Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

846934 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
O conceito de Estado de Bem Estar Social (Welfare State) segue sendo um conceito fundamental para a compreensão da relação Estado-Sociedade, Estado-mercado e Estadofamília. Embora não se tenha um consenso na conceituação, minimamente os autores concordam que são vários tipos de Welfare State. Sobre a tipologia desse conceito é correto afirmar:
I. Liberal: dominado pela lógica da cidadania (distributivismo), elevado gasto social.
II. Conservador-corporativo: baseado em regimes autoritários; as políticas sociais conservam antigos valores e hierarquia de classes.
III. Social-democrata: Estado está no centro da provisão social; serviços sociais universais.
IV. Bem-estar pluralista: tende a substituir gradualmente a responsabilidade da sociedade pela do poder público, desprivatizando os serviços.
De acordo com as afirmativas acima, a alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
No Google Chrome o ícone Enunciado 843927-1 localizado na direita da barra de endereços tem como função:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto I
Como a idade faz nosso cérebro florescer
A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes. A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.
Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.
Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.
Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.
É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo-padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.
Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.
A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.
(Texto adaptado. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ 0,,EMI245598-15257,00-COMO+A+IDADE+FAZ+NOSSO+CEREBRO+ FLORESCER.html. Acessado em 05/07/2012)
Mesmo provocando esquecimentos, como, por exemplo, não lembrar onde se põe a carteira, envelhecer não é tão ruim. O argumento que defende tal ideia é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Sobre a precedência entre Policiais Militares é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Dentro da Política de atendimento, regulamentada pela Lei 10.741 de 01-10-2003 (Estatuto do Idoso), é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
764328 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
O avanço científico na área das políticas sociais deve muito às aportações da área do planejamento social. E o Serviço Social vem participando desse processo ativamente desde a década de 1970. Dentre as etapas listadas abaixo assinale aquela que corresponde a seguinte descrição: Acompanha cada etapa da execução do planejamento, identificando a evolução dos indicadores qualitativos e quantitativos quanto ao alcance progressivo dos objetivos e metas.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
São considerados direitos dos Policiais Militares, nas condições ou nas limitações impostas na legislação ou regulamentação específica:
I. A estabilidade, quando praça com 10 (dez) ou mais anos de tempo de efetivo serviço.
II. O uso das designações hierárquicas.
III. A ocupação de cargos e funções de qualquer natureza, desde que indicados pela autoridade, independente do posto ou graduação que ocupe.
IV. A promoção.
V. As férias, os afastamentos temporários de serviço e as licenças.
De acordo com as afirmativas acima a alternativa correta é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
745496 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

A respeito das proteções afiançadas aos usuários pela Política Nacional de Assistência Social é correto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Os ícones Enunciado 740073-1, localizados na parte inferior do ambiente de trabalho do Power Point representam modos de visualização denominados respectivamente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
712523 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
A política de Previdência Social no Brasil, depois da Constituição de 1988, incorporou avanços no campo dos direitos sociais. Mas, vem sofrendo, desde a década de 1990, ações que põem em dúvida o futuro dos direitos previdenciários do trabalhador brasileiro. Assinale a alternativa que contém APENAS direitos previdenciários vigentes.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas