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Foram encontradas 60 questões.

2392198 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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As cidades sempre desempenharam importante papel na configuração territorial de um país. A respeito dessa importância, relacionada ao processo mais recente de urbanização do espaço brasileiro, considera-se que
 

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2391888 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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Os candidatos aprovados neste concurso serão efetivados na corporação da Polícia Militar do Pará e matriculados no Curso de Formação de Oficiais PM/2010, na condição de ALUNO OFICIAL PM. Se nesse curso houver 4 avaliações de uma disciplina com pesos 1, 2, 3 e 4 respectivamente à primeira, segunda, terceira e quarta avaliações, e um aluno obtiver notas 6, 8 e 4 respectivamente nas três primeiras, a nota mínima que ele terá que obter na quarta avaliação para atingir a média ponderada mínima de 7 para aprovação, deverá ser igual a
 

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2391821 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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Os grandes projetos foram responsáveis, em grande parte, por uma nova lógica de ocupação do território paraense nas últimas décadas. Dentre eles, destaca-se o (a)

 

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2391671 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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Alguns conflitos geopolíticos e étnicos têm repercutido no processo de organização do espaço geográfico, a exemplo da
 

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2391652 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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A reordenação do espaço mundial, de caráter multipolarizado, é bem expressa através da
 

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2391114 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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COM BASE NA LEITURA DO TEXTO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam... Era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas... Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos, do leite... Que saudade do compadre e da comadre!
José Antônio Oliveira de Resende
[com adaptações]
http://viniciusfactum.blogspot.com/2010/03/o-tempo-passou-e-me-formei-em-solidao.html
No texto, José Antônio de Resende
 

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2391058 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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COM BASE NA LEITURA DO TEXTO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas!$ ^{(C)} !$. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um!$ ^{(A)} !$.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica!$ ^{(B)} !$. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam... Era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida!$ ^{(D)} !$.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas... Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos, do leite... Que saudade do compadre e da comadre!
José Antônio Oliveira de Resende
[com adaptações]
http://viniciusfactum.blogspot.com/2010/03/o-tempo-passou-e-me-formei-em-solidao.html
Quanto às ideias desenvolvidas no texto, é falso afirmar que
 

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2390782 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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O Plano Real foi lançado pelo governo federal no dia primeiro de julho de 1994. Ele, com certeza, constitui-se o plano de estabilização mais exitoso já implementado no Brasil. Sobre este plano e sua história, é correto afirmar que se tratava de implementar um(a)
 

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2390549 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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Segundo o dicionário Houaiss da língua portuguesa, a palavra “feudo” vem do latim feudum, e entrou para a língua portuguesa tardiamente, já no século XIV, durante a Idade Moderna. Já em línguas como o francês, a mesma palavra é muito mais antiga, sendo de origem medieval. Em ambas as línguas de origem européia, porém, o termo “feudo” possui significado semelhante. No contexto histórico da Europa Ocidental medieval, é correto afirmar que “feudo” definia-se por
 

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2390468 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
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COM BASE NA LEITURA DO TEXTO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam... Era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas... Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos, do leite... Que saudade do compadre e da comadre!
José Antônio Oliveira de Resende
[com adaptações]
http://viniciusfactum.blogspot.com/2010/03/o-tempo-passou-e-me-formei-em-solidao.html
Releia o trecho abaixo:
“Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa” .
O uso do pretérito imperfeito do indicativo contribui para dar ao trecho citado um caráter
 

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