private participation. Following the Tupi discovery, the government removed 41 deepwater blocks in the sub-salt region from the ninth bidding round for the first time since it started holding international rounds in 1998.

In 2008 Brasília again withheld offshore blocks from the 10th bidding round. Seven companies currently hold concessions for the development of the sub-salt: Petrobras, BG, Galp, Repsol, Shell, Exxon and Amerada Hess.

A specially created government task force is studying possible changes to the concession laws that would give Petrobras the upper hand in the development of the Tupi area. The task force is considering options such as raising taxes and royalties on private companies producing in the new areas. Under current concession contracts, private operators sell the oil they produce in exchange for a relatively low government take of between 5% and 10%. They also pay a special participation tax of 10-40% of revenue on large fields, depending on volume, location, depth and age; this level could also be raised. A more dramatic approach under consideration is to turn concession contracts into production-sharing agreements with Petrobras. This would mean that private companies would have to share their production with the government after recovering costs.

Any changes to the current contractual agreements would need congressional approval. But the final decision will be in the hands of the president, Luiz Inácio Lula da Silva, based on the suggestions made by the task force. Whichever line he takes will set the stage for hydrocarbons developments in a future oil-rich Brazil beyond the end of his presidential term in 2010. The government hopes that by engaging in a debate early on in the development of the south-eastern oil reserves, it will pre-empt a possible shift to resource nationalism.

THE ECONOMIST

http://www.economist.com/

displaystory.cfm?story_id=13348824&source=login_payBarrier

“I am a bit apprehensive of the temptation of relegating to the background the lofty and creative initiative of Brazil in the sugar cane-based ethanol and other biofuel energy products, the moment the drilling of these huge oil wells in Tupi and its satellite oil wells takes off in earnest, amid challenging circumstances, though. My advice is that while Brazil is joyfully tinkering with the prospect of raking in colossal petro-dollar money, she shouldn’t, by any means, lose sight of the need to consolidate investment in the already standard setting, functional, renewable and clean energy source that is the ethanol. The government should find a perfect mix in due course.”

Enyinnaya wrote

Mar 21st 2009

http://www.economist.com/node/13348824/comments

The author of the comment above expresses concern for the forecast presented in Text II since

 

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