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Uma clínica médica decidiu realizar uma análise do tempo de espera de cada paciente em relação aos seus médicos. Para isso, elaborou um gráfico em forma de barras a partir dos dados levantados, dividindo-os em classes uniformes. Essa representação utilizada pela clínica é, na verdade, uma ferramenta da gestão da qualidade chamada:
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Acerca da liderança em organizações, o grid gerencial de Blake e Mouton busca representar a relevância de líderes que se preocupam tanto com as pessoas, quanto com a produção, para o alcance de resultados satisfatórios. Observe as afirmações abaixo sobre as cinco posições-chave para o estilo de liderança identificadas por Blake e Mouton e assinale a única alternativa incorreta:
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Em busca da verdade
Há alguns anos, eu estava num bar em Toronto escutando uma banda. Quando a apresentação acabou, um dos instrumentistas veio à minha mesa, a única cheia além daquela dos amigos dos músicos. Eu era a única mulher na única mesa ocupada, e o cara começou a dar em cima. Sorrindo, ele me perguntou quem eu era, de onde era. A terceira pergunta foi o que que eu estava fazendo na cidade. Respondi que era matemática, e estava lá para um congresso no Fields Institute. Antes mesmo de eu acabar a frase, o cara deu meia-volta e foi embora.
Esta foi a reação mais extrema que já provoquei ao me apresentar, mas estou acostumada a encarar uma dose de ceticismo, incredulidade, diria até decepção, quando digo o que faço. Com frequência, depois que o interlocutor da vez me confessa quanto era bom ou ruim em matemática na escola, e sobretudo quanto odiava ou amava a disciplina (não sei por que essa confissão sempre aparece, mas O fato é que ela sempre surge, e me surpreendo por esta matéria que muitos consideram “fria” despertar tantas emoções), as perguntas que seguem são do estilo: “Você é matemática? Quer dizer que você dá aulas de matemática?”, e eu: “Bem, também dou aulas de matemática, mas também faço matemática”. “Faz o quê? Faz contas?”. “Não, na verdade nem vejo muitos números no meu dia a dia, tento demonstrar teoremas”. A essa altura o interlocutor costuma dizer “Oooh”, às vezes menciona Pitágoras, mas em geral não pergunta mais nada — e às vezes começa a procurar uma forma delicada de dar meia-volta e ir embora.
O que eu faço enquanto matemática? Tento entender aquilo que fizemos até agora, mais precisamente uma parte da matemática que foi feita até agora, e tento criar (ou descobrir) mais. Por quê?
Faço matemática há dezesseis anos, e me pergunto isso há dezessete (pois comecei no último ano de ensino fundamental, quando optei pela disciplina em vez de cursar filosofia ou qualquer outra coisa). Acho que a resposta é: “Para tentar descobrir a verdade”. Quando demonstramos um teorema, aquilo que está escrito naquele teorema vira verdade, verdade absoluta: existe uma demonstração, isso quer dizer que há uns passos lógicos que podem ser seguidos para se chegar àquilo. E qualquer um pode percorrer esses passos — basta estudar para entendê-los.
A verdade não muda mudando de pessoa, gênero, raça, país, continente, cultura. A verdade é verdade, e sempre será verdade. Isso me fascina, e além de me fascinar, me convoca. Pois tem algo em mim que me faz procurar ter certeza absoluta daquilo que eu acho ser verdade, e tenta defini-lo, demonstrá-lo, e separá-lo daquilo que é mentira. Tem algo em mim que procura um mundo perfeito, coerente, consistente. E então o cria: um maravilhoso mundo paralelo onde tudo faz sentido. Por esse aspecto, penso a matemática como uma forma de arte, a expressão de uma perfeição que algo dentro de nós anseia.
Por outro lado, considero a matemática uma parte ou uma espécie de hiperurânio platônico: o mundo das ideias perfeitas (nós, aqui no mundo real, vivenciamos cópias destas ideias, e tentamos entender o mundo por meio da ciência, que utiliza matemática). E nesse sentido, este mundo perfeito e exato não é criado pelos matemáticos, mas descoberto. O teorema que estou tentando demonstrar, outros já tentaram demonstrá-lo, e se eu não chegar lá, outra pessoa chegará. O teorema existe independentemente de mim. Desse modo, a matemática é um mundo perfeito que existe independentemente de nós, já existia e sempre existirá, só está à espera de alguém descobri-lo e mapeá-lo: demonstrá-lo por meio de passos lógicos que qualquer um pode seguir, se quiser visitá-lo.
Por que faço matemática? Porque não sei se a gente cria ou descobre, mas sei que, num caso ou em outro, para mim, vale a pena: se algo perfeito pode existir, eu quero que exista,
Luna Lomonaco é pesquisadora do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.b /2020/05/06/em-busca-da-verdade/
Marque a opção em que não há erro quanto ao emprego da crase:
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- Serviços PúblicosLei 8.987/1995: Concessão e Permissão de Serviços PúblicosLei 8.987/1995: Princípios
Acerca dos princípios aplicados aos serviços públicos, observe os itens abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta:
I. O princípio da continuidade do serviço público recomenda que, como regra geral, os serviços públicos não sejam interrompidos.
Il. O princípio da mutabilidade do regime jurídico diz que a Administração pode, em função da preservação do interesse público, realizar mudanças na forma de execução de um serviço público até mesmo de forma unilateral. cego
llI. O princípio da modicidade das tarifas recomenda que o modo que as tarifas são cobradas seja sempre o mais fácil possível para a arrecadação dos valores.
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Em busca da verdade
Há alguns anos, eu estava num bar em Toronto escutando uma banda. Quando a apresentação acabou, um dos instrumentistas veio à minha mesa, a única cheia além daquela dos amigos dos músicos. Eu era a única mulher na única mesa ocupada, e o cara começou a dar em cima. Sorrindo, ele me perguntou quem eu era, de onde era. A terceira pergunta foi o que que eu estava fazendo na cidade. Respondi que era matemática, e estava lá para um congresso no Fields Institute. Antes mesmo de eu acabar a frase, o cara deu meia-volta e foi embora.
Esta foi a reação mais extrema que já provoquei ao me apresentar, mas estou acostumada a encarar uma dose de ceticismo, incredulidade, diria até decepção, quando digo o que faço. Com frequência, depois que o interlocutor da vez me confessa quanto era bom ou ruim em matemática na escola, e sobretudo quanto odiava ou amava a disciplina (não sei por que essa confissão sempre aparece, mas O fato é que ela sempre surge, e me surpreendo por esta matéria que muitos consideram “fria” despertar tantas emoções), as perguntas que seguem são do estilo: “Você é matemática? Quer dizer que você dá aulas de matemática?”, e eu: “Bem, também dou aulas de matemática, mas também faço matemática”. “Faz o quê? Faz contas?”. “Não, na verdade nem vejo muitos números no meu dia a dia, tento demonstrar teoremas”. A essa altura o interlocutor costuma dizer “Oooh”, às vezes menciona Pitágoras, mas em geral não pergunta mais nada — e às vezes começa a procurar uma forma delicada de dar meia-volta e ir embora.
O que eu faço enquanto matemática? Tento entender aquilo que fizemos até agora, mais precisamente uma parte da matemática que foi feita até agora, e tento criar (ou descobrir) mais. Por quê?
Faço matemática há dezesseis anos, e me pergunto isso há dezessete (pois comecei no último ano de ensino fundamental, quando optei pela disciplina em vez de cursar filosofia ou qualquer outra coisa). Acho que a resposta é: “Para tentar descobrir a verdade”. Quando demonstramos um teorema, aquilo que está escrito naquele teorema vira verdade, verdade absoluta: existe uma demonstração, isso quer dizer que há uns passos lógicos que podem ser seguidos para se chegar àquilo. E qualquer um pode percorrer esses passos — basta estudar para entendê-los.
A verdade não muda mudando de pessoa, gênero, raça, país, continente, cultura. A verdade é verdade, e sempre será verdade. Isso me fascina, e além de me fascinar, me convoca. Pois tem algo em mim que me faz procurar ter certeza absoluta daquilo que eu acho ser verdade, e tenta defini-lo, demonstrá-lo, e separá-lo daquilo que é mentira. Tem algo em mim que procura um mundo perfeito, coerente, consistente. E então o cria: um maravilhoso mundo paralelo onde tudo faz sentido. Por esse aspecto, penso a matemática como uma forma de arte, a expressão de uma perfeição que algo dentro de nós anseia.
Por outro lado, considero a matemática uma parte ou uma espécie de hiperurânio platônico: o mundo das ideias perfeitas (nós, aqui no mundo real, vivenciamos cópias destas ideias, e tentamos entender o mundo por meio da ciência, que utiliza matemática). E nesse sentido, este mundo perfeito e exato não é criado pelos matemáticos, mas descoberto. O teorema que estou tentando demonstrar, outros já tentaram demonstrá-lo, e se eu não chegar lá, outra pessoa chegará. O teorema existe independentemente de mim. Desse modo, a matemática é um mundo perfeito que existe independentemente de nós, já existia e sempre existirá, só está à espera de alguém descobri-lo e mapeá-lo: demonstrá-lo por meio de passos lógicos que qualquer um pode seguir, se quiser visitá-lo.
Por que faço matemática? Porque não sei se a gente cria ou descobre, mas sei que, num caso ou em outro, para mim, vale a pena: se algo perfeito pode existir, eu quero que exista,
Luna Lomonaco é pesquisadora do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.b /2020/05/06/em-busca-da-verdade/
''O que eu faço enquanto matemática?” (3º parágrafo), este questionamento pode ser entendido em seu contexto como
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A Administração Pública do Município de Pancada Seca apurou, por meio de processo administrativo disciplinar, que Juvenal, servidor público municipal, cometeu infração funcional grave, passível de punição na forma do regime jurídico aplicável. De acordo com a situação narrada e com a legislação aplicável, assinale a alternativa correta:
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Em busca da verdade
Há alguns anos, eu estava num bar em Toronto escutando uma banda. Quando a apresentação acabou, um dos instrumentistas veio à minha mesa, a única cheia além daquela dos amigos dos músicos. Eu era a única mulher na única mesa ocupada, e o cara começou a dar em cima. Sorrindo, ele me perguntou quem eu era, de onde era. A terceira pergunta foi o que que eu estava fazendo na cidade. Respondi que era matemática, e estava lá para um congresso no Fields Institute. Antes mesmo de eu acabar a frase, o cara deu meia-volta e foi embora.
Esta foi a reação mais extrema que já provoquei ao me apresentar, mas estou acostumada a encarar uma dose de ceticismo, incredulidade, diria até decepção, quando digo o que faço. Com frequência, depois que o interlocutor da vez me confessa quanto era bom ou ruim em matemática na escola, e sobretudo quanto odiava ou amava a disciplina (não sei por que essa confissão sempre aparece, mas O fato é que ela sempre surge, e me surpreendo por esta matéria que muitos consideram “fria” despertar tantas emoções), as perguntas que seguem são do estilo: “Você é matemática? Quer dizer que você dá aulas de matemática?”, e eu: “Bem, também dou aulas de matemática, mas também faço matemática”. “Faz o quê? Faz contas?”. “Não, na verdade nem vejo muitos números no meu dia a dia, tento demonstrar teoremas”. A essa altura o interlocutor costuma dizer “Oooh”, às vezes menciona Pitágoras, mas em geral não pergunta mais nada — e às vezes começa a procurar uma forma delicada de dar meia-volta e ir embora.
O que eu faço enquanto matemática? Tento entender aquilo que fizemos até agora, mais precisamente uma parte da matemática que foi feita até agora, e tento criar (ou descobrir) mais. Por quê?
Faço matemática há dezesseis anos, e me pergunto isso há dezessete (pois comecei no último ano de ensino fundamental, quando optei pela disciplina em vez de cursar filosofia ou qualquer outra coisa). Acho que a resposta é: “Para tentar descobrir a verdade”. Quando demonstramos um teorema, aquilo que está escrito naquele teorema vira verdade, verdade absoluta: existe uma demonstração, isso quer dizer que há uns passos lógicos que podem ser seguidos para se chegar àquilo. E qualquer um pode percorrer esses passos — basta estudar para entendê-los.
A verdade não muda mudando de pessoa, gênero, raça, país, continente, cultura. A verdade é verdade, e sempre será verdade. Isso me fascina, e além de me fascinar, me convoca. Pois tem algo em mim que me faz procurar ter certeza absoluta daquilo que eu acho ser verdade, e tenta defini-lo, demonstrá-lo, e separá-lo daquilo que é mentira. Tem algo em mim que procura um mundo perfeito, coerente, consistente. E então o cria: um maravilhoso mundo paralelo onde tudo faz sentido. Por esse aspecto, penso a matemática como uma forma de arte, a expressão de uma perfeição que algo dentro de nós anseia.
Por outro lado, considero a matemática uma parte ou uma espécie de hiperurânio platônico: o mundo das ideias perfeitas (nós, aqui no mundo real, vivenciamos cópias destas ideias, e tentamos entender o mundo por meio da ciência, que utiliza matemática). E nesse sentido, este mundo perfeito e exato não é criado pelos matemáticos, mas descoberto. O teorema que estou tentando demonstrar, outros já tentaram demonstrá-lo, e se eu não chegar lá, outra pessoa chegará. O teorema existe independentemente de mim. Desse modo, a matemática é um mundo perfeito que existe independentemente de nós, já existia e sempre existirá, só está à espera de alguém descobri-lo e mapeá-lo: demonstrá-lo por meio de passos lógicos que qualquer um pode seguir, se quiser visitá-lo.
Por que faço matemática? Porque não sei se a gente cria ou descobre, mas sei que, num caso ou em outro, para mim, vale a pena: se algo perfeito pode existir, eu quero que exista,
Luna Lomonaco é pesquisadora do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.b /2020/05/06/em-busca-da-verdade/
Assinale a alternativa em que a correlação de tempos e modos verbais não é adequada:
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sequência de números: 1; 1; 2;3;5;8.. é conhecida como sequência de Fibonacci, seguindo o padrão repetitivo da sequência o 7º termo é:
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Uma determinada empresa de publicidade está com a necessidade de contratar mais pessoas para reforçar suas equipes. Dessa vez, a Diretoria solicitou ao setor de recursos humanos que os contratados para os postos em aberto tenham potencial para trazer novas ideias à empresa, representem um aumento do capital intelectual e de renovação da cultura organizacional. De acordo com a solicitação da Diretoria da empresa e com os seus conhecimentos, pode-se dizer que a melhor estratégia de captação de profissionais para a empresa, primeiramente, é:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Altamira-PA
Prefeito de determinado Município solicitou à sua assessoria que examinassem as condições e exigências que precisariam ser atendidas para ser possível a transferência de recursos a uma entidade privada. No instrumento legal consultado, que também indica o equilíbrio entre receitas e despesas, constatou-se que não era possível a transferência pretendida pelo Prefeito. Esse instrumento legal, de acordo com o conteúdo consultado e com as disposições aplicáveis pela legislação as regras orçamentárias, trata-se:
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