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2558658 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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Texto
Can Africa Feed the World?
Enunciado 3100487-1
(1) Sixty percent of the world’s uncultivated, arable land lies in Africa, according to a McKinsey & Company report. In fact, the Democratic Republic of the Congo alone could feed two billion people, according to some estimates. Africa can look deceptively diminutive on conventional maps of the world due to its location on the globe, which tends to exaggerate continents closer to the poles at the expense of under-sizing those near the equator. So it can be surprising to learn that China, the United States, India, and Eastern and Western Europe could all fit inside Africa, with room to spare.
(2) Africa’s vast potential is coupled with immense challenges. Demographic trends, lack of infrastructure, and the legacy of colonialism are major obstacles Africa has to overcome if it is ever to become the agricultural superpower it aims to be.
(3) Edward Mabaya, MS and PhD, associate director of the Cornell International Institute for Food, Agriculture and Development, as well as president of the African Association of Agricultural Economists, spoke about “Agribusiness in Africa’s Emerging Economies” as a guest speaker for the Emerging Markets Institute’s lecture series.
(4) The sixth of ten children, Mabaya grew up on a farm in rural Zimbabwe. A graduate of the University of Zimbabwe, he came to Cornell to study agricultural economics and earned his doctorate in 2003. Mabaya has drawn on his own experience to better understand the deep cultural, economic, and social importance of agriculture in places where farming is the only way out of poverty. “When you are in a rural area in a developing country,” he said, “you realize that there simply is no other option for you out there.”
(5) In his presentation, Mabaya warned against overgeneralizing about the entire African continent. Even though media likes to construct holistic narratives of “Africa rising” or “Africa aspiring,” in reality there are multiple narratives, and what’s true for one region or state in Africa might not be accurate for others.
(6) One such pervasive trend concerns demographics. The age structure of most African countries invokes the classic pyramidal distribution, in which younger generations are more numerous than older ones. The trend is extreme in sub-Saharan Africa, where 60 percent of the total population is under the age of 25. And you can find similar figures in other regions.
(7) Younger people are less interested in farming, and look for economic opportunities in other, more appealing industries. Here’s how Mabaya summarized the attitude: “You farm so that your children don’t have to farm.” This, he explained, has been true for his own family. However, since 60 percent of Africa’s population is currently employed in agriculture, it is unclear how the economy will be able to sustainably absorb displacement of labor on a large scale.
(8) The legacy of colonialism is another pervasive theme throughout the continent. Colonial powers invested in roads and routes that made it easy to connect Africa to European markets, but did not develop infrastructure that connects regions of Africa with each other. Consequently, while France is able to profitably export bread to Senegal, delivering fresh baguettes each day, it is extremely difficult – and costly – to take goods from the Democratic Republic of Congo to the east African coast and vice versa. “The infrastructure in Africa was designed, in large part, to be extractive,” Mabaya said. “There is very minimal connection from ports to inlands between African countries.”
(9) Nevertheless, Mabaya emphasized, there is a lot to be optimistic about. African nations are consistently ranked among the fastest growing economies of the world; the continent has some of the fastest growing cities in the world; (...) “There’s a new wave of excitement,” Mabaya concluded. “The sense of opportunity is in the air.”
by Giorgi Tsintsadze
Disponível em: https://www.johnson.cornell.edu/Emerging-Markets-Institute/News-Events/EMI.
Acesso em: 13/07/2018. Adaptado.
Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2558654 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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O princípio em que as informações e os dados são guardados em sua forma original é denominado de
 

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2558642 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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Acerca da extinção dos atos administrativos, analise as assertivas a seguir:
I. A anulação deve ocorrer quando há vício no ato, relativo à legalidade ou legitimidade.
II. Os efeitos da anulação retroagem ao momento da prática do ato, resguardando-se os efeitos já produzidos em relação aos terceiros de boa-fé.
III. A revogação dos atos administrativos decorre do controle de mérito e incide sobre atos válidos.
IV. Os atos discricionários podem ser insuscetíveis de revogação, tendo-se como exemplo os atos consumados, que já exauriram seus efeitos.
Estão CORRETAS
 

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2558639 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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TEXTO
Polícia brasileira é a que mais mata e a que mais morre
Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que em 2015, 2.320 pessoas foram mortas em intervenções policiais
(1) A polícia que mais mata e a que mais morre. Em 2015, 3.320 pessoas foram mortas em intervenções policiais no Brasil. Na outra ponta, no mesmo ano, 350 policiais morreram assassinados no País, a grande maioria (dois terços) fora de serviço. Os dados do 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgados no final de 2016 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, colocam o Brasil no topo do ranking entre os países com maior letalidade policial, tanto na condição de vítima quanto de algoz. Sociedade e polícia espelham a violência um do outro.
(2) Ao fotografar a tragédia diária da matança brasileira, o relatório traz uma comparação das taxas de homicídio e letalidade policial do País em relação a outras realidades similares. Em artigo publicado no anuário, a socióloga e diretora-executiva do fórum, Samira Bueno, faz as contas: em Honduras, país considerado o mais violento do mundo, a taxa de letalidade policial é de 1,2. Já na África do Sul, país extremamente desigual e igualmente detentor de altos índices de criminalidade, a letalidade da polícia é de 1,1. Já a taxa brasileira atingiu a marca de 1,6 em 2015, com uma tendência ascendente. “A polícia que queremos não governa pelo medo, mas pela lei”, escreve a pesquisadora.
(3) Cobrar uma conduta legal por parte do aparelho policial precisa ser também uma responsabilidade e um compromisso da sociedade, na visão do corregedor-geral da Secretaria de Defesa Social, o delegado federal Antônio de Pádua. Há três meses à frente do cargo, ele diz que, apesar do descrédito da população em relação ao trabalho das Corregedorias, a instituição tem apresentado resultados.
(4) “No ano passado, expulsamos 84 agentes, entre policiais militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários. É um número alto. Nosso trabalho depende da confiança da população. É importante ela denunciar a conduta do mau policial”, reforça.
Ciara Carvalho. Disponível em: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/noticia/2017/04/01/
policia-brasileira-e-a-que-mais-mata-e-a-que-mais-morre-276636.php. Acesso em: 07/07/2018. Adaptado.
Com a publicação do Texto em veículo de grande circulação no estado de Pernambuco, a autora pretendeu, principalmente:
 

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2558559 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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TEXTO para responder a questão.

Carlos, Teresa e Valéria têm a mesma idade. A soma dessas idades com as de Lilia (13 anos), Sônia (18 anos) e Ricardo (20 anos) é 96 anos.

É CORRETO afirmar que a média aritmética vale

 

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2558444 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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TEXTO
Polícia brasileira é a que mais mata e a que mais morre
Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que em 2015, 2.320 pessoas foram mortas em intervenções policiais
(1) A polícia que mais mata e a que mais morre. Em 2015, 3.320 pessoas foram mortas em intervenções policiais no Brasil. Na outra ponta, no mesmo ano, 350 policiais morreram assassinados no País, a grande maioria (dois terços) fora de serviço. Os dados do 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgados no final de 2016 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, colocam o Brasil no topo do ranking entre os países com maior letalidade policial, tanto na condição de vítima quanto de algoz. Sociedade e polícia espelham a violência um do outro.
(2) Ao fotografar a tragédia diária da matança brasileira, o relatório traz uma comparação das taxas de homicídio e letalidade policial do País em relação a outras realidades similares. Em artigo publicado no anuário, a socióloga e diretora-executiva do fórum, Samira Bueno, faz as contas: em Honduras, país considerado o mais violento do mundo, a taxa de letalidade policial é de 1,2. Já na África do Sul, país extremamente desigual e igualmente detentor de altos índices de criminalidade, a letalidade da polícia é de 1,1. Já a taxa brasileira atingiu a marca de 1,6 em 2015, com uma tendência ascendente. “A polícia que queremos não governa pelo medo, mas pela lei”, escreve a pesquisadora.
(3) Cobrar uma conduta legal por parte do aparelho policial precisa ser também uma responsabilidade e um compromisso da sociedade, na visão do corregedor-geral da Secretaria de Defesa Social, o delegado federal Antônio de Pádua. Há três meses à frente do cargo, ele diz que, apesar do descrédito da população em relação ao trabalho das Corregedorias, a instituição tem apresentado resultados.
(4) “No ano passado, expulsamos 84 agentes, entre policiais militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários. É um número alto. Nosso trabalho depende da confiança da população. É importante ela denunciar a conduta do mau policial”, reforça.
Ciara Carvalho. Disponível em: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/noticia/2017/04/01/
policia-brasileira-e-a-que-mais-mata-e-a-que-mais-morre-276636.php. Acesso em: 07/07/2018. Adaptado.
Analise as relações de sentido apresentadas a seguir.
1. A informação de que “Em 2015, 3.320 pessoas foram mortas em intervenções policiais no Brasil” equivale semanticamente à de que “Em 2015, as atuações policiais foram responsáveis pela morte de 3.320 pessoas no Brasil”.
2. A informação de que o Brasil está “no topo do ranking entre os países com maior letalidade policial” corresponde à de que o Brasil está “em primeiro lugar entre os países com maior letalidade policial”.
3. Afirmar que a África do Sul é “país extremamente desigual e igualmente detentor de altos índices de criminalidade” é o mesmo que afirmar que a África do Sul é “país intrinsecamente desigual e igualmente fomentador de altos índices de criminalidade”.
4. Informar que “o delegado federal está há três meses à frente do cargo” significa informar que “o delegado federal ocupa posição subalterna há três meses”.
Estão CORRETAS
 

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2558432 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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Texto 1
Enunciado 3046775-1
Texto 2
Enunciado 3046775-2
Texto 3
Enunciado 3046775-3
Textos de Greg and Mort Walker. Disponíveis em http://beetlebailey.com/comics/ Acesso em: 15 /07/2018.
Considerando o contexto e a gramática da língua inglesa, assinale a alternativa cuja sequência de palavras preenche, CORRETA e RESPECTIVAMENTE, as lacunas dos textos 1, 2 e 3.
 

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2558318 Ano: 2018
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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TEXTO
ARQUEÓLOGOS CONCLUYEN QUE EL HOMBRE LLEGÓ AL NORESTE DE BRASIL HACE 22.000 AÑOS
FERNANDO TADEU MORAES
(1) Un artículo de unos investigadores franceses y brasileños ha traído nuevos datos a la discusión sobre la fecha de llegada del hombre a América al analizar tres terrenos arqueológicos en Piauí, en el noreste de Brasil, y mostrar evidencias de presencia humana en la región hace 22.000 años.
(2) Los hallazgos de los investigadores, publicados en el periódico "Journal of Archaeological Science", suponen otra evidencia empírica contra el llamado paradigma "Clovis first", la teoría más antigua sobre la ocupación de las Américas.
(3) Propuesto por arqueólogos de EUA en la década de 1930, el modelo sostiene que los primeros habitantes del continente vinieron a pie desde Asia durante la Edad del Hielo hace cerca de 13.000 años -cuando había un puente terrestre entre los dos continentes - y se dispersaron por las Américas.
(4) Las excavaciones se hicieron entre 2008 y 2011 en la Toca da Tira Peia, localizada en el parque Nacional Serra da Capivara, en Piauí, y se recogieron 113 artefactos de piedra de cinco capas de suelo diferentes.
(5) "Encontramos herramientas hechas a partir de materias primas que no se encuentran cerca del cobijo. Eso nos lleva a concluir que fueron escogidas, traídas, trabajadas y utilizadas por la acción humana", dice Gisele Felice, de la Universidad Federal del Valle del São Francisco.
(6) Para los autores, eso significa que hubo hombres que vivieron en esa parte del mundo, como mínimo, 10.000 años antes de lo previsto.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/internacional/es/cienciaysalud/2013/04/1264629-
arqueologosconcluyen-que-el-hombre-llego-al-noreste-de-brasil-hace-22000-anos.shtml
Sobre la Teoría "Clovis first", mencionada en el texto, marque la alternativa CORRECTA.
 

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2557973 Ano: 2018
Disciplina: Direito Penal
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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Sobre o concurso de pessoas previsto no Código Penal, analise as assertivas a seguir:
I. Quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas na medida de sua culpabilidade.
II. Se a participação for de menor importância, a pena pode ser diminuída de um sexto a um terço.
III. Não importa se algum dos concorrentes quis participar de crime menos grave, ele será tipificado nas mesmas penas dos demais acusados.
IV. Não se comunicam as circunstâncias e as condições de caráter pessoal, salvo quando elementares do crime.
Estão CORRETAS
 

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2557947 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PM-PE
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Texto
Can Africa Feed the World?
Enunciado 3012334-1
(1) Sixty percent of the world’s uncultivated, arable land lies in Africa, according to a McKinsey & Company report. In fact, the Democratic Republic of the Congo alone could feed two billion people, according to some estimates. Africa can look deceptively diminutive on conventional maps of the world due to its location on the globe, which tends to exaggerate continents closer to the poles at the expense of under-sizing those near the equator. So it can be surprising to learn that China, the United States, India, and Eastern and Western Europe could all fit inside Africa, with room to spare.
(2) Africa’s vast potential is coupled with immense challenges. Demographic trends, lack of infrastructure, and the legacy of colonialism are major obstacles Africa has to overcome if it is ever to become the agricultural superpower it aims to be.
(3) Edward Mabaya, MS and PhD, associate director of the Cornell International Institute for Food, Agriculture and Development, as well as president of the African Association of Agricultural Economists, spoke about “Agribusiness in Africa’s Emerging Economies” as a guest speaker for the Emerging Markets Institute’s lecture series.
(4) The sixth of ten children, Mabaya grew up on a farm in rural Zimbabwe. A graduate of the University of Zimbabwe, he came to Cornell to study agricultural economics and earned his doctorate in 2003. Mabaya has drawn on his own experience to better understand the deep cultural, economic, and social importance of agriculture in places where farming is the only way out of poverty. “When you are in a rural area in a developing country,” he said, “you realize that there simply is no other option for you out there.”
(5) In his presentation, Mabaya warned against overgeneralizing about the entire African continent. Even though media likes to construct holistic narratives of “Africa rising” or “Africa aspiring,” in reality there are multiple narratives, and what’s true for one region or state in Africa might not be accurate for others.
(6) One such pervasive trend concerns demographics. The age structure of most African countries invokes the classic pyramidal distribution, in which younger generations are more numerous than older ones. The trend is extreme in sub-Saharan Africa, where 60 percent of the total population is under the age of 25. And you can find similar figures in other regions.
(7) Younger people are less interested in farming, and look for economic opportunities in other, more appealing industries. Here’s how Mabaya summarized the attitude: “You farm so that your children don’t have to farm.” This, he explained, has been true for his own family. However, since 60 percent of Africa’s population is currently employed in agriculture, it is unclear how the economy will be able to sustainably absorb displacement of labor on a large scale.
(8) The legacy of colonialism is another pervasive theme throughout the continent. Colonial powers invested in roads and routes that made it easy to connect Africa to European markets, but did not develop infrastructure that connects regions of Africa with each other. Consequently, while France is able to profitably export bread to Senegal, delivering fresh baguettes each day, it is extremely difficult – and costly – to take goods from the Democratic Republic of Congo to the east African coast and vice versa. “The infrastructure in Africa was designed, in large part, to be extractive,” Mabaya said. “There is very minimal connection from ports to inlands between African countries.”
(9) Nevertheless, Mabaya emphasized, there is a lot to be optimistic about. African nations are consistently ranked among the fastest growing economies of the world; the continent has some of the fastest growing cities in the world; (...) “There’s a new wave of excitement,” Mabaya concluded. “The sense of opportunity is in the air.”
by Giorgi Tsintsadze
Disponível em: https://www.johnson.cornell.edu/Emerging-Markets-Institute/News-Events/EMI.
Acesso em: 13/07/2018. Adaptado.
Sobre o texto, assinale a alternativa cujas palavras destacadas são, de acordo com o contexto, FALSAS COGNATAS.
I. He said, “you realize that there simply is no other option for you out there.” (4º parágrafo).
II. Younger people are less interested in farming, and look for economic opportunities in other, more appealing industries. (7º parágrafo)
III. The trend is extreme in sub-Saharan Africa, where 60 percent of the total population is under the age of 25. And you can find similar figures in other regions. (6º parágrafo)
IV. In his presentation, Mabaya warned against overgeneralizing about the entire African continent. (5º parágrafo)
V. Nevertheless, Mabaya emphasized, there is a lot to be optimistic about. (9º parágrafo)
Estão CORRETAS apenas
 

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