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Foram encontradas 60 questões.

2377419 Ano: 2008
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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A sentença de um determinado processo mandou pagar horas extras, tomando-se por base todo o período em que o reclamante trabalhou: admitido em 01/01/2000, demitido em 20/12/2007. A ação foi ajuizada em 01/02/2008. A citação ocorreu em 16/02/2008. Qual o período correto a ser utilizado nos cálculos?

 

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2377306 Ano: 2008
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS

As teclas de atalho CTRL+P e CTRL+B do Word 2003, respectivamente, têm a função de

 

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2377245 Ano: 2008
Disciplina: Direito Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Os juros de mora são contados, segundo o Novo Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.406, art. 405), a partir de que momento específico?

 

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2377232 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Uma empresa exportou produtos no valor de 3,92 milhões de dólares para os EUA, 2,36 milhões de dólares para o Japão e 1,67 milhões de dólares para o outros países. Qual foi a porcentagem das vendas realizadas para o Japão sobre o total que foi exportado?

 

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2377182 Ano: 2008
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Com relação à aplicação de juros em cálculos de execuções judiciais, considere as seguintes afirmações.

I. Fixado valor a título de indenização por danos morais decorrente de responsabilidade extracontratual, os juros fluem a partir da data da decisão que fixou o valor.

II. Os juros moratórios em cálculo de execução de diferenças remuneratórias de servidor serão calculados pelo sistema de juros simples, vedada a capitalização.

III. No cálculo do processo trabalhista, os juros de mora fluem a partir do ajuizamento da ação.

IV. No cálculo da indenização por desapropriação, são cumuláveis os juros compensatórios e os moratórios.

Qual(is) está(ão) correta(s)?

 

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2376958 Ano: 2008
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Uma empresa industrial, tributada apenas pelo ICMS em 12%, apresentou a seguinte movimentação em seu controle de estoque da matéria-prima Green:

DATA

DESCRIÇÃO QUANTIDADE

CUSTO UNITÁRIO

31/12/2007

SALDO INICIAL 183 21,24

5/1/2008

COMPRA DE MATÉRIA-PRIMA 155 26,7

10/1/2008

COMPRA DE MATÉRIA-PRIMA 138 28,5

15/1/2008

COMPRA DE MATÉRIA-PRIMA 176 29,89

20/1/2008

REQUISIÇÃO PARA PRODUÇÃO 297 -

Qual é o saldo do estoque da matéria-prima Green, sabendo-se que a indústria utiliza controle de estoque permanente e o custo médio ponderado como critério de atribuição de valor?

 

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2376927 Ano: 2008
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Segundo dispõe a CF/88, o servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo,

I. tem assegurado constitucionalmente o direito de afastar-se do cargo, emprego ou função, sempre que o afastamento seja exigido para o exercício do mandato eletivo.

II. terá seu tempo de serviço contado para todos os efeitos legais, exceto para promoção por merecimento, em qualquer caso que exija o afastamento para o exercício de mandato eletivo.

III. investido no mandato de Vereador, não havendo compatibilidade de horários, será afastado do seu cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.

Qual(is) está(ão) correta(s)?

 

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2376847 Ano: 2008
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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A partir das informações abaixo, responda à questão.

CONTAS

VALORES

Tributos sobre vendas

(276.113)

Capital Social a Integralizar

(210.500)

Depreciação Acumulada Equipamentos

(273.151)

Provisão para Tributos sobre lucro

15% s/lucro

Custo das Mercadorias Vendidas

(780.960)

Banco conta movimento

25.315

Caixa

3.591

Capital Social Subscrito

1.625.170

Comissões sobre Vendas

(319.820)

Despesa c/IPTU

(25.500)

Perda na venda de imobilizado

(1.364)

Despesas com Salários do setor Administrativo

(185.930)

Duplicatas a receber

721.512

Empréstimo à controlada

275.723,00

Empréstimo da Controladora

418.387

Encargos financeiros s/Empréstimo

(16.580)

Equipamentos

1.517.508

Estoque

934.543

Fornecedores a pagar

457.635

Lucro Líquido do Exercício

apurar no exercício

Marcas Comerciais

264.899

Participações Societárias Permanentes

156.475

Receita de Vendas de Mercadorias

1.480.500

Reserva de Lucros

958.062

Salários a pagar

145.055

Seguros a pagar

55.617

Seguros a vencer

72.250,00

Tributos a Pagar

84.294

Qual o valor do lucro líquido apurado no exercício social apresentado?

 

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2376561 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS

Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens

Jean-Jacques Rousseau

É do homem que tenho de falar; e a questão que examino me ensina que vou falar a homens; com efeito, não se propõem semelhantes questões quando se teme honrar a verdade. Defenderei, pois, com confiança, a causa da humanidade perante os sábios que a tal me convidam, e não ficarei descontente comigo se me tornar digno do meu assunto e dos meus juízes.

Concebo na espécie humana duas espécies de desigualdade: uma, que chamo de natural ou física, porque é estabelecida pela natureza, e que consiste na diferença das idades, da saúde, das forças do corpo e das qualidades do espírito, ou da alma; a outra, que se pode chamar de desigualdade moral ou política, porque depende de uma espécie de convenção, e que é estabelecida ou, pelo menos, autorizada pelo consentimento dos homens. Consiste esta nos diferentes privilégios de que gozam alguns com prejuízo dos outros, como ser mais ricos, mais honrados, mais poderosos do que os outros, ou mesmo fazerem-se obedecer por eles.

Não se pode perguntar qual é a fonte da desigualdade natural, porque a resposta se encontraria enunciada na simples definição da palavra. Ainda menos se pode procurar se haveria alguma ligação essencial entre as duas desigualdades, pois isso equivaleria a perguntar, por outras palavras, se aqueles que mandam valem necessariamente mais do que os que obedecem, e se a força do corpo e do espírito, a sabedoria ou a virtude, se encontram sempre nos mesmos indivíduos em proporção do poder ou da riqueza: questão talvez boa para ser agitada entre escravos ouvidos por seus senhores, mas que não convém a homens razoáveis e livres, que buscam a verdade.

De que, pois, se trata precisamente neste discurso? De marcar no progresso das coisas o momento em que, sucedendo o direito à violência, a natureza foi submetida à lei; explicar por que encadeamento de prodígios o forte pode resolver-se a servir o fraco, e o povo a procurar um repouso em idéia pelo preço de uma felicidade real.

Os filósofos que examinaram os fundamentos da sociedade sentiram a necessidade de remontar até ao estado de natureza, mas nenhum deles aí chegou. Uns não vacilaram em supor no homem desse estado a noção do justo e do injusto, sem se inquietar de mostrar que ele devia ter essa noção, nem mesmo que ela lhe fosse útil. Outros falaram do direito natural que cada qual tem de conservar o que lhe pertence, sem explicar o que entendiam por pertencer. Outros, dando primeiro ao mais forte autoridade sobre o mais fraco, fizeram logo nascer o governo, sem pensar no tempo que se devia ter escoado antes que o sentido das palavras autoridade e governo pudesse existir entre os homens. Enfim, todos, falando sem cessar de necessidade, de avidez, de opressão, de desejos e de orgulho, transportaram ao estado de natureza idéias que tomaram na sociedade: falavam do homem selvagem e pintavam o homem civil. Não ocorreu mesmo ao espírito da maior parte dos nossos duvidar que o estado de natureza tivesse existido, quando é evidente, pela leitura dos livros sagrados, que o primeiro homem, tendo recebido imediatamente de Deus luzes e preceitos, não estava também nesse estado, e que, acrescentando aos escritos de Moisés a fé que lhes deve toda filosofia cristã, é preciso negar que, mesmo antes do dilúvio, os homens jamais se encontrassem no puro estado de natureza, a menos que, não tenham nele caído de novo por algum acontecimento extraordinário: paradoxo muito embaraçante para ser defendido e absolutamente impossível de ser provado.

Comecemos, pois, por afastar todos os fatos, pois não se ligam à questão. É preciso não considerar as pesquisas, nas quais se pode entrar sobre este assunto, como verdades históricas, mas, somente como raciocínios hipotéticos e condicionais, mais próprios, para esclarecer a natureza das coisas do que para mostrar a sua verdadeira origem, e semelhantes aos que todos os dias fazem os nossos físicos sobre a formação do mundo. A religião nos ordena a crer que o próprio Deus, tendo tirado os homens do estado de natureza imediatamente depois da criação, eles são desiguais porque ele quis que o fossem; proíbe-nos, porém, de formar conjecturas, tiradas somente da natureza do homem e dos seres que o rodeiam, sobre o que poderia ter acontecido ao gênero humano se tivesse ficado abandonado a si mesmo. Eis o que me perguntam e o que me proponho examinar neste discurso. Como o meu assunto interessa o homem em geral, procurarei uma linguagem que convenha a todas as nações; ou antes, esquecendo o tempo e os lugares, para só pensar nos homens a quem falo, suponho-me no liceu de Atenas, repetindo as lições dos meus mestres, tendo os Platão e os Xenócrates como juízes e o gênero humano como ouvinte.

Oh homem, de qualquer região que sejas, quaisquer que sejam as tuas opiniões, escuta: eis a tua história, tal como julguei lê-la, não nos livros dos teus semelhantes, que são mentirosos, mas na natureza, que não mente nunca. Tudo o que partir dela será verdadeiro; de falso só haverá o que eu acrescentar de meu sem o querer. Os tempos de que vou falar são bem remotos: como estás diferente do que eras! É, por assim dizer, a vida de tua espécie que te vou descrever segundo as qualidades que recebeste, que tua educação e teus hábitos puderam depravar, mas que não puderam destruir. Há, eu o sinto, uma idade na qual o homem individual desejaria parar: tu procurarás a idade na qual desejarias que a tua espécie parasse. Descontente do teu estado presente pelas razões que anunciam à tua posteridade infeliz maiores descontentamentos ainda, talvez quisesses retrogradar; e esse sentimento deve constituir o elogio dos teus primeiros ancestrais, a crítica dos teus contemporâneos e o espanto dos que tiverem a desgraça de viver depois de ti.

Disponível em: http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/desigualdade.pdf. Acesso em: 22 jun. 2008.

A linguagem utilizada no texto é a

 

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2376456 Ano: 2008
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS

Preencha os parênteses com o código a seguir:

1. Documento de circulação interna.

2. Documento de circulação externa.

( ) Informação

( ) Circular

( ) Edital

( ) Ofício

A seqüência que preenche, correta e respectivamente, de cima para baixo, os parênteses é

 

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