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Foram encontradas 50 questões.

2238382 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Após a leitura do texto marque a questão.
A presença constante do sagrado
O ser humano alimenta-se de pão. Condição básica de sua existência física. Mas, mais ainda consome bens simbólicos. À medida que se distancia do animal, se humaniza, o universo simbólico torna-se fundamental para sua existência. Ao lado do pão e da água, minguaria até a exaustão, se lhe fosse negado se alimentar de símbolos.
Entre outros símbolos, a religião tem ocupado na história da humanidade posição relevante. Desde as tribos humanas mais simples nas suas estruturas sociais até as sociedades supermodernas, os humanos vêm tecendo redes maravilhosas de símbolos religiosos.
Nessa trajetória espiritual, o comportamento humano não tem sido igual. Houve momentos de maior exuberância religiosa. Houve momentos em que o sagrado parecia condenado a desaparecer, para logo surgir com mais vigor. À primeira vista, pensou-se que se tratava de maior ou menor desenvolvimento mental. As civilizações julgadas primitivas viviam mais fortemente do religioso, do sagrado. As ditas mais desenvolvidas culturalmente iam desprendendo-se dessa dimensão. Tal percepção se revelou apenas parcialmente verdadeira. De fato, as civilizações mais antigas erigiram o sagrado como marco central de suas referências. E as sociedades e culturas modernas foram se deslocando para outros espaços. Entretanto, o sagrado nunca deixou de estar presente. Por isso, a percepção de um processo contínuo e progressivo de perda do sagrado não se revelou verdadeira.
Mais que desaparecimento, como se julgava, houve i eclipses e ressurgimentos sob outras formas e significado. I' Vale a pena percorrer tal itinerário do sagrado e depois perguntar-se pela sua teimosia em continuar presente ainda I!nas sociedades super avançadas do século XX. Talvez este fato aponte para um sentido mais profundo do sagrado na própria existência humana.
Fonte: LlBANIO, João Batista; Miguel Martins Filho. A Busca do Sagrado. São Paulo: FTD, 1991. pp. 6 e 7.
O que o texto quer evidenciar quando menciona que o ser humano se alimenta de pão, água e símbolos?
 

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Para apresentar uma animação que demostre, por exemplo como realizar uma multiplicação manual (na qual utilizamos várias linhas para realizar o cálculo, quando utilizados números de mais de um dígito), o software que fornece as ferramentas mais apropriadas da lista a seguir é o:
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
Identifique a alternativa em que a palavra sofre a mesma flexão, se levada ao plural, de "mesas-redondas":
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
O texto em análise, ao subverter o sentido e mostrar sutilmente a avaliação sobre um tema, usou prioritariamente a figura de linguagem:
 

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Sobre o Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer previstos no Estatuto da Criança e Adolescente - ECA, não se pode afirmar:
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)

Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.

Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.

O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".

O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.

Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?

Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.

Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.

Marque a alternativa cuja função da oração é de objeto direto:

 

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2238355 Ano: 2015
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Historicamente, deuses e deusas de ancestralidade afro-brasileira estão mais próximos de seus adoradores. Não estão no céu. Nessa cosmovisão, qualidades e defeitos aproximam deuses de seres humanos. Leia o texto a seguir e marque a questão.
Politeismo também é sagrado
No período pré-judaico, pré-cristão e pré-islâmico, a África já possuía diversificados sistemas socioculturais, diferentes crenças religiosas originais, estabelecia trocas político-econômicas e intercâmbios linguísticos em espaços geocivilizatórios próprios. O espaço do sagrado era dominante, estava presente em tudo.
E já que o sagrado está em tudo, aqui no Brasil, nas senzalas, os negros e as negras adaptaram, criaram condições sociais internas para perpetuarem elementos da matriz africana, essencialmente de forma espiritual. Noite a noite, as cerimônias comunitárias envolviam as mitologias, as lendas, as comidas, a música e as danças, as pinturas corporais, as máscaras esculpidas, os artefatos, as vestimentas, os instrumentos. Tudo em festas que traduziam a simbologia e faziam uma síntese da cosmovisão africana na recriação de ritos religiosos.
A maioria da população do Brasil se diz cristã, mas a cultura das religiões afro-brasileiras seduz boa parte dos brasileiros. Em situações de problemas que afligem as pessoas, essas procuram soluções e, muitas vezes recorrem às práticas religiosas das tradições afro-brasileiras. Até porque as tradições afro-brasileiras apresentam um universo sincrético muito rico, acolhe a todos. Basta lembrar-se das devotas de Nossa Senhora do Rosário, São Benedito, Santo Elesbão, Santa Efigênia, entre outros, que se organizavam em irmandades ou confrarias, ajudando muitos africanos
escravizados, forros e livres.
Se observarmos, o universo religioso no Brasil é diversificado, isso mostra a liberdade religiosa que as pessoas têm para fazer sua opção religiosa dentro da universalidade das divindades. É lamentável que, no Brasil, as religiões de matriz africana ainda sejam as mais perseguidas, sofrendo de intolerância religiosa marcada por violência, mortes e atitudes correlatas.
Fonte: MACHADO, Sátira Pereira. Politeismo também é sagrado. Jornal Mundo Jovem. Setembro/2015. Encarte vI. 7. n032.
A resistência marcante das tradições africanas, segundo o texto, foi graças:
 

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2238354 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Em algum momento da vida, praticamente todo ser humano pergunta a si mesmo: "Quem sou eu?" Tanto a mitologia quanto a religião se preocuparam em buscar respostas para essa inquietação, assim como a filosofia também. Leia o texto que segue e responda a questão.
Corpo e alma.
A partir do século V a.C., Sócrates põe o ser humano sob o foco do pensamento filosófico grego. Afirma-se que ele adotou como lema de sua prática filosófica a inscrição que ficava no portal do famoso Oráculo de Delfos, templo dedicado ao deus Apolo: "Conhece-te a ti mesmo e conhecerás os homens, o mundo e os deuses". Essa inscrição considera o ser humano como a fonte de todo o conhecimento e o meio pelo qual é possível conhecer os outros, o mundo e até os deuses, uma vez que aquela exigência única fosse cumprida por meio da prática filosófica para Sócrates, uma forma de autoconhecimento, a vida, examinada e investigada se tornaria mais digna de ser vivida.
Ainda na Antiguidade, dois filósofos deram importantes contribuições para a incógnita em torno do ser humano: Platão e Aristóteles.
Platão afirmava que o ser humano é composto de um corpo físico, material, imperfeito e mortal, e de uma alma, imaterial, perfeita e imortal. Não se pode pensar no ser humano apenas como um corpo, nem apenas como alma; ele é a ligação indissolúvel entre os dois. Precisa, no entanto, ser conduzido pela alma, sede da razão e do pensamento, para que sua vida não se perca nas imperfeições. Platão adverte que a ideia de sermos guiados pela alma não significa uma negação do corpo, por isso, deve-se cuidar dele. É a ginástica do corpo que possibilita a ginástica da alma, proporcionadas pelas reflexões filosóficas. Além disso, uma vez controlados os instintos e as paixões do corpo, a alma pode dedicar-se às ideias.
Sem se afastar do dualismo corpo-alma exposto por Platão, Aristóteles avançou bastante nos estudos filosóficos sobre o ser humano. Desenvolveu uma teoria na qual distingue os vários atributos da alma, sendo a razão o mais importante deles, por ser encontrada apenas nos seres humanos. Definiu o ser humano como um "animal racional' e um 'animal político". Ao afirmar isso, Aristóteles quer dizer que o homem é dotado de pensamento e de linguagem. Para designar tal característica, ele usava a palavra grega lagos, que tanto significa 'razão', 'pensamento', quanto 'palavra', 'linguagem'. Isso porque os gregos antigos afirmavam que o ser humano pensa por meio da linguagem, que pensamento e linguagem estão entrelaçados.
Dessa primeira definição decorre a segunda: se somos seres de linguagem, se nos comunicamos com aqueles que são iguais a nós, então com eles compartilhamos a vida. Por isso, somos seres sociais, políticos, que não apenas vivemos em comunidade, mas que só nos realizamos plenamente na vida política.
Na Idade Média, a filosofia estava profundamente ligada à religião. A Igreja utilizava argumentos filosóficos para reforçar os ensinamentos cristãos. O ser humano era considerado criação e instrumento de Deus. Sendo assim, o mais importante era conhecer aquilo que o criador esperava da criatura. A pergunta então não era "quem sou eu"?, Porém, "como Deus quer que eu seja?".
Fonte: GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento. São Paulo: Scipione, 2013. pp. 66 e 67.
Em uma das alternativas a seguir está o motivo porque Aristóteles definiu o ser humano como um "animal racional" e um "animal político".
 

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Analise as assertivas para responder à questão: O que são conteúdos de ensino?
Dentre as alternativas NÃO é correto afirmar que conteúdos de ensino:
 

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"A Educação Básica é direito universal e alicerce indispensável para o exercício da cidadania em plenitude, da qual depende a possibilidade de conquistar todos os demais direitos, definidos na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, na legislação ordinária e nas demais disposições que consagram as prerrogativas do cidadão." (Art. 5° da Resolução nº 4, de 13 julho de 2010)
"Entre os princípios definidos para a educação nacional está a valorização do profissional da educação, com a compreensão de que valorizá-lo é valorizar a escola, com qualidade gestorial, educativa, social, cultural, ética, estética, ambiental." (art. 57 da Resolução nº 4, de 13 julho de 2010)
De acordo com o §2° do art. 57 da Resolução nº 4, de 13 julho de 2010, os programas de formação inicial e continuada dos profissionais da educação, vinculados às orientações destas Diretrizes, devem prepará-los para o desempenho de suas atribuições, considerando necessário:
I- além de um conjunto de habilidades cognitivas, saber pesquisar, orientar, avaliar e elaborar propostas, isto é, interpretar e reconstruir o conhecimento coletivamente.
II- trabalhar cooperativamente em equipe.
III - compreender, interpretar e aplicar a linguagem e os instrumentos produzidos ao longo da evolução tecnológica, econômica e organizativa.
IV- desenvolver competências para integração com a comunidade e para relacionamento com as famílias.
Analise as afirmações anteriores e marque a alternativa correta:
Questão Anulada e Desatualizada

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