A conquista de Constantinopla pelos turco-otomanos,
em 1453, representou um marco para a expansão marítima
europeia. Além de alterar o equilíbrio político e comercial do Mar
Mediterrâneo Oriental, esse processo impulsionou as navegações
atlânticas, inaugurando uma nova dinâmica de integração entre
os continentes. Com base nesse contexto histórico, pode-se
afirmar que:
A Guerra da Reconquista (séculos VIII–XV) constituiu um
longo processo de expansão dos reinos cristãos da Península
Ibérica sobre os territórios muçulmanos de Al-Andalus. No caso
português, esse movimento esteve diretamente relacionado à
formação territorial do reino e ao fortalecimento do poder régio.
Nessa perspectiva, a relação entre a Reconquista e a precoce
centralização política de Portugal, em comparação com outros
reinos ibéricos, explica-se pelo fato de que o(a):
“A desagregação da autoridade imperial no Ocidente não
significou uma ruptura imediata com as estruturas romanas.
Ao contrário, o enfraquecimento do poder central favoreceu a
transferência de funções administrativas, militares e judiciais para
autoridades locais, processo que, ao longo dos séculos, contribuiu
para a formação de relações de dependência pessoal e para a
consolidação de poderes territoriais descentralizados.” Fonte: LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Tradução de José
Rivair Macedo. Bauru: Edusc, 2005, p. 46 Com base no texto e em seus conhecimentos sobre a transição
da Antiguidade para a Idade Média, pode-se afirmar que o(a):
Os povos da Mesopotâmia desenvolveram técnicas para controlar
as águas dos rios Tigre e Eufrates por meio da construção de
diques e de canais. O principal objetivo dessas obras era:
As orientações curriculares mais recentes para o ensino de
História no Brasil, que sucedem e atualizam diversos princípios
presentes nos antigos Parâmetros Curriculares Nacionais
(PCNs), enfatizam mudanças significativas na organização do
conhecimento histórico escolar, segundo o fragmento abaixo:
“O ensino de História deve contribuir para a formação de sujeitos
capazes de compreender a historicidade das experiências
humanas, reconhecendo diferentes perspectivas, identidades
e memórias, bem como analisando criticamente as relações de
poder presentes na sociedade.” Fonte: BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC):
Ensino Fundamental. Brasília: MEC, 2018, p. 399 Nesse contexto, é coerente afirmar que tais orientações:
“As rochas estão em constante transformação, passando de
um tipo a outro em virtude das dinâmicas interna e externa da
Terra. O ciclo das rochas existe desde os primórdios da história
geológica da Terra e, através dele, a crosta está em constante
transformação e evolução.” Fonte: TEIXEIRA, Wilson; TOLEDO, M. Cristina Motta de; FAIRCHILD, Thomas
Rich; TAIOLI, Fabio (org.). Decifrando a terra. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora
Nacional, 2009. Sobre a distribuição e os ciclos das rochas no Planeta Terra,
destaca-se que:
Conforme discute Haesbaert (2004, p. 85), "A desterritorialização
não é a perda do território, mas uma nova forma de multiterritorialidade.
O território não desaparece, ele se torna mais complexo, mais flexível
e, muitas vezes, mais controlado através de novas tecnologias
e novas formas de poder. [...] o que se convencionou chamar de
desterritorialização deve ser compreendido, na verdade, como um
processo de multiterritorialidade, no qual o território não é extinto,
mas reconfigurado por novas dinâmicas de poder e controle.” Fonte: HAESBAERT, R. O mito da desterritorialização: do “fim dos territórios” à
multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. Adaptado. No que concerne às discussões do excerto acima, reconhece-se que:
"O trabalhador digital, chamado de 'parceiro', 'colaborador' ou
'empreendedor de si mesmo', está, na verdade, sendo submetido
a uma nova e intensificada forma de subordinação, onde o
algoritmo atua como o novo gerente invisível." Fonte: ANTUNES, R. O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era
digital. São Paulo: Boitempo, 2018. Adaptado. Em relação às transformações do mundo do trabalho discutidas
acima, podemos reconhecer que a:
A política internacional contemporânea é marcada pela
competição entre grandes potências pela expansão de poder
econômico, militar e tecnológico. Sob a égide do debate da
hegemonia e/ou declínio do poder estadunidense, a política
externa do governo Trump vem atuando pelo(a):
“A rede urbana não é um sistema estático, mas uma estrutura
dinâmica de fluxos e interações, onde a hierarquia é definida
pelo comando que certas cidades exercem sobre o espaço. No
Brasil, essa rede reflete um processo de integração nacional
que consolidou cidades como centros de gestão, não apenas
de mercadorias, mas de decisões, informações e inovações que
moldam a vida social em todo o país.” Fonte: CORRÊA, Roberto Lobato. A rede urbana. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado. Na perspectiva conceitual acima, problematizada pelo pesquisador
Roberto Lobato Corrêa, preconiza-se que: