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Analise a campanha a seguir para responder à questão.

Podemos afirmar que a campanha
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Duvido, logo existo
A frase do filósofo francês René Descartes que caiu no gosto popular, “Penso, logo existo”, não é a original. Está incompleta. Há um verbo invisível aí. Um verbo queganhou, hoje, quase quatro séculos depois, uma importância vital. Em tempos de inteligência artificial e fake news, não podemos descontextualizar Descartes. Dubito, ergo cogito, ergo sum. Duvido, logo penso, logo existo. Essa era a citação em 1637.
Na origem da nossa existência, está a dúvida. Mais que nunca. Não apague a dúvida inicial. Ela é a certeza absoluta na lógica cartesiana. É preciso duvidar. Pesquisar. Checar. Antes de ser cúmplice de uma grande enganação. Dá trabalho existir, mas vale a pena.
Assinale a alternativa em que a frase apresentada é um período formado por orações que, do ponto de vista exclusivamente sintático, se comportam da mesma forma que as orações presentes na frase de Descartes.
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Duvido, logo existo
A frase do filósofo francês René Descartes que caiu no gosto popular, “Penso, logo existo”, não é a original. Está incompleta. Há um verbo invisível aí. Um verbo queganhou, hoje, quase quatro séculos depois, uma importância vital. Em tempos de inteligência artificial e fake news, não podemos descontextualizar Descartes. Dubito, ergo cogito, ergo sum. Duvido, logo penso, logo existo. Essa era a citação em 1637.
Na origem da nossa existência, está a dúvida. Mais que nunca. Não apague a dúvida inicial. Ela é a certeza absoluta na lógica cartesiana. É preciso duvidar. Pesquisar. Checar. Antes de ser cúmplice de uma grande enganação. Dá trabalho existir, mas vale a pena.
A frase original de Descartes se caracteriza como um período composto por
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Duvido, logo existo
A frase do filósofo francês René Descartes que caiu no gosto popular, “Penso, logo existo”, não é a original. Está incompleta. Há um verbo invisível aí. Um verbo queganhou, hoje, quase quatro séculos depois, uma importância vital. Em tempos de inteligência artificial e fake news, não podemos descontextualizar Descartes. Dubito, ergo cogito, ergo sum. Duvido, logo penso, logo existo. Essa era a citação em 1637.
Na origem da nossa existência, está a dúvida. Mais que nunca. Não apague a dúvida inicial. Ela é a certeza absoluta na lógica cartesiana. É preciso duvidar. Pesquisar. Checar. Antes de ser cúmplice de uma grande enganação. Dá trabalho existir, mas vale a pena.
O texto faz menção à inteligência artificial e fake news para
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Recicle-me, consumidor! Enclíticos nas latas de Coca-Cola
Se você se deparou recentemente com uma latinha de Coca-Cola – ou de outros refrigerantes produzidos pela empresa – deve ter notado uma frase peculiar: “Recicle -me!”. O enunciado chama a atenção não só pela mensagem ecológica, ou pelo diálogo simulado entre a lata e seu consumidor, mas também pela construção gramatical: um caso de ênclise, ou seja, aquela colocação do pronome oblíquo átono (ou, na verdade, um semiátono no português do Brasil) posposto ao verbo.
Um possível estranhamento diante dessa escolha não seria injustificável, pois essa colocação pronominal é um tanto inusitada no português brasileiro falado atual, quiçá até no escrito. […]
A colocação pronominal enclítica, por ser menos comum em português brasileiro contemporâneo, acaba trazendo uma formalidade que não combina com o popular refrigerante, apesar da clareza que serve ao propósito da mensagem.
Seja você um linguista curioso, seja apenas alguém preocupado com o meio ambiente, na próxima vez que terminar sua bebida, talvez veja essa frase com novos olhos. E, claro, não se esqueça de reciclar!
Se a frase impressa no produto apresentasse, em vez do pronome “me”, uma forma pronominal de 3ª pessoa que concorde em gênero e número com “latinha”, teríamos o seguinte:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Recicle-me, consumidor!
Enclíticos nas latas de Coca-Cola
Se você se deparou recentemente com uma latinha de Coca-Cola – ou de outros refrigerantes produzidos pela empresa – deve ter notado uma frase peculiar: “Recicle -me!”. O enunciado chama a atenção não só pela mensagem ecológica, ou pelo diálogo simulado entre a lata e seu consumidor, mas também pela construção gramatical: um caso de ênclise, ou seja, aquela colocação do pronome oblíquo átono (ou, na verdade, um semiátono no português do Brasil) posposto ao verbo.
Um possível estranhamento diante dessa escolha não seria injustificável, pois essa colocação pronominal é um tanto inusitada no português brasileiro falado atual, quiçá até no escrito. […]
A colocação pronominal enclítica, por ser menos comum em português brasileiro contemporâneo, acaba trazendo uma formalidade que não combina com o popular refrigerante, apesar da clareza que serve ao propósito da mensagem.
Seja você um linguista curioso, seja apenas alguém preocupado com o meio ambiente, na próxima vez que terminar sua bebida, talvez veja essa frase com novos olhos. E, claro, não se esqueça de reciclar!
O texto chama a atenção para o fato de que
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O texto 1, a seguir, consiste numa releitura do texto 2, que é parte do primeiro capítulo de Vidas Secas, de Graciliano Ramos. Leia os dois textos para responder à questão.
Texto 1
Mudança
A mulher (Sinha Vitória),
Fabiano (um ex-peão),
Sem destino e direção.
Só que o tempo se passava,
(Fábio Sombra. Vidas secas recontadas em estrofes bem rimadas.
Texto 2
Mudança
Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.
Arrastaram-se para lá, devagar, Sinha Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorraBaleia iam atrás.
Assinale a alternativa na qual os versos do texto 1 reproduzem o estado das personagens apresentado no seguinte trecho do texto 2: “Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos.”
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O texto 1, a seguir, consiste numa releitura do texto 2, que é parte do primeiro capítulo de Vidas Secas, de Graciliano Ramos. Leia os dois textos para responder à questão.
Texto 1
Mudança
Eram cinco caminhantes
A vagar pelo sertão:
A mulher (Sinha Vitória),
Fabiano (um ex-peão),
A cadela e dois meninos,
Todos magros e franzinos,
Sem destino e direção.
Fustigados pela seca,
Eram eles retirantes
Em busca de novas terras
Mais chuvosas, verdejantes.
Só que o tempo se passava,
E a fome desesperava
Nossos pobres viajantes.
(Fábio Sombra. Vidas secas recontadas em estrofes bem rimadas.
Texto 2
Mudança
Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.
Arrastaram-se para lá, devagar, Sinha Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorraBaleia iam atrás.
O texto 1 pode ser caracterizado como uma releitura porque
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Leia o texto para responder à questão.
Esse nosso rio-avô, chamado pelos brancos de rio Doce, cujas águas correm a menos de um quilômetro do quintal da minha casa, canta. Nas noites silenciosas ouvimos sua voz e falamos com nosso rio-música. Gostamos de agradecê-lo, porque ele nos dá comida e essa água maravilhosa, amplia nossas visões de mundo e confere sentido à nossa existência. À noite, suas águas correm velozes e rumorosas, o sussurro delas desce pelas pedras e forma corredeiras que fazem música e, nessa hora, a pedra e a água nos implicam de maneira tão maravilhosa que nos permitem conjugar o nós: nós-rio, nós-montanhas, nós-terra. Nos sentimos tão profundamente imersos nesses seres que nos permitimos sair de nossos corpos, dessa mesmice da antropomorfia, e experimentar outras formas de existir. Por exemplo, ser água e viver essa incrível potência que ela tem de tomar diferentes caminhos.
No texto, o hífen é empregado como um recurso que permite
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Leia o texto para responder à questão.
Esse nosso rio-avô, chamado pelos brancos de rio Doce, cujas águas correm a menos de um quilômetro do quintal da minha casa, canta. Nas noites silenciosas ouvimos sua voz e falamos com nosso rio-música. Gostamos de agradecê-lo, porque ele nos dá comida e essa água maravilhosa, amplia nossas visões de mundo e confere sentido à nossa existência. À noite, suas águas correm velozes e rumorosas, o sussurro delas desce pelas pedras e forma corredeiras que fazem música e, nessa hora, a pedra e a água nos implicam de maneira tão maravilhosa que nos permitem
No texto, a possibilidade de “conjugar o nós” indica a
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