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Foram encontradas 40 questões.

2483767 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
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Os fragmentos abaixo se referem às características de algumas regiões fluminenses. Leia-os atentamente:

FRAGMENTO 1

Esta tradicional região fluminense apresenta considerável parcela da população economicamente ativa empregada no setor terciário. De modo que a agroindústria açucareira, juntamente com a produção do açúcar/álcool se posiciona com destaque na economia regional. Não obstante, a relevância político-econômica desta região tem mudado em função de produtos altamente rentáveis e necessários à economia nacional.

FRAGMENTO 2

Ainda que recorrentes, os problemas ambientais e sociais nesta região são acentuados por eventos de ordem natural. No entanto, em função das atividades industriais e turísticas bem estruturadas, observa-se um dinamismo na produção têxtil, vestuário e metalurgia. Predomina também nesta região a indústria tradicional, representada por pequenas e médias empresas, sobretudo as de vestuário e têxteis.

FRAGMENTO 3

Destaque industrial no cenário fluminense, esta região apresenta aglomerações urbanas que tem possibilitado dinamismo geoeconômico catalisador para o Estado do Rio de Janeiro e para outros dois estados da região sudeste. Não obstante, com o crescimento urbano e industrial mazelas têm proliferado na mesma velocidade, ou seja, impactos ambientais, perda da qualidade de vida da população, submoradias e crescentes índices de violência.

Considerando os fragmentos acima, podemos afirmar que:

 

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2483592 Ano: 2014
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
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De acordo com o texto “Treze reflexões sobre Polícia e Direitos Humanos”, é INCORRETO afirmar que:
 

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2483185 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
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Eu faço não com a cabeça
O homem se aproxima ao ponto de ônibus. Tem um papel na mão, lista, receita, não sei. Fala coisas que não entendo.
Evito olhar o papel, evito olhar para ele, querendo afastá-lo com meu desinteresse. Quando percebo que quer dinheiro faço que não com a cabeça. E continuo fazendo não até que ele se afasta.
Moça, chama-me o chão. Não é o chão, é uma pessoa acocorada junto da parede. Estou com pressa, respondo sem falar.
Não quero que limpem meu vidro. Não preciso de canetas esferográficas. Não vou comprar loteria hoje, o bilhete caído não é um apelo da sorte, é uma malha a mais que chega até o - vasta rede.
O umbigo ainda pendente, o bebê mole no calor, largado no colo da mãe, ao nível dos meus pés. Se eu comprar uma lata de leite em pó ela não terá água filtrada, não terá mamadeira, não terá nada para usar o leite. Então não compro.
Traço a cidade na reta dos meus passos, na fuga a tantas mãos. Mas é difícil andar neste Pátio dos Milagres, porque me falta uma perna. E é difícil enxergar, porque me falta um olho. No Pátio da Cidade só quero descansar de tudo o que me falta.
[...]
Vou eu ao corredor das ruas.
Boa noite, sorrio para o porteiro da boate que me abre a porta.
Obrigada, sorrio para o chofer do táxi que me leva.
Até amanhã, despeço-me do maître que me serviu o jantar.
Eu tão gentil.
- Moça?... a senhora podia...
-Não posso
-... dizer onde fica a “Praça XV”?
As mulheres, todos sabem, alugam criancinhas para pedir esmolas na rua. Então não dou esmola para as mulheres, que espancarão os meninos porque nada ganharam.
E as criancinhas, todos dizem, são pivetes em potencial. Então não dou esmolas, para que prossigam.
O cego vende lixas de unhas que não compro porque corto com tesouras. E agulhas de costura, que não compro porque não são da marca que me agrada. Ou não vende nada, e não dou dinheiro, porque todo dia passo por ele e se eu der dinheiro todo dia não há dinheiro que chegue.
Alô? Aqui é do Orfanato, será que a senhora poderia...
Alô? Aqui é do Asilo, quem sabe, a senhora poderia...
Não posso. Não estou. Fecha a porta. Não atende. Madame está viajando. Aqui não mora ninguém com esse nome. Não viu o aviso na porta? Cuidado com o cão. Fale com o porteiro. Deixe recado. Passe outro dia.
O homem vem a mim no ponto de ônibus. Desvio o olhar fingindo que não estou com medo. Ele me olha e pede, sabendo que não vou dar. E eu faço não com a cabeça. E eu o odeio por me levar a fazer não. E não. Faço não. Não. Com a cabeça.
(Marina Colosanti, A cosa das palavras. Coleção Para gostar de lei. São Paulo, Atica, 2002.)
Acerca da acentuação gráfica das palavras, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma, e em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
( ) A mesma regra de acentuação que serve para “pé(s)” serve também para “até”.
( ) A palavra “caído” recebe acento agudo no “i” por não formar ditongo com a vogal anterior.
( ) “Ônibus” e “esferográficas” recebem acento por obedecerem à mesma norma gramatical.
( ) A palavra “difícil” é acentuada por ser uma paroxítona terminada em “l”. “Ardil” e “perfil” deveriam estar acentuadas pela mesma razão.
 

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2482708 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
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0 sentido da colonização - A atividade colonizadora europeia aparece como desdobramento da expansão puramente comercial. Passou-se da circulação para a produção, no caso português, esse movimento realizou-se através da agricultura tropical. Os dois tipos de atividade, circulação e produção, coexistiram. Isso significa que a economia colonial ficou atrelada ao comércio europeu. Segundo Caio Prado Jr., o sentido da colonização era explícito:
 

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2482294 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
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Eu faço não com a cabeça
O homem se aproxima ao ponto de ônibus. Tem um papel na mão, lista, receita, não sei. Fala coisas que não entendo.
Evito olhar o papel, evito olhar para ele, querendo afastá-lo com meu desinteresse. Quando percebo que quer dinheiro faço que não com a cabeça. E continuo fazendo não até que ele se afasta.
Moça, chama-me o chão. Não é o chão, é uma pessoa acocorada junto da parede. Estou com pressa, respondo sem falar.
Não quero que limpem meu vidro. Não preciso de canetas esferográficas. Não vou comprar loteria hoje, o bilhete caído não é um apelo da sorte, é uma malha a mais que chega até o - vasta rede.
O umbigo ainda pendente, o bebê mole no calor, largado no colo da mãe, ao nível dos meus pés. Se eu comprar uma lata de leite em pó ela não terá água filtrada, não terá mamadeira, não terá nada para usar o leite. Então não compro.
Traço a cidade na reta dos meus passos, na fuga a tantas mãos. Mas é difícil andar neste Pátio dos Milagres, porque me falta uma perna. E é difícil enxergar, porque me falta um olho. No Pátio da Cidade só quero descansar de tudo o que me falta.
[...]
Vou eu ao corredor das ruas.
Boa noite, sorrio para o porteiro da boate que me abre a porta.
Obrigada, sorrio para o chofer do táxi que me leva.
Até amanhã, despeço-me do maître que me serviu o jantar.
Eu tão gentil.
- Moça?... a senhora podia...
-Não posso
-... dizer onde fica a “Praça XV”?
As mulheres, todos sabem, alugam criancinhas para pedir esmolas na rua. Então não dou esmola para as mulheres, que espancarão os meninos porque nada ganharam.
E as criancinhas, todos dizem, são pivetes em potencial. Então não dou esmolas, para que prossigam.
O cego vende lixas de unhas que não compro porque corto com tesouras. E agulhas de costura, que não compro porque não são da marca que me agrada. Ou não vende nada, e não dou dinheiro, porque todo dia passo por ele e se eu der dinheiro todo dia não há dinheiro que chegue.
Alô? Aqui é do Orfanato, será que a senhora poderia...
Alô? Aqui é do Asilo, quem sabe, a senhora poderia...
Não posso. Não estou. Fecha a porta. Não atende. Madame está viajando. Aqui não mora ninguém com esse nome. Não viu o aviso na porta? Cuidado com o cão. Fale com o porteiro. Deixe recado. Passe outro dia.
O homem vem a mim no ponto de ônibus. Desvio o olhar fingindo que não estou com medo. Ele me olha e pede, sabendo que não vou dar. E eu faço não com a cabeça. E eu o odeio por me levar a fazer não. E não. Faço não. Não. Com a cabeça.
(Marina Colosanti, A cosa das palavras. Coleção Para gostar de lei. São Paulo, Atica, 2002.)
Em:
“-Moça?... (1) a senhora podia...(2)
- Não posso
- ...(3) dizer onde fica a “Praça XV”?”
Acerca da pontuação do trecho acima, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
( ) As reticências no primeiro caso, sugerem que o falante está inseguro, tímido.
( ) As reticências no segundo caso, indicam que a fala da pessoa foi bruscamente interrompida pela da narradora-personagem.
( ) As reticências no terceiro caso, indicam que houve uma pausa na fala que havia sido interrompida.
( ) Depois de “posso” deveria ser usado dois pontos ou ponto de exclamação.
( ) A ausência do sinal de pontuação depois de “posso”, indica que uma das falas seguiu-se instantaneamente a outra.
 

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2482034 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
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No plano interno, Marquês de Pombal instituiu uma reforma que desagradou muitos daqueles que viviam das regalias oferecidas pela Coroa Portuguesa:
 

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2481544 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
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Eu faço não com a cabeça
O homem se aproxima ao ponto de ônibus. Tem um papel na mão, lista, receita, não sei. Fala coisas que não entendo.
Evito olhar o papel, evito olhar para ele, querendo afastá-lo com meu desinteresse. Quando percebo que quer dinheiro faço que não com a cabeça. E continuo fazendo não até que ele se afasta.
Moça, chama-me o chão. Não é o chão, é uma pessoa acocorada junto da parede. Estou com pressa, respondo sem falar.
Não quero que limpem meu vidro. Não preciso de canetas esferográficas. Não vou comprar loteria hoje, o bilhete caído não é um apelo da sorte, é uma malha a mais que chega até o - vasta rede.
O umbigo ainda pendente, o bebê mole no calor, largado no colo da mãe, ao nível dos meus pés. Se eu comprar uma lata de leite em pó ela não terá água filtrada, não terá mamadeira, não terá nada para usar o leite. Então não compro.
Traço a cidade na reta dos meus passos, na fuga a tantas mãos. Mas é difícil andar neste Pátio dos Milagres, porque me falta uma perna. E é difícil enxergar, porque me falta um olho. No Pátio da Cidade só quero descansar de tudo o que me falta.
[...]
Vou eu ao corredor das ruas.
Boa noite, sorrio para o porteiro da boate que me abre a porta.
Obrigada, sorrio para o chofer do táxi que me leva.
Até amanhã, despeço-me do maître que me serviu o jantar.
Eu tão gentil.
- Moça?... a senhora podia...
-Não posso
-... dizer onde fica a “Praça XV”?
As mulheres, todos sabem, alugam criancinhas para pedir esmolas na rua. Então não dou esmola para as mulheres, que espancarão os meninos porque nada ganharam.
E as criancinhas, todos dizem, são pivetes em potencial. Então não dou esmolas, para que prossigam.
O cego vende lixas de unhas que não compro porque corto com tesouras. E agulhas de costura, que não compro porque não são da marca que me agrada. Ou não vende nada, e não dou dinheiro, porque todo dia passo por ele e se eu der dinheiro todo dia não há dinheiro que chegue.
Alô? Aqui é do Orfanato, será que a senhora poderia...
Alô? Aqui é do Asilo, quem sabe, a senhora poderia...
Não posso. Não estou. Fecha a porta. Não atende. Madame está viajando. Aqui não mora ninguém com esse nome. Não viu o aviso na porta? Cuidado com o cão. Fale com o porteiro. Deixe recado. Passe outro dia.
O homem vem a mim no ponto de ônibus. Desvio o olhar fingindo que não estou com medo. Ele me olha e pede, sabendo que não vou dar. E eu faço não com a cabeça. E eu o odeio por me levar a fazer não. E não. Faço não. Não. Com a cabeça.
(Marina Colosanti, A cosa das palavras. Coleção Para gostar de lei. São Paulo, Atica, 2002.)
Analise as afirmativas referente aos verbos retirados do texto e, em seguida, assinale a alternativa incorreta:
 

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Questão presente nas seguintes provas
2481145 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
Provas:

De acordo com a Constituição Federal, a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as seguintes, EXCETO:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2480377 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
Provas:

Segundo estimativas oficiais, o setor industrial como um todo responde por um terço das emissões de gases de efeito estufa do Estado do Rio de Janeiro. De tal forma, afirma-se como estratégia adequada para ajudar a diminuir emissões de carbono no Estado:

 

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2479797 Ano: 2014
Disciplina: Sociologia
Banca: EXATUS
Orgão: PM-RJ
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Assinale a única alternativa que não contem características corretas dos grupos sociais:
 

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